Bandidos e mocinhos
Li no blog do Diniz Neto a seguinte postagem: “Todos os partidos e pré-candidatos a prefeito de Maringá queriam uma coligação com o PMDB. Na busca por esta coligação, em alguns casos desesperada, assistimos um festival de informações plantadas, cruzadas, de todos os tipos e com diversos objetivos. Definida a coligação do PMDB, atendida a vontade do diretório local, alguns que tanto queriam a coligação saem atirando pedras no partido. Se tivessem conseguido a coligação estará tudo certo, tudo bem? Nos bastidores, em alguns blogs e colunas, boatos foram plantados e trabalhados na tentativa final de melar coligações. As mentiras e boatos não surtiram os efeitos desejados. A campanha promete ser longa e boa para tornar públicas muitas verdades. Contra documentos há menos argumentos. Ainda restará a tentativa das versões das mentiras, mas acho que as pernas estão curtas. A verdade às vezes tarda, mas não falha. Especialmente para bandidos vestidos de bons mocinhos.”
Meu comentário: Confesso que não entendi o que o Diniz quis dizer com estas frases: “Contra documentos há menos argumentos”. “Restará a tentativa das mentiras, mas acho que as pernas estão curtas”. “A verdade às vezes tarda, mas não falha”. “Especialmente para os bandidos vestidos de bom mocinhos”. Não entendi mesmo. Quem seriam os bandidos e os mocinhos da história? A verdade é que a verdade nem sempre aparece, em se falando de política, mas neste caso é cristalina, ganhou quem deu mais, quem conseguiu atender as necessidades dos donos da ‘franquia local’. Enio Verri e Quinteiro bem que tentaram, mas, como não são donos dos governos federal e estadual, não conseguiram pagar o preço pedido. Já Ricardo Barros, ‘dono do cofre municipal’, pagou e levou.
Então Diniz, refaço a pergunta: Quem são os bandidos vestidos de mocinhos, na sua opinião? Você considera ético, comprar e pagar com dinheiro alheio? E para você, caro leitor, há mocinhos?
Como contribuinte dos recursos para as três esferas (federal,estadual e municipal) não fico satisfeito em pagar pelos minutos de TV que o PMDB tem a a oferecer, ainda que beneficiasse o meu candidato ( ‘hoje Hércules Ananias’) . Sejamos sinceros, o apoio de Crispim, John e Grillo, pouco ou nada acrescenta em votos.
Akino Maringá, colaborador
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