Planos diferentes para 2026
Os maringaenses Sergio Moro (senador) e Ricardo Barros (deputado federal licenciado) podem estar juntos na sucessão do governador Carlos Massa Ratinho Junior, que foi reeleito em outubro do ano passado. Mas há um londrinense no meio do caminho, e não é Marco Brasil, que assumiu no lugar de Barros na Câmara Federal.
É o que conta Mariana Carneiro, da Coluna do Estadão (aqui, para assinantes). Segundo ela, a intenção de PP e União Brasil se juntarem em uma federação provocou um terremoto na política paranaense, que tem entre seus protagonistas o ex-juiz Sergio Moro (União). Hoje senador, Moro já expressou a aliados a vontade de concorrer ao governo do Estado em 2026. O cacique do PP no Estado Ricardo Barros (PP) tem planos diferentes, o que pode deixar o ex-juiz sem caminhos no partido.
“Aliado do atual governador, Ratinho Jr. (PSD), Barros prefere lançar o prefeito de Londrina, Marcelo Belinati (PP), e tem a pretensão de lançar-se ao Senado. No passado, o deputado já disse que Moro não deveria estar na política e sugeriu que a sua candidatura poderia ser impugnada diante das denúncias do PL de caixa dois, em análise no TRE-PR”, acrescenta.
“Corrupto” – A propósito de Sergio Moro, o Tribunal de Justiça do Paraná decidiu que o jornalista Glenn Greenwald pode manter postagem chamando Moro de “corrupto”. A decisão é da 8ª câmara Cível ao confirmar a derrubada de liminar. Colegiado considerou que a remoção dos conteúdos implicaria em lesão à liberdade de opinião política. Leia mais.
Foto: Foto: Bruno Tadashi/Fecomércio
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