Sem medidas tomadas até agora, Maringá poderia ter entre 846 e 2.520 mortes por coronavírus em 60 dias

O advogado Humberto Boaventura solicitou a alguns amigos seus, todos professores de Matemática e Física reconhecidos no meio acadêmico de Maringá, uma projeção, no pior cenário, de casos de covid-19 para os próximos 60 dias, caso Maringá não tivesse adotado as medidas de isolamento ou caso venha interromper as mesmas.
Usando dados da Organização Mundial da Saúde, o casal de matemáticos Renata Barros e Rui Barros chegou ao número de 169.200 casos, 18.612 casos de UTI e 846 mortos.
Já o professor Gilberto Tenani, professor do IFMS Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, adotou como base o estudo da Imperial College e chegou ao número de 394 mil casos, 13 mil internações e 2.520 mortes.
Finalmente, o professor de Física Marcos Danhoni adotou como parâmetro similar o estudo de caso de Milão, na Itália, que desrespeitou as medidas de isolamento e chegou ao número de 14.500 casos graves e 1.300 mortos .
“Em qualquer cenário a situação é muito grave , e considerando que o sistema de saúde de Maringá não suportaria, a gente poderia ter triplicado o número de mortes. Por isso é importante a cidade não abrir mão das medidas de isolamento”, observou Humberto Boaventura.
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