Amigos
Do padre Orivaldo Robles:
Amo meus amigos. Pouco numerosos, é verdade, mas todos munidos de raras grandezas. Não me incomodam os seus defeitos. Melhor seria, é óbvio, que os não tivessem. Quem sou eu, porém, para botar reparo? Não estou em condição de a ninguém cobrar perfeição. Fosse o mesmo de mim exigido, amigo nenhum eu teria. Muito mais do que eu com eles, acredito sejam eles condescendentes comigo. Entendo que amigo não julga. Simplesmente aceita. Perdoa as fraquezas do outro e oferece apoio para a sua superação. Parafraseando São Paulo, a amizade “tudo crê, tudo suporta, tudo espera”. Assim são meus amigos. Sofrem com meus defeitos e fazem o que podem para me ajudar a corrigir-me. Na íntegra.
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