Política antissuborno
A forma de escrever a palavra soa estranha, mas é assim mesmo. Li e reproduzo:
‘O Grande Oriente do Brasil visa combater o suborno por meio de uma cultura de estímulo a Hábitos de integridade, transparência e conformidade com as normas. É proibido dar, oferecer e receber suborno; Todos devem seguir a norma de ética e do Sistema de gestão Antissuborno; Todos devem cumprir as leis anticorrupção aplicáveis a organização; Toda denúncia recebida será avaliada e, se necessário, proceder-se-á uma investigação apropriada; em se tratando de uma denúncia devidamente fundamentada o denunciante não sofrerá qualquer represália. Para proteger o Sistema de Gestão Antissuborno de pressões de suborno e evitar denúncias falsas, responsáveis por denúncias do tipo “Fake News”, serão investigados por práticas difamatórias e responderão de acordo com o Código Disciplinar Maçônico e ou Código Civil e criminal de acordo com o Teor do delito. Atender aos requisitos do Sistema de Gestão Antissuborno; Melhorar continuamente o Sistema de Gestão Antissuborno; A equipe de Compliance Officer tem total independência e autoridade de acordo com os requisitos da Norma ISO 37001; e A violação da Política Antissuborno acarretará em medidas disciplinares aos indivíduos. Fonte aqui.
Meu comentário (Akino): Revendo documentos, encontrei, adormecida, minha carteira de Mestre, emitida pelo GOB, nos anos 90, e buscando do site encontrei essas informações. Lembrei que Maçom deve ter bons princípios, logo não deve se envolver em suborno e corrupção. Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.
Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.
Bons tempos, deu saudade. Adormecido mas sempre em vigília, defendo a ordem e os bons princípios. Busco ser justo. Tenho como meta a perfeição, a que todos os seres humanos estão fadados a chegar um dia, mas quero abreviar o caminho, sendo uma pessoa cada vez melhor. Não para ser bonzinho, mas por questão de inteligência.
Akino Maringá, colaborador
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