Malandragens do governo Bolsonaro

Li na coluna do Cláudio Humberto e reproduzo para análise:
Governo omitiu que a bandeira será ainda mais cara – O ministro de Minas e Energia e o diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) defenderam com ardor o novo aumento na conta de luz, mas não contaram que o valor da tunga é bem maior, em razão dos impostos que incidem sobre a bandeira maldita. Por exemplo: considerando-se as tarifas cobradas em Brasília pela distribuidora Neoenergia (ex-CEB) por 500 quilowatts-hora consumidos, o cidadão desavisado não vai pagar em setembro “apenas” os R$ 142 da bandeira e sim R$ 190,06, após a incidência de impostos
‘Bitributação’ -. A esperteza oficial está no fato de que inventaram a bandeira para pagar energia das térmicas a óleo, onde os mesmos impostos já são cobrados.
“Tritributação’ – Além de o governo cobrar impostos sobre o óleo das termelétricas, tributa também a venda dessa energia das térmicas às distribuidoras. Se o governo quisesse ajudar o consumidor, deveria cobrar a taxa extra da bandeira na conta e não dentro da conta.
Outra grande malandragem, digo eu, foi a medida provisória das fake news, mandada às vésperas do 7 de setembro, sabendo que não passaria, mas para agradar aos parceiros do golpe tentado. Falando em golpe, Bolsonaro apostou no caos, na insubordinação das polícias, invasão do STF e Senado, mas ‘faiô, ‘Deus é brasileiro’ e não dexô’.
(Foto: Rodrigo Santos)
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