MP preocupado
No entendimento da promotoria, esta não é a melhor solução, pois a incineração do lixo para a produção de energia pode desincentivar à população a separar o lixo reciclável e à adoção de práticas de redução da quantidade de lixo produzida pelos moradores. “Saber que o lixo vai ser queimado pode criar na população um sentimento de consumo indiscriminado. Precisamos de soluções que contemplem o material humano, como previsto na lei federal”, considera o promotor José Lafaiete Barbosa Tourinho. Uma das principais preocupações que rondam a promotoria é que o município volte a testar tecnologias como a do Biopuster, contratada sem licitação, usada por um curto período de tempo e que não deu certo.
Meu comentário: Essas informações, obtidas e publicadas por Murilo Gatti em O Diário, mostram que o Ministério Público está preocupado e com razão. Se bobear, o prefeito manda um projeto em regime de urgência, o pessoal do amém aprova, contrata outra ‘biopuster da vida’ e depois fica mais difícil correr atrás. Acho que este negócio do lixo ainda pode acabar mal para o prefeito, que já está sendo processo criminalmente por descumprimento de decisão judicial, se não estou enganado.
Akino Maringá, colaborador
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