‘Candidatura tóxica’

Comportamento de vereadora (acima, em ato antidemocrático) é criticado até pelos colegas de partido

A vereadora Giselli Bianchini, candidata a deputada estadual pela segunda vez, é praticamente uma unanimidade – fora e dentro do próprio PL, partido que a abrigou depois de muita insistência e, principalmente, que o PP queria se livrar dela.

Depois de passar “um carão” com o candidato Sergio Moro, irritou ao passar com seu carro de som atacando petistas em plena área central de Maringá. Embora se diga defensora do lema Deus, pátria e família, ela só faz atacar, contrariando os ensinamentos cristãos, já que a Bíblia ensina explicitamente que as palavras devem ser usadas para edificar, encorajar e demonstrar amor ao próximo, e não para ferir, insultar ou humilhar..

Bianchini criou um desconforto tão grande que a maioria quer distância do que chamam “candidatura tóxica”. Já era esperado que o fato na campanha com o senador iria acontecer, assim como outros devem ser registrados. A rejeição ao seu comportamento como candidata, garantem, faz com que até os seguranças do senador evitar que ela chegue perto do candidato em algumas situações de campanha.

Ela só não tem a candidatura cassada pelo próprio partido porque, neste caso, a sigla teria que abrir mão de mais candidatos, por causa da cota de gênero.

Imagem: Redes sociais