Bronca

“Um absurdo”

Uma leitora, consultora técnica, conta que estacionou seu carro na frente do Tacom, em Maringá, agora de manhã, e alguns minutos depois uma colega de trabalho chegou perguntando se ela havia batido o automóvel. “Desci para ver e alguém afundou a porta do carona com o joelho e riscou toda a porta com restos de alvenaria. O detalhe é que meu carro está com adesivos do Enio Verri. O cretino que fez isso é tão covarde e não deve ter argumentos para entrar numa discussão comigo e expor as ideias dele, assim, tem que recorrer a esse tipo de “estratégia” de campanha”, diz, revoltada. Ela registrou um boletim de ocorrências, que deve apresentar resultado logo, já que o Tacom possui câmeras.

Calçadas pra quê?

Horácio Raccanello
Leitor fez as fotos na sexta-feira, n avenida Horácio Racanello, quase esquina com a São Paulo, em Maringá. A construtora da foto passou um pequeno cano no meio da calçada impossibilitando que pedestres transitassem normalmente, e também impediu o fluxo de veículos em uma faixa de rolagem. “Pedestres tinham que desviar pelo meio da rua e disputar espaço com os carros. Ainda estou sem imaginar como estavam fazendo idosos e cadeirantes!”, comentou.
Horácio Raccanello

Obras do PAC com qualidade duvidosa


Leitor que mora nas proximidades da avenida Carmem Miranda denuncia a má qualidade das obras realizadas pela Prefeitura de Maringá com recursos do PAC Santa Felicidade. Ele afirma que a realidade é bem diferente da que foi mostrada na propaganda eleitoral do candidato cujo registro ainda será julgado pelo TSE. Em um dos cruzamentos onde a via foi duplicada, a obra formou um buraco que acumula água da chuva sobre o asfalto. A água fica empoçada por vários dias, pois não deixaram caída para os bueiros. As calçadas não têm acessibilidade e foram construídas mantendo obstáculos para os pedestres. Em alguns trechos não foram concluídas até o meio fio.
Outro fato observado pelo leitor aponta falha na construção das calçadas. Segundo ele, as juntas de dilatação (que evitam as rachaduras) só foram providencias depois que o concreto já havia trincado em praticamente toda a extensão do calçamento. A leitora também chama a atenção para o desperdício do dinheiro público. Para fazer terraplanagem no local, as máquinas da empresa contratada pela prefeitura estão destruindo as calçadas.

Pesos e medidas

Veículos no cemitério
Ontem à tarde um leitor fotografou caminhões e equipamentos pesados da Prefeitura de Maringá no espaço que existe nos fundos do cemitério municipal. “Enquanto candidatos são multados pela Justiça Eleitoral por colocarem placas nos gramados sob a alegação de que isso agride o meio ambiente, a prefeitura faz o que se vê na foto, sem que ninguém possa lhe fiscalizar e multar”, comenta.

“Cadê meu nariz de palhaça?”

Lixo
Uma moradora, que reside próximo ao Colégio Branca da Mota, em Maringá, reclama que a aborrece profundamente a prática, pelos coletores, do lixo acumulado defronte as residências. “Não trata-se de mero capricho, ocorre que moro em frente a um colégio, e um ponto de ônibus. O acúmulo de lixo em meu portão traz inúmeros aborrecimentos: atrapalha o acesso a garagem de minha residência, fica no caminho dos ônibus (fazendo com que estes passem sobre algumas sacolas), além do mau cheiro, as crianças do colégio chutam estourando as sacolas, enfim… até que passem novamente e recolham todo o lixo, já gerou um enorme transtorno que poderia facilmente ser evitado. Já liguei diversas vezes na ouvidoria da Prefeitura de Maringá, entraram em contato comigo na semana passada, com retorno para minha solicitação. Ouvi, aliviada, que tinham verificado que minha solicitação era justa e que seria atendida. Continue lendo ›

Descaso com os clientes

Leitor conta que foi hoje à agência 352-2 do Banco do Brasil , na avenida Duque de Caxias, em Maringá, para pagar umas contas, e ficou indignado com o descaso total com os clientes. “Grevistas desligaram o ar-condicionado da sala do auto-atendimento. E além de ficar trabalhando para o banco de graça, autenticando documentos, passei um calor danado naquela m…”, narrou.

Buraco na pista

buraco
Leitor envia a foto e comenta que a avenida Morangueira em Maringá é um remendo só, com muita irregularidade no piso além de buracos. “Esta foto aí é da minha rua num bairro da zona norte; este buraco está aí há mais de um ano e a cada dia aumenta, tem aproximadamente 15 cm de profundidade. É só um, existem muitos e as bocas de lobo nunca foram limpas”.

Barulho infernal

Leitor reclama: “Tinha que fazer algo sobre os carros de som em campanha eleitoral. É um barulho infernal, ainda mais em horário de trabalho, pois muitas vezes estamos ao telefone conversando com o cliente ou prospectando clientes novos, vêm os carros de som com num volume muito alto atrapalhando toda a conversa. Isso quando um carro não para bem de frente com sua empresa ou seu escritório, neste caso tem que parar de trabalhar”.

“Medo do fim da boa vida”

Leitora conta que hoje teve “a infelicidade de cruzar” com os manifestantes do Hospital Universitário Regional de Maringá, que estão en greve. Relata que estava dentro do ônibus que aguardava terminar a caminhada para ter acesso ao terminal, quando “do nada aparece uma moça de camiseta branca, calça jeans e uma câmera na mão que levantou sua revolta com o motorista e com os passageiros, desce e vai a pé, desafiando o motorista e ele graças a Deus muito educado não falou uma palavra sequer diante dos insultos daquela gente. Mas de mim eles ouviram: isso aí são os nossos atendentes, e querem nosso respeito e mobilização popular; se eles não têm respeito ao próximo, primeiro eles precisam se tornar humanos no atendimento, isso já bastaria um pouco, tratam os pacientes como se eles não fossem humanos também. Só o que ganham de horas extras paga toda minha despeza. Gente sem educação e querem nosso respeito”, escreveu, indignada, considerando que a greve é um protesto com medo do fim da boa vida. “Eles fazem hora extra na rua”, acrescentou.

A Viação Garcia e o Estatuto do Idoso

Leitora reclama da loja da Viação Garcia no terminal rodoviário de Maringá, por desrespeito ao Estatuto do Idoso. A lei estabelece no artigo 40 a reserva de vagas gratuitas e desconto de 50% para idosos que excederem as vagas gratuitas, por veículo, com renda igual ou inferior a dois salários mínimos, e o decreto 5.934, de 18 de outubro de 2006, define que a comprovação da renda será feita mediante a apresentação de um desses documentos: Carteira de Trabalho e Previdência Social com anotações atualizadas; contracheque de pagamento ou documento expedido pelo empregador;- carnê de contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS; extrato de pagamento de benefício ou declaração fornecida pelo INSS ou outro regime de previdência social público ou privado; e documento ou carteira emitida pelas secretarias estaduais ou municipais de Assistência Social ou congêneres. “Observem com atenção que o decreto enfatiza que é necessário apenas um dos documentos descritos para comprovação. Minha mãe apresentou o carnê do INSS e não conseguiu comprar a passagem com 50% de desconto para Araraquara. Minha mãe saiu há poucas horas da rodoviária onde foi tratada de forma vexatória pelos funcionários e sobretudo pelo supervisor de plantão, na data de hoje, 10 de setembro de 2012, por volta das 19h a 19h20. A empresa não quis fornecer um pedido por escrito que justificasse não querer cumprir as determinações da lei e tampouco conferir a própria lei que foi apresentada no guichê. Continue lendo ›

Quem fiscaliza?

Fogo
Leitor flagrou um cidadão queimando madeiras na calçada, na rua Mato Grosso, quase esquina com rua Uruguai, em Maringá. Ligou para o 156, mas ninguém atendeu. “Quem fiscaliza isso em Maringá?”, questiona, cobrando responsabilidade das pessoas e lembrando o tempo seco, a umidade do ar baixa e o risco de se provocar um incêndio maior.

Perigo na calçada

novocentro
Leitora envia a foto e comenta: “Está bem seguro andar pelo Novo Centro [de Maringá]. A construtora neste caso está de parabéns no quesito se preocupar com as pessoas que possam “pisar” nestes fios que deveriam estar “aterrados”. Detalhe na água próxima aos fios, é uma preocupação com o ser humano que dá gosto de ver! Estou indignada com tanto descaso!”.

Invasão de privacidade e poluição

Leitora acredita que a distribuição de santinhos nos portões das residências pode ser uma invasão de privacidade, além de se configurar poluição. “Isso deveria ser proibido, pois algumas vezes as pessoas jogam os que já estão lá no chão, da sua casa, sujando sua propriedade para dar preferência ao que está distribuindo. Como um candidato quer conquistar seu voto sujando a sua casa?”, opinia.

Religamento de energia

Leitor escreve para reclamar que à Copel só está faltando contratar pistoleiros, com moto preta e pistola 9mm, para eliminar consumidores com pagamento em atraso, como faz o narcotráfico. A bronca é com os horários em que são efetuados os cortes, “que mesmo o consumidor pagando as contas em atraso imediatamente após o corte, só religam após 24 horas, sem se preocupar se na residência tem crianças, idosos ou algum ser humano, ficando a noite toda sem energia estragando alimentos, medicamentos e causando grande constrangimento e humilhação. Só o senhor Ricardo Barros está imune a estas medidas. É necessário que a Copel adote medidas mais humanas e igualitárias. Não medidas assim que vão resolver os problemas da nação”.

Vaga garantida, sem problemas

Estacionamento
Leitor envia a foto e diz que faz três dias que vê este carro estacionado na esquina da rua Joubert de Carvalho com a praça Raposo Tavares. “Fiz questão de observar que não houve sequer uma notificação do EstaR. Sempre utilizo o estacionamento por ali e, quando passa dos 30 minutos de uso recebo uma bela notificação. Agora fica a pergunta: qual a diferença do meu carro ou dos demais contribuintes para este que faz campanha para um candidato a vereador? Perguntei a um agente do Estar na região e não soube me responder”, contou.

Obra de hipermercado incomoda vizinhança

Rua Bernardino de Campos
Leitora reclama do mau começo do Hipermercado Angeloni, que está se instalando em Maringá. Os caminhões (enormes com peças pré-fabricadas gigantes) ficam estacionados nas ruas ao redor por três dias ou mais, atrapalhando o trânsito de ruas que são de mão dupla, os motoristas ficam acampados em frente às residências e usam a rua como banheiro. Lembra que seria necessário um relatório de impacto de vizinhança antes da autorização à obra, ou que alguma coisa fosse feita para reduzir o incômodo provocado, já que ela tentou junto aos responsáveis pela obra e com a Cassol, que fornece o material, e nada foi feito. Agora, é aguardar a prefeitura fazer a sua parte.

Estudantes, erotismo e livros no lixo

A propósito do Dia do Estudante, que comemora-se amanhã, leitor que se intitula Pai Indignado escreve: “Fui hoje na escola de minha filha assinar alguns papéis e ver o desempenho dela, quando chego lá estava havendo uma comemoração. Até aí tudo bem, acho que os alunos merecem ser reconhecidos pelos professores. Se não fosse pelo fato de ver uma dança na qual a saia da moça deveria ser mais comportada. E o pior, isso se repetiu em várias escolas estaduais de Maringá; teve uma escola da periferia que, pelo o que um aluno de lá me falou, colocou até funk com dizeres: “vai f(*)der, pegar ferrari black e pegar mulher”. Agora fica a questão: como as escolas, instituições que ensinam os saberes formais são capazes de cobrar ética, respeito e dignidade de seus alunos? Será que estamos deixando nossos filhos em local de respeito? Será que foi de bom grado comemorar o dia do estudante com danças e músicas que explicitam erotismo?
Estes dias vimos que livros da Biblioteca Pública Municipal foram queimados. Acho que estas coisas serviriam para refletirmos sobre o Dia do Estudante, sendo que aconteceram todas nesta semana”.

Mais privilégios

O blog ficou sabendo que servidores da Câmara de Maringá reclamam de tratamento diferenciado dado a um dos novatos, que entrou após o concurso de 2009. O assessor administrativo, que tem cargo de chefia mais participações em comissões, com direito a 50% de adicional, receberia horas extras injustificadas (seriam quatro por dia). O rapaz em questão, segundo relato, vai à câmara todas as manhãs, bate o ponto e quando dá a hora do almoço ele pode sair (sem registrar saída), almoçar tranquilamente e voltar para terminar o expediente. Há boatos sobre o paradeiro das horas extras.

Mudaram o nome da linha

A propósito do anúncio da Prefeitura de Maringá, de mudanças na área do transporte coletivo, moradora do Moradias Atenas escreve revoltada. Conta que depois de muita luta, e com a ajuda de um vereador, conseguiram melhorar os horários da linha 722, que circula naquele bairro, mas aponta que ao invés de aumentar mais uma linha, só mudaram o nome dela, apesar do aumento no número de moradores da região (Conjunto Maurílio Correia Pinho, Jardim Guairacá, Jardim Três Lagoas, Moradiras Atenas I e II e os condomínios Santa Julia e Santa Clara), onde 9% faz uso do transporte coletivo. “Nos horários das 6h30, 7h e 18h, terminal-bairro, parecemos sardinha em lata, e ainda vem o diretor da Setran falar com todas as letras que isso é melhoria…”, reclama.

Nuvem de terra vermelha

Leitor aproveita o blog para mandar um recado à Secretaria de Obras de Sarandi: “Eles há cerca de dois dias mandaram uma patrola lá na avenida Vale Azul (Chácaras Aeroporto), a máquina subiu raspando a avenida, fez um trabalho muito do porco, soltou na via várias pedras que estavam compactadas, resumindo: uma bela de uma cag(*), foi embora, não passou nem um rolo nem utilizou água. Agora estamos em meio a uma imensa nuvem de terra vermelha, pois ali é o caminho que os caminhões de lixo usam para chegar ao aterro”. O resto da mensagem é só píííí…

Mau cheiro na avenida

Um vazamento de água fétida numa quadra da avenida São Paulo, entre a Horácio Raccanello e Tamandaré (defronte o Avenida Center), região central de Maringá, está incomodando e indignando muita gente. A água fétida sai aparentemente de dois prédios recém-inaugurados nas imediações. Tem dias que a fedentina é terrível. O local apresenta um desnível considerável em relação à pavimentação, que tem buracos. De acordo com a prefeitura, o problema seria da Sanepar.
PS – A equipe de manutenção da Sanepar esteve no local e foi constatado que o problema não tem relação com a rede coletora de esgoto. A informação de que seria algo relacionado à Sanepar foi dada a um contribuinte pelo 156 da Prefeitura de Maringá, após uma suposta verificação feita pela Semusp.

Asfalto remendado

Asfalto remendado
Moradores de um bairro de Maringá resolveram, por conta própria, fazer aquilo que a prefeitura deveria fazer. Uma enorme cratera, como tantas que existem nas ruas da cidade, foi preenchida com concreto.

Serviço e qualidade

Sinalização
Leitor constata que há tempos o material utilizado na sinalização horizontal de trânsito em Maringá é de baixa qualidade. “Antigamente o material usado, por exemplo, nas faixas para pedestres, durava mais. Agora, além de durar pouco, o serviço – contratado junto a terceiros – algumas vezes é feito porcamente, como mostra a fotografia, tirada na esquina das avenidas Paraná e Paraná Tiradentes.
PS – A Setran informa que não foram funcionários da secretaria nem da empresa terceirizada os responsáveis pela tinta espalhada pela pista. Levantamento feito aponta que possivelmente um veículo que transportava tinta tenha derrubado latas no asfalto.

No armário

O blog ficou sabendo que o Samu de Maringá ainda não distribuiu os novos uniformes que foram entregues pelo governo em março passado. Eles seriam bem recebidos agora que o frio chegou.

Rua Barbosa

Rua Rui Barbosa
É algo que me incomoda: você conhece a rua Barbosa, em Maringá? É a mesma que cresci ouvindo tratar-se de rua Rui Barbosa, que atravessa a Zona 7. Já há alguns anos, com a colocação de placas nos postes, inventaram de dar um nome popular para o nome original da rua, o que cria alguns pequenos absurdos em vários cantos da cidade. Acho que não é por aí e que deveriam ter respeito pelo menos por nomes históricos.

Bazar da confusão

O blog recebeu reclamações de pessoas que foram hoje ao bazar beneficente do Albergue Santa Luíza de Marilac, em Maringá, que foi anunciado em telejornal da Glob0. A turma reclama que pessoas profissionais em participar deste tipo de evento foram privilegiadas. Programado para começar às 14h, a primeira pessoa entrou no bazar às 15h15. “Neste momento já tinham mais de 300 pessoas aguardando na fila. A briga foi grande, até agressão física teve, e ninguém do bazar fez nada, simplesmente ficavam pro lado de dentro vendo o circo pegar fogo”, conta um deles. A polícia foi chamada duas vezes. “Foi anunciado que teriam diversos equipamentos eletrônicos, roupas etc, entrando lá dentro o desgosto foi pior ainda, não tinha absolutamente nada além de cueca, meia, celular quebrado, rádio de carro mais caro que o encontrado em loja e tranqueiras que você encontra nas lojas próximas ao terminal. Agora minha pergunta é o seguinte: como a Receita Federal sabe se o material enviado para o bazar foi realmente exposto para o público?, pois eu duvido que pelo que eles ofereceram precisava anunciar na televisão e atrair centenas de pessoas. Fiquei curioso: qual controle existe nestes bazares, quantas pessoas devem ganhar com isso desviando mercadoria?”.

Aqui a qualidade de vida já foi melhor

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Leitor encaminha foto de algo rotineiro no Jardim Paraízo, cruzamento da rua Ametista e avenida Alexandre Rasgulaeff. “Meu vizinho tem um filho recém-nascido, uma semana, e estão fazendo queimada novamente, até eu estou com dor de cabeça de tanta fumaça”, conta.

CCs do PMDB continuam na flauta

Continuam a chegar reclamações de que assessores do prefeito interino Carlos Roberto Pupin (PP), aqueles nomeados em cargos de confiança, pagos com dinheiro público, por ocasião da aquisição do PMDB velho de guerra, não estão trabalhando. Desde que houve a nomeação, a mando de Ricardo Barros, tem gente que nem apareceu na prefeitura. Há algum tempo, para se ver livre de eventual denúncia do MP, o prefeito interino assinou decreto jogando a responsabilidade para os secretários. O certo é que tem muita gente mamando recebendo sem o mínimo esforço.

Transtorno na Farroupilha

Praça Farroupilha
Transeuntes têm que trocar a calçada pelo asfalto em parte da praça Farroupilha, no Jardim Alvorada, em Maringá, interditada com cones para a instalação de um comitê eleitoral. Como se não bastasse, a sinalização horizontal de trânsito em toda aquela região está sendo repintada, ocasionando até engarrafamentos na avenida Alexandre Rasgulaeff.

Precisam-se de engenheiros

Leitora diz que uma coisa que tem me deixado curiosa é o fato de a Secretaria de Habitação de Maringá ter atualmente um engenheiro e um estagiário de engenharia contratados como cargos comissionados. “Não existe alguma norma que determine que cargos comissionados são para assessoramento? Por que então o engenheiro não ser contratado? Por que contratar um estagiário como CC, se com o valor pago se poderia contratar dois ou três estagiários? Mesmo com os baixos salários pagos aos engenheiros, acredito que haja bons profissionais disponíveis e interessados no serviço público, o que seria muito mais vantajoso e menos oneroso ao erário do que a contratação de um CC para a função”, observa.