Bronca

O fiasco da Expopesca

Empresário e pescador amador escreve para lamentar a forma como foi organizada a Expopesca, que começou na quarta-feira em Maringá. Ele foi no primeiro dia e viu que os estandes nem estavam montados e, por isso, resolveu voltar outro dia.  “Hoje voltamos para visitar a feira, que se inicia às 14h. E ao chegar lá, por volta das 13h30 ficamos até 14h30 esperando para abrir a feira para poder entrar; após ficar 10 minutos na fila de credenciamento, fiquei sabendo que estavam cobrando 5 reais por pessoa para entrar na feira. Eu e muita gente na fila ficamos arrasados com tal despreparo e sacanagem feita pelos organizadores do evento. Assim como eu, várias pessoas foram embora chateadas e envergonhadas com tamanha falta de consideração sobre os visitantes da feira”, relata, reforçando o que ouvi de outras pessoas, segundo as quais, apesar de estar no terceiro dia, o evento não tem ainda todos os estandes prontos. Em relação à cobrança de ingressos, ela estava definida desde o início, mas não se deu a devida publicidade.

Esperando a marreta


Leitor envia as fotos e reclama: “Esse trambolho que ninguém sabe o que é e por que foi colocado aí atrapalha a saída de um dos portões da UEM. Passou da hora de a prefeitura do campus descer a marreta”.

Caos moral

De servidora municipal, chocada como as coisas andam na Prefeitura de Maringá em relação ao cerceamento da liberdade den informação, inclusive em horário de intervalo: “Hoje em dia é permitido acessar sites com a extensão “.com.br”, exceto o conhecido blog “angelorigon.com.br”. Por outro lado, todos os sites com a extensão “.com” são bloqueados, exceto os sites “odiario.com” e “maringa.com”. Buscas realizadas pelo Google que pretendam acessar notícias que contenham termos como blog, gay, sexo, por mais inocente que sejam, são bloqueadas automaticamente. Necessitamos de acesso à informação para o bom desenvolvimento de nosso trabalho, pesquisa de dados catalogados em sites que não fazem parte desse repertório permitido, mas a exigência de autorizações é tão grande que acabamos desistindo. Ao mesmo tempo, vemos comissionados com acesso a tudo o que é possível. O que nos irrita não é o bloqueio do acesso, pois isso é necessário, mas o abuso de poder de bloquear um site dentro dos critérios, só porque não defende a gestão, bloquear conteúdo necessário ao nosso trabalho, ao mesmo tempo em que outras pessoas, que sequer necessitam de tais informações para seu trabalho tenham acesso irrestrito, somente por serem “pessoas de confiança”.

Mau cheiro

A maioria dos transeuntes que passam pela avenida Cerro Azul estão cortando volta do antigo prédio da UMES (União Maringaense dos Estudantes Secundarista). Pessoas arrombaram o portão e estão morando lá. O cheiro de urina e fezes que vem de lá de dentro é insuportável.
Alguém deve tomar uma providência. Não se pode ficar com aquilo no centro de Maringá.
Donizete Oliveira

Quando vão melhorar o trânsito em Sarandi?

(Corrigido) Leitora de Sarandi reclama do trânsito naquela cidade, que está caótico. “Tudo bem que a prefeitura vem tentando melhorar este problema, mas assim como Maringá, acredito que a providência deve ser total. Por exemplo: no cruzamento da avenida Londrina com a Colombo assim que abre o sinal existe uma “trava”, o trânsito é aberto para os dois sentidos, tanto para quem vai em direção ao pronto-socorro, quanto quem vem em direção a Igreja Católica; tudo bem, isto é desde que me conheço por gente. Mas é preciso uma intervenção do poder público nisto, se notavelmente o trânsito não flui é necessário modificar o modo como é aberto o sinal, seja cada um de cada vez, ou fazendo da avenida Londrina uma mão só. Cresceria o comércio e fluiria o trânsito que está horrível e, diga-se de passagem é praticamente a unica saída de Sarandi. O segundo problema é a falta de respeito que estão tendo com as pessoas que transitam pela Colombo. Continue lendo ›

Ficou mais perigoso

De leitor maringaense:
Foi efetuado no Contorno Sul (o Buraco Sul) um novo balão com acesso a um bairro; até aí, tudo certo. Porém, gostaria de dar parabéns ao engenheiro do projeto, pois o local ficou mais perigoso do que antes, podendo causar acidentes, devido a curvas e falta de iluminação.

Horário alterado

Programada para as 20h de hoje, no Teatro Calil Haddad, em Maringá, a peça “Mulheres Alteradas” deve sofrer um bom atraso. Até as 20h30 não haviam aberto a porta do teatro. A informação passada ao público é que a turma chegou há pouco de Umuarama e vai demorar mais uma hora para a peça começar. O pessoal que pagou R$ 70,00 é o mais irritado.

Aqui em Maringá? Até parece…

Leitor do Conjunto Requião, em Maringá, garante que tem vereador pré-candidato a vereador realizando atendimentos jurídicos de graça para eleitores. “Acho isso um desrespeito, já que vou sair candidato também e ele está com a campanha a pleno vapor já. Onde está a seriedade desse país?”, reclama. O blog sugere que a reclamação seja dirigida ao Comitê 9840

Desperdício de vassouras


Teve gente que ficou indignada com o desperdício verificado no setor de limpeza do Fórum de Maringá. Ontem, algumas zeladoras descartaram doze vassouras  num contâiner público que fica no Centro de Convivência Comunitária Renato Celidônio, praticamente defronte o prédio do Fórum. É que a maior parte das vassouras (com os nomes anotados nos cabos) estava nova, com vida útil praticamente intacta. Transeuntes e até advogados que circulam por ali consideraram o descarte um absurdo.

Restrição para se obter informação

Leitor recorreu ao 156 da Prefeitura de Maringá querendo saber como requerer dados, amparado na lei de acesso à informação (12527/2011). A atendente disse que deveria ir pessoalmente ao Protocolo Geral, no paço municipal, para fazer o requerimento – segundo ela, a única maneira de solicitar a informação desejada. “Acho que eles não interpretaram muito bem a lei, tendo em vista que o artigo 10 informa que o poder público deve viabilizar alternativa de encaminhamento de pedidos de acesso por meio de seus sítios oficiais na internet. Será que isso foi uma má interpretação da lei ou se eles querem dificultar o máximo para a busca a informação?”, questiona.
Considerando a administração, é bem provável que as duas alternativas estejam corretas.

Larvas na água

Cisterna do DIN-UEM
Foto da caixa e cisterna do Departamento de Informática da UEM vem acompanhada da pergunta: por que os pernilongos não dão trégua no frio? O pessoal, que espera que haja filtro por lá, promete um vídeo mostrando as larvas em nado sincronizado.

Domingo barulhento

Leitor escreve para contar que acordou às 6h de hoje com um barulho de sirene, achando que era de carro da polícia ou do Samu. “Mas, pasmem, não o era. Eram os maquinários da Palmali, trabalhando, em pleno domingo, fazendo um barulho ensurdecedor. Olha que moro há uns quinhentos metros. Imaginem quem reside bem próximo. Segunda-feira irei na no MinistérioPúblico do Meio Ambiente. Não suporto mais tantos desmandos, há de ter uma solução para isso. Também chamarei a mídia, como já o fizem 2007. Não é possível que numa cidade como Maringá exista um frigorífico no centro da cidade! Existe um edifício residencial, próximo, novinho, já terminado há quase um ano e não existe praticamente ninguém morando. Peço aos vizinhos da malfadada empresa que também se mexam; não podemos ficar sofrendo, nos calar e nada fazer”.

Em Maringá, MRV não cumpre prazo

Leitor, profissional liberal maringaense, é mais um a reclamar da MRV Engenharia. Dentro de seu plano de investimentos na cidade, em meados de novembro passado ele adquiriu um imóvel junto à empresa. Ele conta: “Fizemos um contrato, e neste consta(va)m vários e vários prazos, em especial no que se diz respeito de contas que o “inquilino” deverá cumprir para que não seja penalizado com juros. Fizemos um investimento inicial de aproximadamente R$ 27 mil, para fecharmos o contrato, e posteriormente realizamos uma amortização do saldo remanescente de R$ 86 mil de um total de R$ 225 mil. A MRV vem postergando a entrega do imóvel há 6 meses. Pior que isso, não nos dá nenhuma posição objetiva. Ligamos, enviamos e-mails, abrimos protocolos e em nada isso adianta. (…) E se não bastasse, o valor amortizado – R$ 86 mil -, até hoje não foi dado baixa e ainda estão sendo cobrados juros dia após dia. Essa amortização fora realizada há mais de um mês, com depósito à vista na conta da MRV e ainda consta como não paga”.

Reclamação sobre ingressos

Leitora questiona o discurso de que a Expoingá é a melhor feira do Paraná, em especial em relação ao que chama de limitação da meia entrada, reclamando que se chega na bilheteria e só se encontra a entrada inteira. “A lei não limita a meia entrada, enquanto houver espaço físico é permitida a venda, só tem exceção em festa com open bar, ou em casos de camarotes e espaço VIP”, diz. “Nos pontos de venda acaba a meia entrada dão a opção de um site, aí você compra, a venda é aprovada, e não recebe o voucher na sua caixa de entrada nem na sua conta de e-mail”, acrescenta. “Aí os convites tão na mãos de cambista que vendem a meia entrada a R$ 35,00 reais e a inteira a 70,00. E aí Maringá quer ser a melhor feira do Paraná?”.

Demora na Caixa

Leitor da área de construção civil jura que funcionários da Caixa Econômica Federal estariam “sacaneando” os pagamentos aos construtores de casas do programa Minha Casa Minha Vida. “Só quem  tem “bons esquemas lá dentro” tem conseguido  receber dentro de um prazo razoável; quem não tem, está se ferrando bonitinho”, diz, reclamando da demora de quatro a cinco meses para receber o dinheiro de volta. Nesse tempo, pagam para trabalhar e são obrigados a renovar as certidões dos imóveis a cada 30 dias. “Este país é uma porcaria!”, diz o revoltado.

Lixo na Vardelina

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A foto do monte de lixo em volta de uma árvore está no blog de Paulo Vidigal. Detalhe: a foto foi feita em frente à uma casa do Programa Saúde da Família localizada na Vila Vardelina, em Maringá. Leia mais.

O lixo tomando conta


Leitor envia fotos do matagal e dos entulhos do bairro Cidade Jardim e Vila Esperança, em Maringá. Há sofás, colchões e armários, depositados inclusive em área da prefeitura. Garante ter solicitado a limpeza, mas não é atendido.

Sobre apagões

O deputado estadual Evandro Junior (PSDB) iniciou uma ofensiva contra a operadora telefônica Tim, que só quem tem sabe como funciona. “O descaso com que a operadora de telefonia móvel Tim trata seus usuários é inaceitável”, diz ele, que promete apelar para a Anatel (leia mais). Ainda sobre apagão, vivemos nesta tarde (que eu me lembre, foi a segunda vez) um tilt na internet em Maringá que afetou a vida de muita gente.

 

Não deveria existir um prazo?

Leitor pergunta se a justiça não teria que dar um prazo para a Prefeitura de Maringá devolver o que foi pago indevidamente no caso da taxa de iluminação. “O meu processo é de 2009; em 2011 a justiça me deu ganho de causa e até hoje a prefeitura não me devolveu o dinheiro. Tenho acompanhado o processo e está parado na prefeitura”, conta, reclamando do desinteresse do poder público de cumprir a decisão judicial.
O tratamento que o município dá ao contribuinte é o mesmo dispensado aos servidores no caso da trimestralidade. A prefeitura prefere usar o dinheiro para outras coisas mais urgentes, como propaganda.

Okupação libertária


Relato de leitora no Maringá Manchete inform que uma propriedade da rua Leonor de Held, no Jardim Alvorada, em Maringá, foi invadida por um movimento denominado “Okupação Cultural Alvorada Libertária”, que ensinaria música. Ontem, uma espécie de fanfarra, com dezenas de pessoas, ficou dando volta em torno da quadra durante toda a tarde, e a polícia foi acionada. “Além da fanfarra presenciamos entrega de drogas; são diversos carros chegando, pegando a droga e saindo, além do consumo descarado de maconha e bebida alcóolica no meio da rua em plena luz do dia sem nenhum receio. Alegaram que é um espaço educacional com biblioteca e cultura, mas que tipo de cultura querem ensinar para as crianças com essa falta de respeito com o próximo e consumo de drogas?”.

“Só pensam em multar”

Moisés Camargo, filho do ex-presidente da Câmara de Maringá Paulo Vieira de Camargo, esá irritado, de novo, com a Setran, a quem acusa apenas de ser uma fábrica de multa. Ontem à noite uma árvore caiu perto de sua residência, na rua Visconde de Nacar, Zona 4, e até agora o local não foi sinalizado. No mínimo, acredita, a Setran deveria ter colocado faixa ou cone, já que a árvore interditou a rua (aquela da AABB).

Cliente do Itaú sem segurança

Cliente do Itaú reclama da falta de câmeras na agência que o banco possui na vizinha Paiçandu. Recentemente seu pai foi enganado (golpe da troca de cartão) e o Itaú alegou que não pode fazer nada pois não possui câmera no espaço onde ficam os caixas eletrônicos. “Seria obrigação do banco ter, até para aumentar a segurança do cliente”.

Aguardando atendimento

Árvore
Há cerca de seis anos foram abertos os primeiros protocolos na Prefeitura de Maringá, em que moradores do Edifício Bela Vista (rua Osvaldo Cruz, Zona 7) pediam a poda desta árvore. Na Copel já avisaram do perigo, pois ela está em contato com o poste do padrão do prédio, bem próximo à fiação. Em aberto existem hoje três protocolos (de 2009 e 2011) na prefeitura e esta semana, ao cobrar o atendimento junto ao setor de arborização da Semusp, leitor conta que poucas vezes foi tão mal atendida em toda a sua vida. “Impressionante a falta de respeito”, registra.

“Vergonha”

Leitor conta que ficou indignado com a situação com a qual se deparou no Parque Industrial Bandeirantes, em Maringá. “Cheguei na empresa da qual sou representante para mostrá-la ao meu cliente, que veio de longe para nos visitar, e o que me deixou envergonhado foi chegar e deparar com uma montanha de lixo na frente do prédio por falta de coleta. Eu que sou um defensor de Maringá por onde passo, sempre falo que vivo numa cidade linda e limpa e com poucos problemas e quando vem um cliente me visitar passo por esse constrangimento. Por favor publique esse desabafo para que nossos prefeitos (já que temos dois) tomarem providências e não nos deixar envergonhados perante nossos clientes e amigos”, explica.
Ultimamente essa situação se repete com frequência, em vários bairros da cidade. De novo, os comentários são de que faz parte da estratégia para privatizar o sistema.

Na gôndola, um preço; no código de barras, outro

Supermercado
Leitor reclama que esteve ontem no Supermercado Cidade Canção da avenida Brasil (defronte a Somaco) e verificou que os preços que estão na gôndola não são os mesmos que estão no código de barras. “Falei com o gerente que é a terceira vez que aconteceu comigo, em menos de duas semanas. Quando o cliente percebe, eles mudam, mas a maioria não percebe”, disse. Nos cupons acima, foram grafados dois produtos com preços diferentes (a pizza era R$ 6,49 e cobraram R$ 7,49 e o macarrão era R$ 2,38 e cobraram R$ 4,15).

De grão em grão…

Big
O que aconteceu com o leitor acima também aconteceu comigo, perto da Páscoa, no Big. Antes, o blog já havia registrado reclamações semelhantes. Um conjunto de bistequeira e frigideira, que na prateleira estava a R$ 43,24, passou no caixa a R$ 57,61. Somente na hora de colocar as coisas no carro, achando que tinha uma coisa errada, é que conferi; normalmente, não faço isso. Eles devolveram a diferença. Era por volta das 12h30 e até aquele horário, de acordo com o controle de reembolso sobre o balcão de informações, eles já haviam devolvido mais de R$ 130,00 em cobrança indevida.

Ainda o som alto

Do blog do sargento Tavares:
Pois é sr. prefeito de Maringá Silvio Barros II, pense que quando a sua administração for conceder alvará para liberação destas orgias musicais, no parque de exposição da nossa cidade, que os cidadãos contribuintes de quatro bairros não conseguem ter o direito ao silêncio e da não pertubação da ordem pública. Pelo menos as pessoas que moram no entorno daquele local não conseguiram ter o direito ao repouso merecido, depois de um dia de trabalho, um verdadeiro som do inferno, o som estava tão alto que era possível ouvir até na Vila Operária. Afinal, devemos servir a Deus ou ao Diabo? Deixo essa para o prefeito responder.