Bronca

Os cachorros do Jardim Universo

Na esquina da avenida Joaquim Duarte Moleirinho com rua Universo, no Jardim Universo, em Maringá, um terreno baldio está sendo usado como referência para alimentar cachorros de rua. Algumas senhoras levam água e comida todos os dias, o que tem feito aumentar o número de animais por ali. Moradores já comunicaram a prefeitura, que nada fez até agora. Prometeram até recolher os animais, mas isso já faz mais de vinte dias. Os cachorros, contam, estariam atacando transeuntes, em especial crianças.

Proibido ter dor de barriga

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A situação no bloco G34 da UEM está caótica, diz leitor. Está interditado desde o início de julho e nada é feito. Alunos sem banheiro e segurando a vontade. Não se pode ter dor de barriga na “melhor do Paraná”.

Sem coleta de lixo

Assim como outros, leitor reclama do descaso com a coleta do lixo em Maringá. “Aqui no Jardim Copacabana/ Hermann Moraes Barros, a coleta de lixo não passa faz uma semana. Quando resolvem passar, coletam somente de um lado da avenida e deixando o outro lado sem coleta. O bairro inteiro está sem coleta”.

Descaso e omissão no WD

De Edivaldo Magro:
Antes de mais nada, é importante sublinhar que sou amante do futebol e torcedor. Na trajetória vitoriosa do Metropolitano estive em todos os jogos disputados no WD e acompanhei o time fora de casa. Então, tenho crédito para criticar o que se passou na noite deste domingo, quando carimbamos a faixa de campeão da Divisão de Acesso e oficializamos a ascensão à Primeira Divisão com título conquistado na valentia (defender que a equipe mostrou em campo um futebol refinado é exagerar na torcida). Mas vamos lá. É surpreendente o amadorismo com que se tratou o torcedor, a começar pelo tumulto na entrada. Bastou um volume maior de pessoas para se evidenciar a falta de organização da diretoria do Metropolitano. Continue lendo ›

Cena da saúde pública

Leitora conta que a mãe é moradora de Paiçandu há mais de 20 anos e necessita consulta e acompanhamento médico regular. “Tenho visto que o prefeito têm dado prioridade ao asfalto em Paiçandu e tem se esquecido de atender a saúde da população dessa cidade, como foi o caso de minha mãe, que procurou atendimento psiquiátrico por várias vezes tanto na unidade de saúde, quanto no centro de atenção psicossocial e acontece que quando a psiquiatra está presente para fazer os atendimentos, faz de mau gosto e com grosseria aos pacientes (…). Será que o prefeito de Paiçandu pensa em reestruturar a equipe de profissionais que atuam nessa cidade ou pensa mesmo com o foco nas pessoas? Faço aqui meu apelo (…) e não quero ver minha mãe ou outra pessoa com mau atendimento ou entupida de remédios, por favor senhor gestor, tome providências”.

A falta de coleta do lixo

Do leitor:
Eis que a RPCTV, em seu noticiário de ontem à noite, apresentou reportagem a respeito da imundície que está em Maringá, pela falta de recolhimento do lixo, e dando conta de que a prefeitura faria um mutirão para a limpeza. Na oportunidade o secretário Wagner Mússio, declarou que o fato (o não recolhimento do lixo) se deu em virtude de os moradores varrerem a frente de suas casas e ensacarem as folhas, acumulando, assim, um volume maior de trabalho. Então eu pergunto: Sr. Mússio, o sr. não sabe que pagamos junto com o IPTU uma taxa de varrição das ruas? Então o sr. confessa que o serviço não é feito por quem deveria fazer, e ainda responsabiliza o povo, que pagou e teve que fazer o serviço? Para onde foi o dinheiro da taxa de varrição?

“É o cúmulo da falta de respeito”

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Leitor envia a foto, feita ontem num shopping de Maringá, e se pergunta como essas motos chegaram aí conduzidas por cadeirantes. “Acho tão estranho uma pessoa “normal” (sem impedimentos físicos) fazendo uso de uma vaga destinada a quem realmente precisa dela. É o cúmulo da falta de respeito”, diz, cobrando medidas do shopping, onde já viu cadeirantes se deslocando das partes mais distantes do estacionamento, até as entradas do shopping, justamente devido as vagas “especiais” estarem sendo ocupadas por pessoas que não precisariam delas.Continue lendo ›

Tempos barulhentos no Laranjeiras

Leitora do Parque das Laranjeiras, em Maringá, reclama da falta de paz no Parque das Laranjeiras, por conta do abuso de som automotivo, farras em residências e tráfico e uso de drogas. “Estes vizinhos, todos chegados após o ano de 2000, vêm perturbando, ofendendo, atiçando a população de bem do bairro e nós estamos completamente desprotegidos, ontem tivemos até que chamar a PM, que só compareceu no local após o início de uma briga, motivada por som automotivo, ofensas, pirraças provocadas por um destes seres barulhentos. E a PM só compareceu para atender o pedido do causador da situação, que alegou ter sido agredido gratuitamente.
Resumindo, estamos vivendo num inferno e sem proteção, neste lugar compensa ser bandido, traficante, tudo menos gente de bem. Nesta cidade não temos quem legisle a favor da população, toda medida que sai é para proteger bandido! Enquanto isso nós cidadãos temos que ouvir som a todo volume, farra nas casas, ofensas quando vamos pedir que se contenham um pouco, acusação de tentativa de agressão e fumar a maconha do vizinho por tabela… infelizmente não tenho como me mudar daqui… mas este pedido já faz parte das minhas orações.”

Lixo na Vila Ipiranga

Leitor da Vila Ipiranga, em Maringá, reclama da coleta de lixo, que, segundo ele, não acontece nas ruas daquele bairro há duas semanas. “Não sei ao certo o motivo, mas quando o lixeiro passava em casa eu e minha esposa notávamos que o caminhão de coleta de lixo está em condições deploráveis, então imaginamos que ele deve estar quebrado e simplesmente ninguém tomou nenhuma posição quanto a isso”, conta, para finalizar comentando que, apesar dos impostos que paga, a rua de sua casa parece um lixão a céu aberto.

Quando permitirão o acesso à lista de espera?

A reclamação de um leitor bem que poderia ser tema de protesto, inclusive dos médicos e estudantes de Medicina que estão nas ruas. Ele reclama da que situação absurda que acontece em Maringá, onde ninguém consegue ter acesso à lista de espera de atendimento do Sistema Único de Saúde para consultas especializadas, cirurgias e exames. O próprio sindicato dos servidores e o vereador Humberto Henrique (PT) já tentaram, mas não tiveram acesso aos nomes, só aos números. “Meu Deus do céu, pra que serve a lei da transparência A lista de espera/fila deveria estar divulgada no portal da transparência, para não favorecer trambicagens e furões amigos de políticos”, comenta.

Uma árvore no caminho

Casa Borba Gato
Leitor escreve para protestar e mostrar sua indignação em relação à retirada de uma árvore defronte sua residência, no Borba Gato, em Maringá. “Fiz a solicitação pois, o exemplar arbóreo encontra-se bem defronte a entrada de veículos. A residência já existia e simplesmente fiz uma reforma e, conforme todos os padrões, não existiria nenhum outro local para a entrada de veículos a não ser que eu demolisse a casa original e construísse do outro lado do terreno para respeitar o plantio da árvore. Feita a solicitação e crente de que não fosse gerar custos com indenização devido ao projeto original e a menção de plantio da mesma espécie ou similar no local adequado, recebo a informação de que caso queira retirar a árvore preciso indenizar a Prefeitura de Maringá em mais de R$ 1.000,00, valor este cobrado pelas despesas da retirada, segundo um funcionário da Semusp. Como cidadão maringaense fiquei indignado com tamanho abuso e gostaria de dividir a minha revolta com os demais para quem sabe conseguir chegar a uma solução justa”.

Cadeiras sujas no Willie Davids

Leitores pedem que a Prefeitura de Maringá lave as cadeiras do Estádio Regional Willie Davids, pois estão muito sujas. “Várias cadeiras têm fezes de pombo, que podem passar doenças, além, claro, das que têm poeira. Fui ao estádio e fiquei com vergonha”, comentou um dos leitores. Como a prefeitura já gastou consideravelmnente para transformar o local em centro de treinamento para a Copa de 2014, certamente não custa lavar as cadeiras.

Dificuldade de acesso no EstaR

Leitor conta que o guichê 10 da Praça de Atendimento da Prefeitura de Maringá está fechado, o que obriga deficientes e idosos que precisam dos serviços do EstaR a se dirigir até a sede do Estacionamento Rotativo Regulamentado, que fica nas instalações da antiga Biblioteca Municipal Bento Munhoz da Rocha. O local apresenta dificuldades de acessibilidade, já que não há rampa ou acesso especial para quem tem necessidade de mobilidade facilitada. O número de pessoas que tem este tipo de necessidade é pequeno, mas eles têm direitos e o contrário significa exclusão. Como disse um leitor recentemente, o dia que a Setrans for comandada por uma pessoa com mais de 65 anos as coisas vão mudar…

Bloqueando a entrada

Bloqueio
A foto foi tirada na manhã de ontem e mostra um Fiat Uno do Conselho Tutelar Zona Sul, de Maringá, trancando a entrada de veículos do prédio. “Acredito que a ordem e a lei são para todos. Funcionários públicos têm que dar o respeito para serem respeitados”, diz o leitor que mora no prédio e enviou a foto.

Carteira borrada

Enquanto o governador Beto Richa viaja com avião oficial pra ver jogo de futebol no Maracanã, as reclamações dos contribuintes paranaenses continuam. Uma das mais recentes vem dos que utilizam os serviços do Detran e são em relação à qualidade da impressão da Casrteira Nacional de Habilitação, pois ficam borradas e impedem a leitura do nome, o que chega a ocasionar multas. Uma leitora reclama que teve que pagar R$ 62,00 para tirar a segunda via, sendo que o erro é do Detran. “Você coloca na carteira e ela borra, fica sem conseguir ler o nome. O guarda falou que multa e não quer saber de nada”, comentou.

Na hora de pagar, o preço é outro

No Facebook, Thalita Garcia contou que se sentiu lesada quando foi numa padaria, na avenida Brasil, em Maringá, e constatou na hora de pagar que algunsa produtos possuem um valor no balcão e outro no comprovante. “Serviu pra eu aprender a conferir sempre é desconfiar da mão”, aduziu, seguida de comentários de pessoas que passam pelo mesmo problema no mesmo local e em supermercados da cidade.

Beto Richa: festa e tietagem no Maracanã

Beto Richa no Maracanã
Houve quem não gostou de ver o governador Beto Richa (PSDB) todo serelepe na final da Copa das Confederações, ontem, no Maracanã, tietando artistas e jogadores da seleção brasileira. “É legal isso?, penso que sim, mas imoral é. Muitos que perderam tudo, inclusive o aparelho de televisão, nesses dias de enchentes, não puderam ver a cena de preocupação que o “nosso” governador demonstra. Em pleno Maracanã se confraternizando e tietando jogadores. Talvez no próximo fim de semana, ele deve estar em algum autódromo pilotando um bólido!”, reclama leitor.

Passe bloqueado

Leitora maringaense, mãe de dois filhos, reclama que  teve o cartão do Passe do Estudante bloqueado. Em contato com a Setrans, ela, que reside no Conunto Cidade Alta, recebeu a informação que o desbloqueio deverá acontecer em uma semana. “Não tenho condições de custear as passagens por uma semana”, reclama ela. A alegação foi de que existe documentação divergente, o que não procederia. Interessante é que a prefeitura alegou que o caso seria com a Setrans e a secretaria informou que é a empresa concessionária que fez o bloqueio. Entenda-se…

Mais propaganda, menos educação

Da Universidade Estadual de Maringá vem a reclamação de que, por ter torrado dinheiro com propaganda, o governo de Beto Richa determinou e a UEM acatou a redução de professores temporários. “Em meu departamento serão cortados três professores. Com isso os demais terão acréscimo em sua carga horária. Essa medida posta em prática acarreta uma diminuição do desempenho dos professores”, avalia um deles.
PS do Blog – De acordo com o site Brasil 247, Richa gastou R$ 240 milhões em apenas doze meses.

Multas injustas

Comentário feito por leitor numa postagem do último dia 21 refere-se a um episódio ocorrido por volta das 11h30 daquele dia, na avenida Centenário, perto da rodoviária. Ali, conta, havia um agente da Setrans com um pardal móvel, escondido atrás de uma árvore, multando os motoristas que iam buscar os filhos nas duas escolas da proximidade (ANPR e Campos Sales). Não haveria placa de sinalização na via. “A ordem é mesmo para multar. O EstaR multa carros em horários que os condutores estão em outros lugares, inclusive em casa, mas o secretário quer que multe. Pergunto: para que você quer tanto o dinheiro das multas dos trabalhadores?”,  diz o leitor, para quem muita gente está sendo multada injustamente em Maringá.

Dias melhores virão

Entre os muitos comentários que o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), recebeu no Facebook no último sábado está o de um servidor público municipal que foi transferido por sua administração para o cemitério municipal, como retaliação. Descontada a raiva, o depoimento é sintomático da desilusão provocada por Pupin nas pessoas que votaram nele, por conta principalmente de sua subserviência a Ricardo Barros, que supera a do próprio irmão do secretário de Beto Richa. Ele escreveu: “Um dia eu achei que podia acreditar em vc Roberto Pupin mais depois que os ladrões que são seus aliados e sua queridissima chefe de patrimônio Lia me trocaram de setor para trabalhar de coveiro eu quero mais é que tdo pra vc se exploda pois isso uma vergonha… para morar no royal garden é fácil né difícil pra vc e sua família deve ser pegar um fila do sus.. mais aguarde dias melhores viram e escreva na cabeceira de sua cama.. o aux aqui que vc mandou ser coveiro vai entar no MP e se depender de mim tdo que vier em seu nome e de seus ladrões eu vou arrebentar com tdo…” (sic)

A saga do voo 1132 da Gol

Voo atrasado
A professora Maria Luisa Furlan Costa, que passou o aniversário em Brasília, e o empresário Bigu (Baratek) estão entre os passageiros que embarcaram em Congonhas, para Maringá, ontem à noite, mas ainda não chegaram. O voo 1132 da Gol tentou Curitiba e Londrina e voltou para Campinas; de lá, os passageiros foram de ônibus para Congonhas, onde o guichê estava fechado e não havia funcionário nenhum. Há pouco, a empresa liberou um vale de R$ 15,00 para o café da manhã. Enquanto isso, o pessoal pratica paciência para sair de São Paulo às 9h30, com conexão em Curitiba e chegar em Londrina às 13h20; de lá para cá, de ônibus. “É mole ou quer mais?”, questiona professora no Facebook, onde postou fotos.

O povo quer protestar

sanepar
Leitor-cidadão maringaense aproveita a deixa e sugere que, além do transporte coletivo, o protesto se estenda até a alta taxa de esgoto cobrada pela Sanepar. “Eu me sinto lesado. São 80% sobre a taxa da água, isso é um absurdo. O outro é termos que pagar o consumo que eles exigem, de 10 mil litros. Eu gasto 5 mil litros e tenho que pagar por 10 mil. Vamos juntos brigar por mais nossos direitos vamos por a boca no trobone. Vamos lutar por um Brasil mais digno”.
Já o ex-vereador Adorno Reis defende que se proteste nas ruas contra o preço cobrado em alguns trechos de pedágio que pouco oferecem em troca, caso, sustenta, de Maringá-Paranavaí. Ele defende o valor de R$ 2,00.

Interrupção e prejuízo

Comerciante reclama que desde a última segunda-feira a Prefeitura de Maringá realiza trabalho de recapeamento em duas quadras da rua Néo Alves Martins, no centro da cidade, através do setor de Pavimentação e Obras da Secretaria Municipal de Serviços Públicos. Isso gerou um transtorno que, reclamam, está se alongando e poderia ser abreviado, implicando principalmente em prejuízo, pois alguns comércios ficaram isolados e estão perdendo clientes.

Procon dá dor de cabeça aos consumidores

Leitora reclama que desde a semana passada tem ido ao Procon de Maringá e não consegue resolver seu problema, pois há perda da conexão com a internet. “Assim eu, como outros consumidores, somos obrigados a ir embora e voltar em outro dia. Os funcionários do Procon nos atendem muito bem, no entanto dizem ser impossível abrir processo sem rede. Quando o sistema “cai”, demora cerca de quatro horas para ser restabelecido. Será justo tratar o consumidor assim?”, questiona. Quando é o Procon que dá dor de cabeça ao consumidor, com quem se reclama?

Na UEM, denúncia de uso da “força física”

Leitora escreve dizendo que aconteceu com seu neto: “Se não bastassem os desmandos da administração do professor Julio Santiago à frente da UEM, tem se tornado recorrente o uso da força física por parte de alguns vigias da instituição, no espancamento de menores “suspeitos” de estarem fazendo uso de maconha. Mesmo sem comprovação alguma, vários menores já foram rendidos e espancados até sangrarem. Enquanto estão ocupados em espancar menores, a função para o qual foram contratados, que é zelar pelo patrimônio da UEM (vigilância patrimonial), está em plano secundário, haja vista a quantidade de equipamentos multimídia, eletrônicos e de laboratórios que são furtados semanalmente. Alguém pode tomar alguma providência pelo amor de Deus?”.

Um filme de terror II

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Leitor esteve sábado no prédio ao lado do Cine Teatro Plaza e as fotos que fez complementam reclamação de leitora sobre a situação de abandono daquele local, no centro de Maringá. Havia água sobre a marquise. A própria situação do prédio vizinho, cujas obras de reforma foram paralisadas, ajuda a configurar um cenário tétrico naquela região.

As obras do Restaurante Universitário

De estudante da UEM:
Gostaria de perguntar ao reitor da UEM, magnífico “doutor” Julio Santhiago, se as obras de reforma do RU estão paradas para fazer política nas eleições para reitor ou o que? Será que ele dorme a noite ao saber que tem gente que não está conseguindo se manter na UEM pela falta do RU? Muitos leitores do blog irão falar que tem o Restaurante Popular, mas aos desvisados, na UEM tem restaurante para isso, não para nós – estudantes – ficar indo no Popular. Onde está a Movimente-se? Estão fumando maconha para não enxergarem isso? Será que algum dia a Movimente-se irá se interessar pelos nossos problemas? Será que algum dia a Movimente-se teve interesse de ver o andamento das obras in loco? No início do ano, falava-se que a reinaguração seria em setembro. Agora especula-se que não terminará este ano. Uma tremenda vergonha!

O drama das manhãs de domingo

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Leitor reclama da situação que considera insuportável dos moradores dos edifícios próximos ao cruzamento da avenida Horácio Raccanello com rua Basilio Sautchuk, no Novo Centro. “Todo domingo de manhã se repete a mesma coisa, a partir das 6h30 da manhã vendedores/compradores de carros vem nesta região mostrar/ver veículos. Simplesmente todo mundo que mora aqui tem que acordar por causa da bagunça que fazem. É som alto o tempo todo, gente acelerando veículos atingindo velocidade bem acima do limite permitido, é uma terra sem ordem. Estão perturbando o sossego dos moradores da região e colocando em risco pessoas que transitam por aqui nestes horários. Todo domingo é a mesma coisa. A pergunta que fica é: Por que a prefeitura não transfere essa baderna para um local mais afastado ou então naquele estacionamento público na esquina das avenidas Herval com a Horácio?”.

Alarme de banco dispara de madrugada e não deixa vizinhança dormir

Moradores das redondezas do Avenida Center, região central de Maringá, têm sido incomodados com o disparo do alarme da agência da Caixa Econômica Federal durante a madrugada. Isso já aconteceu algumas vezes meses atrás e vem acontecendo direto há uma semana. O som do alarme é tão alto que é possível ouvir em todas as quadras em volta. Na frente do Avenida Center estão localizados dois prédios residenciais. Há alguns meses atrás a síndica de um dos prédios já fez uma reclamação para o shopping, mas nenhuma providência foi tomada. Alguns seguranças do shopping afirmaram que o cofre da agência pegou fogo há algum tempo e por isso o alarme dispara. Está sendo impossível para alguns moradores dormir nesses dias; um exemplo: o alarme começou o disparo na noite de ontem e só parou às 6h05 de hoje. Todos reclamam, inclusive os próprios seguranças do shopping. “Peço que a autoridade responsável ou alguém com influência torne uma providência o mais rápido possível, pois o caso está fora de controle”, reclama a moradora que fez o vídeo..