Akino

Horário político eleitoral

Acabamos de assistir mais uma das ‘entrevistas’, na verdade um horário político eleitoral em que o Pinga Fogo ‘cedeu’ um espaço para o prefeito Silvio II falar das suas realizações. Em pauta o acordo com do PP com o PSDB, ‘as grande obras na cidade’, derrubada da rodoviária que o prefeito disse  gostaria de implodir, mas, como ficaria muito caro, resolveu economizar para o contribuinte.
Interessante a observação de um problema que Sílvio apresenta no punho direito. Isto gerou vários comentários descontraídos, dele próprio, disse que foi  de tanto assinar. O Pinga Fogo falou das propagandas, Silvio respondeu que propagandas com ele servem para informar o povo, assim por diante. Foi bate papo, bastante coloquial.
Nosso comentário:  E nós pagamos tudo! Até quando, Senhor?

Akino Maringá, colaborador

Não nos esquecemos

Cancelamento dos empenhos das compras dos Acervo da TV Cultura e da Editora Globo, compra das cadeiras para o Chico Neto, sem licitação direta, por R$ 95,00 cada, Restaurante Popular; esquemão de lavagem de carros na Seduc; kit escolar; secretarias desnecessárias, diretor da agricultura, extinção da Urbamar são alguns assuntos que estão pendentes e que nós não nos esquecemos, e nem podemos.

Akino Maringá, colaborador

Enio Verri pede transparência

O deputado Enio Verri ocupou a tribuna ontem e pediu pressa na votação da PEC, proposta por Tadeu Veneri, que acaba com a reeleição da mesa diretora da Assembleia. Disse que é o momento de tornar totalmente transparente as ações dos deputados, de modo que nem que se queira, alguma coisa possa ser escondida. Esperamos manifestações dos demais deputados de Maringá, no mesmo sentido.

Akino Maringá, colaborador

Ficha limpa

A propósito das dúvidas levantadas sobre  a mudança do tempo verbal, passando para ‘ que forem condenados’, não tenho dúvidas que não altera a intenção do legislador, sobretudo dos proponentes da lei. Vejamos o seguinte exemplo:  Se dissermos ‘Só poderão ser candidatos os cidadãos que forem filiados a um partido político’, estaremos dizendo que só os que  se filiarem a partir dali ou de todos que já são filiados? Claro que não, falamos de todos anteriormente e a partir de hoje. Entendo que temos que tomar como base a data do registro, e estamos falando do futuro. Naquele dia, todos os que forem (estiverem, sejam, são) condenados não poderão ser candidatos. Não acredito que algum candidato, nem mesmo Ricardo Barros, terá a cara de pau buscar valer-se da redação para tentar o registro. É óbvio que todo este movimento visa limpar a política de todos os políticos já condenados e os que vierem a ser.

Akino Maringá, colaborador

Existência da Urbamar seria inconstitucional

Segundo a constituição federal a existência de empresas públicas  e de economia mista só se justifica quando necessárias  aos imperativos  de segurança nacional e revelante interesse público coletivo. É o que depreendemos da leitura  do artigo 173.  No caso da Urbamar não há atividade econômica nem interesse público. O que há é interesse político e de alguns, um verdadeiro atentando ao erário.

Akino Maringá, colaborador

O terreno da Sanbra

Sobre a nota do Verdelírio de que a Prefeitura pretende desapropriar o terreno da Sanbra para construção de um centro de turismo, concordo com a sugestão do  do Cézar Lima de que a Sociedade Rural compre o terreno, mude o parque de exposição para lá e devolva ao o espaço que ocupa atualmente para que a Prefeitura o utilize como Centro de Turismo e Eventos. Seria mais racional, mas talvez não desse comissão para ninguém e aí perde-se o interesse.

Akino Maringá, colaborador

Urbamar: os valores atualizados

Ainda sobre a ação popular proposta em 1987 pelo jornalista Zitão e que impediu que a Urbamar e a Prefeitura de Maringá indenizassem a Companhia Melhoramentos, pela utilização de área antes ocupada pela linha férrea, apuramos que o valor atualizado da causa, que originalmente era de 653.402.230,00 cruzados, em  3 de novembro de 1987, é hoje, calculado para 30/4/2010, R$ 66.845.519,14, utilizando-se o INPC como indexador.
Este é o valor que a ação do cidadão Zitão, em causa patrocinada pelos advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza A. Valério, evitou de prejuízo para os cofres de Maringá. Os honorários de  5% seriam de R$ 3.342.275,96, a serem divididos igualmente pelos três réus, Cia. Melhoramentos, Urbamar e Município. O valor que aumentou significativamente. Fala-se que a Cia Melhoramentos já teria pagado R$ 2 milhões. A Urbamar R$ 1,2 milhão e vai pagar mais R$ 1,2 milhãoe o município deve pagar cerca de R$ 2,2 milhões.

Akino Maringá, colaborador

A primeira

Como já dissemos a Urbamar começou de maneira nebulosa.  Segundo o livro O Trem de Ferro, em 21 de março de 1986, o edital 01/86 provocou  desconfiança de que era direcionado para que só as três maiores empreiteiras do país, Andrade Gutierrez, C. R. Almeida e Mendes Junior, pudessem participar e a escolhida foi a Mendes Junior.  Assinaram o contrato com a empresa, pela Urbamar Remigio Fondazzi, Ricardo José Magalhães Barros e Luiz Turchiari Junior. Como vemos  foi a primeira da Urbamar, e Ricardo Barros. Tudo começou aí e deu no que deu.

Akino Maringá, colaborador

Ricardo Barros vai de PSDB

É o que podemos concluir ouvindo as palavras de Heine Macieira e Zebrão na última sessão da Câmara.  Maceira desclassificou a atuação do presidente, dizendo que quem carrega o país é o trabalhador. Zebrão disse que é Serra e Ricardo Barros.
Rebatendo a fala do líder, Mário disse que tem certeza que o PP, que é um balaio de gatos, vai com Dilma e dará o minuto no horário político, que é só os eles têm dar.
Minha opinião: Alertamos o PT de Lula quando escolheu Ricardo para vice-líder, que ele não era confiável e o tempo provou que estávamos com a razão.

Akino Maringá, colaborador

Urbamar, a verdadeira história

Encontramos no livro O Trem de Ferro – Fatos Verídicos, do jornalista J.A.Corrêa Jr., o Zitão, a história da Urbamar e como os cofres públicos de Maringá seriam  saqueados. A propósito vejamos, em resumo, o prefácio do livro assinado pelo dr. Eli Pereira Diniz:  “A literatura de denúncias sempre me fascinou. Meus tempos colegiais foram marcados por ‘O Cortiço’, ‘ Capitães de Areia’ (…), tantas outras obras que representam o inconformismo (…). Neste contexto e nesse estágio da vida recebi grato o convite para prefaciar o ‘O Trem de Ferro’, obra complementar de ‘A Maria Fumaça’  uma obra-denúncia, mas não se contentou e não se exauriu no abstrato da denúncia. O autor, intrépido e persistente, denunciando e acreditando na solução transformou a sua obra em uma luta judicial na Comarca de Maringá contra vilões, assaltantes do dinheiro público, para os quais jamais se defendeu a pena de morte reservada somente para os miseráveis no apanágio dos moralistas por conveniência.
O Trem de Ferro (…) uma prestação pública de contas do autor, onde esclarece aos seus leitores as medidas que tomou para conter a maior sangria que estava por se cometer contra os cofres públicos da cidade de Maringá, em toda a sua história.
Era o pagamento de uma indenização tão indevida quanto astronômica, em quantia superior a um orçamento anual da cidade, em favor da Cia. Melhoramentos. Esse fato somente pode ser contido através de uma ordem judicial, tal era  a ganância estranha por pagar e por receber com que se deparou o autor. O autor optou pelo instrumento jurídico da ação popular, investindo-se na condição de defensor do erário. Tive a honra, de, como advogado, patrocinar juntamente com minha colega de banca, Cleuza A. Valério, a sua nobre causa, justa, legítima e, sobretudo, exemplar”.
Minha opinião: Como vemos o verdadeiro herói da história é o Zitão, já falecido. Sua atuação de fato impediu um grande prejuízo aos cofres públicos de Maringá, como reconhece o próprio dr. Eli Diniz ao prefaciar o livro. Reconhecemos o trabalho dos advogados, que estão regiamente reconhecidos financeiramente, mas os verdadeiros causadores do prejuízo no pagamento dos honorários, não podem ser esquecidos.

Akino Maringá, colaborador

Repúdio ou voto de repúdio

O presidente Hossokawa, em outras palavras, mandou um recado ao secretário Guatassara, que enviara uma nota de repúdio à Câmara, por comentários sobre a atuação de um conselho do qual ele é presidente. Disse: eu repudio o repúdio, ou devolvo o repúdio. Há quem diga que a posição do secretário, neste e em outros casos, é realmente repugnante.

Akino Maringá, colaborador

Mais um apelo a Sílvio II

Meu irmão Sílvio, neste sábado, dia dedicado às coisas espirituais, segundo interpretação da Bíblia, quero apelar para que reflita sobre os R$ 48 milhões, novos, para rebaixamento de mais 600 metros da linha férrea. É necessário? Você não acha que haverá desvios de pelos menos uns R$ 5 milhões? Sua consciência está tranquila? Não teme ser condenado na prestação de contas a Deus? Que o senhor o ilumine.

Akino Maringá, colaborador

Troca de PIS no Senado

No caso da denuncia de contratação de duas funcionárias fantasmas no gabinete do senador Efraim Morais pode ter havido troca do número do  PIS. Mudando de assunto, o vereador Zebrão está cada vez mais confiante na briga contra Bravin  pela indicação como candidato a deputado tstadual, pois já provou que tem capacidade até para ser Senador.

Akino Maringá, colaborador

Nepotismo na Câmara de Maringá

Segundo informações, um vereador mantém no seu quadro de assessores um filho, o que caracterizaria nepotismo. Nos próximos dias o assunto poderá chegar ao Ministério Público. Oficialmente o assessor faz um trabalho voluntário e talvez isso explique o grande interesse na aprovação daquele projeto, que foi rejeitado, inclusive com votos da base.  Não se sabe se o vereador em questão está cometendo um ato de improbidade, também, e se algum vereador representará contra ele. De qualquer forma John já adiantou que caso isto aconteça tentará demover o colega desta ideia.

Akino Maringá, colaborador

O que você faria se tivesse R$ 48 milhões?

Você contribuinte maringaense tem este dinheiro. Vai deixá-lo ser aplicado numa obra de que tem todo o jeito de superfaturamento e de utilidade duvidosa? Quem se habilita a seguir o exemplo do Zitão e entrar com uma ação popular? Qual advogado topa patrociná-la? No futuro esta ação pode render um bom dinheiro em honorários.
Akino Maringá, colaborador

Uma frase que não quer calar

Ouvida de um dos integrantes da ‘base’, após a defesa emocionada da suplementação de verbas de a Urbamar, para pagamento de honorários advocatícios: ‘aí tem esquema’.
Akino Maringá, colaborador

Heróis e vilões

Tive acesso ao livro O Trem de Ferro – Fatos Verídicos, do jornalista J.A.Corrêa Jr (Editora 5 de Abril),  publicado em 1991, prefaciado por Eli Pereira Diniz, e não tenho dúvidas de que neste caso da ação popular, que livrou o município de Maringá de um prejuízo monstruoso, que tanto emocionou o vereador Heine Macieira, o maior dos heróis é o jornalista João Antonio Corrêa Junior, o Zitão. Há também vilões dentre eles as administrações Said Ferreira e Ricardo Barros. Sim, a administração Ricardo Barros, representado pelo procurador Laércio Fondazzi, e a Urbamar cujo advogado era Luiz Turchiari Junior, defenderam, indiretamente, os interesses da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná. A participação de Ricardo Barros é forte, já que era diretor da Urbamar quando começou o processo e prefeito durante um bom período e no fim do processo. O município ganhou na época, mas agora paga o preço, com uma conta de mais de R$ 3, 5 milhões, para os advogados contratados pelos autores, que não ganharam nada. Soube que o Zitão morreu logo em seguida e pobre, e não fosse o auxílio de amigos da família Meneguetti sua família teria ficado até sem a residência que estava hipotecada. Este é um verdadeiro herói e se não foi homenageado com nome de rua e solenidade na Câmara, precisa ser. Fica a sugestão para os vereadores, principalmente o dr. Heine.

Akino Maringa, colaborador

Zebrão ou Bravin?

Há uma disputa ferrenha para saber que ficará com o ‘dote ‘de ser escolhido como candidato a Deputado Estadual pelo dono do PP, em Maringá, Ricardo Barros. Zebrão disse que foi o escolhido. Bravin falou que a convenção é quem vai decidir. John e Hossokawa concordam que quem decide é a convenção, mas quem manda nos convencionais é Ricardo Barros. Bravin disse que não desiste e só perderá as esperanças quando o dono do partido lhe disser olhos nos olhos que o velho amor acabou e ele não tem chances. Aguardem os próximos capítulos. Zebrão ou Bravin? Por quem bate mais forte do coração de Ricardo.
Minha opinião: Se o ficha limpa valer para este ano, os três chorarão abraçados.

Akino Maringá, colaborador

Começou pela Urbamar

Relembrando o célebre discurso de Heine Macieira falando da proeza do dr. Eli Diniz, na defesa do patrimônio público de Maringá, que estava ameaçado nos idos de 1987, por irresponsabilidade a administração municipal da diretoria da Urbamar, que concordaram de devolver terrenos do Novo Centro para a Companhia Melhoramentos, veio à mente que o diretor técnico da Urbanização de Maringá S/A era Ricardo Barros, um jovem com seus 27 anos que iniciava ali ( 1986) uma carreira de muitas  conquistas pessoais. Qual seria a participação dele neste episódio que resultou num prejuízo de mais de R$ 3,5 milhões no pagamento de honorários advocatícios? Quem eram os outros diretores?

Akino Maringá, colaborador

Sem mágoas ou rancor

Ainda sobre o episódio Heine/Marly, John disse que não guarda mágoas ou rancor da vereadora, pelos desentendimentos que tiveram. A propósito, há poucos dias, em pitaco numa postagem em que comentamos a força que ele tem no Tribunal de Justiça, leitor que se identificou como John disse que nós queremos prejudicá-lo.
Meu comentário: Também não guardamos mágoas e apesar de todos os males que a maneira do vereador fazer política taz para a sociedade como um todo, do caso dos laptops, da parceria com Ricardo Barros, reconhecemos qualidades políticas, inteligência, capacidade para o desempenho de cargos, e fidelidade aos seus companheiros (beneficia muita gente). De maneira nenhuma queremos prejudicá-los, mas não podemos permitir que com o seu jeito de fazer política prejudique a maioria. Que a justiça se faça, mas de maneira nenhuma desejamos nada mais que mereça dentro das  humana e divina. Não guardar mágoas e rancor é uma qualidade e um passo para a regeneração.  E mais uma vez: ‘eu não sou o Humberto Henrique, vereador’, mas sou seu admirador.

Akino Maringá, colaborador

John, um conciliador (II)

Para que leitor entenda o caso, na última sessão da Câmara de Maringá o vereador Heine Macieira interrompeu as votações para passar às mãos do presidente Hossokawa uma representação, por quebra de decoro parlamentar, que segundo ele teria gravado, nas dependências da Câmara, uma entrevista que ele considerou um comercial, falando de uma empresa dela. Por que não o fez diretamente na Presidência? Por que preferiu os holofotes? Por que a denúncia só contra a vereadora Marly? Está claro que é uma questão pessoal.
John, interferindo, pediu ao líder de prefeito que repensasse a atitude e falou do relacionamento conturbado que teve com a vereadora na última legislatura e que só trouxe prejuízos à imagem da Câmara e aos dois. Achei muito bonita a atitude do vereador. A vereadora usando da palavra pediu que o presidente desse trâmite normal à representação.
Minha opinião: Atire a primeira pedra o vereador que nunca tratou de interesses particulares nas dependências da Câmara. Que nunca deu uma entrevista com fins comerciais, ainda que eleitorais. Louvável que se cumpra o Regimento Interno com todo rigor, mas em tudo. Oportunamente comentaremos descumprimentos, estimulado pelo próprio líder, especialmente na votações de projetos em regime de urgência, de interesse do Executivo.

Akino Maringá, colaborador

John, um conciliador

Parabéns ao vereador John, de quem discordo em muitos pontos, pela postura diante da atitude teatral de Heine Macieira, na última sessão da Câmara, que, revestido da máscara de  ‘paladino da moralidade’ e do cumprimento do Regimento Interno, apresentou publicamente uma representação contra a vereadora Marly. John tentou demovê-lo e ainda confessou  o quanto a Câmara perde com brigas pessoais e, no caso de Heine contra Marly, isto é bem claro. Parabéns mais uma vez vereador John, e o presidente Hossokawa. Mais tarde analisaremos melhor o caso.

Akino Maringá, colaborador

Pé Vermelho fake é exonerado

Foi exonerado, do cargo de Assessor III da Semuc, Gilberto Valentin, a partir de 3/5/10. Trata-se, salvo engano, de ex-candidato a deputado federal, que em 2002 teve sua candidatura pelo PSDB registrada com o apelido de Pé Vermelho, que era usado, antes, pelo deputado Odílio Balbinoti. Na época  especulou-se que a intenção seria induzir eleitores de Odílio o erro no voto. Por trás estaria um deputado adversário, inimigo politico do ex-prefeito de Barbosa Ferraz. Ao que parece os dois selaram a paz recentemente.

Akino Maringá, colaborador

‘Emoção’ de Heine levanta suspeita

Houve quem quase fosse às lágrimas ao ouvir a fala do líder do prefeito defendendo a suplementação de recursos à Urbamar para pagamento de honorários ao dr. Eli Diniz. Heine considerou o advogado um herói, disse que ficou profundamente emocionado ao ler o voto do desembargador. Embargou a voz, quase chorou. Vale a pena ouvir toda a fala  no site da Câmara (gravação da sessão de ontem).  A grande emoção de Heine levantou suspeita, mesmo entre os integrantes da ‘base’. Um deles teria dito “aí tem esquema”. Votaram contra Humberto, Marly, Mário Verri e Ton Shiavone.
Minha opinião:  Pelo que entendi até agora os grandes causadores do prejuízo foram a Urbamar, a administração Said (a primeira) e a Companhia Melhoramentos. Os advogados estão no seu papel, mas há suspeitas de que há muito interesse de membros da Urbamar e atual administração em pagar tudo, inclusive os juros. Repito, nada contra o dr. Eli, ele está no seu papel e defendendo um direito. Há outros heróis que não foram citados por Heine. Perguntem para o Cézar Lima.

Akino Maringá, colaborador

A César o que é de César (II)

Completando a relação de pessoas que no futuro poderão ser lembradas como grandes defensoras do patrimônio público e o erário, pedimos desculpas a todos aqueles que não foram citados. São muitos, mas gostaríamos de relacionar mais alguns como os Vereadores Humberto Henrique de se interessou profundamente pelo assunto, mais Marly Martin, e Mário Verri, que não se manifestaram, mas já demonstraram que defendem e alguns  outros Vereadores, mas sobretudo os leitores, os ‘pitaqueiros’, que homenageamos na pessoa do Fuji. A todos, todos mesmo, o nosso obrigado e reconhecimento. Repetimos, talvez no futuro um Vereador como dr.  Heine Macieira se emocione ao lembrar de todos que defendemos Maringá, de saque maior, ainda que muitas vezes sem sucesso, em virtude do sistema.

Akino Maringá, colaborador

A César o que é de César

Graças à colaboração do jornalista Cézar Lima, que nos enviou por email páginas digitalizadas  de um livro sobre o assunto, começamos a entender a história da ação popular que deu origem ao pagamento, agora, dos honorários advocatícios, pela Urbamar, o que gerou muitas discussões a partir de dúvidas que levantamos. Os autores da ação foram João Antonio Correa Junior (o Zitão) e Marco Antonio da Silva e os advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Valério. A César o que é de Cesar: a ideia e a inciativa foram dos autores e os advogados fizeram a parte jurídica, brilhantemente, por sinal. Esta postagem é apenas a ‘manchete’, analisaremos  toda a história, nos próximos dias, mas desde já parabenizamos os autores e os advogados Eli Pereira Diniz e Cleuza Valéria pelo trabalho que fizeram em defesa do Patrimônio Público. São exemplos assim, trabalhos como do Rigon, que comecei a conhecer no caso dos laptops, do Cézar Lima que sofreu ainda sofre as consequências de fazer um jornalismo investigativo, que nos encorajam a continuar fazendo a nossa parte. Quem sabe no futuro, alguém na Câmara se emocione, como se emocionou o vereador Heine ao enaltecer o trabalho do dr. Eli Diniz. Quem sabe o Rigon, Cézar Lima, Messias Mendes, Lauro Barbosa, Marta Bellini e tantos outros blogueiros e jornalistas, promotores como dr. Cruz e tantos outros, juízes como o dr. Airton Vargas, dr. Siladelfo e outros sejam homenageados com defensores do erário e do patrimônio. Quem sabe até se lembrem do Akino Maringá.
Akino Maringa, colaborador

Urbamar já começou causando prejuízos

Ouvindo a exposição do líder do prefeito na defesa da suplementação de recursos para a Urbamar, visando o pagamento de honorários advocatícios resultantes de Ação Popular de 1991, chego à conclusão que a Urbamar, que foi criada em 1985,  já começou causando o prejuízo que o pagamento desses honorários representa aos contribuintes,uma  vez que bastava um pouco de diligência  para que a ação popular fosse  desnecessária. Os fatos ocorreram no período 87 a  91. Oportunamente comentaremos a participação dos advogados, mas podemos adiantar que para Heine Macieira o dr. Eli Diniz é um herói, um grande defensor do patrimônio público e foi graças à sua atuação que o município não teve um grande prejuízo na época.

Akino Maringá, colaborador

Metrô em Maringá?

Ao comentar ao matéria sobre os quase R$ 49 milhões para as obras de rebaixamento da linha férrea, após entrevista da competente Sílvia Leticia, com o prefeito Sílvio II, o apresentador Pinga Fogo disse que já é uma preparação para o futuro metrô de Maringá. Disse que o prefeito está pensando para daqui quinze anos, quando Maringá precisar de metrô, o túnel já estará preparado.
Meu comentário: Se é  para o metrô não podemos afirmar, mas é o metro mais caro do Brasil, sem dúvidas.

Akino Maringá, colaborador

Seria muita ingratidão…

Se depois de tantos recursos que o governo Lula tem liberado para a administração Barros, especialmente os R$ 180 milhões  para o Contorno Norte e os R$ 102 milhões para o rebaixamento da linha férrea, ainda assim Ricardo Barros apoiar Serra e não Dilma, será muita ingratidão. Já pensaram o que significa 10% de R$ 292 milhões? Um prêmio dos bons da Mega Sena.

Akino Maringá, colaborador