Bronca

Flanelinha no estacionamento do supermercado

Do leitor:

– Sábado último fui ao Supermercado Condor Maringá na hora do almoço, aproximadamente 12h30. Foi um dos maiores absurdos que já vi: assim que estacionei (dentro do pátio do supermercado) fui abordado por um ilustre cidadão que me pediu R$ 5,00 para cuidar do carro! Onde vamos parar? Daqui uns dias, quando chegarmos em nossas casas haverá um desses indivíduos lá nos esperando para oferecer seus préstimos.

Rua intransitável

Obra parada
Há mais de um mês as obras na rua Professor Yokio Saito, na Vila Morangueira, em Maringá, foram abandonadas e a via ficou intransitável. Moradores reclamam que já apelaram ao 156 e não obtiveram resposta. Mais fotos.

Lixo na avenida

E continuam jogando lixo na avenida Jinroku Kubota, em Maringá, e a população está furiosa tanto com que joga como com a prefeitura que não vai lá fazer a limpeza. A avenida virou local de desova de lixo. Um cartaz colocado ali diz tudo. Fotos de Nivaldo Silva.

Ainda sem fiação elétrica

Inaugurada em 27 de setembro de 2006, a quadra esportiva coberta da Escola Municipal Agmar dos Santos, localizada no Jardim Universo, em Maringá, não pode sediar jogos noturnos. A fiação elétrica foi furtada dias após a inauguração da obra – feita toda com recursos municipais – e até hoje a administração cidadã não se interessou em repor o material, segundo reclama um leitor.

“Quando precisa, eles não estão”

Leitor reclama que quando se precisa de agente de trânsito, em Maringá, eles não estão. O exemplo desta vez é o cruzamento da rua Campos Sales com a avenida 19 de Dezembro, que desde segunda-feira registra um fluxo acima do normal por causa de obras na rua Arlindo Planas. O tráfego trava de manhã e na hora do almoço, e quem vem da Campos Sales tem que ter paciência de Jó – e põe Jó nisso. “Se houvesse pelo menos um agente para orientar e fazer fluir o fluxo no cruzamento…”, reclama, com razão.

Parece que vão tomar uma providência…

Diante da falta de interesse do proprietário do estabelecimento e da prefeitura, frequentadores das imediações da Boca Maldita pensam seriamente em se cotizar para contratar um pedreiro e acabar com um buraco que existe na esquina da Getúlio Vargas com Santos Dumont, em Maringá. O buraco, que já derrubou muita gente, atrapalha a vida de mães que circulam com carrinhos de bebê e idosos. Aliás, no local existia uma árvore, que foi retirada por causa da influência de uum vizinho que tinha um parente na administração cidadã.

“Aqui não é rinha de galo”

Leitor escreve para dizer de sua insatisfação com a fala do ex-secretário de Esportes e Lazer de Maringá, Roberto Nagahama, durante evento realizado hoje pela manhã no ginásio do Parque do Japão. “Na apresentação das crianças até 7 anos de idade (que é a introdução à competição onde se apresentam várias crianças em diversos tatames simultaneamente), o sr. Roberto na condição de representante da Federação Paranaense de Judô se exaltou ao pedir aos pais para que não se manifestassem a favor das crianças, dizendo que ‘aqui não é uma rinha, fiquem em silêncio, não é uma briga de galo’. Pô, sr.  representante da Federação, nada é mais lindo do que a torcida, afinal a proximidade dos familiares e a torcida faz parte da introdução ao esporte.”

Deus livrai-nos da ira!

Da leitora Amanda:

Na porta do Catuaí. Deus livrai-nos da ira! Domingo eu ali naquele lugar que não me pertence. Acompanhada por pessoas que não me pertencem, mas fazendo a boa hospitalidade. Pensamentos longes. Os problemas são muitos. Me deparo na entrada daquela gigante porta que se abre sozinha. Outro ser. Um ser gigante com sacolas gigantes. A ideia de poder. Eu tenho eu posso. Mas esse ser não é tao poderoso assim ele pode até tentar mais ainda não conseguiu melhorar a ferida gritante desta cidade “a saúde”!! Olhei fixa para ele. Ele nem sabe quem eu sou. Mas em minha memória se passaram novamente os momentos angustiantes de outrora!! A falta de recurso. Aquele corredor. Pessoas gemendo. A lágrima a tristeza! Deus livrai-nos da ira!

Atendimento no Samu

Leitor diz que é lamentável o que passou ontem, quando precisou da ambulância do Samu para atender sua ex-sogra, que é acamada e estava passando mal. “Desde sexta-feira tudo que ela colocava na boca ela vomitava, então minha ex-mulher ligou pro Samu às 12h20; estive lá às 13h35 e a ambulância não havia chegado. Então liguei e fui atendido por uma mulher muito educada que tentou transferir a ligação nem sei pra quem mas em duas tentativas a ligação caiu; às 14h23 liguei novamente (toda vez que eu ligava eles me perguntavam o que ela tinha, mas nada da ambulância) e me irritei quando a telefonista me passou pra que eu falasse com um homem que foi super mal-educado comigo. Quando me perguntou o que tinha minha ex-sogra, falei “vou explicar de novo”, ele me cortou e disse “é a primeira vez que você explica”, eu pedi mais educação pra ele pois já fazia mais de uma hora que eu estava falando a mesma coisa e nada de ambulância, resumindo eu tenho a gravação dele falando comigo. Essas pessoas têm que ter mais respeito com quem precisa deles, é muito humilhante.”

Os óbitos do Contorno Norte

A respeito da morte do ciclista Dejair Aparecido dos Santos, 56, hoje à tarde na BR-376, perto da Noma, em Sarandi, atropelado por um caminhão quando tentava cruzar a pista, o leitor Ricardo escreve: “Neste momento de dor e revolta da família, é injusto e desumano procurar culpados… Mas é revoltante ver como as pessoas são tratadas pelos responsáveis da construção do Contorno Norte, não sei se o Dnit, a prefeitura ou a Sanches Tripoloni, estão contabilizando as vidas perdidas por causa desta obra maldita. Maldita porque fez uma exclusão dos cidadãos que estão dentro e fora do entorno, maldita porque a empreiteira não sinaliza, não coloca muretas nos ¨precipícios” da futura via, maldita por construir meia ponte na travessias suspensas… Maldita, pela prova de vida ou morte que o trabalhador passa todo dia no trecho remendado que liga o Contorno Sul e o Contorno Norte, entre Maringá e Sarandi, pista cheia de ondulações, buracos, demarcações confusas, espaço insuficiente para dois veículos grandes andarem lado a lado. Uma idéia para o jornal O Diário colocar na capa de domingo: “Os benefícios, o valor, os transtornos, os óbitos, do Contorno Norte”.

Deu no que deu

Na avenida Petrônio Portela, entre a Gastão Vidigal e a José Alves Nendo, em Maringá, o leitor via que a qualquer hora iria acontecer algo, pois ao construir a segunda pista a prefeitura deixou um poste no asfalto. Agora, o poste está rrebentado; ao lado dele, há um outro, no meio-fio.

O cruzamento continua problemático, por causa de um projeto de rotatória, que não é rotatória nem aqui nem na China, pois é pequeno e não impede os carros de correrem quando passam por ali. O problema não é novo, ninguém se mexe para fazer uma rotatória decente – e a Setran é ali perto.

“Fomos separados do resto de Maringá”

O leitor Paulo pede que se lembre à Prefeitura de Maringá para dispensar alguma atenção aos chamados “bairros de divisa” e cita como exemplo o Parque Residencial Regente, Zona 36. “É um bairro com mais de 12 anos de existência, na divisa com Sarandi, porém nunca foi contemplado com benfeitoria do município. Somos discriminados. Não existe transporte público, praças, ATIs, creches, nada. Sem contar o monte de terrenos vazios – incluindo um de propriedade da Prefeitura de Maringá – cheios de mato e juntando lixo. Além disso, fomos separados do resto de Maringá pelo Contorno Norte. Pedimos a ligação das ruas do bairro com a marginal do contorno e nada feito: recebemos um sonoro não. É uma vergonha”.

Um trajeto complicado

Do leitor:

Neste 15 de maio, dia da Prova Rústica Tiradentes, os organizadores do circuito conseguiram se superar: foi o pior domingo no centro para quem estava de carro. Fizeram um trajeto impedindo praticamente qualquer ida ou vinda dentro do centro da cidade. Por que não realizar o trajeto em áreas sem grande fluxo de veículos? Eu sei a resposta, é para a administração cidadã aparecer como realizadora de algo, no caso a prova rústica, que sempre existiu e não precisa ser apadrinhada por nenhum político.