Morte de dona de casa revolta Floresta

A morte da dona de casa Marli Ribeiro, 34, de Floresta, morta por um tiro disparado pelo sargento Antônio Dinardi, da Polícia Rodoviária Estadual (posto daquela cidade), na madrugada do último domingo, continua provocando revolta e indignação. Tudo indica que o tiro era desnecessário. Tatinha, como era conhecida, era “uma mulher batalhadora e não merecia esse fim, ser confundida com bandidos”, escreveu uma amiga. Marli deixou três filhos, um rapaz e duas meninas, que já eram órfãos de pai. “Uma das meninas está tão assustada que não consegue nem ir ao banheiro sozinha”, conta, acrescentando: “A única coisa que o povo de Floresta quer é que seja investigado o caso”.

Como a família é humilde, teme-se que o caso seja investigado sem a devida precaução. É nessas horas que a OAB pode fazer a diferença.