Bronca

Desrespeito

Trânsito
Do leitor:
Em vez do desgoverno municipal ficar gastando um monte de dinheiro dos contribuintes maringaenses com campanhas educativas de trânsito, deveria primeiramente treinar e educar seus motoristas para que os mesmos trabalhassem com mais educação e responsabilidade. Essa perua Kombi da Semusp passou a tarde inteira do sábado estacionada em cima da calçada na av. Mauá bloqueando totalmente a passagem dos pedestres que tinham que passar por aquele local. E como pode ser constatado pelas fotos não foi falta de vagas para estacionar, foi falta de educação mesmo, e principalmente falta de responsabilidade do seu condutor. Com a palavra os diretores da Semusp e da Setrans.
Trânsito

Ainda a caminhada que trancou a rua

Caminhada Santos Dumont
Leitor envia foto da caminhada de ontem do governador Beto Richa (PSDB) em Maringá e questiona o uso de viaturas da Guarda Municipal para impedir e o trânsito e permitir o ato político. A questão é que o plano era fazer uma caminhada pela avenida Brasil e, diante das informações de que poderia haver protesto de comerciantes e comerciários, por causa das obras paralisadas por causa da campanha, e o trajeto foi mudado para a rua Santos Dumont em cima de hora. O ideal seriam agentes de trânsito e não a estrutura da GM. Fosse talvez outro evento a solicitude da Prefeitura de Maringá, em pleno sábado, não se repetiria…

Onde fica a economia de energia?

lampadaO servidor público aposentado Reynaldo Carrara diz que não dá para entender os administradores públicos de Maringá. Lembra que em 2006/2007 a Copel patrocinou a substituição das lâmpadas nas instalações de escolas, creches e postos de saúde por lâmpadas mais econômicas, com a intenção de economizar energia elétrica. “Hoje, no entanto, vemos a iluminação pública, inclusive nas escolas, ligadas durante o dia, embora tenha secretário que diz em entrevista que a prefeitura não paga a mais por isso. Onde fica a economia de energia?”, questiona.

Sem calçada

Calçada
Em seu blog, o fotógrafo Tabajara Marques cobra o passeio público na rua Dom Pedro I, que só vai até a Vila Nova. Dali pra frente, bairros como Vila Ipiranga e jardim Guararapes e Cafelândia não têm calçamento público, apesar da lei estabelecer até multa. “Quem será que vai ser multado?”, pergunta.

Demora para atender em dia de jogo

Leitor se queixa da demora no atendimento da Polícia Militar de Maringá em dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo. “É um absurdo. É impossível falar no 190 e é impossível um atendimento antes de 3 horas. Como cidadão, contribuinte do Leão e maringaense estou extremamente irritado e decepcionado com a corporação”, reclama.

Iluminação padrão Pupin

Willie Davids
Torcedor envia fotos do Estádio Willie Davids, em Maringá, ontem à noite, no jogo entre a Zebra e o Grêmio Portoalegrense e destaca que o meio de campo era uma escuridão só. E o locutor, no final do jogo, ainda parabenizou o prefeito fanfarrão, observou. Ainda a propósito, o Zero Hora (RS) publicou hoje que no “Willie Davids, o Grêmio teve também teve um gramado esburacado e uma iluminação precária como adversários”.
Willie Davids

Falta água, sobram justificativas

Moradores da região do Conjunto Lea Leal, zona norte de Maringá, tiveram motivos para reclamar da Sanepar nesta quarta-feira. A falta de água começou às 10h e até há pouco o problema não havia sido sanado. Às ligações telefônicas dos usuários a Sanepar deu informações diferentes ao longo do dia: que era descarga, conserto de rede, troca de registro e, por fim, ao final da tarde, que não havia recebido nenhuma reclamação.

Queimada na UEM

queimada
O leitor Neil Carlos Chagas reclama que desde a madrugada de hoje acontece uma queimada de entulhos, galhos de árvores e lixo dentro do campus da UEM. A Zona 7, principalmente, nesta manhã estava encoberta e sufocada pela grande quantidade de fumaça que ainda está causando muitos transtornos aos moradores da região. “Durante o dia liguei na Secretaria do Meio Ambiente e disseram que iam mandar um fiscal para averiguar. Não sei se foi ou não, pois até agora nada foi resolvido. Liguei no Corpo de Bombeiros 193, disseram que nada podiam fazer, pois no campus da UEM eles não podem entrar sem autorização do reitor. Liguei na Polícia Ambiental, 3901-1936 e disseram para ligar para o Corpo de Bombeiros. Portanto, gostaria de saber para que servem os órgãos de proteção ambiental em Maringá como a secretaria do Meio Ambiente e a Polícia Ambiental, ou qual o órgão responsável, pois quando precisamos nada fazem para atender a população e ficam um empurrando para o outro. Também sobre a “responsabilidade” da reitoria da UEM, uma instituição pública, que em vez de dar um exemplo de proteção ao meio ambiente, deixa acontecer um crime ambiental dentro de sua instituição e não toma providência alguma, sendo que não é a primeira vez que isso acontece”.

Reféns de flanelinhas

flanelinha
Do leitor:
Sair em Maringá especialmente a noite está sendo uma aventura, a cada dia estamos mais reféns dos flanelinhas especialmente perto de shoppings. Na avenida atrás do Shopping Catuaí existe todo um aparato com cadeiras e tudo mais, nos arredores do Avenida Center e do Maringá Park sem comentários… e também perto de boates e bares. Na região do Wood’s os preços são tabelados e segundo eles dizem “porque a area é deles”. Fico me perguntando onde estará quem deveria coibir isso (prefeitura e seus órgãos competentes) já que esses lugares já se tornaram folclóricos como “áreas públicas restritas”, onde você que paga impostos tem que pagar para estacionar seu carro nas vias públicas sob uma suposta “proteção”.

Herança maldita

Contorno Morte
No Facebook, Anderson Sampaio cobra as autoridades em relação ao Contorno Norte, onde acidentes e mortes têm se tornado rotina – como, aliás, se previa. A obra é fruto daquela famosa sociedade entre um hoje candidato a governador e um candidato a deputado federal. Talvez por isso nem todos se sintam à vontade para cobrar sinalização, iluminação e segurança na via e marginais, que nem a presidente Dilma teve coragem de vir inaugurar, no início do ano. Agora, usufruir do que a obra rendeu…

Trecho interrompido

Avenida interrompida
Um trecho da avenida Joaquim Duarte Moleirinho, na zona sul de Maringá, está interditado desde o início da tarde para um evento gospel. Morador da região reclamou ao blog, por causa do transtorno provocado no trânsito, que poderia ter sido pelo menos postergado, já que o evento foi marcado para a noite.

Cena da educação brasileira

Indignado, leitor diz que nesta manhã foi tomar vacina na Secretaria Municipal de Saúde, em Maringá. “Funcionamento normal. Havia uma placa de aviso informando que na segunda (jogo do Brasil) o expediente seria das 7 às 13h. Depois fui à UEM e me informaram que a instituição fechou na quarta e só reabre na próxima terça-feira. E aí quando a comunidade reclama da UEM, alguns dizem que esse clamor vem da “elite branca” (sic).

Lei do Silêncio?

foto
Esta foto foi tirada às 8h desse domingo por leitor, que escreve: “Não satisfeitos com a balada que virou por toda a noite, os proprietários e frequentadores do Nite Club Car Wash estenderam sua festa pela manhã. Os infelizes moradores da vizinhança não puderam desfrutar do merecido descanso dominical. O flagrante foi no terraço da boate. O som agora se espalhava sem piedade. A pergunta é: onde a tal lei que regula decibéis em bares se aplica? Com a palavra, nossas autoridades”.

Creches e escolas fechadas em dias de jogos geram reclamações

As creches e escolas municipais de Maringá não funcionarão nos dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo (12, 17 e 23). Haverá, no entanto, expediente até as 14h na sede da Secretaria de Educação. Leitor questiona o fato de as empresas funcionarem, em horário especial, o que vai atrapalhar a vida de muitos pais que terão dificuldade com os filhos nesses dias. Maringá não abriga nenhuma seleção nesta competição nem sediará nenhum jogo. Não é só o poder público que age desta forma, em desacordo com as necessidades do cidadão; empresas privadas, e não só em época de Copa do Mundo, funcionam sem levar em consideração que os funcionários são pais e mães, que precisam ter tempo para exercer seu papel dentro da estrutura familiar. No caso da Seduc, a recente mudança no horário para a busca das crianças (18h) ainda causa muita reclamação. Sem contar a cobrança da criação de mais vagas nos centros municipais de educação infantil; o blog soube por exemplo que tentaram que o Ministério Público acionasse a prefeitura, para exigir as vagas que a lei prevê, mas parece não ter existido interesse.

O abuso sobre rodas

Som alto
Leitor fez a foto desta Saveiro vermelha com placa de Londrina ontem por volta das 23h na avenida Tiradentes, em Maringá. “Eles utilizavam um sistema de som cuja intensidade eu jamais tinha visto em toda minha vida. Liguei para a Setrans e eles me disseram que nada podiam fazer. Mandaram que eu ligasse para a Guarda Municipal, que também se esquivou de responsabilidade e me mandaram ligar para a PM. Ora, eu já sei que a PM não pode multar. Pergunto: a quem recorrer? Ao bispo? Afinal, quem coíbe esse tipo de agressão contra os cidadãos que precisam descansar? E a Lei do Silêncio, não se cumpre? Os caras continuaram seu barulho pela madrugada sem que nenhuma autoridade (?) os parasse até para esclarecimento”, conta.

Em época de reajuste da tarifa…

Está no YouTube: “Faz tempo que a linha 175 no horário das 7h vai lotada, mas hoje foi fora do normal e como os usuários andaram reclamando o motorista teve que fazer do jeito que os bundões mandam. Por isso teve gente que não conseguiu entrar e ainda chegássemos atrasados no terminal. #sardinha175”.

Lixo na UEM

Lixo na UEM
Morador das proximidades da UEM envia fotos do lixo que toma a instituição de ensino, segundo ele, desde o ano passado. “São peças de computadores, pilhas, toner de impressoras, lâmpadas florescentes, latas e tudo que imaginar que seja tóxico, para as pessoas, meio ambiente e que prolifere mosquito da dengue. Procurei a prefeitura do campus há mais de um mês, disseram que não era com eles e passariam para o setor responsável, mas nada fizeram”, conta.
Lixo na UEM

GM na feira

Pergunta do leitor:
– Qual o sentido de ter vários agentes da Guarda Municipal trabalhando na Expoingá? O trabalho deles não seria guardar os patrimônios públicos? O que tem de público nessa feira feita por ricos para os ricos?

Essa Tim…

tim
Impressionam as reclamações dos usuários da Tim; de tempos em tempos a bronca aumenta. É o caso de agora: de duas semanas para cá, profissionais liberais, trabalhadores, estudantes, enfim, usuários da operadora de forma geral, pelo menos em vários bairros de Maringá, voltaram a ter dificuldades para falar ao telefone. Dentro de casa não se consegue falar, às vezes nem do lado de torre. É difícil entender que mesmo com a chegada de um evento de grande porte, como a Copa do Mundo, comunidades enfrentem dificuldade de comunicação.

Despachante ‘segura’ vagas de estacionamento

Vaga irregular
Leitor que enviou a foto informa que o despachante acima, usando cones, costuma ‘segurar’ vagas de estacionamento na rua Marquês de Abrantes e também na avenida Guaíra, no fundo da quadra do Corpo de Bombeiros, em Maringá. A foto foi feita hoje. Ele reclama que o estabelecimento não tem o direito de tomar essas vagas para si. “Essa rua é super disputada para vagas e, para piorar, ele segura duas”, acrescenta, aguardando providências do poder público.

Tempos de servidão degradante

Para uma leitora do blog, Maringá vive tempos de servidão degradante. Ela procurou explicar para pessoas ligadas à administração o que está acontecendo em setores da educação, que qualifica de assédio moral, que ocorria com o aval da cúpula da Seduc. Os professores estariam sofrendo com o abuso de poder das chefias imediatas, que mandam e desmandam, que discriminam uns em favor de outros, provocando situações vexatória, especialmente por quem está passando por estágio probatório. Professores e educadoras contratadas recentemente estariam descontentes com o tratamento dispensado, e que “beira a lei da chibata”. Em decorrência da situação, cresce o número de exonerações na área da educação, com migração de profissionais para cidades vizinhas, em busca de melhores condições de trabalho.

Falta vaga, sobra desrespeito

Estacionamento irregular
Leitor envia fotos da falta de educação diária dos motoqueiros em frente ao Banco Itaú do Maringá velho, na avenida Brasil. “Eles param as motos onde bem entendem, em pleno ponto de ônibus, naquela embarrigada ridícula que a prefeitura fez em alguns cruzamentos; se não bastasse o mau comportamento no trânsito dos motoqueiros, agora também tem nos estacionamentos irregulares. Nessa parte a pista afunila, os ônibus não conseguem estacionar corretamente e com essas porcarias paradas na pista não dá para dois carros descerem ao mesmo tempo na avenida. Um absurdo diário, uns transtorno diário, a prefeitura já cag$%#ou com avenida e esses caras ajudam pior o que está horrível”.

Ação e reclamação

transito
A situação costuma se repetir, o Código de Trânsito Brasileiro prevê, mas as reclamações são imediatas. Leitor fotografou na manhã de hoje uma agente de transito da Setrans de Maringá sobre a calçada com sua moto, aplicando uma multa em um veículo que estava estacionado a menos de cinco metros da esquina. O CTB prevê que os veículos prestadores de serviços públicos e de fiscalização de trânsito possuem livre parada e circulação quando em atendimento de ocorrência e fiscalização, o que é o caso da foto.

Preços salgados

O jornalista Ricardo Boechat comentou nesta segunda-feira sobre os preços extorsivos cobrados em lanchonetes e lojas de aeroportos brasileiros, administrados pela Infraero, onde um pão de queijo chega a custar R$ 21,00. Boa parte da culpa parece ser o preço do aluguel cobrado dos comerciantes que ocupam estes espaços, contratos feitos pela Infraero. Mas há reclamações contra os preços cobrados em aeroportos que são administrados por prefeituras e empresas de economia mista, como a SBMG, de Maringá. No Aeroporto Silvio Name Junior, por exemplo, leitor reclama que dias atrás pagou R$ 4,10 por uma caixinha de pastilhas Tic Tac.

Passeio público de Maringá

Vila Operária
Leitor envia foto mostrando uma situação que considera vergonhosa, na Vila Operária, em Maringá. Explica que o proprietário deste imóvel, na rua Marcílio Dias, quase esquina com a rua Vidal de Negreiros, perto do Parque do Ingá, fez uma casa enorme nos fundos do terreno e derrubou outra velha que havia na frente, colocou um tapume verde e arrancou a calçada junto; isso já faz cerca de cinco meses.  Se em dias normais os transeuntes já sofrem, em dias de chuva é pior ainda.

Kit da Tiradentes: preço sobe, qualidade cai

provatiradentes
Quem retirou o kit para a 40ª Prova Rústica Tiradentes, tradicional em Maringá, percebeu: o valor da inscrição dobrou e a qualidade do material caiu drasticamente. A qualidade da camiseta é muito inferior à dos outros anos; nas fotos acima, enviadas por leitor, ela está manchada de vermelho. “A impressão das marcas patrocinadoras também está prejudicada. Acredito que não tenha sido a única desse jeito. A Prova Rústica Tiradentes tem reconhecimento nacional e internacional. É considerada por muitos a “São Silvestre” do sul do país. Deveriam ter mais consideração com a imagem do evento”, comenta.

Injustiça na hora do reteste

Leitor de Maringá conta o que considera uma injustiça, e que certamente deve acontecer com outras pessoas. “Há uns 10 dias atrás, remarquei um reteste de moto no Detran e por isso paguei R$ 200,00 (que já é um valor abusivo, concorda? Aquilo é uma indústria de multas…). O reteste está marcado para quarta-feira, 16. Ocorre, que no último final de semana contundi o tornozelo. Estou de tala e infelizmente, não tenho como realizar a prova. Fiz contato com a auto-escola no sentido de remarcar essa data. A informação da auto-escola é de que não pode remarcar, mesmo com antecedência e que eu vou ter que pagar esse teste novamente… pode isso? É muito injusto!”.

“Bagunça dentro e fora do estádio”

Do zootecnista Fabio Seiji dos Santos, doutorando da Universidade Estadual de Maringá, contando sua experiência na final do Paranaense 2014:
– Fui para a final do campeonato paranaense 2014 no Estádio Willie Davis. Após duas horas de espera na fila sem nenhuma organização, consegui entrar no estádio, porém, lá dentro não consegui ver o campo, pois havia muito gente impedindo entrada para as arquibancadas devido a superlotação do estádio. Essa superlotação que pude presenciar também pelo fechamento dos portões por parte da PM impedindo a entrada de torcedores que, assim como eu, enfrentaram uma fila enorme. Sem possibilidades de ao menos ver o campo, fui obrigado a sair do estádio sem ver nenhuma preocupação dos organizadores do evento com a bagunça que acontecia dentro e fora do estádio.

Mato na calçada, perigo na rua

Travessa Samuel Wainer
Moradores reclamam do mato no calçamento público em trecho da travessa Samuel Wainer, entre as ruas Vitória e Iguaçu, na Vila Esperança, em Maringá. O local é um dos atalhos usados por moradores da zona norte e por isso andar na rua ali é perigo certo.