Vem aí um “facão” na Câmara de Maringá
Depois de, graças ao capo Ricardo Barros (que um dia, em 90, ele quase cassou), chegar à presidência da Câmara de Maringá, e de, graças ao mesmo Barros, arquivar o sonho de ser candidato a prefeito (com o cancelamento da convenção do PMDB), o vereador Mário Hossokawa vai se debruçar sobre assuntos igualmente espinhosos. Um deles é o corte de 40% dos cargos comissionados existentes no Legislativo. Dos 104 CCs existentes hojes nos gabinetes e na estrutura da casa, em torno de 44 deverão ser exonerados – um corte e tanto para os padrões legislativos maringaenses.
Hossokawa não quer, mas afia o facão por livre e espontânea coação do Tribunal de Contas do Estado, que pretende fazer cumprir a readequação da estrutura de cargos da administração pública. Com apoio e vigilância do Ministério Público de Contas, o TCE pretende tornar realidade no mais breve espaço de tempo possível a proporcionalidade entre o número de efetivos e comissionados; o Legislativo não poderá ter um número de CCs maior que o de servidores públicos de carreira. No caso de Maringá, hoje são 60 efetivos e cerca de 104 comissionados.
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