Bronca

Horários alterados

Leitor maringaense diz que desde que foi implantada a tal linha amarela pegar ônibus nos bairros que usa a avenida Morangueira como via para o centro da cidade pela manhã e para os bairros no fim da tarde se tornou um verdadeiro inferno. “A Setran para atingir sua “meta” de melhorar o trânsito não apenas com a implantação da tal linha simplesmente e sem avisar diminuiu os horários dos ônibus. Foi o que o motorista disse hoje quando reclamamos que no ponto onde costumo pegar simplesmente não tinha como entrar no mesmo, que além de atrasado tinha gente saindo pela janela”, conta. “O ônibus que costumava pegar às 6h40 agora passa 6h50; como o outro ônibus no terminal para eu completar meu percurso sai às 7h10 o resultado é que estou chegando atrasado no trabalho graças a “melhoria” da Setran, e com a volta as aulas esse problema de lotação foi no mínimo duplicado.”

Ainda a avenida Morangueira

Do leitor:
“Sou usuário diário da avenida Morangueira e também pratico ciclismo nas horas vagas. Diante da mudança do trânsito da avenida Morangueira – que ocorreu tão somente para aderir aos interesses da empresa TCCC que agora mantém sua garagem no final dessa avenida – tenho notado o pleno desrespeito com os ciclistas. Sem entrar no mérito de tantos outros cidadãos prejudicados pela inesperada mudança. Isso porque, agora, com ônibus circulando em altas velocidades (e temos presenciado isso), não existe espaço para qualquer ciclista circular na avenida sem risco de vida. A esses cidadãos, somente cabe uma escolha – ou escolhem serem atropelados pelos ônibus, ou optam por serem atropelados pelos caminhões”. Ele sugere uma campanha pela imediata instalação de uma ciclovia naquela vida, como forma de evitar sacrifícios humanos.
A administração dos fratelli, como o blog já registrou, vai na contramão do planeta: não prioriza o pedestre e, quando mexe com o transporte coletivo, ferra o ciclista.

Gerando transtornos

G
Leitor envia fotos de um terreno baldio localizado na rua Santo Antonio, altura do número 250, na Vila Santo Antonio, em Maringá. “Jogaram entulho e animal morto neste terreno, moro na casa ao lado e de tanto respirar o cheiro de bicho morto, estou com renite alérgica. Peço para a prefeitura municipal tomar providencias, pois este lugar virou vetor de transmissão de doenças tropicais, sem contar o numero de moscas e outras pragas urbanas”, reclama.

Procedimento refeito

Alguns passageiros que desceram do voo 1222 da Gol, no Aeroporto Regional Silvio Name Junior, em Maringá, reclamaram do (pequeno) atraso. Apesar do céu de brigadeiro, algo obrigou o avião que veio de Curitiba a refazer todo o procedimento para o pouso. O blog não conseguiu contato com a companhia.

Deixando de registrar a história

O professor Gilmar Magalhães comenta sobre como, a cada dia que passa, Maringá perde um pouco de sua história  – e do pior jeito. Dá como exemplo o falecimento de Álvaro Aparecido Monteschio, figura que brilhou na área do esporte, ocupou cargo na Ciretran e foi secretário municipal. Além deste blog, que noticiou sua morte algumas horas após o ocorrido, e de Verdelírio Barbosa, no Jornal do Povo, praticamente não houve registro pela dita tradicional imprensa maringaense. “Álvaro fez muito por Maringá e não poderia ser esquecido desta forma”, comenta.

Quase quatro horas depois…

…e nada. A mulher que passou mal dentro do restaurante CIC HM, região central de Maringá, acabou não sendo atendida pela saúde pública que aparece nos comerciais de televisão da administração municipal. A mulher, funcionária do local, estava sofrendo fortes dores e hemorragia; orientado a chamar o Samu e a prefeitura, nenhum dos dois atendeu o caso. Há pouco minutos um veículo do programa Maringá Urgente (Tibagi/SBT) a encaminhou para atendimento. O proprietário do estabelecimento, Lourival, mostrava-se revoltado com o descaso. A alegação é de que não havia, nessas quase quatro horas, nenhuma ambulância disponível na cidade que é vendida como modelo para o Brasil.

A farsa da saúde de primeira

Uma senhora passou mal no restaurante localizado no CIC HM, na rua Santos Dumont, em Maringá, por volta das 11h. Preocupadas, as pessoas ligaram pedindo ajuda ao Samu, que por sua vez passou a bola para a Prefeitura de Maringá, que por sua vez alega que são muitas ocorrências e há poucas ambulâncias. Resultado: são 14h e a mulher continua lá, para revolta de todos, aguardando atendimento daquela que a revista Veja disse ser a saúde pública com cara de saúde privada.

Bairros de Maringá estão sem energia

Pela terceira noite seguida – e praticamente no mesmo horário -, moradores dos jardins Brasil e Santa Helena, zona norte de Maringá, ficam sem energia elétrica. Hoje, a luz sumiu há cerca de meia hora; ontem, por volta das 23h15 e, na segunda, perto das 23h. A Copel enviou pessoal para verificar o motivo da interrupção, ontem, e nada constatou de anormal. Suspeita-se que um pico de energia, por causa do calor, tenha provocado a queda do fornecimenti em toda a região. Convenhamos que três noites seguidas sem luz é para deixar qualquer usuário nervoso. Tomara que a Copel consiga resolver o problema em definitivo, desta vez.

Festival de vencidos

Leitor diz que quem quiser participar de um festival de produtos vencidos e com validade remarcada deve ir à seção de frios de um grande supermercado, no centro de Maringá. A denúncia foi encaminhada à Vigilância Sanitária.

Barulho na madrugada

Leitor que reside no Residencial Amazonas, na avenida Mauá, conta que ninguém consegue dormir mais ali por causa das “músicas de louco” em som muito alto e barulho de motoqueiro acelerando suas máquinas. “Agora me parece que eles ficam aqui na esquina da avenida Horácio Raccanello, que faz fundo ao meu prédio, e aí eu pergunto: cadê a Patrulha do Som que nunca aparece? Qualquer dia eu vou sair de madrugada só pra ter certeza de onde eles estão”, reclama.

À espera de uma próxima vítima

De Carlos J. Silva:
Maringá faz mais pardais que os próprios pardais! A Cidade Canção está virando uma teia à espera de uma próxima vítima. Educar é ver o erro e ensinar o modo correto; um pai que apenas sabe bater ao ver o erro do filho não está preparando um cidadão para o futuro. Assim é no trânsito maringaense, foca-se nas multas e fazem poucas campanhas de orientação e prevenção.

O barulho que vem da danceteria

Um professor reclama de uma danceteria localizada próxima ao Avenida Center, na avenida Horácio Racanello esquina com a São Paulo, onde o som é muito alto e pode ser ouvido pelos moradores dos prédios próximos. Sem isolamento de som, de quinta-feira a domingo há barulho até as 5 horas da manhã. “Já entrei em contacto com a prefeitura e eles disseram que esse era um problema que a Patrulha do Som (da Guarda Municipal) poderia resolver. Pois bem, tenho ligado para a Patrulha do Som e até agora nada. Na última vez que liguei o atendente me explicou que a Patrulha do Som não tem poder de resolver nada, pois essa danceteria tem alvará de funcionamento e tem “costas largas” na prefeitura. Disse ainda que o diretor da guarda municipal, Paulo Mantovani, já tentou “discutir” isso com a prefeitura e não tem jeito. Ficam minha perguntas: quem pode resolver isso? Por que essa danceteria pode atrapalhar o sono dos cidadãos que pagam impostos? Por que a lei do silêncio não é seguida?
Por que ela não coloca sistema de isolamento de som como outras danceterias da cidade? Para que serve a Patrulha do Som? Por que a prefeitura não faz nada para coibir o som alto que essa danceteria provoca?”.

E o Natal Brilhante?

De Hilário Gomes, de Sarandi, em seu blog:
Até agora ninguém sabe ninguém viu o final da campanha da prefeitura intitulada de Natal Brilhante. Ninguém sabe quem ganhou os premios nem as casas e os comércios mais bonitos. Foi muita conversa para ” boi dormir ” e os empresários de modo geral ficaram mesmo decepcionados, até porque a iluminação e os eventos ficaram muito aquém do que prometeram. Administração “traz parente” é assim mesmo. Cheia de controvérsias e justificativas.

Atendimento diferenciado

Veranistas que residem em Matinhos não entendem o que leva aquela prefeitura a atender o público só depois das 12h30. O fato lembra a piada do restaurante que vive fechado para o almoço.
“Quem sabe, quando terminar a temporada (acerto de IPTU, transferências de imóveis, ITBI etc), a prefeitura abra nos dois períodos”, diz um deles.

“Não pode ser Maringá!”

Do professor Paulo Vergueiro:
Fiquei absolutamente indignado com a situação atual de nossa rodoviária. Suja, sem ventilação (não há um único ventilador funcionando), portas fechadas, transformam o ambiente (área de embarque) em verdadeira estufa. O cheiro é ótimo. O chamado para embarque é aos berros, na porta que deveria ser de acesso as plataformas de embarque, mas parecem porteiras de gado, na base do “Curitiba 18h30, quem vai?”… Meu Deus!!!
Quem tem bagagem maior que o limite dos acessos, tem que descer um degrau com o carrinho! Todo mundo cai lá! Ajudei pelo menos umas três senhoras em menos de 1 hora a catar as malas no chão. Preços exorbitantes de lanches e bebidas, funcionários mal vestidos e alguns até sujos. Não pode ser Maringá! Profundamente lamentável.Continue lendo ›

Oligopólio no litoral

Quem retorna de Matinhos vem com a mesma história: o buchinho na cidade litorânea é de que o atual prefeito Eduardo Antonio Dalmora, que já era dono de mais da metade dos supermercados da cidade, depois que assumiu a prefeitura estaria “forçando” os concorrentes a venderem seus estabelecimentos. Ele possuiria hoje mais de 90% dos supermercados por ali. “Como consequência, não há mais concorrência e os preços dos alimentos foram para a estratosfera. Os maiores prejudicados são, é claro, os nativos, já que os turistas estão de passagem”, comenta um maringaense que esteve por lá.

Filas na Praça de Atendimento

Leitor reclama do tamanho das filas na Praça de Atendimento do paço municipal, em Maringá, o que considera jum descaso com o contribuinte que está querendo pagar suas contas ou obter informações sobre o aumento do IPTU. Um funcionário garante que o problema é no Departamento de Informática. “O Sistema da Elotech não está aguentando o fluxo de dados e o Data Center não tem estrutura adequada para o funcionamento”, disse, aguardando providências da consultoria de TI da Prefeitura de Maringá.

Isso pode?

Do leitor:
Hoje quando estava indo para o trabalho, às 7h30, saindo de minha casa passo pela avenida São Judas Tadeu quando me deparo com um carro do Setran. Então me perguntei: O que um carro do Setran está fazendo ali parado, ao lado de um bosque em frente a Casa de Emaús? Passei bem devagarzinho ao lado vi um fiscal de dentro do carro operando um pequeno radar em cima do painel da viatura, marcando a velocidade do carro que ali tinha passado. Então eu pergunto: Isso pode?

Tem aumento de político embutido?

Tem maringaense desconfiado de que, a julgar pelo carnê do IPTU, o contribuinte já começou a pagar pelos abusivos subsídios de vereadores, secretários, prefeito e vice. Um leitor aponta o aumento de 22% no imposto, que o surpreendeu após ter lido na imprensa local que o reajuste deste ano seria na casa dos 6,5% (inflação medida pelo IPCA). Neste caso, a prefeitura elevou o valor do imóvel, o que, mantida a alíquota de 0,30%, dá os 22% de aumento.

Fui proibido de usar o espaço público

De José Fuji:
Todas as manhãs quando estou em Maringá, ou tenho disponibilidade de tempo, faço a minha caminhada no Parque do Ingá! Moro na Zona 7, e me utilizo de uma moto para a locomoção ate o local, mas como a moto não tem trava e por sinal é a única que disponho com muita dificuldade, e todos me conhecem, os seguranças do Parque do Ingá sempre eles permitiram que a deixasse no interior do local. Mas hoje caiu a tempestade. Continue lendo ›

Privigélios

O prefeito de Maringá costuma chamar uma servidora pública municipal de sua “segunda mãe”, o que lhe garante regalias não reservadas aos demais colegas de paço. Esta semana, reclama leitor, ela não apareceu para trabalhar e, pelo que se informa, só reaparecerá na segunda-feira. Ruim até para o prefeito, que costuma lhe apreciar os bolos, feitos na própria prefeitura, durante horário de expediente.

“Quem irá multá-los?”


Na quarta-feira, leitor flagrou uma viatura da PM cometendo duas infrações graves: estava estacionada sobre a faixa de pedestres e em frente a uma rampa para cadeirantes. Tudo isso defronte o Hospital São Marcos. Segundo informações, a viatura estava atendendo uma ocorrência, “mas um erro (de alguém) não justifica o outro, além do que havia a vaga da ambulância, a rampa do hospital, e outras vagas livres para estacionar. Quem irá multá-los?”. O leitor explica ainda que vários motoristas já foram multados neste mesmo local e por pararem na vaga da ambulância, na hora de emergência, levando paciente em estado grave para ser atendido. Mesmo explicando ao policial que tratava-se de um emergência, não escaparam da multa.


Do leitor maringaense: “Chegando a trabalho hoje pela manhã, como todos os dias, encontrei muita dificuldade para estacionar.Quando não são os cones guardando vagas em frente aos edifícios na rua Joaquim Nabuco, são as caçambas tirando vagas de motoristas. Como mostram as fotos, caçambas em uma distância de mais ou menos 50 tsmetros umas das outras, no mínimo cinco vagas foram tomadas pelas caçambas. Quando isso vai acabar?”.

Isto pode?


Na esquina da avenida Pedro Taques com rua São João, em Maringá, ontem à tarde. O leitor comenta: “O pedestre? Ora…. o pedestre tem uma graminha para pastar”.

Indústria de multas


Do leitor: “Sirvo-me da presente para externar a indignação de um motorista maringaense contra a Indústria de Multas Setran. Pelo visto na forma de agir dos seus agentes, a Setran deve ser de uma entidade, aparentemente, chefiada e mantida com a única finalidade arrecadatória, sem nenhuma preocupação com a segurança e a vida dos seus usuários, totalmente desprovida de princípios preventivos e educativos como se vê nas fotos anexas.Continue lendo ›

Corte de árvore


Leitor envia a foto e comenta: “Se você tem dinheiro suficiente para construir uma obra de luxo e tiver uma árvore atrapalhando, fique tranquilo, a Semusp vai lá e corta tudo. Mas aquelas árvores condenadas, que estão podres, caindo e já causaram até morte na cidades, eles não vão retirar”.

Procura-se

Leitor, ao lembrar no próximo dia 15 haverá audiência pública, convocada pelo prefeito de Maringá, para resolver o problema do lixo da cidade, pergunta: Foi de fato feita a convocação em jornais, rádios e outros meios de comunicação? “Ao entrar no site da prefeitura, a chamada não deveria estar em destaque na primeira página? Tente entrar em serviços, no link gerenciamento de resíduos e verá um enorme aviso “Em manutenção” . Tente a página da Secretaria de Meio ambiente. Surpresa, nenhuma informação da audiência pública. Há leitores a procura dessa informação. Há recompensa: Um panetone, entregue em sua casa (no dia 1º de abril).”

Luxo, lixo e educação


O contêiner de lixo do Green Ville, luxuoso prédio localizado na praça Kennedy, em Maringá, está sempre ocupando vaga de carro em via pública, reclama uma leitora. O que parece provocação é feito todos os dias. Dias atrás, ela desceu, tirou o contêiner da vaga e estacionou o carro. Alguém do prédio reagiu de forma pouco educada: o lixo foi jogado sobre o carro.

Sobra lá, falta aqui


A Prefeitura de Maringá faz um barulhão com a inauguração do Ginásio de Esportes Chico Neto, o primeiro climatizado do sul do país. A notícia, boa, porém, esconde um atraso inaudito na obra, que deveria ter sido entregue há cerca de três anos.

O prefeito Silvio Barros II (PP), por sinal, poderia aproveitar, agora que o cofre da prefeitura está cheio, e além de pagar a trimestralidade que o irmão mais novo negou ao funcionalismo, nos anos 90, mandar arrumar o ar-condicionado da praça de atendimento localizada no paço municipal, no andar abaixo de seu gabinete. Com esse calor, sem climatização, contribuintes e funcionários sofrem muito. O ar estaria com problemas há apenas oito meses.

Décimo-terceiro da mídia amiga?

Do letior:

A prefeitura vai torrar em dezembro – e talvez em janeiro também – milhõe$$$$$$$ de reais em campanha ufanista e narcisista tipo “eu me amo, não posso mais viver sem mim”. E como o dinheiro não sai do bolso dos fratelli Barros, será veiculada novamente a fraquinha campanha “educativa” de trânsito, cujos resultados são desanimadores. Toda essa dinheirama é pra auxiliar a mídia amiga e apaniguados a terem um Natal gordo? Para complementar o pagamento do décimo-terceiro que a mídia amiga tem que fazer em dezembro?Continue lendo ›