Bronca

Demora no atendimento

Contribuinte está com dó dos servidores municipais de Maringá que trabalham na Praça de Atendimento. São 34 guichês, mas só sete funcionários atendendo. Tem gente que aguarda há duas horas para ser atendido. O pessoal vai acabar reclamando para a Coronel Audilene, do Procon. Estão torcendo para que vereadores apareçam por lá. (Atualizado)

‘Cansei de pedir’

Buraco com protocolo no 156 há mais de um ano. Fica na avenida Euclides da Cunha, chegando na Teixeira Mendes. “Cansei de pedir. Não atendem”, reclama leitor. Na Humaitá (dir.), próximo ao 588, a mesma coisa.

Em tempos de carnaval…

Muita reclamação sobre o mato que cresce na praça da Catedral, um dos principais pontos turísticos de Maringá. “Tá dando susto na gente que mora aqui e principalmente em turista”, observou leitor.

‘Que vergonha’

Sete dias após o mais recente jogo no Estádio Regional Willie Davids, a nova calçada no entorno do WD está assim, reclama leitor. O turista que visita aquela região, que tem bares e restaurantes, ou o maringaense que caminha por ali, “sente-se envergonhado” com o lixo espalhado em vários pontos.

‘Deixam a bagunça pra trás’

Leitor envia fotos do que chama de padrão de serviço da PPP iluminação pública realizada pela administração passada. “Chegam, não falam nada, não são educados, fazem e deixam a bagunça para trás! ‘Obrigado Ulisses’”.

Passeio público de Maringá

Leitor defende a revisão da área para pedestres em calçadas, defronte estabelecimentos comerciais. Há casos, como o acima, em que mãe empurrando carrinho de bebê tromba com transeuntes e dado o curto espaço reservado pela legislação.

Propagou e incomodou

Quem participou do tradicional Baile do Havaí da Associação dos Funcionários Municipais de Maringá, ontem à noite, não teve o que reclamar. Em compensação, dizem que por causa do vento, quem mora nas proximidades e em distância de até 5,7 km teve que aguentar o som até o fim da madrugada.

Solo lunar

“Impressionante!”, diz leitor, sobre o contínuo aumento de buracos na avenida Tiradentes, que de um tapete, entre a avenida Brasil e a avenida Herval, tornou-se solo lunar. É uma das heranças da gestão passada.

Sem transporte

Nas redes sociais reclama-se do transporte de estudantes com deficiência em Sarandi: o ônibus teria sido levado para a oficina e há três dias os alunos especiais não vão para a escola.

Perturbação do sossego

Um bar da outrora respeitada rua Francisco Bulla, no Conjunto Residencial Governador Parigot de Souza, teve a rua interditada com cones da Semob para o jogo de ontem, Fogos de artifício com estampido, pessoal bebendo bebida alcoólica na calçada, um bairro que já foi residencial “virou a casa da mãe joana”, segundo morador.

Cena maringaense

Na avenida Brasil, na frente da praça Abilon de Souza Naves. Moradores pedem providência, já que o local faz parte de uma das entradas da cidade.

Risco de queda

Vista de parte liberada dos tapumes, a partir da avenida Tiradentes. Há reclamações quanto à colocação do piso, que chega a provocar tombos dos desavisados.

Cena de domingo

A cena é de domingo, no Jardim América, bairro residencial de Maringá, em que uma rua pública foi interditada para a torcida do Corinthians ver jogo de futebol. No local, observa leitor, vendia-se bebida, sem alvará para tal, e não há comércio ao redor. E a turma soltava rojões com estampido.

Não falta mato

As reclamações vêm de toda a cidade e já há algum tempo, uma demanda desigual apesar do empenho da Selurb. Uma delas vem do maior bairro de Maringá: a de que o mato está cobrindo a pista de caminhada em torno do campo do Jardim Alvorada.