Bronca

Mais um sucatão nas ruas

Coleta

Ontem à noite, na avenida São Paulo, em Maringá, José Fuji comprovou de perto a existência dos sucatões, caminhões da administração Pupin/Barros colocados para fazer a coleta mesmo em más condições, para forçar a privatização do sistema. O estado do caminhão era deplorável, com o hidráulico da caçamba quebrado (a peça que empurra o lixo para dentro da caçamba) e os coletores sem as faixas refletivas nas camisetas. “O caminhão parecia mais um museu”, resumiu.

Sem a placa

Sucatão
Leitor envia a foto de um novo Sucatão irregular, sem a placa dianteira. “Chama o Fantástico. Cadê a placa que estava aqui?”, agita.

Samu continua com problemas

Paralisação do Samu

A foto é da época em que funcionários do Samu fizeram paralisação, em Maringá, e é só para ilustrar: a coisa continua capenga no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Do total de dez viaturas, cinco deveriam estar circulando, sendo quatro em Maringá e uma em Sarandi. Pois desde quarta-feira, graças à administração Pupin/Barros, o Samu funciona com apenas duas ambulâncias para atender Maringá, Sarandi, Floriano e Iguatemi.

Cobrando atendimento

Faixa

Nivaldo Oliveira, presidente da Associação de Moradores do Conjunto Hermann Moraes Barros, Parque das Palmeiras e Copacabana 1 e 2, em Maringá, tem cobrado do poder público o atendimento às reclamações daqueles bairros. No Facebook cobrou, por exemplo, o corte de árvores condenadas e a repintura das faixas de pedestres nas rotatória da avenida das Palmeiras com avenida São Judas Tadeu. “Nem parece que temos no bairro um diretor que trabalha dentro da secretaria”, escreveu. Referia-se ao ex-vereador Adilson do Bar (PSB), diretor-geral da Secretaria de Serviços Públicos.

O pessoal diz que Adilson evita atender a Nivaldo porque este deve ser candidato a vereador em 2016.

Na Sasc, liberou geral

O blog soube que na Secretaria de Assistência Social e Cidadania, que já mereceu mais cuidados da primeira-dama Luíza Pupin, pelo menos dois dos gestores estão em férias apesar de terem assumidos os cargos há menos de um ano; um deles assumiu há cerca de dois meses. Os dois cargos comissionados, no caso, ganham cerca de R$ 4,5 mil mensais.
Enquanto isso, reclama leitor, a prefeitura só autoriza a compra de material de escritório e limpeza de péssima qualidade. “O papel higiênico dá medo e o sabão em pedra fede, isso que não haverá mais corretivo, caneta marca texto e pen drive”, observa. Deve ser para contratar mais CCs, como se não bastassem os que existem na Sasc sem fazer nada. Mas, afinal de contas, a população está aí para isso, para pagar com seus impostos a turma toda.

Liberando a fachada

Árvore

No domingo pela manhã, leitor reclamou da sujeira deixada pela inauguração de uma loja na avenida Alexandre Rasgulaeff (a informação é de que limparam à tarde), mas outro fez observação interessante do mesmo local: uma bonita e sadia árvore foi destruída para que a fachada do estabelecimento ficasse visível. Abaixo, a árvore antes de ser cortada. Maringá continua a mesma…

Avenida

Passeio público

residência

Leitor atenta para a reforma da antiga residência da casa de dom Jaime Luiz Coelho, na praça Pio XII, que está há mais de um mês sem calçada e um puro barro, obrigando quem quer ir a missa ou ir no Bosque das Grevíleas andar na rua, competindo com os carros. Senhoras idosas e crianças se arriscam. “Onde está dom Anuar que sempre é defensor de causas maringaenses mas não olha para si? Ser exemplo para servir de exemplo? Dom Jaime deve estar se revirando no céu”, acrescenta.

Empreiteiros cobram o governo

A diretoria do Sindicato da Construção Civil (Sinduscon) tem reunião com o chefe da Casa Civil do Paraná, Eduardo Sciarra, amanhã à tarde. Vai cobrar o atraso no pagamento, por parte do governo do estado, de obras públicas já realizadas na região. De acordo com o sindicato, em nota distribuída hoje à tarde, a falta de pagamento gerou demissões nas construtoras e coloca em risco outros empregos e a própria sobrevivência das empresas.
A fama de mau pagador do governador Beto Richa (PSDB) se mantém.

Lixo no passeio público

Sujeira

Leitor reclama da sujeira provocada pela inauguração de uma revenda Suzuki, ontem, na avenida Alexandre Rasgulaeff. Para a inauguração uma quadra de uma rua lateral foi interditada, para a montagem de uma barraca, e o lixo produzido está espalhado na frente da loja e por toda a redondeza neste domingo.

Pedindo intervenção do MP

wc

Ao saber que o Ministério Público Estadual cobra a grave situação da cadeia da 9ª SDP,  leitor enviou as fotos dos sanitários do térreo do prédio do Fórum de Maringá e pediu a intervenção do MP. O local está ‘com problema’ há mais de um ano e as pessoas são orientadas, por um aviso na porta, a procurar os sanitários dos demais andares. Esta semana, com a realização de tribunal do júri, muita gente não respeitou o aviso.

Na ‘cidade verde’, fogo na raiz

Fogo na raiz
Ontem à noite alguém ateou fogo ao toco que restou de uma árvore recentemente cortada, defronte a Top Tur, na avenida Laguna, defronte o Parque do Ingá, em Maringá. O leitor garante que não é a primeira vez que isso acontece. Abaixo, como ficou. Mantém-se assim a máxima: menos uma árvore, mais fachada.
Raiz

Tratamento diferenciado na ‘cidade verde’

Corte de árvores
“Aqui em Maringá a coisa é complicada mesmo”, confere leitor. “Enquanto muitas árvores que realmente necessitam de corte, esperam na fila há muito tempo, levando risco à população e danos a casas e automóveis, nossa prefeitura autoriza o corte de árvores saudáveis em frente a um terreno vazio e fechado que aguarda uma manobra política para ser colocado em construção um mega-empreendimento, localizado na avenida Gastão Vidigal”. O imóvel pertenceria ao dono da cidade.
Corte de árvores

Risco à saúde

Veneno
Mais um caso de venda de veneno (este, para formigas), produto tóxico e submetido a rígidas regras da saúde pública, em Maringá. Desta vez, os vendedores usam um automóvel na avenida Prudente de Morais, proximidades da Secretaria Municipal de Saúde.

Desperdício

Desperdício
Em pleno horário de verão, para economizar energia, o poste que fica na frente do Ministério Público Estadual (Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, inclusive), na avenida Arthur Thomaz, em Maringá, permanece com a lâmpada acesa, 24 horas, há mais de 30 dias, diz leitor que enviou a foto.

Mau exemplo em fundo de vale

Fundo de vale
O fundo de vale, entre os jardins Copacabana e Paris, em Maringá, está abandonado e com muito entulho e lixo, sem contar animais mortos.Anderson Sampaio ouviu de moradores que o entulho é resto asfáltico despejado pela própria prefeitura.

Vai pra Caixa, vai

Quem precisou da Caixa Econômica Federal hoje, em Maringá, deu-se mal. O sistema saiu do ar por volta das 10h e demorou horas para voltar. Tinha muito cliente irritado, pois até o acesso aos caixas eletrônicos ficou prejudicado.
PS – Cliente diz que até agora (15h49) o sistema não retornou.

Comerciantes reclamam da insegurança

André Almenara conta em sua página do Facebook que foi procurado por comerciantes da avenida Brasil que reclamaram da falta de segurança na área central da cidade. “Nos últimos dias, uma onda de roubos contra joalherias aconteceu na cidade em plena luz do dia preocupando as autoridades e comerciantes. Os empresários e funcionários não aguentam mais tantos crimes. A PM aumentou o número de policiais nas ruas, principalmente na área central e Zona 7, mesmo assim estão existindo falhas na segurança, pois crimes estão acontecendo. Em outros bairros da cidade, a história não é tão diferente. Policiais que trabalham na rua fazem o que pode, mas a situação está feia. Divulgamos praticamente todos os dias a prisão de arrombadores, de assaltantes, de traficantes, mas os comerciantes querem um pouco mais de atenção da Polícia Militar. Empresários estão se unindo para ir até a prefeitura pedir providência junto ao prefeito Roberto Pupin. Ou muda, ou a coisa tende a piorar ainda mais”, escreveu.

Sucateamento educacional

Panfleto UEL
Não é só na UEM que a coisa não anda bem. Ontem teve vestibular na UEL, em Londrina, e estudantes distribuíram manifesto contra o sucateamento que ocorre também naquela instituição.

“Arte do Zebrão”

http://youtu.be/zTM8DGWNfgs
Vídeo postado na última sexta-feira mostra que a administração municipal acabou com os obstáculos usados por skatistas numa quadra do Jardim Alvorada. Consta que os próprios skatistas investiram no material que foi destruído, segundo a narração, pelo prestigiado assessor do prefeito Pupin.

Vazamento de água

Vazamento de água
Leitor envia a foto e comenta: “Em tempos de crise por falta d’água nas grandes cidades, a empresa que fornece água tratada em Maringá não se preocupa em resolver esse vazamento na rua Pioneiro Guarino Augusto Basseto, no Conjunto Rodolpho Bernardi. O cano estourado fica em frente a uma igreja. Pena que essa água não é benta, senão daria para tentar acabar com tantos problemas pelo país afora, principalmente pelos dutos onde correm muitos valores. Isso foi pela manhã às 11h15”.

Dificuldades no cemitério municipal

A dificuldade de se realizar algum serviço no cemitério municipal de Maringá está terrível, comenta leitor. “Essa semana uma pessoa da família faleceu e tivemos que lidar com os procedimentos cabíveis nessas situações. Como já possuíamos uma sepultura lá, não tivemos o problema de falta de espaço. Porém algumas coisas impostas por eles acabam que por nos deixando nervosos em um momento importuno. Há alguns anos, quando fomos fazer o revestimento do túmulo de nossa família em granito, fomos obrigados a seguir os padrões impostos por eles; até aí tudo bem, porque tem que se ter um projeto a ser seguido. Mas 3 anos depois vi a mesma cena de 3 anos atrás quando adquirimos a sepultura.Continue lendo ›

Lavar calçada não pode, mas carro e asfalto…

Lavagem de carro
Na Secretaria de Saúde, na rua Visconde de Nassau, Zona 7, em Maringá, na manhã desta sexta-feira, um mau exemplo em tempos de alto consumo de água e de projetos de lei proibindo seu mau uso. O carro parece ser particular, mas a água com certeza é pública e, por isso, você paga a conta. No ano passado foi feita reclamação ao 156, andarilhos usavam para tomar banho e lavar roupas, e chegaram a tirar a torneira. Como se vê, foi de araque.
PS – O carro é do município e é utilizado pelo secretário Antonio Carlos Nardi.

Reclamando da coleta

Facebook
No Facebook, maringaense reclamou que não coletam o lixo defronte sua casa há uma semana e diz pensar em deixar na casa do prefeito, porque certamente por lá o serviço não está falhando. A propósito, hoje à tarde a Prefeitura de Maringá divulga um balanço dos questionamentos e sugestões obtidos no período em que ficaram abertas as consultas públicas da parceria público privada para prestação de serviços de coleta, tratamento e destinação final de resíduos sólidos e da concessão do parque de exposições, duas situações milionárias.

Poda de árvores no passeio público

CMEI Ambrosina 1
Leitor envia fotos do Centro Municipal de Educação Infantil Ambrosina Fernandes, em Maringá, e reclama: foi desta maneira que a prefeitura deixou os galhos da poda que realizou nas árvores. “A calçada está impedida, os pais têm que andar com as crianças pelas ruas”, conta, acrescentando que isso já havia acontecido na avenida Mandacaru, quando cortaram as árvores da ciclovia e demoraram quase uma semana para retirar. “Se lá que é um local de visibilidade demoraram aquele tempo todo, acredito que estes galhos não serão retirados”.
CMEI Ambrosina

Os problemas do HU

Leitor revoltado com o governador reeleito lembra a propaganda que Beto Richa fez das melhorias para o Hospital Universitário Regional de Maringá. “Fez m(*)rda nenhuma, duas pessoas para cadastrar os pacientes, pessoas nos corredores, demora no atendimento como sempre. Demorar mais de 40 minutos para atender uma pessoa de 75 anos que caiu no banheiro e bateu a cabeça é tempo demais. A recepção é uma boa dica pra você que quer fazer uma sauna e não tem condições de pagar, não têm ventilação nenhuma e as saídas de ar-condicionado devem estar todas com problema porque o calor está insuportável”, critica, lamentando que dificilmente a situação mudará nos próximos quatro anos.

Agora com sexo ao ar livre

Monlevade
A situação da avenida Monlevade, importante ligação entre as avenidas Horácio Raccanello e Colombo, fechada por uma empresa particular com montes de terra colocadas nas duas pistas, continua inalterada. A prefeitura não se manifesta, faz de conta que não é com ela, que a avenida não está no mapa da cidade, o que só reforça o converseiro de que o fechamento deu-se a mando de um político local por interesses imobiliários (ele estaria pressionando o dono de um dos imóveis).  Inalterada, não: pior. Leitora reclama que naquele trecho da Zona 10 – que prometeram revitalizar há anos, lembram? -, além da terra e do lixo ao redor homens fazem sexo no meio da rua. Ou seja, sem dúvida conseguiram transformar o local num puteiro.

Show cancelado, dinheiro não devolvido

outmaringa
Acabou mesmo no Procon o cancelamento do show com o grupo Sambô, no Out Maringá, no último dia 19 (lembre). O Procon tem orientado às pessoas que não conseguem contato com a empresa de eventos que façam queixa na delegacia de polícia, apontando existência de má-fé. Uma leitora iria ao show cm dez pessoas e nenhuma delas conseguiu receber. “Outra coisa é que quem comprou no Posto Dubai e Canadá conseguiu receber, mas não as pessoas que compraram na Maringá FM, como eu”, acrescenta.

Ciclovia pode colocar vidas em risco na avenida Brasil

Avenida Brasil
Maringaenses, em especial comerciantes e moradores da via, começam a se preocupar com o risco que os ciclistas vão correr quando for entregue a ciclovia quase milionária da avenida Brasil. A ciclovia não foi planejada, foi criada para que o município pegasse verbas milionárias na área de mobilidade. Assim, tudo indica que vai sobrar para o ciclista. As reclamações são várias: a pista é estreita, está nas extremidades do canteiro central e ficará mais alta do que a grama, o que aumentará sensivelmente o risco de acidentes. “Se um ciclista perder o controle, ele cairá na avenida e poderá ser atropelado”, diz um comerciante. “É um absurdo. Precisa ver quem fez este projeto!”, reclama outro. Como no caso do Contorno Norte, o grupo político que está no poder mais se preocupa com o dinheiro do que com a integridade do maringaense.