Uma cooptação a se lamentar
Estive com o advogado Alberto Abraão Vagner da Rocha em duas situações que nunca vou esquecer. Uma, no crime lesa pátria contra a memória de Maringá, quando a administração Barros/Pupin derrubou o prédio da antiga estação rodoviária por interesses imobiliários; ele foi o advogado dos condôminos e parecia sincero quando se dizia pessoalmente contra a destruição daquelas instalações. A outra, que vai completar cinco anos agora, foi na casa dos Villanova, num domingo, quando Silvio Barros II descumpriu compromisso assumido com os órgãos de meio ambiente e mandou derrubar uma canafístula centenária (aquela em que eu subi; SB II, que estava numa festa, chegou a comentar que eu deveria ser derrubado junto com a árvore). Era para Alberto ter subido na árvore para impedir seu corte, mas fui o escolhido porque tinha acabado de sofrer uma cirurgia cardíaca.
Hoje, às 11h, o político Alberto Abraão Vagner da Rocha estará no nível de Crispim e Grillo, também da área do meio ambiente, fechando apoio à turma que derrubou o prédio da rodoviária e comandou a maior destruição de árvores que Maringá já viu nos últimos anos. Uma pena.
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