Festa reuniu ao menos 1,4 mil pessoas

Reencontro de militantes e representantes de outras siglas chamaram a atenção no evento do PT. Presidente estadual referiu-se a Sergio Moro como “idiota”.

Não há dúvidas de que o PT voltou disposto a disputar a Prefeitura de Maringá, e isso ficou evidente não só no comportamento das pessoas que prestigiaram o evento de ontem como nos discursos. Além de nomes históricos da sigla ao longo desses 44 anos, a presença de pré-candidatos de outros partidos demonstrou a importância do evento.

Estavam lá Evandro Oliveira (PSDB), o Professor Edmilson (PSol) e Ana Lúcia Rodrigues (PDT), além de Luciano Pozza, do Cidadania, e dos tradicionais aliados, como PV, PCdoB e Rede Sustentabilidade. Entre os prefeitos via-se de Carlos Alberto Vizzotto (PT), de Paraíso do Rock Norte, a Victor Martini (PP), de Marialva, passando pelo vereador Dr. Manoel (PL), de Maringá. O ex-secretário municipal Marino Elígio Gonçalves foi o mestre de cerimônia num palco que ficou lotado de lideranças e autoridades, como deputados federais e estaduais. Não se viu ninguém representando a gestão municipal, que na festa de aniversário de Ricardo Barros (PP) mandou representantes. O presidente municipal do partido, Mário Verri, considerou o evento “ótimo”.

Tendo a defesa da democracia como tônico, os discursos também chamaram a atenção. Entre os excertos dos discursos no CTG (que teve lotação de R$ 1,4 mil pessoas) está o do presidente do PT paranaense, deputado Arilson Chiorato, que se referiu ao senador Sergio Moro como “picareta” e defendeu o “fim do ratismo”. Já ex-prefeito de Iguaraçu, Professor Joba (o Joba Rock), ao se referiu ao 8 de janeiro de 2023 questionou onde se escondiam tantos idiotas e pediu o fim do fascismo.

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