Era tudo balela
Os interesses dos fratelli no caso da destinação do lixo de Maringá são tão fortes que fica difícil não vê-los. Eles querem incinerar o lixo, preferencialmente com a tecnologia francesa; o sistema é tido como ultrapassado e altamente poluidor. Acreditando que o maringaense é antes de tudo um idiota, o prefeito Silvio Barros II acrescentou na semana passada mais um capítulo na novela da dissimulação, promovendo um debate que, em tese, era para discutir as tecnologias disponíveis. Três dias antes, porém, a verdadeira intenção já havia sido confirmada no papel: a administração solicitou ao IAP licença para a utilização da tecnologia do incinerador, e agora, com a formalização da PPP, dá mais um nó para amarrar o esquema, digo, sistema.
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