Bronca

Não deveria existir um prazo?

Leitor pergunta se a justiça não teria que dar um prazo para a Prefeitura de Maringá devolver o que foi pago indevidamente no caso da taxa de iluminação. “O meu processo é de 2009; em 2011 a justiça me deu ganho de causa e até hoje a prefeitura não me devolveu o dinheiro. Tenho acompanhado o processo e está parado na prefeitura”, conta, reclamando do desinteresse do poder público de cumprir a decisão judicial.
O tratamento que o município dá ao contribuinte é o mesmo dispensado aos servidores no caso da trimestralidade. A prefeitura prefere usar o dinheiro para outras coisas mais urgentes, como propaganda.

Okupação libertária


Relato de leitora no Maringá Manchete inform que uma propriedade da rua Leonor de Held, no Jardim Alvorada, em Maringá, foi invadida por um movimento denominado “Okupação Cultural Alvorada Libertária”, que ensinaria música. Ontem, uma espécie de fanfarra, com dezenas de pessoas, ficou dando volta em torno da quadra durante toda a tarde, e a polícia foi acionada. “Além da fanfarra presenciamos entrega de drogas; são diversos carros chegando, pegando a droga e saindo, além do consumo descarado de maconha e bebida alcóolica no meio da rua em plena luz do dia sem nenhum receio. Alegaram que é um espaço educacional com biblioteca e cultura, mas que tipo de cultura querem ensinar para as crianças com essa falta de respeito com o próximo e consumo de drogas?”.

“Só pensam em multar”

Moisés Camargo, filho do ex-presidente da Câmara de Maringá Paulo Vieira de Camargo, esá irritado, de novo, com a Setran, a quem acusa apenas de ser uma fábrica de multa. Ontem à noite uma árvore caiu perto de sua residência, na rua Visconde de Nacar, Zona 4, e até agora o local não foi sinalizado. No mínimo, acredita, a Setran deveria ter colocado faixa ou cone, já que a árvore interditou a rua (aquela da AABB).

Cliente do Itaú sem segurança

Cliente do Itaú reclama da falta de câmeras na agência que o banco possui na vizinha Paiçandu. Recentemente seu pai foi enganado (golpe da troca de cartão) e o Itaú alegou que não pode fazer nada pois não possui câmera no espaço onde ficam os caixas eletrônicos. “Seria obrigação do banco ter, até para aumentar a segurança do cliente”.

Aguardando atendimento

Árvore
Há cerca de seis anos foram abertos os primeiros protocolos na Prefeitura de Maringá, em que moradores do Edifício Bela Vista (rua Osvaldo Cruz, Zona 7) pediam a poda desta árvore. Na Copel já avisaram do perigo, pois ela está em contato com o poste do padrão do prédio, bem próximo à fiação. Em aberto existem hoje três protocolos (de 2009 e 2011) na prefeitura e esta semana, ao cobrar o atendimento junto ao setor de arborização da Semusp, leitor conta que poucas vezes foi tão mal atendida em toda a sua vida. “Impressionante a falta de respeito”, registra.

“Vergonha”

Leitor conta que ficou indignado com a situação com a qual se deparou no Parque Industrial Bandeirantes, em Maringá. “Cheguei na empresa da qual sou representante para mostrá-la ao meu cliente, que veio de longe para nos visitar, e o que me deixou envergonhado foi chegar e deparar com uma montanha de lixo na frente do prédio por falta de coleta. Eu que sou um defensor de Maringá por onde passo, sempre falo que vivo numa cidade linda e limpa e com poucos problemas e quando vem um cliente me visitar passo por esse constrangimento. Por favor publique esse desabafo para que nossos prefeitos (já que temos dois) tomarem providências e não nos deixar envergonhados perante nossos clientes e amigos”, explica.
Ultimamente essa situação se repete com frequência, em vários bairros da cidade. De novo, os comentários são de que faz parte da estratégia para privatizar o sistema.

Na gôndola, um preço; no código de barras, outro

Supermercado
Leitor reclama que esteve ontem no Supermercado Cidade Canção da avenida Brasil (defronte a Somaco) e verificou que os preços que estão na gôndola não são os mesmos que estão no código de barras. “Falei com o gerente que é a terceira vez que aconteceu comigo, em menos de duas semanas. Quando o cliente percebe, eles mudam, mas a maioria não percebe”, disse. Nos cupons acima, foram grafados dois produtos com preços diferentes (a pizza era R$ 6,49 e cobraram R$ 7,49 e o macarrão era R$ 2,38 e cobraram R$ 4,15).

De grão em grão…

Big
O que aconteceu com o leitor acima também aconteceu comigo, perto da Páscoa, no Big. Antes, o blog já havia registrado reclamações semelhantes. Um conjunto de bistequeira e frigideira, que na prateleira estava a R$ 43,24, passou no caixa a R$ 57,61. Somente na hora de colocar as coisas no carro, achando que tinha uma coisa errada, é que conferi; normalmente, não faço isso. Eles devolveram a diferença. Era por volta das 12h30 e até aquele horário, de acordo com o controle de reembolso sobre o balcão de informações, eles já haviam devolvido mais de R$ 130,00 em cobrança indevida.

Ainda o som alto

Do blog do sargento Tavares:
Pois é sr. prefeito de Maringá Silvio Barros II, pense que quando a sua administração for conceder alvará para liberação destas orgias musicais, no parque de exposição da nossa cidade, que os cidadãos contribuintes de quatro bairros não conseguem ter o direito ao silêncio e da não pertubação da ordem pública. Pelo menos as pessoas que moram no entorno daquele local não conseguiram ter o direito ao repouso merecido, depois de um dia de trabalho, um verdadeiro som do inferno, o som estava tão alto que era possível ouvir até na Vila Operária. Afinal, devemos servir a Deus ou ao Diabo? Deixo essa para o prefeito responder.

Taxa de iluminação e o descaso da Prefeitura de Maringá

Uma advogada de Maringá escreve a respeito da Requisição de Pequeno Valor, tema que o blog já abordou por aqui há algum tempo:
– Sou advogada há quatro anos e fiz algumas ações para execução dos valores pagos a título de taxa iluminação, as quais foram pagas, em favor do município, no período entre 1994 a 2002. É revoltante o descaso da prefeitura, a qual, ciente do dever de pagamento, tem enrolado os pobres contribuintes, e até os advogados, tendo em vista que, em razão de exercer a profissão há pouco tempo, certamente conto com os honorários devidos para o meu sustento. Pior, as pessoas, muitas delas humildes, não acreditam que a prefeitura demora para pagar, pois tenho ações com RPV protocolado desde 2/2011 e até o presente momento não foram adimplidas. Aliás, as pessoas chegam a acreditar que o advogado recebeu e não repassou a grana, haja vista que, pela lei, o prazo legal para pagamento do RPV é de 6o dias. Meu consolo é saber que a RPCTV, o Pinga Fogo, por exemplo, não têm esse problema.

Ouvidoria e Setran não atendem

Leitora reclama que ligou várias vezes na Ouvidoria da Prefeitura de Maringá, mas não foi atendida. Ela solicita um agente de trânsito nos horários de pico na avenida Nóbrega com a avenida Juscelino Kubitschek, perto do Country Club, principalmente no final da tarde. “Os motoristas não respeitam a sinalização, formando quatro filas, fora os motoristas que vêm correndo para passar o semáforo e entrar na frente de outros, tudo isso para não pegar fila. Liguei também na Secretaria de Transportes, mas me disseram que não poderiam fazer nada”, acrescenta.

Mudança de sentido

Leitor maringaense reclama da falta de aviso sobre a mudança de sentido na rua Antonio Carniel, no Maringá Velho. Ele diz que faz aquele trajeto há mais de dois meses e não viu nenhuma placa informando a mudança. “Até aí tudo bem, corrigi meu erro, parei o carro e retornei para não atrapalhar os outros”, conta, explicando que viu então dois agentes de trânsito na mesma esquina, alertando os outros motoristas para seguirem no sentido correto. “Mas na outra esquina não havia nenhum”, reclama, acrescentando que não reclamou para não levar multa, “como é de costume”.

Problemas com o transporte

Alunos de Técnico em Farmácia (noturno) da Uningá aguardam ansiosos que a direção da instituição resolva logo, como prometido, a questão do transporte. Há cerca de uma semana o pessoal foi desalojado da sala de aula, para atender a outros cursos, mas sempre há problemas com a van que transporta a turma (ida e volta) para o novo local – um colégio evangélico. Aluna reclama que etsão perdendo 30 minutos de aulas todos os dias.

Desperdício de dinheiro público

Rua Antonio Carniel
Há duas noites a Setran vem pintando sinalização horizontal na rua Antonio Carniel, em Maringá, entre 23h30 e 4h da manhã. Depois de tudo pronto, para surpresa dos moradores, vem a Semusp para fazer a operação tapa buraco, serviço este que não atende uma rua de fluxo intenso e que a partir da próxima semana vai adicionar o fluxo da TCCC, que será desviado da avenida Brasil entre a praça do restaurante Fim da Picada e a praça 7 de Setembro. Desperdício de dinheiro público, afirma uma moradora. “Já é um absurdo o desvio dos ônibus em um trecho tão pequeno, para atender politicamente não sabemos a quem, pois o projeto original seria do binário implantado neste trajeto da avenida Brasil, o que não foi aceito pelos comerciantes da região”, comenta.

Veículos abandonados em via pública


Na rua Itapura, Vila Operária, em Maringá, uma Belina e um Fusca velhos estão ali estacionado há meses. Virou ponto para sexo, tráfico e de mosquito da dengue. Moradores já ligaram para a prefeitura, Vigilância Sanitária, Setran, Semusp – e ninguém, ninguém quer saber de dar uma solução ao problema. Casos semelhantes existem em vários pontos da cidade, como no Jardim Brasil, onde há quatro anos carros velhos estão abandonados no passeio público, atrapalhando transeuntes, motoristas e moradores.

Mundo moderno

Do Facebook de Evandro Zibordi:
“Wi-fi do Cesumar pode ser utilizada em todo o câmpus… Utopia!!! Tentei usar essa merda hoje de manhã do lado do laboratório de solos e não consegui! Valeu Cesumar!!!!”.

Lixo acumulado

Leitora reclama que a coleta de lixo no Jardim Real, em Maringá, está sendo feita uma vez por semana (que nesta semana aconteceu na última quarta-feira) após as “mudanças” que foram feitas pela prefeitura, o que está ocasionando um acúmulo exagerado de lixo nas ruas. “Já entrei em contato com o 156 e até hoje nada foi feito”, acrescentou.

O descaso da Prefeitura de Maringá

http://youtu.be/8-hs0Qlk4Kw
O músico Fábio Galiotti postou o vídeo acima e algumas fotos em seu blog. Ele reclama que a  Prefeitura de Maringá fez um monte de buracos no seu bairro, não sinalizou, não tampou os buracos, apesar das inúmeras solicitações feitas à Ouvidoria. O caso que está no vídeo – a fiscalização do terreno da Associação dos Cabos e Soldados, sem calçadas e com entulhos – foi denunciadon há cerca de quatro anod. A única coisa que a prefeitura fez foi colocar duas placas de proibido jogar lixo; ou seja, além de não multar, obrigar a associação a fazer a limpeza, nem a calçada, ainda usaram o dinheiro publico para fazer placas para colocar em uma propriedade privada.
PS – No dia seguinte, a Semusp resolveu o problema dos buracos. Aqui.

Vai fazer aniversário


Leitor envia as fotos e comenta: “Há 28 dias venho fazendo esse trajeto a caminho do trabalho e estes entulhos se encontram no meio da rua literalmente. No início eram apenas galhos de árvores que caíram decorrente de um vendaval que teve na segunda quinzena do mês de fevereiro. Como não houve a remoção dos mesmos, cidadãos mau educados aproveitaram para acrescentar aos galhos, sacos de lixo e até parte de um balcão da pia de cozinha. A noite a visibilidade do entulho é mínima, colocando em risco ciclistas, motoqueiros e até veículos que passam por esse local. O que mais chama a atenção é o fato de estar quase completando 30 dias e nada do serviço público remover essa sujeira que está a céu aberto no entroncamento que liga a rua dos Cafezais e Vereador Nelson Abrão com a rua Castro Alves, na Zona 6”.

Perigo na pista

Areia na pista
Leitor envia a foto do cruzamento das avenidas Cerro Azul com Nildo Ribeiro da Rocha, em Maringá, e comenta: “Passo por este local todos os dias. É comum (pra não se dizer diário) o problema de sujeira na pista. Sempre tem muita areia caída neste trecho, podendo ocasionar sérios acidentes. Não posso afirmar, mas tudo indica que é o caminhão de entrega do depósito que aparece ao fundo da imagem que passa por este local e derrama areia. Pergunto: cadê as autoridades? Será que estão na avenida Brasil batendo em vendedores ambulantes? Espero que a pessoa que derrama areia neste local seja punidao e a situação deixe de pôr em risco a vida de trabalhadores como eu que dependem deste caminho para ir e vir do trabalho”.

Futuro nada promissor

A falta de vagas de estacionamento público para veículos, numa cidade com 257.192 automóveis, começa a preocupar. Além da nova praça da Catedral, há situações recentes, como a nova sede da Justiça do Trabalho, onde usuários começam a ter dificuldade para encontrar local para estacionar. Os projetos do Centro Cívico também não se preocupam com o tema. Alias, nas proximidades a calçada da ANPR vive ocupada por ônibus, reclama leitor.
O que desanima é ver 0 poder público, ao mesmo tempo que finge não ver o que está acontecendo, não fazer sua parte de incentivar o uso do transporte coletivo e de bicicletas.

O “Buracão” pede mais segurança

O Parque Alfredo Nyffeler, o antigo Buracão da Morangueira, apesar do desleixo com que foi tratado pela atual administração maringaense, continua atraindo famílias em caminhadas, no final da tarde. Leitora conta que apesar de existir uma guarita, com um guarda, usuários de drogas utilizam o local para fumar sem nenhum pudor, como acontece na Vila Olímpica. “Eles chegam de moto, entram com o capacete no braço, vão para a beira do lago e fumam à vontade. O cheiro infesta o parque todo e onde seria um lugar para prática do esporte se torna um ligar de risco. E tem mais dois problemas: o mato que está invadindo a pista de fazer caminhada e a iluminação que na pista é zero. O parque tem iluminação, mas só na beira do lago e não chega na pista; em alguma parte esta iluminação até atrapalha a caminhada, pois não é adequada”, reclama.
O blog já abordou algumas vezes a situação do local, que o especialista em turismo não conseguiu transformar em um parque mais decente, mas não custa reforçar as urgências: é preciso roçada, iluminação na pista e conserto no alambrado.

Quem não vê melhorar?

correio
O rapaz do correio tem que passar repelente e usar material de sobrevivência na selva para entregar cartas na rua Rubelita, Jardim Santa Helena, em Maringá. Árvores derrubadas pelo penúltimo vendaval permanecem sobre a calçada, cortadas e secando (altamente inflamáveis), diante da letargia da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. Mais dois dias e elas estarão ali a mesma quantidade de dias da última viagem de Ricardo Barros para a Suíça.

Costela com encrenca

A costela com viola, promovida hoje na Capela Nossa Senhora Aparecida, em Maringá, não terminou bem. Houve reclamação quanto à desorganização do evento, que acabou reunindo muita gente, inclusive em relação à falta de comida e de segurança; houve registo de uma grande briga e, quando um repórter de televisão quis registrar as cenas, acabou agredido.

Economia de água

O calor dos últimos dias tem feito aumentar o consumo de água na Câmara de Maringá. Cada gabinete de vereador tem direito a uma caixa com 40 copos de água mineral (200 ml) por semana, mas o calor desgraçado faz com que a quantidade seja pouca, tanto para funcionários quanto para visitantes. Segundo leitor, quem pede mais ouve um “não”, o que pode ser considerada uma economia boba, diante do pagamento de horas extras que a casa andou fazendo.

Aniversário


Hoje faz dez dias que algumas árvores caíram com o vento na rua Rubelita, Jardim Santa Helena, em Maringá. Todas foram devidamente removidas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos, mas duas foram premiadas (uma defronte a casa onde moro e a de meu vizinho) e continuam na calçada. E olha que dizem que a Semusp tem direção dupla…

Passeio público


Leitor envia fotos de uma calçada irregular (se é que dá pra chamar isso de calçada) na esquina da rua Kiri com a rua Pioneiro João Zavatini, no Parque das Bandeiras, em Maringá. A situação persiste há muito tempo. Os pedestres são obrigados a caminhar na rua, sendo que a rua Kiri é bem movimentada.

Trânsito bagunçado

A realização de uma assembleia geral do Sicoob Metropolitano, ontem à noite, em Maringá, deixou à mostra novamente um sério problema de trânsito. O evento aconteceu na Excellence, perto da Coca-Cola, e novamente entupiu o acesso pela BR-376. Virou uma zona.

No passeio público


Na semana passada, o entorno da praça dos Expedicionários, na Zona 4, foi recapeado. Restos do material utilizado para o asfalto, porém, permanecem jogados sobre o canteiro central da avenida Rio Branco.

Aguardando remoção


Leitor envia as fotos e reclama que a árvore esta caída ali, no meio do passeio público, desde a última segunda-feira. “Será que a prefeitura está com muito serviço?”, pergunta. Fica na rua Campos Sales, perto da Visconde de Nassau, Zona 7, em Maringá.