Bronca

Lotação

A demora no atendimento aos que procuram o Hospital Municipal contrasta, novamente, com a Maringá sem problemas que é o mote da nova campanha publicitária que está no ar nos meios de comunicação de Maringá. Um leitor reclama que está no HM aguardando uma consulta há mais de quatro horas e que nunca havia visto o local tão lotado.

Eles deram exemplo?

Ao comentar sobre a moralidade do aumento dos vereadores, secretários, prefeito e vice de Maringá, o peemedebista Osvaldo Félix dos Anjos, depois de frisar que 100% da população é contra o reajuste indecente, sugeriu: “A imprensa poderia verificar se destes vereadores que votaram pelo seu “próprio aumento” quem são empresários ou que são médicos e têm suas clínicas, ou aqueles que tenham empregadas dométicas ou diaristas em suas residências, e se dariam um aumento desses aos seus funcionários ou de quanto foi este aumento no decorrer deste ano. Dar “bom dia”com o dinheiro que poderia ser economizado e revertido na saúde do povo carente no Hospital Municipal, na segurança do município, na melhora da educação das escolas municipais, neste nosso trânsito, isto é legislar para aqueles que lhe confiaram seus votos.”

Blocos para calçada tomam via pública


O Bradesco está se instalando na avenida Curitiba, uma das principais da vizinha Paiçandu, e há mais de uma semana os paiçanduenses veem  “estacionados” em via pública os blocos que serão utilizados para a calçada. O “estacionamento” da parede de tijolos na rua é irregular e, apesar da proximidade da delegacia, que fica na outra esquina, não se percebeu nenhum movimento para fazer a obra começar logo, mas assim que acontecer um acidente com um ciclista, uma criança ou um motociclista o banco, que no ano passado teve um lucro líquido de R$ 10 bilhões, com certeza a coisa começa a andar.

Correios não entregam cartas simples

Leitora aborda algo de que eu já tinha ouvido falar. Depois da última – e chata – greve dos funcionários dos Correios, o que já foi uma instituição respeitadíssima está uma bagunça. Apesar de falarem que não haveria prejuízo e que em dez dias tudo estaria em ordem, em vários bairros da cidade a situação não voltou ao normal. “Aqui no Jardim Monte Carlo, rua Dr Antonio de Azevedo, não passa carteiro há mais de duas semanas, sendo entregues somente cartas Sedex. Correspondências simples (contas de telefone, cartão, cartas simples ) não estão sendo entregues. Fui até a agência da Mauá e obtive a informação que não tem pessoal suficiente, e por isso não estão entregando cartas simples. Inclusive tem um cartaz dissendo: “Não estamos entregando cartas simples . Quero saber quem vai pagar a conta? Acho o direito de greve legal e necessário, mas daí a população a arcar com as consequências, já é demais. Como fica o direito do cidadão que paga seus impostos e necessita de serviços?”, reclama.

Som de boate desafio o Meio Ambiente

Leitor de Maringá escreve a propósito da boate Polo. “É claro que no início, quando obteve alvará da prefeitura, a atividade era outra. Aos poucos foi mudando e acabou assumindo os exatos mesmos procedimentos da sua antecessora, boate Velvet. A Polo tem colocado som em altíssimo volume nas madrugadas e pior do que isso: coloca o som na área frontal do prédio, voltado para fora e com os vidros abertos. Na última noite o meu decibelímetro (comprado na época da Velvet) apontava ruído em torno de 90 db. Insuportável! Não adianta reclamar com a Secretaria do Meio Ambiente da prefeitura, porque eles não tomam qualquer providência.Continue lendo ›

Mau exemplo


Leitor lembra o ditado “casa de ferreiro, espeto de pau”. Os homens que devem dar exemplo aos maringaenses, estacionam um ônibus em cima da calçada na praça Manoel Ribas. Se um cidadão comum fizer isso, aparecem “trocentos” agentes de trânsito para multar o infeliz.

Exame caro

Fiz um exame de PSA pelo SUS. O resultado veio um pouco alto e quis fazer uma contraprova num laboratório particular. Em Maringá, um laboratório pediu R$ 88,00. Numa cidade da região, o mesmo exame me custou R$ 25,00. Como pode tamanha diferença? O PSA é necessário para complementar o exame de toque. O câncer de prostata assusta. Estive recentemente no Hospital do Câncer de Londrina. De cada 10 homens que estavam lá, cinco tinham problema na prostata. Muitos só descobrem a doença depois de muito tempo. Aí não tem mais jeito. O melhor é a prevenção.

Donizete Oliveira

Tradicionalmente desorganizada

De Maurício Azanha: “A quarta Meia Maratona de Maringá já deu mostras de sua tradicional desorganização mesmo antes da largada. A entrega dos kits dos corredores estava prevista em regulamento a partir das 12 horas do dia 6/11/2011. Esperei até as 12h50, quando fomos informados que o irresponsável pela entrega dos kits chegaria em 40 minutos, ou seja, com 1 hora e quarenta minutos de atraso. Participei da primeira edição em 2008, além de faltar água mudaram o percurso durante a prova deixando os corredores confusos. Mandei um e-mail para organização pedindo satisfação, mas nunca responderam. É inviável correr 21 km sem água, mas minha esperança era que haveria água na chegada. Não havia…Continue lendo ›

Rodeio atrapalha aulas em Sarandi

A Prefeitura de Sarandi autorizou o funcionamento de um rodeio num local complicado: ao lado da Faculdade Unissa, que existe há 10 anos. “É fácil deduzir que foi impossível ministrar aulas na faculdade devido ao som do evento”, conta um professor. Indignados, representantes da faculdade procuraram os organizadores do evento para solicitar que o som somente fosse ligado após às 23h, pois os alunos já teriam ido para suas casas. “O tratamento dispensado pelos organizadores do evento foi o pior possível: riram da cara dos alunos e representantes da faculdade, alegando que tudo já teria sido acertado com o prefeito. Mais tarde constatou-se que o local não dispõe sequer de alvará. Os argumentos utilizados pelos organizadores era o de que o prefeito era sócio da casa e que nem Deus impediria o evento de funcionar. É uma veronha! E a polícia? Sequer foi ao local. Naquela noite não se achava uma autoridade em Sarandi para resolver a questão”, reclama.

Estudantes reclamam

A propósito da publicação no DOU da autorização para a volta do curso de Medicina à Uningá (depois, inclusive, da realização do vestibular), alunos do curso de Biomedicina e Farmácia da instituição aguardam a solução de alguns problemas. Entre eles, a redução do número de professores, que teriam sido obrigados a atuar no curso de Medicina; os estudantes, no último bimestre do último ano, sem poder transferir de faculdade, têm que suportar a deficiência. Outras reclamações são a falta de estágio no laboratório de análises clínicas e a falta de estacionamento para carros, que estão sendo arrombados porque ficam fora da instituição.

Flanelinhas: ameaça à liberdade individual

flanelinha

No Brasil fala-se tanto em liberdade, direito de ir e vir, direitos humanos, etc. Na vivência do cotidiano nas grandes cidades, porém, tudo isso vai para a lata do lixo, pois os cidadãos que pagam altos impostos não consegue mais chegar com seu carro em determinado lugar em paz sem ser abordado por flanelinhas (ou “guardadores” de carro). É intimidado e, na prática, obrigado a pagar aos tais “guardadores” baseado em uma “lei” que eles determinam (ou paga ou tem seu carro/patrimônio prejudicado). Isso porque ainda não há lei que penalize quem cobrar dos cidadão por estacionar em via pública, ameaçando sua liberdade. Há casos que eles cobram R$ 20,00. Na prática isso significa que o Brasil está se tornando um país único no mundo: um país sem espaço público. Um país onde pagamos impostos ao poder público institucionalizado e ao “poder público” dos que privatizaram informalmente as ruas. Cobrando R$ 10,00 ou R$ 20,00 (ou até menos), certamente muitos desses flanelinhas ganham muito mais que milhares de professores e outras profissões. Isso sem pagar um centavo de imposto sobre a renda que conseguem. E, não tenho dúvidas, que esse dinheiro fácil, livre de qualquer custo, alimenta o tráfico de drogas.

Pensador

Desrespeito ao pedestre


Nivaldo Silva envia as fotos e comentando que, apesar de se falar tanto em respeitar os pedestres, em Maringá os abusos continuam acontecendo e nem sempre os fiscais aparecem. “Ninguém está aí para os pedestres”, resume, mostrando a obra que enche a calçada de terra e buraco em plena área central de Maringá (defronte a praça Raposo Tavares).

Começou errado

Droga Raia
A Droga Raia, segunda maior rede de farmácias do país, está terminando de construir sua segunda quarta loja em Maringá, na praça dos Expedicionários, em tempo recorde. Uma pena que, para isso, teve que passar por cima das boas regras: toda a calçada defronte o estabelecimento foi fechada aos transeuntes, obrigando-os a passar pela perigosa via que dá acesso às avenidas Rio Branco e Humaitá. Hoje de manhã, por exemplo, pessoas de idade e criança arriscavam suas vidas porque o passeio público permanecia completamente interrompido; durante a construção, no local onde está o caminhão ficavam dois contâineres. O abuso parece ter passado incólume aos fiscais da Prefeitura de Maringá.

Exceção à regra

faixa
Parar na faixa é irregular, porém todos os dias, na rua Professor Itamar Orlando Soares, em Maringá, para a venda de churros essa regra básica do trânsito está suspensa, aponta leitor observador.

Área de estacionamento particular

Algumas coisas em  não sMaringáão explicadas, ou melhor, não são devidamente colocadas em seus devidos lugares, reclama leitor. “Quando são feitas as proibições de colocações de produtos em calçadas, ou até mesmo em vias de estacionamentos e nas áreas asfaltadas em frente aos estabelecimentos comerciais. Vemos muitas empresas serem beneficiadas com detalhes de suas mercadorias sendo colocadas onde os “espaços” externos poderiam ser para área de estacionamentos de carros da população. Um caso deste – avenida Bento Munhoz (Nenê otos ) – de frente a praça do teatro [praça Nadir Cancian]. Este estabelecimento utiliza toda a área de estacionamento em frente ao prédio. É justo?”.

Uma aventura, nada azul, pela Azul

Na última segunda-feira um voo da azul, que saía de Maringa as 16h25, chegou em Curitiba apenas às 5h da manhã, via ônibus, conta Iolanda Garay. “Foi um festival de desrespeito, barbaridades e uma sucessão de incompetências”, diz ela, que demonstrou à empresa área (Azul) seu descontentamento. “A pergunta que fica é: até quando o maringaense será tratado assim pelas companhias aéreas que operam aqui? Esperaram o saguão esvaziar pra comunicar o cancelamento do voo. E posso imaginar que se fosse num aeroporto maior, sala de embarque lotada, eles não teriam coragem de avisar um grupo de 60 pessoas que elas teriam que ir de ônibus para o destino”. Iolanda, diretora de arte e ilustradora, fez uma cronologia da aventura por e-mail:Continue lendo ›

Faixa eu paro, segundo capítulo


Andre Leandro de Mello Veneruci, autor da a foto, comenta: “Mais um exemplo de “mautorista” na cidade. Um dos princípios cristãos é “Amar o próximo como a si mesmo”. Neste carro há um adesivo com os dizeres: “Família, formadora de valores humanos e cristãos”. Pena que não sabe exercer. O carro parado sobre a faixa coloca pedestres em risco. É comum pararem sobre nessa faixa. Vale lembrar que estacionar sobre a faixa rende multa e pontos na carteira.”

“Será que eles concordam com a atitude do padre?”

A ex-catequista Izabel Felippe, da Pároquia Sagrado Coração de Jesus, de Maringá, contesta notícias de que os processos criminal e cível que ingressou contra o padre Jair Favoretto tenham sido motivados por sua vontade de voltar a exercer o cargo de cargo de coordenadora de catequese. “Não procede, primeiro porque fui eu mesma que pedi a exoneração do cargo, eu não fui afastada. Convém salientar que pedi meu afastamento por não concordar com o procedimento adotado dentro da paróquia. Uma vez que não me cabia tomar providência para mudar o que não estava de acordo, comuniquei juntamente com outros paroquianos o nosso descontamento, junto ao arcebispo dom Anuar, inclusive com a presença de ministros da paróquia, e logo após pedi meu afastamento do cargo de coordenadora”, conta ela. ” Enviei uma carta a ele de amor fraterno e a interpretou mal e em duas reuniões com os ministros e catequistas da igreja passou a fazer insinuações a meu respeito, que geraram comentários dentro de toda a comunidade, que muito me ofenderam. Mas não sou só eu que estou descontente, inclusive já existe uma outra ação de reparação de danos ajuizado por outra pessoa contra o padre Jair Favoretto.Continue lendo ›

Atendimento na Delegacia da Mulher

De leitor:

Estive ontem de manhã na sala de atendimento da Delegacia da Mulher de Maringá, e fiquei admirado com a grosseria e falta de cortesia das atendentes no trato com as pessoas, na maioria gente humilde, que chega ali buscando informação. Sem dizer que presenciei mulheres que chegaram para fazer denúncia, e as funcionaáias já começavam a fazer perguntas no balcão, com todo mundo na sala de espera escutando, e imagino que deve ser constrangedor para as mulheres ali. A delegada titular da delegacia deveria solicitar a suas subordinadas tratarem as pessoas com mais cordialidade, respeito e educação, pois isso é o mínimo que esse departamento deve oferecer as mulheres que ali comparecem.

Sem pagar tarifa

Leitora conta que viu baratinhas no ônibus da linha 459 (Centro-Jardim Universo), que inquietaram três passageiras, em Maringá. Foi por volta das 15h, saindo do terminal, carro 5725.

A leitora estava sem o celular e não fotografou, mas imagino que são parecidas com as que existem por aqui: pequenas, viram um tormento.

Um padre do barulho

O leitor José Antunes escreve a propósito da ex-catequista que está processando o padre Jair Favoreto por difamação, matéria de André Simões que ganhou capa em O Diário. Ele ficou revoltado especialmente com a defesa do padre feita pelo arcebispo Anuar Battisti. “Acontece que o padre Jair Favoreto já é conhecido de muitos e muitos maringaenses e marialvenses. Esse cidadão já foi por mim denunciado ao então arcebispo Murilo por denúncias graves e esse mesmo arcebispo nada fez! Continue lendo ›

Demora na Ouvidoria

Leitor levanta uma discussão sobre a eficácia 156,da Prefeitura de Maringá. “Quando nós cidadãos procuramos as secretarias do município para demandar nossas necessidades ou pedir esclarecimentos sobre assuntos diversos, somos orientados a nos reportar ao serviço de Ouvidoria 156, que de fato encaminha todas as solicitações aos setores responsáveis. Porém, a demora no retorno das solicitações é muito grande (algumas demoram anos para serem resolvidas (quando são), o que não agrada a quem espera ansioso por soluções. Em tese, a ideia da Ouvidoria é boa. Todavia, se os setores responsáveis não buscarem uma maior velocidade nas respostas e solução às solicitações dos contribuintes, de nada adianta, tornando a ação sem efeito”.

Na rua Júlio Limonta…


Este é o protocolo feito junto à Prefeitura de Maringá por moradores da rua Júlio Limonta, que pertence também a Sarandi. Ali falta asfalto, o mesmo prometido em campanha pelo prefeito de Maringá. A rua Euclides da Cunha, já no Jardim Panorama, em Sarandi, foi fechada por moradores há cerca de dez dias. Nenhuma das duas prefeituras parece se mexer para resolver o problema, abordado ontem numa reportagem de Vanda Munhoz em O Diário.

PS – Ah, o protocolo foi feito em 2009…

Mau cheiro

De leitor maringaense que sempre utiliza o terminal urbano de passageiros:

– Um cheiro muito forte de urina dentro do terminal hoje… A prefeitura tinha que cuidar e zelar melhor do patrimônio público.

Enquanto isso…

O leitor Antonio Andirlei Maruchi, nascido em Maringá há 54 anos, como muita gente, acha a cidade maravilhosa mas se intriga com os desvios de verbas públicas por aqui. Está particularmente revoltado com o Contorno Norte, obra nascida da sociedade entre os Verri e os Barros.  “Estes dias passei por lá e pude abservar que não estão fazendo o projeto original, que seria duplicado em toda a sua extensão com os viadutos completos e não saci pererê e pista simples indo e vindo. Como vai ficar está situação? Será que o Ministério Público não vai tomar uma posição?”, escreve ele.

O projeto previa pista simples na maior parte do contorno e vários viadutos de uma só perna, já visando arrancar mais dinheiro para a obra. O dinheiro veio, mas certamente não foi aplicado no Contorno Norte. Quando ao MP, o negócio é rezar. De uma coisa pode ficar certo: a “sociedade civil organizada” não quer saber onde está o dinheiro, pois está mais interessada em manter 15 vereadores – que são, justamente, os que têm dever constitucional de fiscalizar a aplicação dos recursos públicos. Quanto menos fiscalizando, melhor paraa plutocracia.

“Derrame do milho”

Trilho de milho
Uma leitora já havia comentado algo por aqui e ontem à tarde o Léo Cicuta detalhou e fotografou. “Nos trilhos da avenida Guaíra essa cena chocou os olhos desnudos (mentira, eu uso óculos!), tanto pela beleza fotográfica quanto pelo horror do desperdício!
“Derrame do milho”, as fotos receberam esse nome! Aurélio B.H.: Derrame: 1.derramamento. 3. Acidente vascular cerebral. Não deve estar bem do cérebro (ou dos olhos) quem contrata esses vagões “furados” (?!)… Na época da soja, foi a mesma coisa! Tenho fotos “belíssimas”! Somos um dos países que mais desperdiça comida… Quem sabe consigamos chegar ao primeiro lugar! Que tal uma nova modalidade nas Olimpíadas? Corrida sobre o milho! Abraços! Sábado é dia de bolo de milho!”.
Trilho de milho
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Avançando sobre a calçada

calcada
Leitor envia a foto, tirada na avenida Brasil (em frente a uma loja de ar-condicionado), próximo ao Aeroporto Gastão Vidigal, onde uuma casa que avançou demasiadamente os limites da calçada (há uma obra). “Éabsurdo o avanço. Como minha esposa e meu filho trafegamos muito por ali, sentimos na pele as dificuldades de uma obra dessa”, reclama.

“Ninguém merece!”

Comentário de Miriam Ferro no Facebook, com o qual certamente muitos maringaenses concordam: “Corrida para parar de fumar… interditam o centro. Desfile de 7 de setembro… interditam o centro de véspera. Está mais do que na hora da prefeitura rever este roteiro, principalmente porque interditam a avenida que concentra o maior número de bancos. O trânsito que já é caótico fica impossível. Ninguém merece!”.