Bronca
Água com gosto de barro
Morador da Vila Operária, em Maringá, garante que a água de grande parte da cidade está com um gosto de barro. “Viajei no dia 21 e voltei no dia 26 e percebi a diferença no gosto. Em conversas com amigos via Facebook descobri que a cidade inteira está assim”, conta. Moradores da Zona 4 e Maringá Velho teriam relatado o mesmo problema. Reclamações semelhantes chegaram ao blog desde ontem. A Sanepar ainda não se pronunciou e o telefone do plantão da assessoria de imprensa da empresa, em Curitiba, não atende.
Domingo de ‘programa de índio’
Fazer compras no Shopping Catuaí de Maringá neste domingo foi um verdadeiro “programa de índio”, reclama leitor. “O martírio iniciava na entrada com as filas no estacionamento e a falta de vagas que obrigava a todos ficar rodando um bom tempo para conseguir parar o carro. Aí dentro do shopping você se dava conta que o ar-condicionado estava desligado e o calor tórrido lá de fora era praticamente idêntico lá dentro. Aí quando se entrava em alguma loja e a energia começava a cair constantemente, impossibilitando que se comprasse ou consumisse qualquer coisa, pois os caixas não funcionavam e, em alguns casos, os comerciantes obrigavam os clientes a se retirarem por medo de serem furtados.Continue lendo ›
Buraco de operadora completa três meses

Os pés-vermelhos e meus amigos curitibanos que residem na capital precisam ter o sagrado direito de ir e vir devidamente respeitado. A menos de trinta metros do Tribunal de Justiça do Paraná, na avenida João Gualberto, nº 1001, um flagrante de descaso pela vida alheia hoje causou a queda de um idoso, ferindo-o. A imprensa já foi chamada, mas nem resposta deu aos comerciantes daquela quadra. Culpar a prefeitura é fácil, falar mal do prefeito também, mas não me parece justo!Continue lendo ›
Passeio público interrompido

No início da noite de ontem um casal com duas crianças (de 3 e de 8 anos) seguia pela calçada da avenida Brasil, na Vila Operária, em direção à Igreja São José, quando, defronte ao Supermercado Bom Dia, o passeio público estava interrompido, tomado por caixas. Funcionários descarregavam produtos de um caminhão. O cidadão reclamou, alguém teria dito que iria fazer uma roda para lhe arrebentar, houve um bate-boca e a família teve que passar pela rua, num horário perigoso.
Cobrando estacionamento em local público
Leitor que levou o neto ontem ao Circo Vostok, que utiliza espaço de estacionamento público no Novo Centro, em Maringá, conta o que aconteceu: “Ao chegar ao local estranhei o pequeno número de veículos no estacionamento, onde o circo está montado e chegamos temer pelo cancelamento do espetáculo da noite pela pouca presença de público. A surpresa foi enorme quando, procurando entrar no espaço do estacionamento, fomos parados por funcionários do circo que vieram nos informar que o estacionamento naquele espaço teria que ser pago. Estranho isso, primeiro a prefeitura da cidade assina patrocínio ou apoio que seja do circo, sob a afirmação do apoio à estada do espetáculo internacional na cidade (penso que, de alguma forma, nosso rico dinheirinho, a exemplo de outros eventos como festival de balões e feira de aviões, está sendo empregado por ali). Continue lendo ›
Liberou geral

Há algum tempo o vereador Chico Caiana (PTB), de Maringá, apresentou projeto de lei proibindo a colocação de panfletos de publicidade em veículos estacionados. Diante da repercussão, o vereador pediu para arquivar a proposta. Tem hora que uma lei assim faz falta. Acima, fotos de panfletos colocados no pára-brisa, na porta, no vidro traseiro de um carro de um professor que estava estacionado hoje na UEM. Pode, Freud?
Transtorno no trânsito
Roubalheira de Natal
Na terça-feira à noite uma leitora foi com a filha à feirinha de artesanato defronte a Catedral de Maringá, para ver a iluminação e visitar o presépio, e depois prestigiar as barracas e comer um espetinho. Na hora de pagar a conta, uma surpresa. O cartaz na barraca informava que o espetinho custava R$ 4,00 e o lanche, R$ 7,00. “Fizemos o pedido de seis espetos e dois refrigerantes. Quando íamos pagar, o rapaz que nos atendia disse: “O caixa é aquela senhora. Depois ela recebe. Sentem-se que vou serví-las”. Um ambiente estava gosto, espírito de Natal… que logo partiu. Veja bem: seis espetos a R$ 4,00 são R$ 24,00, mais dois guaranás a R$ 5,00 cada são R$ 34,00. A conta, porém, veio R$ 44,00. Ao solicitar esclarecimento, disse-me a senhora do caixa: “Veja bem, sra., o espetinho é R$ 4,00 para ser degustado em pé; R$ 5,00 se for sentada”. Mais R$ 4,00 da taxa do garçom. É um roubo ou não?”. Continue lendo ›
Mais movimento, menos vagas
Em pleno dezembro de compras, com a região vindo em peso a Maringá, a prefeitura dá sua colaboração para reduzir o número de vagas para estacionamento na área central da cidade. Chegam ao blog reclamações de leitores pela cessão da maior área de estacionamento do EstaR para a montagem de um circo. Embora haja muito palhaço por aqui, poderiam ter negociado uma outra área.
Poda radical no Parque do Ingá

O entorno do Parque do Ingá recebeu uma poda radical, sob o pretexto de que os galhos machucavam as pessoas, especialmente as mais idosas. Acontece que não contentes em cortar os galhos mais baixos, foram até a copa das árvores, provocando um espetáculo no mínimo muito estranho – que lembra (só os mais velhos se recordarão disso) o “batom” que a administração do PFL fez em árvores centrais da cidade na década de 90 e que deu um bafafá danado. A informação que o blog tem é que de que a poda não foi orientada por especialista.
PS – O secretário Vagner Mussio, de Serviços Públicos, garante que não houve poda radical, pois a maioria das árvores mais atingidas foi de leucenas. A poda foi acompanhada por um especialista e ocorreu também ao redor da pista do Bosque 2.
Caos no vestibular da Uningá

“Caos” – assim definiu uma estudande de Londrina, que veio a Maringá prestar o vestibular de medicina na Uningá, em Maringá, ontem. Outros definiram como “inferno” e criticaram muito a faculdade pela falta de organizaçao. Um pai, delegado da Polícia Civil no Mato Grosso do Sul, alterado, dizia: “Eles não servem nem pra mobilizar a polícia e o departamento de trânsito dessa cidade. Nunca vi algo parecido”. No momento em que os portões fecharam, muitos alunos ficaram do lado de fora, desesperados, muitos em prantos, relata. Uma vestibulanda de São Paulo dizia: “Eu estou na fila há mais de 40 minutos, desci do carro e vim correndo, não foi culpa minha que eu me atrasei, foi culpa de vocês, que não sabem organizar um vestibular de medicina”.Continue lendo ›
Uma noite para esquecer
Leitor reclama do que aconteceu na noite de sexta-feira/madrugada de sábado na Zona 4, em Maringá. “Som altíssimo predominou em todo o bairro entre 21 horas e 4 da madrugada, na altura da avenida Nóbrega. Música playback de qualidade discutível. Liguei para o 190. Tinham inúmeras ocorrências registradas de reclamação quanto ao barulho na Zona 4. Prometiam envio de policiais, mas o tormento terminou somente por volta das 4 (…). O episódio mostrou que não há resposta à altura da expectativa que temos em relação ao papel da força policial. Certo é que o número de policiais é escasso e há outras prioridades. Mas os moradores da Zona 4 também merecem atenção”, comenta.
Elefante branco?

Do leitor:
As obras do “Transtorno Norte” que serão inauguradas este mês o custo de manutenção e cuidados com as passarelas, verba para completar os viadutos “saci” e para atender e as demandas de pedidos de passarelas com o surgimento de novos bairros, com certeza, isso será um elefante branco! Se fosse a mãe da turma do amém que tivesse que passar a noite será que passariam?
Descaso no Parque Residencial Andreia

Moradores do Parque Residencial Andreia, conta leitor, já registrou vários protocolos no 156 e também no Semusp. “O lixo acumulado aqui neste local foi a própria prefeitura que recolheu de vários pontos e amontou para remoção. Mas já faz quase dois anos e o depósito de lixo só aumenta. A comunidade está cansada de solicitar e promete fazer remoção e jogar no canteiro central da av. das Torres caso não resolvam o problema (insetos, ratos e todo tipo de animais, com o risco da dengue chegando novamente). Quando o terreno é particular a prefeitura vai e multa o proprietário… quem vai multar a prefeitura neste caso?”.
Na Setrans, falta pessoal técnico
Leitor do site Manchete, o sr. Júnior nos enviou um email com foto do caos que é atravessar a av Morangueira no cruzamento com a rua Clementina Basseto todos os dias, se não bastasse o transtorno, Júnior reclama do péssimo atendimento e da falta de atenção por parte das autoridades responsáveis pelo setor. “Desde 2011 até hoje tento insistentemente através de diversos telefonemas à Setrans (a qual a Prefeitura de Maringá diz que encaminhou a solicitação ao Detran). Em contato com a Semusp, me passaram novo protocolo de número 439016. Leia mais.
Um roubo a céu aberto
Do site Manchete:
A Câmara de Vereadores de Maringá vota hoje em segunda discussão na sessão itinerante a partir das 19h30, no Conjunto Inocente Vila Nova Júnior (Borba Gato), mais um projeto do Executivo que autoriza o município a liberar R$ 200 mil ao Instituto Cultural Ingá para a realização do projeto “Um Shopping a Céu Aberto” que acontecerá nos meses de dezembro de 2013 e janeiro de 2014. Neste ano a Acim conseguiu para promover o Maringá Liquida uma verba pública de R$ 120 mil no início do ano, e bondosamente abriu mão de mais R$ 120 mil para a segunda Maringá Liquida que aconteceu em agosto. Pensávamos que seria mais uma benevolência por parte da diretoria da Acim, mas como aqui é Brasil ou melhor Maringá, acordos obscuros foram tramados na calada da noite, para que a Acim abrisse mão deste segundo valor, para se apoderar de um maior agora, estes R$ 200 mil para um roubo a céu aberto. Leia mais.
Novo lixão em fundo de vale

Leitor envia fotos do fundo de vale entre Maringá e Sarandi, região do Guaiapó/Conjunto Requião. “Estão jogando lixo a céu aberto todos os dias, sem nenhum tipo de pudor. Durante o dia, caminhão, carro, carroça e outros. Está ficando um verdadeiro lixão”, reclama. Autoridades dos dois municípios devem se atentar para o problema, que é crime ambiental.
Um cantinho do inferno
Do leitor:
Estou aqui estudando na BCE [Biblioteca central da UEM]. Aqui está um cantinho do inferno, lugar quente, cheio de pessoas estudando para as provas, e tem apenas ventiladores barulhentos que não dão conta do recado. Sou professor de ensino médio PSS, as escolas estaduais estão parecendo a casa do capeta de tão quente. Pena que educação e conforto não é prioridade para este governo de m(*) do Beto Richa.
Sem fila única
(Repostagem) O BIG, que por várias vezes recebeu comentários pelos colaboradores mal treinados, parece que caminha firmemente para retroceder, comenta leitor. “E não é que conseguiram piorar o atendimento? Não existe mais a fila única para os caixas rápidos. Agora, o cliente tem que passar os caixas em revista, sondando onde a fila está mais curta. Neste último final de semana percebeu-se um movimento bem menor do que em outros tempos. Sem dúvida reflexo de Assaí, Muffato Max e Condor nas proximidades. Mas chama a atenção que ao invés de tentarem melhorar para não perder clientela, fazem justamente o contrário”, completa.
Atendimento Ciretran: haja paciência!
Caros gestores públicos do Paraná e, de forma especial, aqueles que “dirigem” o órgão de trânsito do Estado, no caso Detran/PR e Ciretrans, e também para conhecimento de todos da ineficiência de alguns serviços públicos obrigatórios. É extremamente revoltante a estrutura de atendimento da Ciretran de Maringá e creio que de outras cidades, não necessariamente pelos funcionários que lá laboram com toda a escassez de recursos, principalmente recursos humanos, mas pela ausência de uma estrutura minimamente sintonizada das atividades burocráticas inerentes ao preparo e viabilização dos processos legais de competência daquele órgão. Calma! Eu explico! Há tempos, talvez anos, que o cidadão que busca um atendimento direto na Ciretran, para minimizar os custos altíssimos dos trâmites processuais de veículos, habilitação, dentre outros, depara com no mínimo uma grande surpresa desagradável, pra não dizer inaceitável. Continue lendo ›
O protesto do empresário

Na frente de uma oficina mecânica da avenida Mandacaru, em Maringá, o proprietário colocou este banner dirigido aos vereadores. Nele, conta que foi multado por estar usando 5% da calçada, que está com os impostos em dia e depois do ocorrido já não pensa mais em aumentar as vendas, manter os funcionários ou contratar mais. “Vamos reduzir o número de funcionários e aumentar a bandidagem”, “fácil é multar”, escreveu, perguntando qual é o pior: o roubo a mão armada ou no papel. A frase “Maringá indústria da multa” encerra o desabafo.
Ainda o lixo
Maringaenses curtiram
O caos no trânsito maringaense
Nos dias úteis a rua avenida Mário Clapier Urbinatti, em Maringá, fica caótica no trânsito por volta do meio dia, conta leitor. A explicação é que existem nas proximidades cinco instituições de ensino: dois Nobel, o Maria Goretti, CAP e a UEM. Não se vê por lá a presença de orientadores para o trânsito e em dias de chuva a situação se multiplica. “O que chama a atenção é que hoje resolveram recapear a referida via colocando uma generosa camada de massa asfáltica onde não haviam buracos e, exatamente no horário citado, a vida dos maringaenses ficou extremamente estressante naquela região. Curiosamente a rua Jangada, que é uma via de trânsito semelhante e que fica em um dos cruzamentos da Mário Clapier, está há anos com crateras enormes e só de ocasionalmente fazem um trabalho de remendos lá”, acrescenta.
Árvores ainda atrapalham maringaenses

Em alguns pontos de Maringá ainda é possível encontrar árvores caídas, por conta das chuvas de domingo passado. Preocupada mais com cargos comissionados e viagens internacionais, a administração não prioriza esse tipo de trabalho. Na esquina da rua Belém com avenida Kakogawa, por exemplo, a árvore continua caída, ao lado de um ponto de ônibus, que não circula mais por ali por causa do impedimento causado pela árvore. No Jardim Bela Vista, cansados de esperar o poder público, cortaram uma árvore que caiu sobre a fiação elétrica e havia cortado a energia elétrica no bairro. Foto José do Nascimento Neto.
“Brinde” causa revolta

Em junho passado surgiu a notícia de que o vereador José Aparecido da Silva, o Nito (PSD), de Sarandi, estava dando uma caneca de plástico de brinde com a foto de crianças e a propaganda de sua empresa (Nito Modas). As pessoas eram chamadas na rua para ceder a estampa. O blog de Hilário Gomes e o Sarandi Agora falaram sobre o assunto. Agora, muitos sarandienses estão fulos da vida, pois receberam boletos no valor total de R$ 900,00 enviados pelo Studio Bella Imagem, de Campinas (SP), cobrando o serviço. Familiares que acreditavam estar recebendo um brinde e não comprando uma caneca de plástico por quase R$ 1 mil estão revoltados e pelo menos um deles (o irmão da criança acima) pretende processar o vereador.
Aguardando solução
Muitos maringaenses ainda sentem os efeitos da chuva forte desta semana. O Parque Residencial Cidade Nova conviveu com a falta de energia elétrica por mais de 24 horas, e ontem à noite passou a ficar sem abastecimento de água. No Jardim Bela Vista, os moradores estão há quase 48 horas sem energia elétrica, porque uma árvore caiu sobre a fiação na rua interna 1. A Copel foi lá para atender, mas quem retira a árvore (um ficus) é a prefeitura, e a paciência do pessoal num sábado vira irritação.
Sensação de insegurança
A criminalidade tem aumentado em Maringá e região, provocando uma série de reclamações e muita indignação. Em Maringá, um advogado teve a casa arrombada e furtada duas vezes em uma semana, e além da violência a família não sentiu firmeza no atendimento dos servidores da área de segurança pública, o que aumenta a sensação de falta de proteção. Em Água Boa, distrito da vizinha Paiçandu, sem policiamento, assaltaram o posto de revenda de combustível esta semana, causando grande prejuízo. A população reclama de vereadores e prefeito, embora a maior responsabilidade seja do governador.
Exemplo de civilidade

De leitor, irônico com as surpresas que mesmo com chuva as pessoas proporcionam: “Em pleno inicio de noite, quando todos voltam pra suas casas, o proprietário dessa oficina na avenida Sabiá, Jardim Paris VI, faz um pequeno fogareu com resíduos de sua oficina e outras coisas, contemplando a vizinhança com uma fumaça de odor muito agradável e nada tóxica. Nenhuma novidade para os moradores doo Jardim Paris e redondezas, desamparados pela prefeitura, polícia, e fiscalizações.”
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