Barão do Olavo do Ingá

Transparência

Transparencia

Em nome da transferência, a Prefeitura de Maringá liberou as informações sobre as obras do Centro de Apoio ao Turista no Parque do Ingá.

Rede nacional incompleta

Um colega meu, que ainda se imagina petista, apesar das desilusões dos últimos tempos, me pergunta por e-mail o que levou a 93.3 FM, a Rede de Rádios, de Maringá, a não veicular o programa partidário do PT nesta noite. Nas emissoras de rádio, foi das 20h às 20h10; nos canais de televisão, das 20h30 às 20h40, tudo em rede nacional. Do alto de meus conhecimentos sobre programas partidários e emissoras de radiodifusão (ensinei e aprendi com muita gente da área), respondo ao ansioso amigo ainda grudado no Partido dos Trabalhadores: não sei.
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O Crea chegou atrasado ao ponto

Avenida Brasil
O Crea-PR chegou atrasado ao ponto: o ônibus já vai descer a Brasil, talvez com a velocidade que o binário sugere. Surpreende como essa e outras entidades se apressaram a se manifestar depois que as máquinas ‘comeram’ as espinhas de peixe. Nada fizeram antes e muito menos durante. Ou o estrago foi feito à noite, no silêncio da madrugada, testemunhado apenas pelo olhar desconfiado das tantas prostitutas que disputam pontos na via? Não. A intervenção já era esperada há pelo menos três décadas. Na primeira gestão de Said Ferreira já se discutia a retirada do estacionamento do canteiro central. Não estava na pauta as pretensas modernices do corredor de ônibus, binário, ciclovia… Então, o assunto fermentava há tanto tempo e não me ocorre que entidade alguma tenha se manifestado para encontrar solução menos fácil para o fim das espinhas de peixe, algo aceitável no planejamento viário de uma das mais importantes vias da cidade. Agora, todos têm uma opinião a respeito e oferecem soluções, ideias, propostas, projetos… [Foto Gilmar Ferreira]
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Viva o Moulin Rouge!

moulin
A prática de fazer turismo a pretexto de cumprir ritual de cargo público é tão antiga quanto a República. Aliás, as investiduras políticas, assegurada pelo voto, parece garantir o direito a essas excursões com dinheiro público. O verniz de legalidade brilha mais quando os vereadores lustram o pedido sem nenhum óbice. Vão e divirtam-se. Episódios assim se repetem com tanta naturalidade que nem deveria ser motivo de debate. Mas a indignação, felizmente, supera a aceitação, a última fase do paciente flagrado com o diagnóstico de doença grave. Essas vilanias sempre tem que nos tirar um naco de insatisfação – e lá se vão três décadas de revolta contra trens da alegria. Como jornalista, noticiei comitivas para França, Estados Unidos, Japão, Rússia, China e diversos outros países. Sempre a pretexto de fazer intercâmbio, conhecer tecnologias, estreitar relações… Nunca relatei nada de produtivo dessas andanças. Um resultado qualquer que justificasse os gastos. Minto: o falecido Toninho Fermenton, numa de suas viagens em comitiva à França para conhecer o funcionamento do Tecnopark, um daqueles projetos mirabolantes que seriam implantados em Maringá, voltou dizendo maravilhas do Moulin Rouge, o famoso cabaret. Será que a capital chilena tem algo equivalente ao inigualável bordel parisiense?
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