E a família, como vai?
Do padre Orivaldo Robles:
Minha entrada no mundo dos adultos deu-se, como para a maioria dos meninos da minha idade, pela mão de meu pai. Via de regra, na nossa infância, a mãe quase não aparecia além da porta da cozinha. Ficava restrita aos afazeres domésticos, às atividades que lhe conferiam o título de dona de casa. Era seu cargo e sua área de atuação. Mais que dona era, na verdade, a empregada de casa. Casa que era também o seu reino: lá dentro, nada escapava ao seu comando. Cabia ao pai cuidar da ligação do lar com a realidade exterior. Através dele, abria-se para os filhos a possibilidade de romperem os limites do círculo familiar e experimentar a aventura de descobrir o mundo.
Na íntegra.
*/ ?>
