Mulheres, diversidade e negritude nas eleições

Café e Debate da Aduem discute o tema

“Mulheres, Diversidade e Negritude nas Eleições” é o tema do Café e Debate da Aduem, na quarta-feira, das 17h às19h. Participarão as professoras Tania Tait, da ONG Maria do Ingá – Direitos da Mulher, e Lua Lambert, do Departamento de Artes Cênicas da UEM, e o professor Delton Felipe, do Departamento de História da Universidade Estadual de Maringá e do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro Brasileiro da UEM. A mediação será o professor João Marcelo Crubellate, do Departamento de Administração da UEM.

A maioria da população brasileira é composta por mulheres e negros, a comunidade LGBTQIA+ é reconhecida na luta pelos direitos, as mulheres são mais qualificadas em anos de estudo e negros e negras conquistaram formação universitária. No entanto, na política e no poder de decisão, mulheres, negros e LGBTQIA+ estão muito aquém de sua representatividade, são os que mais morrem assassinados no Brasil e os que mais precisam de políticas públicas.

Dados do TSE sobre as eleições de 2020, colocaram que 94,6 dos candidatos são homens brancos, ou seja, a grande maioria. De eleitos, têm-se 85% de homens e 15% de mulheres. “A nossa população não é composta apenas por homens, brancos, ricos e autoidentificados como heteros. Somos diversos! Se faz necessário a representatividade de cada grupo na política para que alcançamos a igualdade pregada na Constituição brasileira”, informa o material de divulgação.

Foto: Cottonbro