Akino

Estrelas do PP

Bravin e Zebrão são as novas estrelas no horário eleitoral do Partido Progressista do ex-vice líder dos governos FHC e Lula e candidato ao mesmo cargo no futuro, seja quem for eleito, Ricardo Barros. Ambos falam como se estivessem na Câmara, com naturalidade, com destaque para Bravin.

Akino Maringá, colaborador

Vereadora Marly, sintonizada

Diferentemente do vereador Ton, a vereadora está sintonizada com o anseios dos eleitores e pensando exatamente como este modesto colaborador do blog passou a apresentar no grande expediente as respostas aos requerimentos de sua autoria, para fins de esclarecimentos público. Parabéns, vereadora.

Akino Maringá, colaborador

Um caso intrigante

Aprovado em primeira discussão pela Câmara de Maringá um crédito adicional de R$ 1,2 milhão para a Urbamar que seria para pagamento de honorários aos advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Aparecida Valério que patrocinaram uma ação popular no ano de 199l, contra a Urbamar, na gestão Ricardo Barros. A ação seria a 1090-1991 e autora seria Neiva Barbieri. Envolveriam os processos 537183-1 no TJ- 628/2005 na 5ª Cível de Maringá e 542/1991. Confuso, muito confuso. Pelo que pudemos concluir a ação popular não deu em nada, mas os honorários foram altos. Por favor senhores vereadores, especialmente a vereadora Marly, que é advogada por formação, apure o que ocorreu. Esclareça-nos.

Akino Maringá, colaborador

Gastos com publicidade: transparência?

Li no blog do Lauro Barbosa que em resposta a um requerimento da vereadora Marly, que solicitou informações com gastos com publicidade efetuados pela prefeitura em 2009, foi informado que tais dados poderiam ser fornecidos verbalmente em reunião só entre os vereadores, na sala da Presidência. A vereadora não aceitou e quer que sejam públicas as informações.
Minha opinião: Salvo engano, isto já está previsto no §2º do Art. 74 da Lei Orgânica do Município, que reza: A Administração Direta e Indireta e Funcional publicará a cada seis meses relatório das despesas com propaganda e publicidade (…) especificando os nomes dos órgãos veiculadores. Isto não vem sendo cumprido pelo Executivo. Por que querem esconder?

Akino Maringá, colaborador

Mais reconhecimento

Agradeço ao vereador John, que segundo me informa por email o vereador Humberto Henrique ao chamá-lo de Akino disse que sou inteligente. John teria brincado com Humberto dizendo como ele consegue ser contador, vereador e ainda o Akino. A verdade John é que não sou Humberto, não sou o Rigon, nem Messias, nem Willy Taguchi. Não sou ligado diretamente a política, jornalismo ou atividades correlatas. Sou apenas um cidadão voluntário, um observador social, nada mais. Mas devo reconhecer a sua força (do John) junto ao Tribunal de Justiça do Paraná. O senhor sabe do que estou falando.

Akino Maringá, colaborador

Fazemos trabalho de vereador

A respeito da confusão que algumas pessoas estariam fazendo, nos confundindo com o vereador Humberto, outros pensam que sou pseudônimo do próprio Rigon, modéstia à parte, acredito que fazemos um trabalho de vereador, só que limitado, um vez que não temos poder efetivo de fiscalização. Os vereadores Humberto, Marly e Mário Verri, com quem nos comunicamos por e-mail, são nossos parceiros na formulação de requerimentos para esclarecimentos de assuntos que levantamos, no nosso papel de fiscalizadores. Nosso trabalho é voluntário e diferentemente do Observatório Social não poupamos ninguém, seja Executivo, Legislativo local ou estadual. Somos independentes.

Akino Maringá, colaborador

Não sou Humberto, infelizmente

Fiquei sabendo que algumas pessoas estão nos confundindo com o vereador Humberto Henrique. Ulisses Maia, John e outros. Recebo por e-mail reclamação do vereador. Quem me dera ser um vereador como Humberto Henrique. Ontem, assistindo a sessão pela internet, quando John disse que qualquer um pode ocupar a tribuna, mas só tem um detalhe precisa se candidatar, e sair pedindo votos, depois se eleger vereador, fiquei com uma pontinha de frustração. Como gostaria de ser vereador!  Mas sei que não tenho condições. Admiro pessoas que têm esta disposição. Infelizmente não sou um Humberto Henrique, e outros tantos, até um John, do qual sou fã pela capacidade política, embora discordando frontalmente dos métodos.

Akino Maringá, colaborador

Reconhecimentos

Para provar que sabemos reconhecer, enaltecemos que o Portal da Transparência da Prefeitura, no tocante à lista dos empenhos, ficou bem mais detalhado e permite uma melhor fiscalização. Parabéns. Outro reconhecimento é à ponderação do vereador dr. Manoel. Equilibrado, algumas vezes humilhado por palavras pouco educadas, principalmente do líder Heine, responde de forma ponderada. Em pese sua ligação com os Barros, tem se mostrado um bom vereador.

Akino Maringá, colaborador

Fora de tom (II)

Não se sabe as razões da atitude do vereador Tom, mas ao que parece ele pensou que arrastaria toda a chamada base do prefeito para votar contra o projeto de Evandro. Coisa de criança birrenta. Será que ele não se lembra de um caso parecido num projeto de Flávio Vicente, de denominação de nome de rua, que foi rejeitado por retaliação comanda pelo líder do prefeito, atitude que  pegou muito mal perante a opinião? Com todo respeito ao vereador, sua tentativa de agradar o prefeito e intimidar Evandro, foi de uma infantilidade inconcebível para uma pessoa com a sua experiência de vida e ainda mais por ser pastor.

Akino Maringá, colaborador

Um vereador fora de tom

O vereador Ton Schiavone, substituto de W. Andrade por 120 dias, numa licença arranjada, fiel escudeiro do grupo Barros, pisou na bola da sessão de ontem. Ao discutir um projeto do Vereador Evandro Junior, que beneficiará moradores do Conjunto Ney Braga, disse simplesmente que votaria contra, pois na última sessão Evandro votara contra um projeto de interesse da ‘base’, aquele do trabalho voluntário.  Ficou sozinho, até o líder do prefeito votou a favor. Em música diríamos que o vereador está fora de tom. Como pode pretender ser Deputado agindo assim?  Como pode ser Pastor se prega a vingança? Que coisa! Levou um tapa com ‘luvas de pelica’ do dr. Manoel que falou da juventude  de Evandro de suas propostas maduras. De Marly, outra chacoalhada, dizendo o quanto é importante ser Vereador independente. Foi muito mal Vereador e tem a obrigação de pedir perdão, digo, desculpas aos seus eleitores. Fiquei com vergonha pelo senhor.

Akino Maringá, colaborador

Ao Ministério Público em Marialva

Sugiro que o concurso público, que está em andamento para preenchimento de vagas na Prefeitura de Marialva fosse acompanhado de perto pelo MP. Há quem diga que exista uma lista de pré aprovados.

Akino Maringá, colaborador

Constatação

Ouvi de um amigo experiente: “Pode ser que no futuro cheguemos a conclusão que o valor desviado na gestão Gianoto, sob o comando de Paulichi, é muito pequeno em comparação”.

Akino Maringá, colaborador

Trabalho voluntário e governabilidade

O vereador Sabóia estava indignado com a rejeição do projeto que criava o trabalho voluntário no serviço público municipal em Maringá. Falou cobras e lagartos dos que não compareceram para votar (acho que John, Luiz do Postinho e talvez Flávio Vicente). Disse que conversou com o prefeito e este disse que estava em jogo a governabilidade do município. Que não era possível que Silvio o estava enganando.
Minha opinião: às vezes penso que o vereador é ingênuo. Outro dia disse em entrevista a O Diário que os vereadores não precisam fiscalizar pelo o governo municipal é ilibado. Esta história do serviço voluntário está nebulosa. Há quem acredite que seria uma forma de prevenir-se contra a legislação eleitoral, compra de votos. O dr. Heine atenderia de graça no Posto de Iguatemi e assim por diante. Outros médicos atenderiam, aparentemente, de graça. Pode ser que recebessem por fora, via, como diria Jocelito Canto, caixa 2 e ninguém poderia reclamar da saúde em Maringá. Esquemas, esquemas.

Akino Maringá, colaborador

Como seria o senador?

É certo que o deputado Ricardo Barros tem verdadeira obsessão para tornar-se senador. Como seria sua atuação? Há quem diga que  entraria no grupo de senadores como Sarney, Renan, Efrain Morais; Jader, ACM,  e outros, especialmente do norte de nordeste. Seria bom para Maringá?  Sou daqueles que entendem que não basta ser de Maringá, é  preciso que o candidato tenha demonstrado comprometimento com o interesse público como Gustavo Fruet, por exemplo. Dá para confiar em quem está sempre do lado dos seus interesses? Que, vice-líder do Governo Lula, abandona a sua candidata; que, comprometido com Osmar Dias, flerta com Beto Richa. p.p, no sentido daquela expressão popular chula. Será que o povo não enxerga? Pinga Fogo, Frank, Canário, Verdelírio, CBN e tantos outros formadores de opinião, os senhores ainda terão que prestar contas do que estão fazendo. Ou estão sendo enganados também?

Akino Maringá, colaborador

Faltou diálogo com a…?

A propósito do incidente que  resultou  na barração das atrizes da Peça Monólogo da Vagina,na entrada do Calil Hadad,  li comentário da Marta Belini, em seu blog, que os guardas ficaram com medo da vagina. Há quem ache que tem faltado diálogo com a dita cuja.Aliás, diálogo não é o forte desta administração. O líder do Prefeito, marido de Dona Flor Duarte, não é adepto  de conversas, principalmente com quem não diz amém para os Barros.Fazendo um trocadilho infame: ‘Fala bela’! Sai de baixo ! Toma lá da cá!

Akino Maringá, colaborador

Quinteiro na TV Sinal

Assisti um trecho de um programa da TV Sinal com os deputados Quinteiro, Jocelito e Douglas, falando sobre o projeto Ficha Limpa. Pelo que vi, Quinteiro entende que a matéria tem inconstitucionalidades – o que nos deixa tranquilos, já que no caso dos aumento dos vereadores ele achou o mesmo. Senti o deputado maringaense bem ‘político’, ‘meio em cima do muro’, já com jeitão dos deputados. Jocelito sempre franco fala abertamente de caixa 2 de compra de votos via ‘fiscais’ no dia das eleições, e que com a aprovação do Ficha Limpa deixa a política,  enfim um político sem muito da hipocrisia reinante no meio. Douglas, do PPS de Campo Mourão, falou que o seu partido não aceita fichas sujas. Bom  programa.

Akino Maringá, colaborador

R$ 1,2 milhão para a Urbamar

Sem comentários sobre o histórico de como a Urbamar usaria o dinheiro para pagar honorários advocatícios que, segundo movimentação do processo, já pagou. A Câmara de Maringá estaria sendo enganada? Ou houve engano?

Akino Maringá, colaborador

A possível explicação

A propósito do rodízio de comissionados ligados a John, com a troca de Benedito Barbosa que era assessor de Relações Institucionais e foi para AP-9 no Gabinete do Vereador e substituição a Josemar Aparecido, era do Gabinete e foi para o cargo ocupado por Benedito, a possível explicação está na condenação criminal deste no caso dos laptops. O presidente Hossokawa não teria querido mais bancar a nomeação de um assessor de era da Presidência apenas no papel e com problemas que, legalmente, o impediriam de continuar num cargo. John, em sinal de gratidão a Benedito, que assumiu a culpa no caso e colaborou para a absolvição, por falta de provas, do ex-presidente, está, teoricamente, bancando a nomeação. Na minha opinião a responsabilidade é do presidente e do primeiro secretário que assinam os atos de nomeação. Amanhã poderemos ter novidades.

Akino Maringá, colaborador

Como andam a educação e a cultura em Maringá?

Para começar, as duas secretarias poderiam serem fundidas. Pelo que ouvimos e lemos o desempenho das duas titulares não é dos melhores. Na educação há suspeitas de mau uso do dinheiro público. Os casos Acervo da TV Cultura, Editora Globo, esquema na lavagens de veículos, compra do kit, dentre outros, provam alguma coisa está errada. O prefeito teria dito que só não substituiu ainda a secretária porque não tem poderes. O último vexame na Cultura indica que as coisas não vão bem. Há muitos comissionados e pouca produção. É, não vão bem a educação e cultura, não sabemos se por falta de educação ou de cultura, ou ainda pela cultura de indicação de políticos sem habilidade para o desempenho de certos cargos.

Akino Maringá, colaborador

Urbamar, mais um caso polêmico

Este caso da dívida da Urbamar para os Advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Aparecida Valéria, que atualizada  passaria dos R$ 3,5 milhões está nos intrigando. Qual foi o motivo da ação popular movida contra a Urbamar,  em 1991, na gestão Ricardo Barros? Houve algum erro da administração da época? Por que o contribuinte deve arcar?  Gostaria que alguém nos explicasse e que os vereadores, fiscais das ações do Executivo, apurassem.

Akino Maringá, colaborador

Mais mudança na Câmara

No Gabinete de Paulo Soni sai Moisés Dimas Vieira de Camargo AP 11 e entra Milton Guimarães de Camargo AP-11, salário aproximado de R$ 3.600,00. Uma curiosidade é a  movimentação no Gabinete de Tom Schiovone que é suplente de W. Andrade e ao que se sabe vai ficar apenas 120 dias no cargo. Foi  exonerado Valdemir Teodoro Bernardino, AP11, e nomeado  Gustavo Batista,AP-11. Será que Valdemir era assessor de Andrade? O suplente pode nomear assessores? Não seria lógico ficar com os assessores do vereador que está substituindo, ou esses seriam exonerados no momento da licença?  Gostaria que alguém nos explicasse.

Akino Maringá, colaborador

Rodízio de assessores da Câmara

Notamos algumas mudanças de assessores na Câmara de Maringá. No Gabinete de John sai Josemar Aparecido de Lima, que era AP 9, salário de R$ 2.600,00 aproximadamente, e entra Benedito Barbosa, que era assessor de Relações Institucionais CCL-4 com salário de  cerca de R$ 2.900,00. Em seu  lugar entra Josemar Aparecido de Lima.  Não se sabe o motivo da troca, mas há quem diga que foi só um rodízio já que ambos fazem rigorosamente o mesmo trabalho: são cabos eleitorais.  Aliás, alguém poderia dizer o que fazem para o presidente da Câmara os  quatro assessores de Relações Institucionais que são lotados no Gabinete da Presidência? Este é, provavelmente, um dos maiores ‘171’ no contribuinte maringaense. Está na hora da RPC local fazer matérias sobre este e outros cargos, fantasmas quanto as atribuições.

Akino Maringá, colaborador

Urbamar corta despesas

A partir de 29/4/10 a Urbamar está economizando  R$ 2.500,00  mensais com a rescisão do contrato de prestação de serviços da contadora Nádia da Rocha Vieira, que passou a ser funcionária pública. Espera-se que não seja contratado outro contador e que os contadores da Prefeitura façam o serviço, ou se necessário que se contrate um escritório de contabilidade, pois pelo volume de serviços que tem a Urbamar, com um salário mínimo há quem faça sua contabilidade.

Akino Maringá, colaborador

Recursos para Urbamar, histórico (III)

Consultando a movimentação do processo original, o 628/2005, na 5ª Vara Cível de Maringá, encontramos que em 1/12/2009, foi juntada petição de acordo. Em 22/1/10, foi homologado o Acordo ( não consta da sentença valores e forma de pagamento, mas supomos que foi em 2 parcelas, pois em 2/2/10 consta a informação de pagamento da 1ª parcela e em 3/5/2010, o pagamento da última. Portanto, a Urbamar já pagou os honorários, o que derruba a justificativa do prefeito de que os recursos de R$ 1,2 milhão, seriam para o pagamento dos honorários.  Por esta razão, o projeto deve ser rejeitado pelos vereadores.
Questionamentos:  Qual foi o valor efetivamente pago?  Qual a origem dos honorários?  Consta que seria de uma ação popular 542/1991.  Consultando este processo notamos que no dia 5/3/10, houve uma sentença  determinando que o valor seria de R$ 2.311.959,85 determinando expedição de precatório. Não estou entendo. Como um crédito de R$ 2.311.959,85 pode gerar honorários de mais de R$ 1,6 milhão?

Akino Maringá, colaborador

Recursos para a Urbamar, histórico (II)

A decisão do TJ-PR no Agravo 537183-1 foi de que houve má fé do Município ao incorporam todos os bens pertencentes à Urbamar, deixando a execução intentada pelos agravantes inócua e em Acórdão publicado em 11/9/2009. Deu provimento ao agravo. Surpreendemente, em 6/11/09, os agravantes peticionaram desistindo do agravo. Em decisão  publicada em 11/11/09, o desembargador relator indeferiu o pedido justificando a impossibilidade desistência de recurso já julgado. O processo baixou à vara de origem em 9/2/10.  ( continua)

Akino Maringá, colaborador

Recursos para a Urbamar, histórico (I)

O Executivo enviou à  Câmara no dia 20/04 mensagem de Lei 0074/2010, solicitando autorização para abrir um crédito adicional suplementar, dentre outros, de R$ 1.200.000,00 para a Urbamar. Na justificativa o prefeito informa que os recursos seriam destinados para pagamento de honorários advocatícios, referente Autos de Agravo de Instrumento  nº 537.183-1.
O valor chamo-nos a atenção, consultamos a movimentação do processo no TJ-PR: Trata-se de Agravo de Instrumento interposto por Eli Pereira Diniz e Cleuza Aparecida Valério visando o recebimento de R$ 1.662.503,99 a título de honorários de sucumbência, referente ao processo 628/2005, em trâmite na 5ª Vara Cível de Maringá. Insurgiram os agravantes contra decisão que revogou penhora do lotes de terras registro 53.159, CRI do 1º ofício de Maringá, que foi incorporado ao Patrimônio do Município de Maringá, tornando -se impenhorável. (continua em outra postagem).

Akino Maringá, colaborador

Para que serve a Urbamar?

Segundo o seu presidente, o Tribunal de Contas considera que a Urbamar é uma jóia preciosa e que está faltando lapidá-la. Há quem ache que é, desculpem o termo quase chulo, uma ‘amante portenha’, para o contribuinte marigaense e serve para acomodações políticas ( cabide de diretores) e  quem suspeite que sirva para desvio de dinheiro público. Não há explicação para o gasto de  R$ 1.174.455,04 na rubrica Outras despesas correntes, que consta no balanço de 2009, que apresentou um deficit de R$ 4.397.324,03. Sendo as demais despesas: R$ 445.009,02 com pessoal; R$ 274.990,09 juros e encargos da dívida; R$ 2.542.683,58 de amortização de dívidas; apenas R$ 3.322,40 de investimentos  e uma receita insignificante de R$ 43.136,10. Senhores vereadores, cumpram o dever de fiscalização.

Akino Maringá, colaborador

Deputado estadual tem direito a 23 comissionados

Estamos estudando a Lei Estadual 16.390/2010 de 02/02/2010, que trata de cargos na Assembleia do Paraná, mas podemos adiantar que em seu Art. 9º, consta que cada gabinete parlamentar contará com os seguintes cargos em comissão: 10- G-7, com salários de R$ 600,00 cada; cinco G-6, com salários de R$ 1.200,00; dois G-5, salários de R$ 1.800,00; dois G-3, com salários de R$ 3.000,00 cada; um G-2 com salário de R$ 3.500,00; um G-1, salário de R$ 4.000,00; um DAS-05 (não deu para apurar corretamente o valor, mas baseado na relação do Estado, com verba de representação, seria em torno de R$ 7.000,00); e  um DAS-05 (pelo critério anterior estimado em R$ 8.000,00). Com encargos a conta chegaria a cerca de R$ 57.000,00. Se estivermos errados corrijam-nos, por favor, senhores Deputados.
Nossa opinião: É uma ‘bela estrutura’, que explica a facilidade para reeleição. Acho que é muita gente. Não precisaria mais que 05 Assessores qualificados. Nada de ‘agentes políticos’, digo,cabos eleitorais.

Akino Maringá, colaborador