Barão do Olavo do Ingá

Manhã de depoimento

Uma fila de advogados chama a atenção nesta manhã no setor de Recursos Humanos da Secretaria de Gestão de Pessoas, no paço municipal de Maringá. Em pauta, depoimentos sobre assédio moral. Na visão de servidores, trata-se de uma chance de a administração confirmar forte fala do prefeito Silvio Barros II (PP), ano passado, de que não admitiria esta prática.

Lei?, ora a lei…

O caro eleitor sabe quem serão os promotores de justiça e juízes responsáveis pelas eleições deste ano? Podem terem sido divulgados, mas uma coisa é certa: vão ter muito trabalho. Em Maringá, pelo menos que não falta é pré-candidato pisoteando na legislação eleitoral.

Moro ‘esquentou’?

O senador Sergio Moro (PL), pré-candidato ao governo do estado, esteve ontem à tarde na Acema, ao lado do deputado Delegado Jacovós e do pré-candidato a deputado Dr. Batista, que agendou a visita, que teve a participação da vice-prefeita Sandra Jacovós.

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E a autoridade docente?

O anúncio de que a Secretaria de Educação pensa em implantar escola cívico militar na rede municipal de ensino, seguindo o modelo estadual, o que inclui consulta popular, teme-se que a Seduc retire a autoridade docente dos estabelecimentos. Oficialmente, a iniciativa, que copia proposta de Curitiba, “visa promover um debate transparente, democrático e participativo sobre estratégias que possam contribuir para reforçar a organização e cultura da paz em ambiente escolar”.

Figurante

Denota falta de qualquer constrangimento a expressão do senador Sergio Moro (PL) ao lado do filho que o pai, hoje presidiário, proibiu “f(*)der” e o fez deixar o governo, e hoje o apoia para o cargo de presidente da República, enquanto Flávio recebe cobranças do caso Bolsomaster, em Curitiba. Em outros tempos esse tipo de expressão mereceria um óleo de peroba.

Olha uma coisa, vê outra

A camiseta do senador Flávio Bolsonaro (PL), ontem, em evento político em Curitiba (Vorcaro não compareceu por estar preso a outros compromissos), chamou a atenção. “Eu olhava a frase e enxergava outra”, disse um dos presentes.

Foto original (esq.): Alan Santos/Divulgação

Ironia do destino

A Câmara dos Deputados aprovou a PEC que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. O texto passou com ampla margem — 472 votos a 22 no primeiro turno e 461 a 19 no segundo — e agora segue para o Senado. A proposta garante duas folgas semanais remuneradas, uma delas preferencialmente aos domingos. Observador aponta o número de votos contrários no primeiro turno: 22, número do Partido Liberal, que sempre foi contra a aprovação da PEC.

Dois toques

O deputado federal Mario Frias (PL-SP), que tem fugido de intimação judicial, parece ter entrado numa fria.

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

No aguardo

Clima de expectativa da Câmara Municipal de Maringá: a vereadora Giselli Bianchini, aquela que recebeu auxílio emergencial durante a pandemia e é conhecida pelos projetos inconstitucionais, faz brincadeira de mau gosto com o 13 e o Ypê. O pessoal aguarda ansioso o que ela falará do caso BolsoMaster, do “réu confesso” Flávio Bolsonaro.

Patas e política

Na abertura do rodeio da Expoingá 2026, encerrada ontem, o locutor criticou por tabela os políticos que fogem do país para os Estados Unidos e que querem entregar nossas riquezas aos norte-americanos – o que remete aos episódios recentes envolvendo os irmãos Eduardo e Flávio Bolsonaro

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