O império da ilegalidade e da imoralidade
Se em Maringá ainda houver resquício de justiça, se o Ministério Público e o Judiciário estiverem fazendo jus ao salário pago pelo povo, com certeza a denúncia abaixo, feita por Akino Maringá, será analisada. Se, no entanto, juízes e promotores continuarem de ouvidos moucos aos absurdos que se verificam no Executivo e no Legislativo, chegou a hora de decretar a imoralidade como lei maior do município. Todos continuarão com os olhos fechados, como se nada houvesse.
Detalhe: o caso de um diretor que vem sendo há anos pago com dinheiro público sem previsão legal não é privilégio do prefeito Silvio Barros II, O Ímprobo. No Legislativo, e o MP sabe disso, há vários cargos que foram durante anos pagos com o dinheiro do trouxa do contribuinte sem a efetiva existência em lei – sem, portanto, o básico do básico. Como disse o striper John Alves, conselheiro dos fratelli que um dia foi chamado de meliante por um desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná, é preciso que alguém tenha saco roxo nessa cidade.
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