Um imposto justo
Sobre fui favorável à CPMF, quando a alíquota era 0,38 % sobre os débitos, pois entendo que se trata de um imposto justo, que tributa os que mais movimentam, inclusive o dinheiro do crime e sonegadores contumazes.
Agora continuo favorável à CP, cuja ideia é melhor ainda, pois tributa o crédito. Defendo a redução drástica do papel do moeda, até a sua completa extinção.
Akino Maringá, colaborador
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