Bronca

Cobrando estacionamento em local público

vostokLeitor que levou o neto ontem ao Circo Vostok, que utiliza espaço de estacionamento público no Novo Centro, em Maringá, conta o que aconteceu: “Ao chegar ao local estranhei o pequeno número de veículos no estacionamento, onde o circo está montado e chegamos temer pelo cancelamento do espetáculo da noite pela pouca presença de público. A surpresa foi enorme quando, procurando entrar no espaço do estacionamento, fomos parados por funcionários do circo que vieram nos informar que o estacionamento naquele espaço teria que ser pago. Estranho isso, primeiro a prefeitura da cidade assina patrocínio ou apoio que seja do circo, sob a afirmação do apoio à estada do espetáculo internacional na cidade (penso que, de alguma forma, nosso rico dinheirinho, a exemplo de outros eventos como festival de balões e feira de aviões, está sendo empregado por ali). Continue lendo ›

Liberou geral

panfletos
Há algum tempo o vereador Chico Caiana (PTB), de Maringá, apresentou projeto de lei proibindo a colocação de panfletos de publicidade em veículos estacionados. Diante da repercussão, o vereador pediu para arquivar a proposta. Tem hora que uma lei assim faz falta. Acima, fotos de panfletos colocados no pára-brisa, na porta, no vidro traseiro de um carro de um professor que estava estacionado hoje na UEM. Pode, Freud?

Transtorno no trânsito

Leitor reclamou, à tarde, que, com semáforo desligado, em vez de ter guarda orientando os motoristas no cruzamento da rua Mem de Sá com a Perimetral, em Maringá, simplesmente bloquearam a passagem com placas e fitas. O que sugere, por enquanto, um verso: com Ideval, continua mal

Roubalheira de Natal

Na terça-feira à noite uma leitora foi com a filha à feirinha de artesanato defronte a Catedral de Maringá, para ver a iluminação e visitar o presépio, e depois prestigiar as barracas e comer um espetinho. Na hora de pagar a conta, uma surpresa. O cartaz na barraca informava que o espetinho custava R$ 4,00 e o lanche, R$ 7,00. “Fizemos o pedido de seis espetos e dois refrigerantes. Quando íamos pagar, o rapaz que nos atendia disse: “O caixa é aquela senhora. Depois ela recebe. Sentem-se que vou serví-las”. Um ambiente estava gosto, espírito de Natal… que logo partiu. Veja bem: seis espetos a R$ 4,00 são R$ 24,00, mais dois guaranás a R$ 5,00 cada são R$ 34,00. A conta, porém, veio R$ 44,00. Ao solicitar esclarecimento, disse-me a senhora do caixa: “Veja bem, sra., o espetinho é R$ 4,00 para ser degustado em pé; R$ 5,00 se for sentada”. Mais R$ 4,00 da taxa do garçom. É um roubo ou não?”. Continue lendo ›

Mais movimento, menos vagas

Em pleno dezembro de compras, com a região vindo em peso a Maringá, a prefeitura dá sua colaboração para reduzir o número de vagas para estacionamento na área central da cidade. Chegam ao blog reclamações de leitores pela cessão da maior área de estacionamento do EstaR para a montagem de um circo. Embora haja muito palhaço por aqui, poderiam ter negociado uma outra área.

Poda radical no Parque do Ingá

Parque do Ingá
O entorno do Parque do Ingá recebeu uma poda radical, sob o pretexto de que os galhos machucavam as pessoas, especialmente as mais idosas. Acontece que não contentes em cortar os galhos mais baixos, foram até a copa das árvores, provocando um espetáculo no mínimo muito estranho – que lembra (só os mais velhos se recordarão disso) o “batom” que a administração do PFL fez em árvores centrais da cidade na década de 90 e que deu um bafafá danado. A informação que o blog tem é que de que a poda não foi orientada por especialista.
PS – O secretário Vagner Mussio, de Serviços Públicos, garante que não houve poda radical, pois a maioria das árvores mais atingidas foi de leucenas. A poda foi acompanhada por um especialista e ocorreu também ao redor da pista do Bosque 2.

Caos no vestibular da Uningá

morangueira
“Caos” – assim definiu uma estudande de Londrina, que veio a Maringá prestar o vestibular de medicina na Uningá, em Maringá, ontem. Outros definiram como “inferno” e criticaram muito a faculdade pela falta de organizaçao. Um pai, delegado da Polícia Civil no Mato Grosso do Sul, alterado, dizia: “Eles não servem nem pra mobilizar a polícia e o departamento de trânsito dessa cidade. Nunca vi algo parecido”. No momento em que os portões fecharam, muitos alunos ficaram do lado de fora, desesperados, muitos em prantos, relata. Uma vestibulanda de São Paulo dizia: “Eu estou na fila há mais de 40 minutos, desci do carro e vim correndo, não foi culpa minha que eu me atrasei, foi culpa de vocês, que não sabem organizar um vestibular de medicina”.Continue lendo ›

Uma noite para esquecer

Leitor reclama do que aconteceu na noite de sexta-feira/madrugada de sábado na Zona 4, em Maringá. “Som altíssimo predominou em todo o bairro entre 21 horas e 4 da madrugada, na altura da avenida Nóbrega. Música playback de qualidade discutível. Liguei para o 190. Tinham inúmeras ocorrências registradas de reclamação quanto ao barulho na Zona 4. Prometiam envio de policiais, mas o tormento terminou somente por volta das 4 (…). O episódio mostrou que não há resposta à altura da expectativa que temos em relação ao papel da força policial. Certo é que o número de policiais é escasso e há outras prioridades. Mas os moradores da Zona 4 também merecem atenção”, comenta.

Elefante branco?

transtorno
Do leitor:
As obras do “Transtorno Norte” que serão inauguradas este mês o custo de manutenção e cuidados com as passarelas, verba para completar os viadutos “saci” e para atender e as demandas de pedidos de passarelas com o surgimento de novos bairros, com certeza, isso será um elefante branco! Se fosse a mãe da turma do amém que tivesse que passar a noite será que passariam?

Descaso no Parque Residencial Andreia

anderson
Moradores do Parque Residencial Andreia, conta leitor, já registrou vários protocolos no 156 e também no Semusp. “O lixo acumulado aqui neste local foi a própria prefeitura que recolheu de vários pontos e amontou para remoção. Mas já faz quase dois anos e o depósito de lixo só aumenta. A comunidade está cansada de solicitar e promete fazer remoção e jogar no canteiro central da av. das Torres caso não resolvam o problema (insetos, ratos e todo tipo de animais, com o risco da dengue chegando novamente). Quando o terreno é particular a prefeitura vai e multa o proprietário… quem vai multar a prefeitura neste caso?”.

Na Setrans, falta pessoal técnico

Leitor do site Manchete, o sr. Júnior nos enviou um email com foto do caos que é atravessar a av Morangueira no cruzamento com a rua Clementina Basseto todos os dias, se não bastasse o transtorno, Júnior reclama do péssimo atendimento e da falta de atenção por parte das autoridades responsáveis pelo setor. “Desde 2011 até hoje tento insistentemente através de diversos telefonemas à Setrans (a qual a Prefeitura de Maringá diz que encaminhou a solicitação ao Detran). Em contato com a Semusp, me passaram novo protocolo de número 439016. Leia mais.

Um roubo a céu aberto

Do site Manchete:
A Câmara de Vereadores de Maringá vota hoje em segunda discussão na sessão itinerante a partir das 19h30, no Conjunto Inocente Vila Nova Júnior (Borba Gato), mais um projeto do Executivo que autoriza o município a liberar R$ 200 mil ao Instituto Cultural Ingá para a realização do projeto “Um Shopping a Céu Aberto” que acontecerá nos meses de dezembro de 2013 e janeiro de 2014. Neste ano a Acim conseguiu para promover o Maringá Liquida uma verba pública de R$ 120 mil no início do ano, e bondosamente abriu mão de mais R$ 120 mil para a segunda Maringá Liquida que aconteceu em agosto. Pensávamos que seria mais uma benevolência por parte da diretoria da Acim, mas como aqui é Brasil ou melhor Maringá, acordos obscuros foram tramados na calada da noite, para que a Acim abrisse mão deste segundo valor, para se apoderar de um maior agora, estes R$ 200 mil para um roubo a céu aberto. Leia mais.

Novo lixão em fundo de vale

lixo
Leitor envia fotos do fundo de vale entre Maringá e Sarandi, região do Guaiapó/Conjunto Requião. “Estão jogando lixo a céu aberto todos os dias, sem nenhum tipo de pudor. Durante o dia, caminhão, carro, carroça e outros. Está ficando um verdadeiro lixão”, reclama. Autoridades dos dois municípios devem se atentar para o problema, que é crime ambiental.

Um cantinho do inferno

Do leitor:
Estou aqui estudando na BCE [Biblioteca central da UEM]. Aqui está um cantinho do inferno, lugar quente, cheio de pessoas estudando para as provas, e tem apenas ventiladores barulhentos que não dão conta do recado. Sou professor de ensino médio PSS, as escolas estaduais estão parecendo a casa do capeta de tão quente. Pena que educação e conforto não é prioridade para este governo de m(*) do Beto Richa.

Sem fila única

(Repostagem) O BIG, que por várias vezes recebeu comentários pelos colaboradores mal treinados, parece que caminha firmemente para retroceder, comenta leitor. “E não é que conseguiram piorar o atendimento? Não existe mais a fila única para os caixas rápidos. Agora, o cliente tem que passar os caixas em revista, sondando onde a fila está mais curta. Neste último final de semana percebeu-se um movimento bem menor do que em outros tempos. Sem dúvida reflexo de Assaí, Muffato Max e Condor nas proximidades. Mas chama a atenção que ao invés de tentarem melhorar para não perder clientela, fazem justamente o contrário”, completa.

Atendimento Ciretran: haja paciência!

detranCaros gestores públicos do Paraná e, de forma especial, aqueles que “dirigem” o órgão de trânsito do Estado, no caso Detran/PR e Ciretrans, e também para conhecimento de todos da ineficiência de alguns serviços públicos obrigatórios. É extremamente revoltante a estrutura de atendimento da Ciretran de Maringá e creio que de outras cidades, não necessariamente pelos funcionários que lá laboram com toda a escassez de recursos, principalmente recursos humanos, mas pela ausência de uma estrutura minimamente sintonizada das atividades burocráticas inerentes ao preparo e viabilização dos processos legais de competência daquele órgão. Calma! Eu explico! Há tempos, talvez anos, que o cidadão que busca um atendimento direto na Ciretran, para minimizar os custos altíssimos dos trâmites processuais de veículos, habilitação, dentre outros, depara com no mínimo uma grande surpresa desagradável, pra não dizer inaceitável. Continue lendo ›

O protesto do empresário

Protesto
Na frente de uma oficina mecânica da avenida Mandacaru, em Maringá, o proprietário colocou este banner dirigido aos vereadores. Nele, conta que foi multado por estar usando 5% da calçada, que está com os impostos em dia e depois do ocorrido já não pensa mais em aumentar as vendas, manter os funcionários ou contratar mais. “Vamos reduzir o número de funcionários e aumentar a bandidagem”, “fácil é multar”, escreveu, perguntando qual é o pior: o roubo a mão armada ou no papel. A frase “Maringá indústria da multa” encerra o desabafo.

Ainda o lixo

Rua Quintino Bocaiuva
A coleta de lixo na Zona 7 e proximidades, em Maringá, continua precária. Acima, a situação na Quintino Bocaiúva, e, embaixo, na Mário Clapier Urbinati. As reclamações continuam de várias partes da cidade.
Av. Dr. Mario Clapier Urbinati

O caos no trânsito maringaense

Nos dias úteis a rua avenida Mário Clapier Urbinatti, em Maringá, fica caótica no trânsito por volta do meio dia, conta leitor. A explicação é que existem nas proximidades cinco instituições de ensino: dois Nobel, o Maria Goretti, CAP e a UEM. Não se vê por lá a presença de orientadores para o trânsito e em dias de chuva a situação se multiplica. “O que chama a atenção é que hoje resolveram recapear a referida via colocando uma generosa camada de massa asfáltica onde não haviam buracos e, exatamente no horário citado, a vida dos maringaenses ficou extremamente estressante naquela região. Curiosamente a rua Jangada, que é uma via de trânsito semelhante e que fica em um dos cruzamentos da Mário Clapier, está há anos com crateras enormes e só de ocasionalmente fazem um trabalho de remendos lá”, acrescenta.

Árvores ainda atrapalham maringaenses

Árvore caída
Em alguns pontos de Maringá ainda é possível encontrar árvores caídas, por conta das chuvas de domingo passado. Preocupada mais com cargos comissionados e viagens internacionais, a administração não prioriza esse tipo de trabalho. Na esquina da rua Belém com avenida Kakogawa, por exemplo, a árvore continua caída, ao lado de um ponto de ônibus, que não circula mais por ali por causa do impedimento causado pela árvore. No Jardim Bela Vista, cansados de esperar o poder público, cortaram uma árvore que caiu sobre a fiação elétrica e havia cortado a energia elétrica no bairro. Foto José do Nascimento Neto.

“Brinde” causa revolta

Caneca
Em junho passado surgiu a notícia de que o vereador José Aparecido da Silva, o Nito (PSD), de Sarandi, estava dando uma caneca de plástico de brinde com a foto de crianças e a propaganda de sua empresa (Nito Modas). As pessoas eram chamadas na rua para ceder a estampa. O blog de Hilário Gomes e o Sarandi Agora falaram sobre o assunto. Agora, muitos sarandienses estão fulos da vida, pois receberam boletos no valor total de R$ 900,00 enviados pelo Studio Bella Imagem, de Campinas (SP), cobrando o serviço. Familiares que acreditavam estar recebendo um brinde e não comprando uma caneca de plástico por quase R$ 1 mil estão revoltados e pelo menos um deles (o irmão da criança acima) pretende processar o vereador.

Aguardando solução

Muitos maringaenses ainda sentem os efeitos da chuva forte desta semana. O Parque Residencial Cidade Nova conviveu com a falta de energia elétrica por mais de 24 horas, e ontem à noite passou a ficar sem abastecimento de água. No Jardim Bela Vista, os moradores estão há quase 48 horas sem energia elétrica, porque uma árvore caiu sobre a fiação na rua interna 1. A Copel foi lá para atender, mas quem retira a árvore (um ficus) é a prefeitura, e a paciência do pessoal num sábado vira irritação.

Sensação de insegurança

A criminalidade tem aumentado em Maringá e região, provocando uma série de reclamações e muita indignação. Em Maringá, um advogado teve a casa arrombada e furtada duas vezes em uma semana, e além da violência a família não sentiu firmeza no atendimento dos servidores da área de segurança pública, o que aumenta a sensação de falta de proteção. Em Água Boa, distrito da vizinha Paiçandu, sem policiamento, assaltaram o posto de revenda de combustível esta semana, causando grande prejuízo. A população reclama de vereadores e prefeito, embora a maior responsabilidade seja do governador.

Exemplo de civilidade

Jardim Paris
De leitor, irônico com as surpresas que mesmo com chuva as pessoas proporcionam: “Em pleno inicio de noite, quando todos voltam pra suas casas, o proprietário dessa oficina na avenida Sabiá, Jardim Paris VI, faz um pequeno fogareu com resíduos de sua oficina e outras coisas, contemplando a vizinhança com uma fumaça de odor muito agradável e nada tóxica. Nenhuma novidade para os moradores doo Jardim Paris e redondezas, desamparados pela prefeitura, polícia, e fiscalizações.”

Sobre a pista de caminhada

galhos
Há mais de 10 dias cortaram a copa de uma árvore na rua Palmital, zona norte de Maringá, e depositaram os galhos bem em cima da pista de caminhada dos moradores do bairro. Esqueceram de terminar o serviço e mostra total desprezo aos usuários da pratica desportiva, reclama leitor.

Cena da saúde pública maringaense

saude
Leitor indignado conta que hoje foi se vacinar na Secretaria Municipal de Saúde de Maringá contra hepatite B. “Tomei a primeira dose em 24 de agosto. A carteira marca nova dose para 24 de setembro. Uma atendente chama Liatriz mal pegou a carteira, viu a data e disse: volte amanhã. Expliquei que amanhã iria viajar e gostaria de me vacinar hoje. Ela falou: impossível; só posso fazer nova dose a partir de amanhã pois a lei determina um mês após a primeira dose. Tentei argumentar com ela mas sempre ouvia impossível como resposta. Acontece que a lei não fala em um mês mas em 30 dias. Como agosto tem 31 dias hoje completa os 30 dias. Ela devolveu a carteira e disse encerrando o assunto que hoje seria impossível e pronto, chamando o próximo a ser atendido. Eis o que fala a lei:Continue lendo ›

Reclamando do recadastramento

Leitor que é representante comercial e por isso viaja muito – especialmente Goiás, Bahia e Minas Gerais – reclama do recadastramento biométrico da Justiça Eleitoral. “O único dia que tiro para rever velhos amigos é o dia de eleições e o TRE quer me tirar isso, pois disse que tenho que votar próximo à minha casa; não me importo com a gasolina que eu gasto nesse dia, não deveria interessar a eles também”, queixa-se. Trocando em miúdos, ele não fará o recadastramento e ficará sem votar, pois o TRE não quer deixar que ele escolha o local para votar, se bem que, como ele mesmo observa, “ultimamente está sendo melhor não votar mesmo.

Final de semana frustrado

Leitora, em casa recuperando de uma cirurgia nos pés, sem poder andar com muita frequência, saiu ontem para passear. Conta que foi com a filha, o genro e a netinha até a praça da Catedral de Maringá, e levaram um pano e uma bola para se divertir um pouco. “O passeio seria mais agradável, se eu não tivesse me deparado com o total despreparo da Guarda Municipal. Eles andam de moto na grama, onde tem crianças correndo atrás de bola, pedalando e brincando com seus pais, assim como vários lençóis estendidos sobre a grama onde famílias lancham, filhos pequenos até dormem”, conta, citando a abordagem desrespeitosa que fazem de quem usa narguilé.Continue lendo ›

Alimentação reduzida

Leitora do blog reclama da mexida que a Prefeitura de Maringá deu nas refeições nas escolas de tempo integral da rede municipal de ensino. “Tiraram o café da tarde. Depois do sono as crianças ficam sem alimentação até a hora da jantar, quase cinco horas sem comer”. Em alguns estabelecimentos o pessoal tenta driblar, mas consta que a prefeitura não está mais mandando alimentos para estas refeições.