Até tu, óleo de cozinha?

Prefeitura de Maringá diz que está fazendo compra emergencial do produto para uso nas escolas e nos centros municipais de educação; ontem, a Seduc sugeriu às diretoras o uso da “técnica de deglaçagem”
A Prefeitura de Maringá comunicou hoje que a falta de óleo de cozinha nas unidades escolares da rede municipal de ensino está sendo resolvida, com a compra emergencial deste e de outros itens. Houve descumprimentos contratuais das empresas vencedoras do pregão “e as empresas já estão fazendo as entregas nas unidades no prazo regulamentar”.
Havia relatos de que pais de alunos estavam levando o óleo de soja para as escolas, como a Nadyr Maria Alegretti, no Parque das Grevíleas, onde gasta-se 1 litro e meio por dia. Ontem a Secretaria de Educação, por aplicativo de mensagem, enviou orientações sobre o assunto, admitindo que estava sem estoque “devido a problemas no processo licitatório, causado pela desistência do fornecedor e pela tramitação com o segundo colocado”. A mesma mensagem sugeriu “para contornar essa situação”, o uso da técnica de deglaçagem: “Em uma panela previamente aquecida, coloque a cebola e o alho. Quando começarem a grudar no fundo formando uma ‘crosta marrom’, adicione um pouco de água fervente para que os temperos se desgrudem do fundo da panela e fiquem dourados”.
O caso acontece em meio a críticas sobre a educação de Maringá em rede social, como se percebe aqui, que destaca os 100 dias de governo como “sem folhas de sulfite nas unidades escolares”.
Foto: Mateus André/Freepik
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