SBMG: Ulisses não pode se omitir
O silêncio do presidente Ulisses Maia e do vereador Mariucci, sempre atenciosos com nossas postagens e denúncias, é preocupante. Sobretudo o presidente da Câmara, que deve ter recebido o nosso e-mail com a denúncia de que é preciso apurar o que disse o superintendente Fernando Camargo e o vereador Luciano Brito, de que os demais acionistas da SBMG são só no papel, ou seja, uma faz de conta, mas não existe integralização de capital de transferência, efetiva, mediante venda das ações, precisa agir. Caso contrário será prevaricação.
Há comentários que se mudaria a lei para não ter mais um vereador. Que a SBMG não aceita como sócio vereador que queira fiscalizar, como Mariucci, por exemplo. Que Heine Macieira entraria no lugar de Negrão Sorriso para ser indicado, pois Ricardo Barros só quer pessoa de confiança dele. A verdade é que a SBMG dá prejuízos, pelo menos nos balanços, e o superintendente disse aos vereadores que a empresa é superavitária, e ninguém contestou. Um frase de Fernando Camargo chamou minha atenção: “A SBMG é a menina dos olhos do setor”. Lembrei que quando era diretor da Urbamar disse, na propria câmara, que a Urbamar era a ‘joia da coroa’, e hoje a empresa está em liquidação com seus diretores, inclusive ele condenados em primeira instância, por improbidade administrativa.
Akino Maringá, colaborador
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