Advogada lembra quem votou contra conselho LGBTQI+
Uma publicação feita ontem em rede social da advogada Carolina Cleópatra Codonho da Silva, presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência de Gênero da OAB Maringá, ‘causou’ no meio político local. Ela relaciona os vereadores que votaram contra a implantação do Conselho Municipal dos Direitos LGBTQI+ e pede que os eleitores não votem neles. Sobre alguns ela fez observações.
Depois de destacar que 10% da população maringaense se autodeclara LGBTI+ me que 70% declaram que já sofreu violências, ela pede que não se vote em 10 vereadores que rejeitaram a criação do Conselho: (Delegado Luiz Alves, Onivaldo barris, Paulo Biazon, Alex Chaves, Belino Bravin, Maninho, Cris Lauer, Altamir da Lotérica, Rafael Roza e Sidnei Telles. No texto publicado no Instagram ela se refere a um vereador (Rafael Roza) como gay enrustido e a uma vereadora (Cris Lauer) como “a sapatona no armário”, além de “foi mal Biazon, negócios a parte”, quando se refere a Paulo Biazon. Para ela, também nãos e deve votar em prefeito “que não veste a camisa, que joga dos dois lados”. O projeto foi confeccionado e enviado pelo Executivo. Formada pela UEM, especialista em Ciências Penais, pós-graduanda em Direito Aplicado e com mestrado incompleto em História, além de experiência como técnico-judiciário, a advogada participa de projetos sociais vinculados à subseção local da OAB, na Cevige e na Comissão de Direito de Igualdade Racial.
Em Londrina, ontem, também a maioria dos vereadores rejeitou a criação do Conselho Municipal dos Direitos LGBT (leia mais). Assim como em Maringá, houve pressão de grupos de evangélicos e de direita sobre os vereadores.
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