Bronca

Metade do lixo ficou

lixo
Leitor envia a foto e comenta: o coletor de lixo passou por volta das 8h15 na rua onde mora, Rui Carnassiali, em Maringá, atrasado (era pra ter passado ontem)  “e metade do lixo ficou”. “Pagamos por esse serviço, que serviço porco não? É sempre assim, a metade do lixo fica pra depois, e com um detalhe ainda, nem o que estava na lixeira eles pegaram. E não por nada, mas ultimamente a nossa cidade está uma sujeira só, socorro!”.

Cabeça quente com o IPTU

Ontem no Facebook uma maringaense reclamava que o IPTU de seu terreno lançado este ano pela prefeitura foi de R$ 2.493,50 mais R$ 45,72 de iluminação pública. Com um detalhe: no loteamento nem poste foi colocado ainda.
Já moradores do Jardim Oriental têm reunião hoje para discutir sobre o IPTU. O valor é de R$ 2,5 mil em média, parcelado, e R$ 2,1 mil à vista. Eles compraram o terreno por ser o único à época liberado para a construção de casa geminada, como havia determinado a administração Barros/Pupin, que, em época de campanha, voltou atrás e derrubou a lei. Agora, a prefeitura construirá casas populares no bairro. Os valores dos terrenos são em média R$ 220 mil.

Eita Beto!

litoral
Comunicado colocado em condomínio do Balneário Curraes, em Matinhos. Desde o final do ano está faltando água no litoral, o que não ocorria havia 10 anos. O pessoal tem saudades do Requião.

Lixo não coletado

Morador do Jardim Diamante reclama que há mais de uma semana não há coleta de lixo doméstico naquele bairro de Maringá. “Já reclamamos para o 156, mas nada ainda. Está um fedor danado”, acrescenta.

Controlado pelos buracos

Controlado por buracos
Como soi de repetir em todo final de mandato, há motoristas que protestam contra o estado de conservação do asfalto em Maringá. O dono do carro acima protestou colocando a frase “Velocidade controlada pelos buracos da prefeitura”. A situação realmente não é nada boa em vários pontos da cidade.

Aventuras de fim de ano em Maringá

Leitor de 28 anos, casado, que mora em Maringá desde criança e utiliza pouco os serviços públicos municipais, conta que costumar seu filho de 1,4 ano para brincar na praça do antigo aeroporto ou na pracinha da avenida Osires Guimarães, onde residem meus pais. Na quarta-feira passada explica que sua mãe cismou de levar meu filho para ver “as luzes dos enfeites e andar no trenzinho”. “Até aí, tudo bem… Chegando perto da praça, na av. Duque de Caxias, quase na esquina com a Néo Alves Martins, já me apareceu um “flanelão”. Como ele não cobrou adiantado, “deixei” ele “cuidar” do nosso carro. Andamos até a praça, para ver os tais enfeites e… adivinhe: Tudo estranho, feito de fundo de garrafas pet. Ecologicamente corretíssimo, mas, feio de doer.Continue lendo ›

Saúde pública maringaense

Há quase um mês uma leitora foi ao médico, no posto de saúde do Alvorada III, em Maringá,   com a saúde abalada. Conta que foi bem atendida, o médico pediu uns exames que logo foram providenciados, só que agora não consegue entregar o resultado. “Já tem quatro dias que levanto às 5h da manhã e vou aguardar na fila; quando chega na hora não tem médico, e o povo volta para casa”, conta. De tanto insistir, acrescenta, ela foi encaminhada para o posto do Alvorada I, que abre às 7h, e mandaram que chegasse mais cedo, pois lá é por ordem de chegada. “Saí de casa às 5h30 da manhã, cheguei lá e tinha um cartaz dizendo que ele estaria fechado até às 10h, pois haveria reunião. Continue lendo ›

Linha amarela e avenida abandonadas


Para mostrar que a avenida  Morangueira está totalmente abandonada pela administração municipal, leitor envia as fotos, tiradas ontem, confirmando que não é de hoje que a linha amarela do polêmico corredor do transporte coletivo não existe mais e que o dinheiro público é jogado fora com serviços e materiais de péssima qualidade. “Não somente a linha amarela, mas também as faixas de pedestre e toda a sinalização da via estão apagadas e placas encobertas pelas árvores. As placas dizem: “Proibibo estacionar na linha amarela…”, mas como as linhas estão praticamente invisíveis, apagadas devido ao desgaste e falta de manutenção. Continue lendo ›

Mato na calçada

calcada
Leitor envia a foto da calçada na rua Montevideo, quase esquina com avenida Pedro Taques, na Vila Morangueira, em Maringá. Garante que há pelo menos seis anos o lugar é assim. “Entrei em contato com a prefeitura e me disseram que o mato dentro do lote não está acima do limite. Mas e a calçada? Não é obrigação do proprietário fazer a calçada e conservá-la?”, questiona.

A realidade é cruel

Hoje pela manhã, na avenida Mandacaru, confirmou-se que o trânsito em Maringá só flui na propaganda da prefeitura. Fazia tempo que não via a coisa tão encruada por ali. Agora à noite, confirma leitor, o caos se repetiu: ninguém anda, está tudo travado.

Estacionamento e sinaleiro

avenida
O blog, que já comentou aqui sobre as mudanças realizadas no trecho da avenida Mauá onde fica o Avenida Center, recebeu de leitor, a propósito da retirada das espinhas-de-peixe no local: “Não percebi um aumento na rua e, como já era difícil estacionar o veículo antes, agora então piorou, levando os clientes a buscar o estacionamento do shopping que por sinal teve um aumento na taxa, R$ 6,00 na primeira hora + 50 centavos cada hora extra. Para piorar a situação, ao chegar na esquina do shopping me de deparei com um rebaixamento do meio fio para acesso a cadeirantes, um projeto muito bom, se não fosse o fato de rebaixar justamente em cima do sinaleiro. É, o sinaleiro ficou no meio, como os cadeirantes vão passar por lá? Não poderiam ter feito o rebaixamento um pouco à frente ou um pouco antes do sinaleiro para evitar tal situação?Agora vão ter mais um custo, o de mudar o sinaleiro de lugar.”

Sábado com avenida fechada

Leitor usa o blog para expressar sua revolta com a Setran, por fechar parte da avenida São Paulo em pleno sábado de manhã, para fazer campanha para aparecer na televisão e em jornais. “Não concordo que uma simulação de acidente vá contribuir para a melhora dos trânsito, afinal vemos acidentes de verdade diariamente pela cidade. A gente, cidadão comum, sabe da dificuldade de estacionar, transitar pelo centro e andar de ônibus, ao contrario do sr. Valdir Pignata que provavelmente não paga o EstaR e não anda de TCCC. Eu como motorista, e em nome de tantos que estão revoltados exigimos nosso direito de ir e vir não seja negado. Afinal pagamos todos os impostos que são cobrados”, reclama.

Na base do improviso

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Leitor comenta que na Cantina Central da Universidade Estadual de Maringá é um ambiente com ar-condicionado e internet wi-fi, muito aconchegante. “Pena que não podemos dizer o mesmo do banheiro, que como pode ver nas fotos, não dão a devida atenção e chega a parecer banheiro de terminal rodoviário. Tamanho foi meu susto ao ver que dispuseram jornal para os que, aflitos, precisam de usar a latrina para dar fim ao trabalho de um grande cozinheiro. De quem é a responsabilidade para a manutenção do mesmo? Parece que nossa universidade está abandonada…”, reclama.

Postos de saúde sem médicos

Leitor conta que esteve na manhã desta quinta-feira no posto de saúde da Vila Operária e que não foi atendido por médico, pois o que deveria estar disponível está viajando. Somente no próximo dia 3 é que os usuários serão atendidos. “O posto é um dos mais movimentados de Maringá e deve atender centenas de pessoas por dia. Será que o município não tem médico para substituir os médicos faltosos?”, indaga.
Reclamação como esta tem sido comum nas últimas semanas na cidade: os postos simplesmentes não têm médicos e os usuários da saúde pública que se virem.

Indignação artística

De Luciana Imaculana:
Indignação. Lei de Incentivo à Cultura de Maringá. Uma lei que faz o contrário, não incentiva, deveria se chamar Lei de Desestímulo à Cultura. Meu desabafo vem por ver a ansiedade de alguns artistas que por medo de terem seus projetos desaprovados se omitem e ficam a mercê do desrespeito de um departamento de cultura que se mostra incompetente em lidar com coisas simples. Procuro sempre prestigiar os trabalhos artísticos dos produtores de cultura de Maringá e também da Secretaria de Cultura, e em questionamento a alguns artistas sobre produzir mais, criar mais, para levar mais cultura à sociedade maringaense, me deparei com esse desrespeito. Fiquei indignada ao descobrir que os artistas têm de se portar como pedintes esperando a esmola de um setor que tem a obrigação de fomentar a cultura.Continue lendo ›

Terreno baldio

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Leitor envia foto do estado lamentável em que se encontra um terreno baldio com uma casa destruída e uma calçada lotada de sujeira e mato na ViFica na rua Vidal de Negreiros, entre a rua Marcílio Dias e a avenida Paissandu.

Sobre banheiros públicos & competência

Do leitor:
Dispensem a análise sobre as acusações comprovadas de desvio do dinheiro público em licitações, nos “por fora” em obras e compras, etc. Analisem apenas, maringaenses, o que pensar de uma administração que não tem competência para gerenciar o uso de banheiros públicos (no caso do Parque Ingá), transferindo-os à iniciativa privada, que passará a cobrar pelo seu uso. Seria falta de competência administrativa da atual gestão Barros (Ricardo, prefeito de fato; Silvio, prefeito de direito) ou a razão principal é porque não rola dinheiro na administração do Parque Ingá, área pertencente ao município? Na dúvida, tanto uma coisa quanto outra. Ou como explicar por que o Parque Ingá ficou mais de dois anos fechado para visitação pública? E o que dizer sobre o fim do zoológico, cujos animais (muitos morreram por inanição) foram trocados por animais de concreto? Mais fácil, né? Animais de concreto não precisam ser alimentados e nem merecem atenção veterinária.Continue lendo ›

Limpando o chão da sala de aula

O caso, garante leitor, teria acontecido na última sexta-feira na Escola Municipal João Batista Sanches, no Jardim São Silvestre, em Maringá. Uma garotinha chegou à aula com os pés sujos de barro, pois no caminho de casa até a escola há um trecho de terra, que molhou com a chuva. Acabou sujando a sala. A professora fez a aluna, de presumíveis 8 anos, limpar o chão com papel higiênico. “Onde estamos?”, questiona.

Constrangedor e sem segurança

Leitora reclama que esteve numa agência da Caixa Econômica Federal esta semana, em Maringá, e enfrentou uma fila razoável para pegar a senha. “A atendente que não tem nada a ver com isso, só faz o que lhe mandam, fazia um questionário para todo mundo que tinha de pegar a senha: pra que era a senha, pra onde iria a pessoa, o que iria fazer…e ainda escreve no papel da senha. Sendo assim, todos em volta ouve e sabe o que você vai fazer dentro do banco. Quando chegou minha vez, ela perguntou pra que eu queria a senha, eu respondi: “Vou ao caixa”. Ela perguntou: “Fazer o quê?”. Eu respondi baixo: “Trocar um cheque!”. Ela perguntou novamente pra confirmar
só que bem alto devido às conversas paralelas a volta dela: “Trocar um cheque?”. Eu toda tímida respondi baixo novamente: “Sim, trocar um cheque”. Se for pra todo mundo saber o que vou fazer dentro do banco, pra que servem as divisórias?

Queda de energia na UEM

Pela terceira vez essa semana a Universidade Estadual de Maringá teve queda de energia, informa uma estudante. Hoje, inclusive, uma mulher ficou presa no elevador na Biblioteca Central. Os discentes não foram avisados se há algum problema, nem como proceder caso isso ocorra, acrescenta, lembrando que a estrutura do campus já é terrível “e ficar sem luz, sem os ventiladores que ainda restam naquele lugar e sem água gelada nos poucos bebedouros nesse calor é complicado”. Não se informou o motivo da falta de energia elétrica.

Atendimento na UPA

Leitora se diz indignada com o atendimento que sua mãe recebeu na UPA de Maringá alguns dias atrás. “Minha mãe teve uma hemorragia conjuntiva e estava com a pressão arterial muito alta. Eu superpreocupada em ela ter mais alguma coisa, já que a pressão continuava alta e o coração dela estava muito acelerado. Mas atendes de atender minha mãe deram prioridade para adolescentes que estavam alcoolizados. Muitos deles fizeram algazarra na sala em que estávamos. Um absurdo. Entravam e saíam como queriam. A médica que nos atendeu nem olhou o olho da minha mãe e receitou calmante no soro pra ela! O pior atendimento que eu tive ekm toda a minha vida. Peguei minha mãe e levei num médico particular, porque se depender do atendimento público nós morremos”, relata.

E era para ser modelo

Teto
As cabines de imprensa do “novo” Ginásio Chico Neto, de Maringá, não são utilizadas pela imprensa, já que a iluminação reflete, reclama gente da área. Uma das cabines possui tem um buraco e, obviamente, não existe iluminação. As duas ao lado esquerdo também estão largadas. Não tem iluminação nem tomadas. O ginásio, só para lembrar, possui um bar que não tem pia.

Falta o essencial, sobra promessa

A propósito da proposta do candidato dos fratelli Barros – a implantação das aulas de inglês nas escolas -, leitora que é professora observa que as escolas estão vivendo hoje uma realidade em que há falta de profissionais para dar suporte e atender as necessidades da escola para a diversidade com alunos de inclusão – “e isso sim é uma situação de extrema importância”. “Como contratar profissionais para suprir todas as escolas do município e oferecer inglês, se nem o essencial está dando suporte? Jogam toda a responsabilidade para o professor e com isso cada vez mais profissionais estão ficando doentes”. Sobre a promessa de computadores para alunos, ela lembra que as escolas não têm nem professores de informática nem computadores funcionando. “A internet é lenta, isso quando funciona. Sem contar a assistência e manutenção dos aparelhos que demoram mais de sete meses para serem instalados e e outros que auxiliariam aos alunos de inclusão que estão há mais de 2 anos esperando algum profissional para fazer a sua instalação. Todos parados, sem uso por falta de manutenção e assistência.”

Primeiro, produzem-se vítimas; depois…

Contorno Sul
Leitor fez a foto de um pardal no Contorno Sul, no final de semana, e comenta:  “As mudanças continuam, mas só que após as mortes de inocentes”. Dois radares foram instalados no Contorno Sul um de cada lado, no local que aconteceu o último acidente com mortos e feridos.

“Um absurdo”

Uma leitora, consultora técnica, conta que estacionou seu carro na frente do Tacom, em Maringá, agora de manhã, e alguns minutos depois uma colega de trabalho chegou perguntando se ela havia batido o automóvel. “Desci para ver e alguém afundou a porta do carona com o joelho e riscou toda a porta com restos de alvenaria. O detalhe é que meu carro está com adesivos do Enio Verri. O cretino que fez isso é tão covarde e não deve ter argumentos para entrar numa discussão comigo e expor as ideias dele, assim, tem que recorrer a esse tipo de “estratégia” de campanha”, diz, revoltada. Ela registrou um boletim de ocorrências, que deve apresentar resultado logo, já que o Tacom possui câmeras.

Calçadas pra quê?

Horácio Raccanello
Leitor fez as fotos na sexta-feira, n avenida Horácio Racanello, quase esquina com a São Paulo, em Maringá. A construtora da foto passou um pequeno cano no meio da calçada impossibilitando que pedestres transitassem normalmente, e também impediu o fluxo de veículos em uma faixa de rolagem. “Pedestres tinham que desviar pelo meio da rua e disputar espaço com os carros. Ainda estou sem imaginar como estavam fazendo idosos e cadeirantes!”, comentou.
Horácio Raccanello

Obras do PAC com qualidade duvidosa


Leitor que mora nas proximidades da avenida Carmem Miranda denuncia a má qualidade das obras realizadas pela Prefeitura de Maringá com recursos do PAC Santa Felicidade. Ele afirma que a realidade é bem diferente da que foi mostrada na propaganda eleitoral do candidato cujo registro ainda será julgado pelo TSE. Em um dos cruzamentos onde a via foi duplicada, a obra formou um buraco que acumula água da chuva sobre o asfalto. A água fica empoçada por vários dias, pois não deixaram caída para os bueiros. As calçadas não têm acessibilidade e foram construídas mantendo obstáculos para os pedestres. Em alguns trechos não foram concluídas até o meio fio.
Outro fato observado pelo leitor aponta falha na construção das calçadas. Segundo ele, as juntas de dilatação (que evitam as rachaduras) só foram providencias depois que o concreto já havia trincado em praticamente toda a extensão do calçamento. A leitora também chama a atenção para o desperdício do dinheiro público. Para fazer terraplanagem no local, as máquinas da empresa contratada pela prefeitura estão destruindo as calçadas.

Pesos e medidas

Veículos no cemitério
Ontem à tarde um leitor fotografou caminhões e equipamentos pesados da Prefeitura de Maringá no espaço que existe nos fundos do cemitério municipal. “Enquanto candidatos são multados pela Justiça Eleitoral por colocarem placas nos gramados sob a alegação de que isso agride o meio ambiente, a prefeitura faz o que se vê na foto, sem que ninguém possa lhe fiscalizar e multar”, comenta.

“Cadê meu nariz de palhaça?”

Lixo
Uma moradora, que reside próximo ao Colégio Branca da Mota, em Maringá, reclama que a aborrece profundamente a prática, pelos coletores, do lixo acumulado defronte as residências. “Não trata-se de mero capricho, ocorre que moro em frente a um colégio, e um ponto de ônibus. O acúmulo de lixo em meu portão traz inúmeros aborrecimentos: atrapalha o acesso a garagem de minha residência, fica no caminho dos ônibus (fazendo com que estes passem sobre algumas sacolas), além do mau cheiro, as crianças do colégio chutam estourando as sacolas, enfim… até que passem novamente e recolham todo o lixo, já gerou um enorme transtorno que poderia facilmente ser evitado. Já liguei diversas vezes na ouvidoria da Prefeitura de Maringá, entraram em contato comigo na semana passada, com retorno para minha solicitação. Ouvi, aliviada, que tinham verificado que minha solicitação era justa e que seria atendida. Continue lendo ›