Bronca

Cidade dos cones


Mais uma da série sobre a reserva de vagas feitas por construtoras nas vias de Maringá. Desta vez o leitor reclama que quando chegou ao seu escritório, ontem, o trecho da avenida São Paulo, entre a Horácio Raccanello e a João Paulino, estava totalmente fechado por cones. “À tarde saí e quando voltei, além dos cones, eles haviam colocado uma fita para impedir o estacionamento, no entanto o portão da obra já estava fechado”, como mostra a foto. “Acredito que deve prevalecer o bom senso, pois parar um caminhão no centro é realmente complicado. Mas fechar todos os dias o dia todo? Aliás, o pátio da obra é bastante grande, tem dois portões (João Paulino e São Paulo) e ainda não tem nenhuma construção, ou seja, poderiam usar o pátio para estacionar caminhões, quando necessário”, diz o leitor, lembrando que, se até o ex-estacionamento da OAB no Fórum foi aberto, por que vias públicas podem ser usadas como se fossem particulares? “Por que isso não vale para as construtoras?”, questiona, o que nos remete aos maiores financiadores de campanhas eleitorais.

Atendimento na Ciretran de Maringá

O relato está no blog de Angelo Miloch: Pois é, quem tenta obter alguma informação no Departamento de Trânsito [Ciretran, na avenida Bento Munhoz da Rocha Neto 265, em Maringá] de Maringá via telefone acaba frustrado por não ter a chamada atendida. Irritado com tal situação, ao buscar por informações referente à inspeção veicular, resolvi ir até o local verificar o “por quê”. Chego no Detran e pergunto: qual o telefone daqui? A resposta que recebo: “Nós não estamos atendendo telefone pois estamos sem telefonista aqui”. Duas pessoas praticamente paradas no balcão de “atendimentos” não podem atender o telefone pois estão sem telefonista. Confesso que nem sei o que pensar. E você, o que acha?

Estado faz laboratório lucrar com a gripe A

Leitor alerta para a situação verificada com a campanha de vacinação para a população em geral da Gripe H1N1, alegando que os laboratórios e casas de vacina estão lucrando com isso. “A população está sendo obrigada a pagar 75 reais por dose de vacina sendo que o governo e a Secretaria da Saude são os responsáveis por imunizar toda a população. Não foi divulgado que seria aberto à população em geral e o pouco que sobrou da vacina acabou faz alguns dias. Acho um absurdo os meios de comunicação apenas falarem onde tomar e onde pagar, sendo que deveriam era exigir que providenciem mais vacinas para todo mundo tomar. Porque vacina tem…. se não as casas de vacinas nao estariam cheias de gente pagando. Por que o governo não compra mais?”.

Cartão de crédito, um alerta

O alerta – que, a ser verdade, é caso para o Procon – virou postagem no Facebook de Willy Taguchi: Alguns usuários que pegaram o novo cartão do transporte coletivo urbano de Maringá estão recebendo a fatura inicial do cartão de crédito no valor de R$ 5,00, que ativaria a função de CC. “Ao reclamar, recebem a informação que foi por “engano”. Sei sei… Não seria o caso do MP tomar providências? Muitos incautos pagarão a fatura e terão uma enorme dor de cabeça depois”. A operadora do cartão é ligada ao presidente do Sebrae-PR, Jefferson Nogaroli.

Obras públicas em ano de eleição

Mandaguaçu
De Jaqueline de Oliveira, de Mandaguaçu:
Sábado recebo em minha casa uma revista (que infelizmente não tive tempo de escanear) com o título Mandaguaçu 60 anos. Pensei ó que legal, homenagem à cidade. A hora que abri adorei a revista (Parabéns ao pessoal da Tv Mandaguaçu), estava muito bem feita ótima diagramação as fotos também estavam ótimas, mas cadê a homenagem ao município? Só tinha notícia de obras públicas! (Alô candidatos, campanha só depois do dia 6/7). E teve uma em específico que causou maior indignação, sobre uma tal verba arrecadada para galerias e asfalto no Jardim América, que na hora que que li minha mãe simplesmente riu e se pronunciou dizendo: “É eu vi essa verba quando precisei pagar o asfalto que depois de pronto alagou minha casa e derrubou meu muro”. Isso mesmo, depois de pronto foi exatamente isso que aconteceu lá em casa, as tais galerias feitas simplesmente não vencem a água da chuva e mesmo que desse conta os bueiros mal posicionados não contribuem em nada. Depois de ter a casa toda alagada umas quatro vezes, móveis estragados, e o muro de arrimo do fundo de casa ter caído e a estrutura da área dos fundos afetada a nossa medida foi essa que vocês podem ver na foto, murar a frente de casa também. Leia mais.

Usuário de droga aproveita bem a Vila Olímpica

Leitor, que se identifica como cidadão inconformado, reclama do milionário investimento público na Vila Olímpica, que hoje, constata, é usada apenas por usuários de drogas, já que há dificuldades de agendamento para quem quer usar as quadras. Ele conta: “O esquema da secretaria está organizado da seguinte maneira: o usuário que quiser utilizar as quadras deverá requisitá-las sempre às segundas-feiras, podendo o mesmo requisitar apenas uma hora para a semana toda, ou seja, se eu quiser requisitar um horário na quarta, não poderei mais utilizar a quadra na semana. Registro aqui que entendo que se deve organizar a utilização da estrutura para proteção dos usuários. Porém, o que tenho visto há tempos com esta organização, é que as quadras não estão sendo utilizadas. Continue lendo ›

Asfalto em Sarandi


Leitor de Sarandi envia fotos tiradas nos jardins Independência e Panorama, onde ruas foram recentemente recapeadas. “O recapeamento de fato vem acontecendo, e a massa asfaltica é de boa qualidade. Porém, não tem sido feito as obras de galerias pluviais e nem ao menos canaletas para que as águas da chuva escorram. Várias ruas estão enchendo de buracos novamente, principalmente nas esquinas. É o dinheiro da população que paga tal obra, e, portanto, exigimos um serviço bem feito”, reclama.

Bingos

Leitor reclama de um bingo, realizado aos domingos e feriados no Conjunto Borba Gato, que ocupa a calçada dos dois lados da rua e até mesmo ocupando parte da via, dificultando o trânsito e correndo o risco de atropelamento. “Onde está a Setran com suas viaturas, pelo menos para organizar o trânsito? Ah, esqueci eles só trabalham no centro da cidade e de segunda a sexta. Essa é a administração dos Barros, que está jogando barro no nome da nossa cidade que ja foi uma das melhores cidades do Brasil para viver”, escreve. O que se esperar de uma administração que concede alvará para funcionamento de bingos?

“Cilada total”

Não chamem o corintiano Fábio Linjardi para ir a uma festa junina. Ele não gostou nada da experiência com a festa do seu Zico, que está no calendário turístico de Maringá. “Quando as barraquinhas começam a funcionar o povo já está desesperado. A barraca do quentão já estava cercada de gente. Todo mundo se acotovelando para ganhar um copinho de quentão, meia espiga de milho cozido, um pouquinho de pipoca ou um canudo de doce de leite. Um empurra-empurra infernal. Aquela situação que faz você se sentir como aqueles miseráveis à espera de ajuda humanitária em países dizimados pela guerra. E os caras que atendem são muito poucos. Depois das 20 horas, não para de chegar gente, é meio mundo querendo comer de graça. Incrível como tem gente que sai da cidade e se enfia no meio do mato para ganhar um copo de quentão e meia espiga de milho. Depois dessa, festa junina do seu Zico nunca mais. Tô fora!”. Aqui.

O fiasco da Expopesca

Empresário e pescador amador escreve para lamentar a forma como foi organizada a Expopesca, que começou na quarta-feira em Maringá. Ele foi no primeiro dia e viu que os estandes nem estavam montados e, por isso, resolveu voltar outro dia.  “Hoje voltamos para visitar a feira, que se inicia às 14h. E ao chegar lá, por volta das 13h30 ficamos até 14h30 esperando para abrir a feira para poder entrar; após ficar 10 minutos na fila de credenciamento, fiquei sabendo que estavam cobrando 5 reais por pessoa para entrar na feira. Eu e muita gente na fila ficamos arrasados com tal despreparo e sacanagem feita pelos organizadores do evento. Assim como eu, várias pessoas foram embora chateadas e envergonhadas com tamanha falta de consideração sobre os visitantes da feira”, relata, reforçando o que ouvi de outras pessoas, segundo as quais, apesar de estar no terceiro dia, o evento não tem ainda todos os estandes prontos. Em relação à cobrança de ingressos, ela estava definida desde o início, mas não se deu a devida publicidade.

Esperando a marreta


Leitor envia as fotos e reclama: “Esse trambolho que ninguém sabe o que é e por que foi colocado aí atrapalha a saída de um dos portões da UEM. Passou da hora de a prefeitura do campus descer a marreta”.

Caos moral

De servidora municipal, chocada como as coisas andam na Prefeitura de Maringá em relação ao cerceamento da liberdade den informação, inclusive em horário de intervalo: “Hoje em dia é permitido acessar sites com a extensão “.com.br”, exceto o conhecido blog “angelorigon.com.br”. Por outro lado, todos os sites com a extensão “.com” são bloqueados, exceto os sites “odiario.com” e “maringa.com”. Buscas realizadas pelo Google que pretendam acessar notícias que contenham termos como blog, gay, sexo, por mais inocente que sejam, são bloqueadas automaticamente. Necessitamos de acesso à informação para o bom desenvolvimento de nosso trabalho, pesquisa de dados catalogados em sites que não fazem parte desse repertório permitido, mas a exigência de autorizações é tão grande que acabamos desistindo. Ao mesmo tempo, vemos comissionados com acesso a tudo o que é possível. O que nos irrita não é o bloqueio do acesso, pois isso é necessário, mas o abuso de poder de bloquear um site dentro dos critérios, só porque não defende a gestão, bloquear conteúdo necessário ao nosso trabalho, ao mesmo tempo em que outras pessoas, que sequer necessitam de tais informações para seu trabalho tenham acesso irrestrito, somente por serem “pessoas de confiança”.

Mau cheiro

A maioria dos transeuntes que passam pela avenida Cerro Azul estão cortando volta do antigo prédio da UMES (União Maringaense dos Estudantes Secundarista). Pessoas arrombaram o portão e estão morando lá. O cheiro de urina e fezes que vem de lá de dentro é insuportável.
Alguém deve tomar uma providência. Não se pode ficar com aquilo no centro de Maringá.
Donizete Oliveira

Quando vão melhorar o trânsito em Sarandi?

(Corrigido) Leitora de Sarandi reclama do trânsito naquela cidade, que está caótico. “Tudo bem que a prefeitura vem tentando melhorar este problema, mas assim como Maringá, acredito que a providência deve ser total. Por exemplo: no cruzamento da avenida Londrina com a Colombo assim que abre o sinal existe uma “trava”, o trânsito é aberto para os dois sentidos, tanto para quem vai em direção ao pronto-socorro, quanto quem vem em direção a Igreja Católica; tudo bem, isto é desde que me conheço por gente. Mas é preciso uma intervenção do poder público nisto, se notavelmente o trânsito não flui é necessário modificar o modo como é aberto o sinal, seja cada um de cada vez, ou fazendo da avenida Londrina uma mão só. Cresceria o comércio e fluiria o trânsito que está horrível e, diga-se de passagem é praticamente a unica saída de Sarandi. O segundo problema é a falta de respeito que estão tendo com as pessoas que transitam pela Colombo. Continue lendo ›

Ficou mais perigoso

De leitor maringaense:
Foi efetuado no Contorno Sul (o Buraco Sul) um novo balão com acesso a um bairro; até aí, tudo certo. Porém, gostaria de dar parabéns ao engenheiro do projeto, pois o local ficou mais perigoso do que antes, podendo causar acidentes, devido a curvas e falta de iluminação.

Horário alterado

Programada para as 20h de hoje, no Teatro Calil Haddad, em Maringá, a peça “Mulheres Alteradas” deve sofrer um bom atraso. Até as 20h30 não haviam aberto a porta do teatro. A informação passada ao público é que a turma chegou há pouco de Umuarama e vai demorar mais uma hora para a peça começar. O pessoal que pagou R$ 70,00 é o mais irritado.

Aqui em Maringá? Até parece…

Leitor do Conjunto Requião, em Maringá, garante que tem vereador pré-candidato a vereador realizando atendimentos jurídicos de graça para eleitores. “Acho isso um desrespeito, já que vou sair candidato também e ele está com a campanha a pleno vapor já. Onde está a seriedade desse país?”, reclama. O blog sugere que a reclamação seja dirigida ao Comitê 9840

Desperdício de vassouras


Teve gente que ficou indignada com o desperdício verificado no setor de limpeza do Fórum de Maringá. Ontem, algumas zeladoras descartaram doze vassouras  num contâiner público que fica no Centro de Convivência Comunitária Renato Celidônio, praticamente defronte o prédio do Fórum. É que a maior parte das vassouras (com os nomes anotados nos cabos) estava nova, com vida útil praticamente intacta. Transeuntes e até advogados que circulam por ali consideraram o descarte um absurdo.

Restrição para se obter informação

Leitor recorreu ao 156 da Prefeitura de Maringá querendo saber como requerer dados, amparado na lei de acesso à informação (12527/2011). A atendente disse que deveria ir pessoalmente ao Protocolo Geral, no paço municipal, para fazer o requerimento – segundo ela, a única maneira de solicitar a informação desejada. “Acho que eles não interpretaram muito bem a lei, tendo em vista que o artigo 10 informa que o poder público deve viabilizar alternativa de encaminhamento de pedidos de acesso por meio de seus sítios oficiais na internet. Será que isso foi uma má interpretação da lei ou se eles querem dificultar o máximo para a busca a informação?”, questiona.
Considerando a administração, é bem provável que as duas alternativas estejam corretas.

Larvas na água

Cisterna do DIN-UEM
Foto da caixa e cisterna do Departamento de Informática da UEM vem acompanhada da pergunta: por que os pernilongos não dão trégua no frio? O pessoal, que espera que haja filtro por lá, promete um vídeo mostrando as larvas em nado sincronizado.

Domingo barulhento

Leitor escreve para contar que acordou às 6h de hoje com um barulho de sirene, achando que era de carro da polícia ou do Samu. “Mas, pasmem, não o era. Eram os maquinários da Palmali, trabalhando, em pleno domingo, fazendo um barulho ensurdecedor. Olha que moro há uns quinhentos metros. Imaginem quem reside bem próximo. Segunda-feira irei na no MinistérioPúblico do Meio Ambiente. Não suporto mais tantos desmandos, há de ter uma solução para isso. Também chamarei a mídia, como já o fizem 2007. Não é possível que numa cidade como Maringá exista um frigorífico no centro da cidade! Existe um edifício residencial, próximo, novinho, já terminado há quase um ano e não existe praticamente ninguém morando. Peço aos vizinhos da malfadada empresa que também se mexam; não podemos ficar sofrendo, nos calar e nada fazer”.

Em Maringá, MRV não cumpre prazo

Leitor, profissional liberal maringaense, é mais um a reclamar da MRV Engenharia. Dentro de seu plano de investimentos na cidade, em meados de novembro passado ele adquiriu um imóvel junto à empresa. Ele conta: “Fizemos um contrato, e neste consta(va)m vários e vários prazos, em especial no que se diz respeito de contas que o “inquilino” deverá cumprir para que não seja penalizado com juros. Fizemos um investimento inicial de aproximadamente R$ 27 mil, para fecharmos o contrato, e posteriormente realizamos uma amortização do saldo remanescente de R$ 86 mil de um total de R$ 225 mil. A MRV vem postergando a entrega do imóvel há 6 meses. Pior que isso, não nos dá nenhuma posição objetiva. Ligamos, enviamos e-mails, abrimos protocolos e em nada isso adianta. (…) E se não bastasse, o valor amortizado – R$ 86 mil -, até hoje não foi dado baixa e ainda estão sendo cobrados juros dia após dia. Essa amortização fora realizada há mais de um mês, com depósito à vista na conta da MRV e ainda consta como não paga”.

Reclamação sobre ingressos

Leitora questiona o discurso de que a Expoingá é a melhor feira do Paraná, em especial em relação ao que chama de limitação da meia entrada, reclamando que se chega na bilheteria e só se encontra a entrada inteira. “A lei não limita a meia entrada, enquanto houver espaço físico é permitida a venda, só tem exceção em festa com open bar, ou em casos de camarotes e espaço VIP”, diz. “Nos pontos de venda acaba a meia entrada dão a opção de um site, aí você compra, a venda é aprovada, e não recebe o voucher na sua caixa de entrada nem na sua conta de e-mail”, acrescenta. “Aí os convites tão na mãos de cambista que vendem a meia entrada a R$ 35,00 reais e a inteira a 70,00. E aí Maringá quer ser a melhor feira do Paraná?”.

Demora na Caixa

Leitor da área de construção civil jura que funcionários da Caixa Econômica Federal estariam “sacaneando” os pagamentos aos construtores de casas do programa Minha Casa Minha Vida. “Só quem  tem “bons esquemas lá dentro” tem conseguido  receber dentro de um prazo razoável; quem não tem, está se ferrando bonitinho”, diz, reclamando da demora de quatro a cinco meses para receber o dinheiro de volta. Nesse tempo, pagam para trabalhar e são obrigados a renovar as certidões dos imóveis a cada 30 dias. “Este país é uma porcaria!”, diz o revoltado.

Lixo na Vardelina

050212141531
A foto do monte de lixo em volta de uma árvore está no blog de Paulo Vidigal. Detalhe: a foto foi feita em frente à uma casa do Programa Saúde da Família localizada na Vila Vardelina, em Maringá. Leia mais.

O lixo tomando conta


Leitor envia fotos do matagal e dos entulhos do bairro Cidade Jardim e Vila Esperança, em Maringá. Há sofás, colchões e armários, depositados inclusive em área da prefeitura. Garante ter solicitado a limpeza, mas não é atendido.

Sobre apagões

O deputado estadual Evandro Junior (PSDB) iniciou uma ofensiva contra a operadora telefônica Tim, que só quem tem sabe como funciona. “O descaso com que a operadora de telefonia móvel Tim trata seus usuários é inaceitável”, diz ele, que promete apelar para a Anatel (leia mais). Ainda sobre apagão, vivemos nesta tarde (que eu me lembre, foi a segunda vez) um tilt na internet em Maringá que afetou a vida de muita gente.