O lobista radioativo

Capa da revista Crusoé desta semana

Ricardo Barros aparece na capa da revista Crusoé desta semana, que traz reportagem de Luiz Vassalo que destaca a atuação nos bastidores de Francisco Emerson Maximiano, empresário e lobista. “O dono da empresa que tentou faturar milhões com a venda da Covaxin ao Ministério da Saúde opera uma complexa teia de transações financeiras e tem laços políticos que explicam por que ele se tornou radioativo em Brasília”, anuncia a Crusoé.

O maringaense que esteve ontem na CPI da Pandemia é citado 16 vezes na reportagem. Diz o texto que “Max é um velho conhecido do submundo brasiliense. Ainda na era petista, esteve metido em desvios em fundos de pensão. Um traço comum de seus negócios é que eles, quase sempre, são produto do impressionante talento para se aproximar de políticos influentes. O empresário é do tipo que não liga para ideologias ou coloração partidária. O que importa é o resultado. Tanto é assim que, nas rumorosas histórias em que apareceu nos últimos tempos, há de tudo um pouco – de petistas a bolsonaristas, passando por gente do Centrão. Mais recentemente, Max contou até com a ajuda do senador Flávio Bolsonaro, o filho 01 do presidente, para tentar obter um financiamento no BNDES. Flávio chegou ao ponto de acompanhar o empresário em uma reunião com o presidente do banco, Gustavo Montezano”.