“Levaram as bolas de sinuca e pebolim”
Trecho de carta aos acadêmicos da UEM distribuída pelo DCE:
A Chapa Quente O Bonde do Amor está na direção do DCE caminhando rumo ao fim de dois anos de gestão. Durante estes dois anos enfrentamos ferrenha oposição. (…) Viemos por meio dessa para repudiar a atitude ocorrida na noite de ontem (2/9/10 – quinta-feira) quando invadiram a sede do DCE, levaram as bolas de sinuca e pebolin, molharam as mesas de jogos, sujaram os móveis, quebraram os computadores, destruiram os arquivos e cortaram os fios de rede. Isso aconteceu também em outros centros acadêmicos. Mas a resposta do amor é curta: ame!”. Íntegra.
“Caros estudantes da Universidade Estadual de Maringá,
A Chapa Quente O Bonde do Amor está na direção do DCE caminhando rumo ao fim de dois anos de gestão. Durante estes dois anos enfrentamos ferrenha oposição. Alguns nos indagavam e nos questionavam ajudando-nos a conduzir a entidade, enquanto outros simplesmente foram contrários ao amor simplesmente para nos engessar e travar as atividades desenvolvidas por este grande coração alado.
Respondemos todas as críticas que a nós foram feitas nos utilizando das mais diversas armas do bom combate. Quando nos chamaram de alienados por não sermos aparelhados a um grupo ou partido político, ou por termos em nossas instalações mesas de bilhar e penbolin, respondemo-lhes com a realização de um Fórum sobre Assistência Estudantil, ocupamos os conselhos, lutamos pelo Restaurante Universitário de Umuarama, por melhores instalações em Cianorte, pela manutenção do preço do R.U. no campus sede, conquistamos a Casa do Estudante Universitário, realizamos e apoiamos atividades de esportes, promoção à saúde, à discussão política, fundamos centros acadêmicos e estivemos presente na vida acadêmica de cada um desta universidade.
Viemos por meio dessa para repudiar a atitude ocorrida na noite de ontem (02/09/10 – quinta-feira) quando invadiram a sede do DCE, levaram as bolas de sinuca e pebolin, molharam as mesas de jogos, sujaram os móveis, quebraram os computadores, distruiram os arquivos, e cortaram os fios de rede. Isso aconteceu também em outros Centros Acadêmicos.
Mas a resposta do amor é curta: ame!
O fato de escrevermos esta carta e fechar a sede do DCE, fez os estudantes perder um tempo que os que fizeram estas ações não merecem. Não serão retrucadas às agressões pois isto não faz parte da política do amor, nem dos que levam o Movimento Estudantil a sério. Estas infrações demonstram o desespero daqueles que não têm mais argumentos políticos para debater sobre o Movimento Estudantil… Aqueles que acreditam que destruindo a sede do DCE está prejudicando a gestão estão muito enganados, estão prejudicando a todos estudantes da UEM.
Maringá, 3 de setembro de 2010
Chapa Quente o Bonde do Amor”.
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