Bronca

Um dia de domingo

Motos na calçadaMotos na calçada
Leitor fotografou dois guardas municipais, na manhã de ontem, dando o que diz ser mau exemplo. As motos ficaram sobre a calçada, dificultando a passagem a passagem de pedestres e impedindo o acesso pela rampa para cadeirantes.

Galhos no passeio público

Galhos na calçada
No Jardim Lucionópolis, em Maringá, há cerca de 15 dias foram cortados galhos no entorno do Centro Municipal de Educação Infantil Nice Braga e, por mais que moradores tenham ligado para o 156, ainda não foram retirados da calçada.

“A maior vergonha de Maringá”

Leitor desabafa e reforça a tese de que Maringá é só para os ricos e puxa-sacos do governo, em mensagem enviada ontem à noite, da qual o blog publica trechos. “Estou esperando um medicamento para minha vó para ajudar no tratamento da hepatite. Fiquei mais de duas horas pra pegar uns papéis para fazer o pedido do medicamento e voltar depois com todos os itens necessários para dar entrada no pedido. Pois bem, para doar dinheiro para uma feira aeronautica e pro “sr. prefeito” e seus puxa-sacos irem para o Chile ao custo de US$ 500,00 a diária para cada um, além do custo das passagens que não foram divulgados. Pois bem novamente, minha vó foi ao médico particular dela porque se fosse esperar pela prefeitura ela tinha morrido há dois anos, quando operou para a retirada de um câncer no fígado. Continue lendo ›

Terreno que era horta comunitária é alvo de reclamações em Maringá

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Moradores dos conjuntos Sol Nascente e Cidade Canção está fulos da vida com… com quem mesmo? Logo depois das eleições do ano passado, o terreno em que funcionava uma horta comunitária (debaixo da linha da Eletrosul), na rua Alfredo Urbano Rodrigues, foi dividido. Uma pequena rua foi aberta, a horta passou para o outro lado, o terreno antigo foi colocado à venda mas o asfalto, executado pela Extracon, dividindo a área, não foi finalizado até agora; a rua não aparece no mapa da cidade. Para fazer as alterações, destruíram o passeio público, que era pavimentado com pedriscos e utilizado principalmente estudantes e pessoas da terceira idade (tem uma ATI nas proximidades). Hoje, as pessoas têm que se arriscar no meio do asfalto, e a rua tem trânsito considerável. Sem contar o matagal existente no antigo terreno da horta comunitária, hoje abrigo de animais peçonhentos e de maloqueiros, já que por ali tem uma casinha de madeira. A mudança da horta, perceberam os vizinhos, fez sumir uma vistosa estufa, que existia até o ano passado. O terreno tem 535 metros e o telefone de contato para sua venda é o do escritório do ex-deputado federal Ricardo Barros (PP). “Se o terreno fosse de um mortal qualquer, a esta hora a prefeitura teria tascado multa por causa do mato e punido a empreiteira por ter destruído a calçada”, reclamou um morador.

Desperdício de energia

energia
Leitor envia foto feita na tarde de sexta-feira, no Bosque 2, em Maringá. “Também encontrei macacos comendo lixo amontoado na ATI e um macaco está em decomposição na calçada há dias”, acrescenta.

Interdição da Pedro Taques irrita motoristas

As orelhas do secretário de Trânsito e Segurança de Maringá, capitão Ideval de Oliveira (PMN), devem estar quentes. Uma quadra de uma das pistas da avenida Pedro Taques, entre as avenidas Mauá e Horácio Raccanello, foi interditada nesta tarde pela Academia Team Nogueira, na região central da cidade. Um agente da Setrans tenta orientar o trânsito nas imediações, complicado por um acidente na avenida Mauá.  Não é preciso explicar que a coisa por ali ficou muito complicada.

Indignação

Indignação quanto a falta de ética com os clientes do Supermercado Bom Dia, localizado na Av. Gastão Vidigal (e se for cultura da empresa minha indignação migra para cada uma das outras unidades desse supermercado). Por 3 ou 4 vezes os preços nas gôndolas eram superiores do que aqueles apresentados no caixa. Numa das vezes a diferença era de quase R$ 1,00 por unidade do produto. Após a reclamação, uma funcionária foi até a gôndola e simplesmente “sumiu” com o marcador de preço. Resultado: permaneceu o valor superior da caixa registradora. Hoje, mais dois outros produtos estavam com preços alterados. Mais do que depressa retornei à gôndola para que nenhum infeliz “sumisse” com a prova cabal e documental. As funcionárias com as quais reclamei – porque não se percebe a presença de gerente – ouvem a reclamação e fazem ouvidos moucos. Continue lendo ›

Sanepar troca relógio e conta aumenta

Leitor escreve para reclamar da troca de relógios de medição que a Sanepar tem realizado em Maringá. “A exemplo de outras casas, onde moro vieram trocaram o relógio e para nossa triste surpresa houve um aumento na conta de água, mas aumentou muito: pagávamos em torno de R$ 50,00; a conta seguinte à troca do relógio foi para R$ 115,00 e após R$ 163,00. Não houve mudança na rotina da casa. Verifiquei o relógio e ele não para de rodar. Liguei para a Sanepar e como sempre a culpa é nossa, disseram que vão mandar um funcionário para fazer uma verificação e já sei qual vai ser o parecer, pois na casa de minha tia, que mora sozinha e fica mais na casa de suas filhas do que na própria casa dela, houve um reajuste também absurdo e ainda cobraram uma taxa de R$ 43,00 pela infeliz visita. Quando visitam as casas sempre dizem que é vazamento em algum lugar e não o relógio que está errado, mas o fato é que somente após a troca é que isso começou”, conta o leitor. Reclamações idênticas já foram feitas ao blog.

Zona livre na Morangueira

O lado par da avenida Morangueira (altura da quadra da Panificadora Fabiana), em Maringá, se transformou em uma zona livre no período da tarde do corredor de ônibus, reclama leitor. “Ninguém mais respeita a faixa exclusiva que começa teoricamente as 17h ou aquele pedaço da avenida esta “liberado”? Onde estão os fiscais do Setrans?”.

Tráfego continua complicado na Colombo

colombo
Quase vinte dias depois da inauguração do Contorno Norte, alegria da mídia (apesar de ser obra federal, a Prefeitura de Maringá gastou os tubos em propaganda), permanecem as reclamações de que o volume de tráfego na avenida Colombo praticamente não mudou. Ninguém anda em horários de pico na avenida, reclama leitor, que está querendo fazer até um abaixo-assinado para pedir a restrição de caminhões na Colombo.

Desperdício

Luz acesa
“Sabendo usar, não vai faltar” diz o ditado. No início da tarde de ontem as luminárias continuavam ligadas. Defeito, descaso ou omissão? Enquanto a maioria da população procura de alguma forma economizar energia, outros simplesmente ignoram os apelos oficiais esbanjando um bem precioso. O loteamento recém-inaugurado foi privilegiado com ruas largas, sinalização perfeita e iluminação pública rebaixada, para a segurança e o conforto dos moradores. Isso quando os imóveis forem construídos. Até lá, as luminárias acesas servirão apenas como decoração de luxo.
José Luiz Boromelo

Qual o benefício que a população tem?

A propósito do gasto aproximado de R$ 2 milhões para a reforma do Ginásio Chico Neto, com a troca da iluminação (que teria provocado lesões na retina de algumas pessoas), leitor pergunta: “Se foi colocado dinheiro nosso para realizar esta competição para beneficiar uma televisão, que provavelmente pagou para ter os dinheiros de transmissão, patrocinadores envolvidos para todo lado e ainda a prefeitura cobra ingressos para a população que ‘bancou’ essas despesas, qual é o benefício que a população tem em reformar algo que ela tem pagar novamente para usufruir? Agora terá a copa masculina e novamente será cobrada, interessante isso”.

Falta uma organização decente

Do leitor:
wdAcho que os administradores do futebol profissional de Maringá não aprendem mesmo. Querem ser grandes, mas pensa como pequeno. Mesmo sabendo que após 6 anos o Maringá está na primeira divisão e ainda vai haver jogo com um time da capital, não tem uma organização decente. Fila enorme para entrar no estádio, deixando um dos portões central fechado, sem falar no monumento que construíram para entrar na descoberta e até hoje também fechado. Para que tudo aquilo, só para dizer que o WD foi reformado e fazer campanha? Fora que no começo do segundo tempo acabou água, suco, cerveja sem álcool. O valor que estavam cobrando por um copo de refrigerante dava para comprar um pet de 2 litros, pois é refrigerante bem inferior que colocaram pra vender. Só em Maringá mesmo.

Outra pegada de pé

De Lauro Barbosa:
Os narradores do SportTV, que estão em Maringá, transmitindo para todo Brasil, os jogos da Copa Brasil de Vôlei Feminino, que estão acontecendo no Ginásio de Esportes Chico Neto, reclamaram do forte calor no local. Como o Chico Neto, segundo a administração, dispõe de um moderno e eficiente sistema de refrigeração (ar condicionado), não se sabe se o calorão no local seria por conta das altas temperaturas desta época do ano ou se o tal sistema só funciona na propaganda.

Andar de carro aqui é difícil

Rua em Maringá
Moradores do Residencial Bim, que fica ao lado do Jardim Industrial, em Maringá, receberam o IPTU mas continuam com dificuldades para transitar em algumas ruas, como a Dracena, que começa no loteamento e termina no Parque do Japão. Os buracos no asfalto são fundos, sem falar nas árvores caídas. “Para chegar na minha casa vou ter que comprar um trator, pois os buracos já consumiram toda a rua. Mas isso não é importante, o importante é a área central. Lógico, eles não moram em bairros…”, desabafou um morador (mais fotos aqui).

E quando a multa é injusta?

Viviane Valadares se diz indignada. Conta que estava indo para o trabalho em 21 de novembro do ano passado, e como sempre saiu bem antes do horário (7h09) porque costuma dirigir com calma pelas ruas de Maringá. Eis que fica sabendo agora, ao consultar o site do Detran, que lhe lançaram uma multa que considera injusta: o agente da Setrans multou-a em R$ 127,69 por estar sem o cinto de segurança. Viviane tem plena consciência de que nunca dirigiu sem o cinto de segurança e, por isso, pede que os agentes que estão nas ruas da cidade prestem mais atenção para evitar injustiças. A indignação dela é a mesma de outra leitora do blog que levou multa pelo mesmo motivo – algo que nunca cometeu. Mas, nestes casos, pra quem apelar?

Lixo no Novo Centro

Lixo no Novo Centro
Leitor indignado envia fotos do que encontrou hoje pela manhã. “Trabalho no Novo Centro e me deparei com uma cena lastimável, pois muitos dizem Maringá ser exemplo de cidade para o Brasil, porém a nossa administração deixa uma das áreas mais nobres da cidade nas piores condições possíveis”, reclama. “Além de tudo, o nosso IPTU teve um aumento considerável, o meu apartamento que estava R$ 230,00 subiu para R$ 400,00”.
Lixo no Novo Centro

Agora, queixa é contra os relógios da Sanepar

saneparAlém do gosto e do cheiro horríveis da água fornecida pela Sanepar aos maringaenses, consumidor reclama que os relógios novos (medidores) que estão sendo instalados não estariam registrando o volume correto de água que se gasta. Quando alguém reclama, a empresa diz que tem vazamento nas casas, acrescenta. Ele, que reside na região norte da cidade, conta que antes em sua casa, onde vivem três pessoas, o consumo não chegava a 10 mil litros mensais e de repente passou a gastar 22 mil. “Não tem cabimento uma coisa dessas. Faz apenas 8 dias que mediram a água aqui e já gastei 5 mil litros, e não é só eu que estou reclamando não, todos os meus vizinhos também estão com o mesmo problema”.

Asfalto no WD

Leitor pergunta o qual motivou levou a Prefeitura de Maringá a asfaltar dentro do Estádio Regional Willie Davids. “Será que lá vai haver muitos veículos transitando? Ou será que precisava dizer que foi gasto muito dinheiro dentro do estádio? Tantos locais precisando de asfalto e gastando dinheiro em outro local sem necessidade”, lamenta.

Longa espera pelo Samu

Samu
Leitor conta que por volta das 2h50 de terça-feira passada sua mãe acionou o Samu de Maringá para prestar atendimento à tia, que havia convulsionando, e que o atendimento foi prestado somente por volta das 7h30, “ou seja, esperamos por um período de quase 5 horas, período esse suficiente para que minha tia tivesse outra convulsão à espera de socorro. Ao questionar o tempo de demora fomos informados de que Maringá conta com somente uma ambulância para atender toda a cidade, e que as demais estão paradas na oficina já há algum tempo. Importante salientar que a indignação aqui expressada e contra o descaso dos administradores para com a saúde pública, e que fomos bem atendidos pelos servidores do Samu que se esforçam com os poucos recursos que possuem para bem atender a população. Até quando essa vergonha e descaso com a população persistirá? Detalhe: O carnê do IPTU esta para chegar, IPVA etc…”.

Indignação: IPTU aumenta mais de 120%

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Benedito Lúcio Barreto, 67, aposentado que ganha um salário mínimo, reclama do presente que recebeu hoje: um aumento de mais de 120% em seu IPTU! Para ele, Maringá está sendo dirigida por uma pessoa desumana “que em nenhuma hipótese está pensando em nós, maringaenses. Sou considerado pioneiro onde moro, no Grevíleas II, mas nunca vi um aumento tão alto no IPTU como está ocorrendo. Costumo sempre pagar à vista meu IPTU. No ano passado, paguei R$ 194,72, mas este ano não sei o que fazer: o meu IPTU veio R$ 672,52. Como explicar isso? Se for comparar com o salário mínimo, este teria que aumentar dezenas de vezes. Estou indignado”.
PS – Mais tarde, ao reclamar na prefeitura, ele ficou sabendo que houve um erro e o valor que recebeu não era relativo ao seu imóvel (aqui).

Cara de pau

Propaganda do governo do Paraná nas praias, este ano, tem um mote: “Litoral de Cara Nova”.
Para um servidor público estadual aposentado, que curte férias no litoral, a propaganda mostra na verdade um governo cara de pau. “Nenhuma obra nova – e ainda faltou água na virada do ano”, lembra.

IPTU 2014 ajuda a elitizar Maringá

Promete a reação ao IPTU 2014 da administração Pupin. Um contribuinte, professor em outra cidade do noroeste, comenta: “Estou impressionado com os administradores da Cidade Canção. Aquela polêmica toda em relação ao aumento do IPTU 2014 culminou, no meu caso, em um aumento de mais de 50% em relação a 2013. Isto porque moro num bairro que era a antiga zona de Maringá. Continua-se a elitizar Maringá, quem pode paga e mora aqui, quem não pode talvez tenha a opção de morar nas cidades vizinhas, que também vêm assimilando a política imobiliária marigaense. O setor imobiliário de Maringá vive no mundo de “Alice”, jurando que aqui é o país das Maravilhas. Eu acho que se a prefeitura tivesse empregado a inflação do ano passado no aumento do IPTU estaria de bom tamanho, mas… Eu vou ser sincero, vou botar a boca no trombone em relação ao IPTU 2014″.

Para que serve a secretaria?

Leitor conta que há algumas semanas procurou a Secretaria de Assuntos Comunitários de Maringá para tentar resolver um problema de seu bairro. “Saí decepcionado. O secretário não soube me orientar. Passou a bola para o diretor, que muito menos conseguiu me informar e me passou para o gerente, que me disse que não sabia o que fazer e pouco me deu atenção. Fiquei muito chateado. Uma secretária que não tem serventia alguma! Aí fica a dúvida: o que esse povo faz, então? Só recebe no final do mês”, reclama, acrescentando: outro dia passou ao lado da Pedra, em Maringá, e viu um servidor da mesma secretaria, filiado ao PMDB, vendendo um veículo em horário de expediente.

Água com gosto de barro

Morador da Vila Operária, em Maringá, garante que a água de grande parte da cidade está com um gosto de barro. “Viajei no dia 21 e voltei no dia 26 e percebi a diferença no gosto. Em conversas com amigos via Facebook descobri que a cidade inteira está assim”, conta. Moradores da Zona 4 e Maringá Velho teriam relatado o mesmo problema. Reclamações semelhantes chegaram ao blog desde ontem. A Sanepar ainda não se pronunciou e o telefone do plantão da assessoria de imprensa da empresa, em Curitiba, não atende.

Domingo de ‘programa de índio’

Fazer compras no Shopping Catuaí de Maringá neste domingo foi um verdadeiro “programa de índio”, reclama leitor. “O martírio iniciava na entrada com as filas no estacionamento e a falta de vagas que obrigava a todos ficar rodando um bom tempo para conseguir parar o carro. Aí dentro do shopping você se dava conta que o ar-condicionado estava desligado e o calor tórrido lá de fora era praticamente idêntico lá dentro. Aí quando se entrava em alguma loja e a energia começava a cair constantemente, impossibilitando que se comprasse ou consumisse qualquer coisa, pois os caixas não funcionavam e, em alguns casos, os comerciantes obrigavam os clientes a se retirarem por medo de serem furtados.Continue lendo ›

Buraco de operadora completa três meses

buraco
Os pés-vermelhos e meus amigos curitibanos que residem na capital precisam ter o sagrado direito de ir e vir devidamente respeitado. A menos de trinta metros do Tribunal de Justiça do Paraná, na avenida João Gualberto, nº 1001, um flagrante de descaso pela vida alheia hoje causou a queda de um idoso, ferindo-o. A imprensa já foi chamada, mas nem resposta deu aos comerciantes daquela quadra. Culpar a prefeitura é fácil, falar mal do prefeito também, mas não me parece justo!Continue lendo ›

Passeio público interrompido

Passeio público
No início da noite de ontem um casal com duas crianças (de 3 e de 8 anos) seguia pela calçada da avenida Brasil, na Vila Operária, em direção à Igreja São José, quando, defronte ao Supermercado Bom Dia, o passeio público estava interrompido, tomado por caixas. Funcionários descarregavam produtos de um caminhão. O cidadão reclamou, alguém teria dito que iria fazer uma roda para lhe arrebentar, houve um bate-boca e a família teve que passar pela rua, num horário perigoso.