Bronca

Lama impede travessia entre bairros

Leitor reclama da travessia do Jardim Andrade para o Ebenezer, em Maringá.  “Está complicado para passar de carro e principalmente de moto, está todo cheio de lama, que saiu do Transtorno (Contorno Norte). Antes tinha uma travessia lá pelo Jardim Sumaré, aí fecharam para os moradores atravessarem somente por baixo do viaduto”, explica. O caminho é usado por muitas mães que  levam os filhos à Creche Iria de Castro, que fica nas proximidades. “Quem tem que arrumar ali, a Sanches Tripoloni ou a prefeitura?”, pergunta, aguardando alguma providência.

Cidade maquiada

Leitor maringaense escreve para contar que visitou o Conselho Tutelar para tentar uma transferência de creche para seu filho, pois sua irmã estuda em outro centro que fica 8 km distante. “Fui muito bem atendido pelos profissionais, o que não me agradou e não vem me agradando é a maquiagem que a prefeitura vem fazendo com nossa população. Você, sim, você mesmo, sabia que em nossa cidade há mais de 5.000 crianças esperando vaga em creche, não? Pois há, e a prefeitura não revela isso e só promete novas creches em cada eleição. Acorda, não adianta ter creche sem profissionais, o que estão fazendo é socando o máximo de criança em local que não é próprio, ou você acha que barracão de uma empresa desativado de móveis pode virar uma creche?”, diz, referindo-se à creche improvisada na avenida Carneiro Leão. Continue lendo ›

Morte decretada

Leitor escreve para protestar contra a forma que o município lida com os cachorros de rua. Conta que uma amiga ligou no 156, pedindo que fossem até o Jardim Dias, onde as pessoas estavam abandonando animais (naquele dia haviam contado 14 cães de rua, brigando entre si, nas ruas daquele bairro). “A atendende disse que eles iriam, porém, ela tinha que saber que os cães seriam sacrificados. Lógico que minha amiga que não quis dar o endereço. Pergunto: o município não tem capacidade de resolver um assunto desse? Oos veterinários não tomam nenhuma providência nesse caso? A moça deixou bem claro que se o Centro de Zooneses osse buscar os cachorros todos seriam sacrificados, e isso não é crueldade? Fica aí a dica para as ongs: a Prefeitura de Maringá não dá um destino decente aos animais, eles simplesmente decretam a morte dos mesmos”.

Banco estimula que cliente reaja diante de assalto

Olha a situação inusitada que aconteceu com o professor e escritor maringaense Luiz Alexandre Solano Rossi: ele foi roubado semanas atrás e os ladrões levaram seus cartões de crédito e débito do HSBC. Fizeram uso dele e, ao acionar o HSBC para que estornassem – mesmo tendo seguro de ambos os cartões – responderam que o seguro cobriria somente se o assalto fosse letal – como se aquele que adquire o produto (seguro) do banco fosse ler todas as minúcias de um contrato que não entregam. “Nesse sentido, a política do HSBC é de estímulo às pessoas para que reajam diante de um assalto e sejam, no mínimo, um pouco afetados por socos, arranhões e, quem sabe, um tiro de raspão. Alguns hematomas me acompanharam por mais de uma semana. Um diretor de banco (de Curitiba) que vive com essa perspectiva torna-se um atentado à própria vida. Entre o banco e a vida ele prefere aquele que lhe paga o salário. Uma orientação do HSBC que atenta contra a vida e, portanto, trata-se de um banco perigoso á saúde e a integridade do ser humano”, comentou.

Mandem recolher e reeditar

De leitor que se identifica “Universitário aos 60 anos”:
Hoje levantei-me e deparei com um (protótipo) de jornal, sob a minha porta, deixado ali por alguém, que por sinal entregou em todo o bairro que moro. O nome do aspirante a jornal é Jornal dos Municípios.
Note-se que é de longe político 100 %, editado especificamente para comemorar os 66 anos de Maringá. Porém, ressalvas á parte: sugiro que façam a contratação de um redator mais experiente, ou comprem um corretor de textos para aplicar antes da impressão. Meu Deus, quanto erro num só “tabloide”. Se eu fosse um político mencionado/citado ou um patrocinador, ou quem sabe um chefe de partido, mandaria recolher e reeditar, tamanha é a catástrofe, um verdadeiro assassinato da nossa tão querida língua portuguesa. Caro editor e devidos políticos que publicaram suas mensagens de comemoração à Maringá aniversariante: mandem recolher, é uma vergonha um descaso desses. Abraços e espero que sirva de lição para o próximo niver da nossa bela Cidade Canção.

O jeito Ricardo Barros de administrar

D´O Olho do Observador, relatando caso registrado também em bairros de Maringá nesses dias: “Esta semana houve no distrito de Iguatemi a eleição dos membros do Conselho Municipal de Saúde, e causou indignação o processo como tudo transcorreu. O atual administrador (William Gentil), junto com o coordenador do Centro Esportivo (Gilberto Valentim), montaram suas chapas, o que é normal pois precisam assegurar seus cabrestos. Acontece que usaram de artimanhas herdadas do capo para captar sufrágios para eleger seus representantes. Trouxeram, e não foram poucas, pessoas que nem moradoras do distrito são, cerca de 30 pessoas; como na votação não precisa comprovar residência, ficou fácil. A pior de todas as artimanhas, porém, foi a de liberar todos os funcionário públicos municipais duas horas antes do horário normal de trabalho (duas horas de trabalho a menos) para que tivessem tempo hábil para votar no candidato imposto pelo atual administrador. Também comunicaram a todos os demais servidores do posto de saúde, das escolas municipais e centros educacionais Infantis que se não fossem votar teriam que mandar representantes a pedido exclusivo do prefeito Ricardo – ops!, Pupin. Com certeza o administrador distrital, com seu vasto tempo de servidão ao capo sendo pago com nosso dinheiro, aprendeu certinho o jeito Ricardo Barros de administrar (democracia enfiada goela abaixo).”

Interdição de avenida

avenida
Leitor envia fotos da avenida Horácio Raccanello interditada, desde ontem à noite, para o desfile de aniversário da cidade nesta sexta-feira: “Precisava interditar uma avenida como essa, causar um tumulto como esse, desde quarta-feira? pra nada? não tem ninguém trabalhando a não ser um segurança, pra não deixar os vândalos de Maringa agirem. Parabéns aos governantes incompetentes de nossa cidade”, escreveu.

E a obrigação da prefeitura?

Terreno
Leitor escreve para registrar sua indignação contra esta administração e as passadas. “Faz quase 20 anos que tenho um terreno no Jardim Andrade e esta semana levei uma multa de falta de conservação de imóveis. Veja bem, não sou contra estas multas, elas devem ser realmente dadas, mas olhe esta foto, ela é a do meu terreno. O Jardim Andrade é totalmente abandonado, você acha que da pra construir alguma coisa neste lugar? Faz 20 anos que esperamos alguma melhoria por lá e até agora somente promessas. Meu pai sempre cuida do terreno, até planta alguma coisa por lá algumas vezes, desta vez foi um descuido, nunca fomos multados. A multa é de mais de R$ 1.300,00, que vamos pagar, por que é nossa obrigação, mas te pergunto: Cadê a obrigação da prefeitura com a gente? Você acha justo esta situação? A gente tem que fazer a nossa parte, e a parte da prefeitura? Só cobrar é facil, alias nós temos que pagar o salário de mais de 500 CC’s, não é vero?”.

“Não somos vagabundos”

De leitor que assina Estudante que enxerga:
Sou estudante da UEM, moro em Maringá e faço curso integral. Neste ano em nossa universidade, nós alunos, técnicos universitários estamos sofrendo: o Restaurante Universitário está numa reforma que será entregue antes das eleições para reitor, com fins políticos e eleitoreiros. Devido a este fato, estamos sofrendo. Sou cotista, moro com a mãe, avó e avô doentes, moramos de aluguel, não temos dinheiro suficiente. Já desmaiei três vezes na sala de aula a tarde por não ter o que comer. Sou bolsista, recebo 400 reais, mas uso o dinheiro pra ajudar no orçamento de casa. Não tem como eu e outros estudantes pobres, sem condições, estudarmos. Não somos vagabundos, queremos mudar de vida.Continue lendo ›

Dificuldade no passeio público

Há menos um mês um leitor fez reclamação no 156 da Prefeitura de Maringá, referente à construção com materiais na calçada, o que obriga os transeuntes a andarem pela rua. “No último dia 26 liguei para saber resposta e fui informado que o “local” foi notificado e que teriam de 30 a 60 dias para se adequarem. Em matéria do jornal do meio dia da RPC de hoje, que tratava deste assunto, inclusive com pedaço da reportagem feita aqui na cidade, foi falado que o prazo para regularização é de cinco dias; liguei novamente no 156 e a atendente falou que eles têm entre 30 e 45 dias (já mudou o tempo) para regularizar a situação. Citei a reportagem, a atendente foi falar com sua chefe e respondeu que o tempo é de 30 e 45 mesmo. Neste período quem passa pelo local precisa andar pela rua correndo perigo de ser atropelado”, conta. O maringaense acrescenta que, se for atropelado, processará  o dono da construção, a prefeitura e o Procon. “Sim, Procon! sabe por qual motivo? pagamos os impostos para a prefeitura manter a cidade, ou seja, pagamos por um serviço que não está sendo prestado e como é função do Procon “brigar” por nossos direitos e eles não estão zelando por nós, também merecem ser punidos. Vamos trabalhar prefeitura, vamos cuidar dos transeuntes”, finaliza.

Praças de Maringá

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O gabinete do vereador Carlos Mariucci PT) já encaminhou requerimento solicitando informações sobre a previsão da segunda etapa da revitalização da praça da Catedral. E não é só a praça do maior símbolo de abandono: o piso da praça Raposo Tavares é só buraco e irregularidade, com muitas reclamações dos pedestres.

Abuso nas calçadas da avenida Paraná

calçada
Leitor pergunta se está liberado o estacionamento de veículos nas calçadas da avenida Paraná, em Maringá. Ele garante que o fato ocorre quase todos os dias, especialmente no trecho da Dama/Servopa, e chegou a registrar através de fotografias. “O problema maior não é a falta de aplicação da lei, mas o perigo que essa atitude imbecil pode causar aos pedestres. Já vi senhoras e até mães com carrinho de bebê serem obrigadas a usar a rua (neste caso é a faixa de rodagem mesmo, pois o caminhão toma toda a calçada e a faixa de estacionamento). Continue lendo ›

E nada de roçada…

mato
As fotos acima foram feitas no dia 6 do mês passado, no cruzamento da rua Mário Pagani com o Contorno Sul, no Conunto Sol Nascente, em Maringá. Há dois meses leitor conta que fez o primeiro protocolo pedindo a roçada do mato, que atrapalha motoristas e pedestres, colocando em risco inclusive a vida das pessoas, já que o trecho é perigoso. Hoje o local parece uma floresta. Neste período foram feitos quatro protocolos com a mesma solicitação – e até agora, nem tchum.

Sem WC, lixo e asfalto bom

Prova Tiradentes
Reclamação postada no Facebook por Diogo Favareto, que participou da Prova Tiradentes, hoje em Maringá: não tinha banheiro químico, lixeira nem asfalto bom. “Quem superou os buracos e valetas da pista jé é vencedor”.

Santander justifica falta de biombo

O blog publicou há alguns dias a reclamação de uma maringaense contra a agência do Banco Santander que funciona dentro do Cesumar. A instituição, prezando pela qualidade no atendimento, entrou em contato com o blog e a com a reclamante. Quanto à ausência do biombo, alegou tratar-se de agência exclusiva para os funcionários e alunos do Cesumar, e devido ao pequeno espaço não há condições para sua instalação, caso que já está sendo tratado pela engenharia do banco. O próprio Procon tem conhecimento do caso, garantiram. Em relação à alegada demora de 1h30 para atendimento no caixa, o Santander informa que ela não procede, conforme os registros de câmeras da agência. “Em nenhum momento passou do limite permitido, que é de 15 minutos”, garantiu a gerência.

Notificações suspendem som em bares

Depois de lembrar que há pelo menos uma década alguns políticos e alguns setores da prefeitura tentam “organizar” a noite maringaense em vão, leitor analisa que as muitas intervenções para retirada de mesas e cadeiras, churrasqueiras e mercadorias das calçadas resultou somente em taxas, mera arrecadação tributária, por conta da lei de uso e ocupação do solo. “Agora, sob a batuta de um secretário que desconheço, começaram a entregar notificação de multa para que os bares e afins cancelem seus som ao vivo e/ou amplificado”, conta. Somente ontem os fiscais entregaram nada menos que 60 notificações neste sentido.
“É sabido que os alvarás de funcionamento não contemplam autorização para tal, para ninguém, rico ou pobre, se o alvará é de bairro ou de centro. Porém, vale ressaltar que, respeitada uma normalidade de volume, frequência organizada sem baderna e um ambiente familiar, é de bom alvitre, pois gera emprego, diversão aos cidadãos e aumento na cadeia de consumo/impostos”, reflete.

Santander descumpre lei dos biombos

Leitora reclama que hoje de manhã foi até o banco Santander, agência Cesumar, em Maringá e passou uma “raiva enorme, sem dizer o constrangimento”, porque a agência não cumpre a lei municipal 8.705/2010, que tornou obrigatória a colocação dos biombos. “Liguei na ouvidoria municipal para reclamar desse absurdo, me encaminharam para o Procon, e esta agência só poderá ser multada no valor de R$ 100mil mediante uma reclamação formal. Infelizmente não poderei fazer essa reclamação devido ao meu horário de trabalho. Todos os clientes e eu tivemos que que esperar uma hora e meia para ser atendia e quando fui, todos viram a quantia que eu recebi da caixa, tanto dentro da agência quanto fora, sendo que o caixa fica ao lado da vidraça e da porta-giratória. Um tremendo desrespeito com todos os cidadãos maringaenses que dependendem desse banco para pagar as altas taxas de impostos”, acrescentou.

Ponto de risco

A esquina da avenida Herval com rua Santos Dumont está sendo escolhida como a mais perigosa de Maringá – para os pedestres. É que ali a concentração de pombos é muito grande. Segundo um leitor, ontem à tardezinha havia centenas delas nas árvores, provocando o medo em quem não queridas fezes, a cala ser atingido por um dos seus torpedos. Por conta da quantidade de fezes das aves, a calçada naquele trecho até mudou de cor, sem contar que há uma verdadeira chuva de penas.

FG de férias, contribuinte prejudicado

Leitor observa que há uma praxe perniciosa que ocorre há tempos, e continua a todo vapor, prejudicando servidores e contribuintes de Maringá. Os servidores detentores de funções gratificadas, cargos de chefia, quando saem de férias (prazo de 30 dias), na sua maioria, não têm um substituto nomeado por portaria, como deveria ser em decorrência do artigo 57 do Estatuto dos Servidores. Relata que dessa situação decorrem dois problemas: 1) Em alguns setores estratégicos para os contribuintes, os serviços desse servidor ficam parados, acumulando, aguardando o retorno do titular da FG em detrimento do contribuinte que tem que esperar seu processo andar (principalmente nos setores de liberação de alvarás de construção etc.); 2) Outros servidores, sem FG, deixam de ser treinados para o serviço, visando deixá-lo “em dia”, e não recebem o valor da substituição da função gratificada, que é perdido. Tudo isso ocorre pelo receio desses servidores, detentores de FG, perderem o posto para um que seja melhor e, também, por proteção de seus superiores, que preferem deixar o contribuinte “a ver navios” do que passarem o serviço para outro, pois incomoda ante à “burocracia”. “Com certeza, muitos gerentes e diretores vão falar que “assumem” esse serviço extra, mas na prática não é o que ocorre. Pior é saber que o período de férias do servidor municipal só pode ser usufruído pelo prazo de 30 dias corridos, sendo vedado o fracionamento por opção do servidor. Isso tem que mudar, e as chefias têm que deixar de ser mesquinhas e, ao menos, valorizar outros tantos bons servidores que estão sob sua batuta em atendimento ao princípio da eficiência, insculpido no artigo 37, caput da Constituição Federal.”

Site não recebe inscrições para concurso

Nas últimas horas, sites que registram reclamações de internautas começaram a receber queixas contra o site da Cetro Concursos, empresa de São Paulo. O site dá erro o tempo todo, e, de acordo com alguns internautas, isso acontece há pelo menos três dias. Como muita gente quer se inscrever para o concurso da Anvisa e não consegue, há o temor de que não haja prorrogação no prazo (termina hoje). Outra reclamação é que a empresa não atende o telefone para dar explicações.

Desrespeito

Leitor reclama que, apesar de estar aberto hoje, o Supermercado Cidade Canção da rua Tamandaré, em Maringá, não disponibilizou ou estacionamento de veículo para seus clientes. Estes, sem fiscalização da Setrans, estão ocupando todo o espaço destinado aos pontos do transporte coletivo urbano naquele trecho, entre a avenida Paraná e a  Visconde de Nassau, num desrespeito aos usuários.

Cena comum em São Domingos

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Os caminhões que aguardam pra ser carregados na Criviali, em São Domingos, Maringá, ficam parados na pista, gerando reclamações, principalmente de motoristas. “E o pátio da empresa tem um campo de futebol! Reclamações são constantes e nenhuma providencia é tomada”, diz leitor, que enviou as fotos.

Não estão nem aí

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Março (mês das mulheres) terminou e os banheiros públicos femininos da rodoviária de Maringá continuam abandonados, com entupimento que está pronto para acomodar mosquitos da dengue. As fotos foram feitas ontem.

Criadouro do mosquito da dengue em espaço público


De leitora, que compartilha indignação que tem tomado conta de sua mãe nos últimos dias: “Moramos defronte ao Parque Alfredo Nyffeler, na Vila Morangueira, que nos últimos meses passou por uma “revitalização”, onde foi feita a troca de toda cerca em alambrado, por grade, nova e toda branca, dando um “ar” mais limpo e renovado ao parque. Porém, o que está acontecendo dentro do parque é um absurdo. Num momento onde o que mais se vê na mídia são campanhas de conscientização do combate a dengue, um espaço público, de grande circulação de pessoas, vem sendo um “criadouro público” dos ovos do Aedes aegypti, conforme é possível se confirmar no material fotográfico acima. Já tentamos contato com o sr. secretário do Meio Ambiente Umberto Crispim, mas acho que falamos apenas com a “mão” dele. Tentamos também o presidente da Câmara Municipal, o sr. Ulisses Maia; tivemos um retorno, onde o s.r Ulisses também ficou indignado e que tomaria providências, mas nada além disso. Enfim, a situação continua a mesma, e temos visto na TV que um dos bairros de grande infestação é nossa querida Vila Morangueira, isso com a ajuda do caos em que se encontra o Parque Alfredo Nyffeler, imundo e em total abandono, mais uma vez deixando em evidência a demagogia do nosso poder público, que gasta milhões em campanhas “publicitárias” de combate a um epidemia que está tirando vidas no nosso município, mas nem se dá ao trabalho de fazer o dever de casa, dentro do seu próprio quintal”.

Passeio público

Calçada
Leitora envia foto de uma calçada de responsabilidade da Prefeitura de Maringá, atrás do cemitério municipal, na rua Mem de Sá. “Os vizinhos estão indignados com a falta de manutenção, sem falar que está muito perigoso passar por ali. Do outro lado não dá para passar devido ao mato”, conta.

O descaso com o lixo em Maringá

Lixo Jardim Licce
Do leitor: “É complicada a forma como a atual administração vem lidando com a situação do lixo em Maringá. No Jardim Licce a coleta é feita nas segundas e quartas feiras, porém, nos últimos meses o atraso é constante. Esta semana o lixo que deveria ter sido coletado na quarta feira (20) foi coletado hoje (sábado, 23). As ruas ficam numa situação deplorável, pois os cachorros de rua (que também é de responsabilidade do município, questão de saúde pública) rasgam os lixos, esparramando-o pela rua, o que causa mau cheiro. Já ouvi muitas vezes os “responsáveis” usarem os argumentos de falta de pessoal ou até mesmo de caminhões para efetuar a coleta, porém, não são os contribuintes os responsáveis por contratação de pessoal e nem de aquisição de equipamentos. Pagamos nossos impostos, cabe a administração ter a vontade e a iniciativa de resolver o problema.”

Problemas no Dolores Duran I

Depois do trabalho que deu para receber as unidades habitacionais (houve atraso na entrega e problemas no registro de cartório), os mutuários do Conjunto Dolores Duran I enfrentam a falta de água. A água foi cortada na última sexta-feira, porque a construtora (Sial, de propriedade do ex-sócio do prefeito Pupin) teria entregado as casas com as contas relativas a dezembro e janeiro sem o devido pagamento. A turma então entregou as contas no escritório da Sial, que ficou de providenciar o pagamento e não o fez. Um caminhão pipa levou água para as casas durante este período, até que hoje uma nova reclamação: o caminhão estava levando água suja.

Lixo: situação insustentável

Enquanto Carlos Roberto Pupin circula por Brasília, em Maringá moradores reclamam regularidade na coleta de lixo. Moradora do Parque Avenida reclama que no bairro a situação está insustentável, pois não há coleta desde a última sexta-feira. As calçadas ficam repletas de sacolas e sacos plásticos com o lixo não coletado, o que provoca mau cheiro e traz outras consequências desagradáveis, como moscas, baratas e ratos, aumentando o risco de doenças. “Não sei como está para o restante da cidade, mas para a zona norte o descaso está alarmante. É preciso que haja uma regularização desse serviço essencial, pois não temos culpa da falta de competência da prefeitura diante do problema exposto. Sé relembrando que a cobrança do IPTU é rigorosa, e nesse aspecto e prefeitura é eficiente e pontual. Só nesse”, acrescenta.

Sem sossego

O assunto foi abordado neste espaço há uma semana: um posto Ipiranga, na avenida Tuiuti, defronte o Big, em Maringá, não deixa a vizinhança dormir, ao permitir som alto nos carros que ficam por ali. Nesta madrugada a coisa repetiu-se de novo, para desespero dos vizinhos que querem aproveitar o final de semana para dormir; um deles fez a gravação. Não há Polícia Militar, que fica nas proximidades, nem Patrulha do Som que dê jeito.

“Esta será uma noite de cão”

Do leitor: “São 18h30 do dia 16.3.2013. Estou próximo à avenida Pedro Taques, ao lado da Igreja Divino Espirito Santo, ou seja, em linha reta estou a 1.000 metros do parque de exposições, onde está acontecendo um evento que desconheço. O barulho que vem de lá é insuportável. Percebendo que a noite será infernal para nós, telefonei para o 153 da Patrulha do Som, para reclamar já com antecedência, para que possam tomar providências. O atendente ouvia o som através do meu telefone e se espantou, mas foi só isso. Se espantou. Mas não pode fazer nada, pois a prefeitura fornece o alvará e a Patrulha do Som só atende ocorrências se solicitadas pela Polícia Militar, e em companhia da Polícia Militar. Mandou eu ligar para o 156 e 190. Sábado, a essa hora tem alguém no 156 ? É piada, claro.Continue lendo ›