Feriado no pesqueiro
No último feriado, um maringaense foi com a família no pesqueiro próximo à Polícia Rodoviária, em Marialva, e logo pescou uma tilápia de bom tamanho. “O problema é que a bicha estava toda bichada (fungo), cheia de furos no lombo, barriga e tinha as barbatanas “derretidas” como se fossem plásticos e gosmentas. Alguns peixes mortos, boiando na água, completavam o doce aroma podre que pairava no ar. Apenas um revolvedor de água (hiper barulhento) era ligado de quando em quando como tentativa de oxigenação da água. Assim que mostrei a um vizinho de pesca, aquilo que parecia uma tilápia, ainda presa ao anzol, o homem não pensou duas vezes: catou suas tralhas e capou o gato (foi embora). Levei aquilo que devia ser uma tilápia ao senhor que preparava as varas com anzóis, linhas e boias e o mesmo disse que não era nada. “As pessoas pegam os peixes com as mãos (infectam os coitados) e devolvem ao lago. É só tirar o couro e tá zerado…”. Pode?”, pergunta o leitor, que questiona a fiscalização dos pesqueiros pelos órgãos da saúde pública.
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