Prefeitura e empresa têm plano operativo anual
A Secretaria de Saúde de Maringá tem feito o possível para descredenciar a Unimagem do Sistema Único de Saúde. São guias e notas da empresa, que não realiza serviços para o SUS desde julho do ano passado, que estão no centro da acusação de desvio de recursos da saúde pública, que envolveria uma ex-servidora daquela pasta.
A Prefeitura de Maringá e a Unidade de Raios-X e Ultrassom de Maringá (Unimagem) possuem um plano operativo anual elaborado de forma conjunta, para “instrumentalizar a implementação do processo de credenciamento de serviços privados ao SUS, permitindo o aprimoramento da instituição no Sistema Único de Saúde”. De acordo com o plano operativo, a empresa, fundada em 1989, “é referência para 30 municípios da 15ª Regional de Saúde”. O documento é composto também de uma programação orçamentária, que previa 47% de recursos financeiros vindos dos serviços de saúde de Maringá (R$ 516.375,84) e 53% da região da 15ª RS (R$ 1.098.672,90). A empresa já informou que seu interesse é ver esclarecidos todos os fatos relacionados ao caso, o que confronta com os interesses da secretaria, que trabalha para que não seja instalada CPI para tratar do assunto.
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