No balanço da Rede

A representação da Rede em Maringá segue no espírito do livre mercado dos votos e cargos para as eleições de 2024. Esta é a impressão de quem olha de perto os movimentos de seus dirigentes com relação a pré-candidatura de Edson Scabora e a de Humberto Henrique a prefeito.
Com a maioria de seus caciques em cargos comissionados na administração, a tendência de seguir de mãos dadas com o atual vice-prefeito seria natural, não fosse um PSol no meio do caminho. Federados nacionalmente, Rede e PSol têm inspirações muito diferentes municipalmente: a primeira faz a linha centrão a la Arthur Lira, já o segundo segue a cartilha do “Hay governo? Soy contra!”.
Sobre o balançar da Rede, ou chegam no único acordo possível com os “russos”, ou se dividem e se encaixam, caso a caso, nas siglas que já orbitam Scabora.
PS: A Rede deve perder o único vereador, Adriano Bacurau, antes mesmo da janela eleitoral. É que se torna cada vez mais provável sua saída da sigla logo após a retomada do mandato por Flávio Mantovani, o que deve ocorrer antes do prazo legal para a dança das cadeiras.
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