Gleisi destaca primeiros resultados do Programa Brasil Contra o Crime Organizado

“Presidente Lula está provando que é possível enfrentar o crime organizado com estratégia, coordenação e seriedade”, disse Gleisi

A deputada federal e pré-candidata ao Senado Gleisi Hoffmann destacou hoje os primeiros resultados do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, iniciativa do governo Lula lançada no dia 12 de maio para fortalecer o enfrentamento às facções criminosas.

Em pouco mais de três semanas, o programa apreendeu mais de 67 toneladas de drogas, retirou 639 armas de circulação, recolheu 26.875 munições, apreendeu 1.013 veículos e realizou 473 prisões em operações integradas em todo o país.

No período, o governo federal mobilizou mais de 9 mil profissionais de segurança pública em 11 operações integradas. As ações conjuntas já causaram prejuízo estimado de R$ 361 milhões às facções criminosas.

Gleisi explicou que a estratégia do governo Lula atua em quatro frentes: asfixia financeira das facções, fortalecimento da segurança e recuperação do controle dos presídios, aprimoramento da investigação de homicídios e desmonte do mercado ilegal de armas.

“O presidente Lula está provando que é possível enfrentar o crime organizado com estratégia e coordenação. Em poucas semanas, o programa já apresentou resultados concretos no combate à lavagem de dinheiro, na fiscalização de fronteiras e no fortalecimento da segurança nos presídios. Estamos atacando com seriedade este problema e atuando para destruir o potencial financeiro das facções e organizações criminosas dentro e fora do país”, destacou Gleisi.

Com investimentos previstos de R$ 11 bilhões, o programa tem coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública mostram que os R$ 30,4 milhões gastos no período geraram R$ 361,3 milhões em prejuízo estimado ao crime — quase R$ 12 de dano às facções para cada R$ 1 investido. O resultado supera em 251% tudo o que estava previsto para os primeiros 90 dias do programa. (Assessoria)

Foto: PF