Bronca

Planejamento, a gente se vê por aqui…

Avenida Brasil
A avenida Brasil, recentemente recapeada, deverá receber mais massa asfáltica, a se levar em consideração as obras de implantação da ciclovia. Não bastasse o meio-fio, colocado no início do ano, ter se transformado em farelo em alguns pontos, será preciso gastar mais dinheiro para elevar o asfalto em cerca de 5 centímetros para permitir o escoamento de água na lateral do canteiro central. E la nave va…

Enquanto isso, no centro de Curitiba…

Vídeo mostra a indignação de um paranaense ao ver uma viatura da Polícia Militar sendo socorrido em plena rua das Flores, no calçadão central da capital do estado. “É uma vergonha”, diz. Nos últimos tempos, viaturas vêm enfrentando problemas mecânicos e até de falta de combustível no Paraná.

Problema na pista de caminhada

Caminhada
O pessoal que costuma caminhar ao redor do Bosque II, em Maringá, reclama que a prefeitura recentemente deixou a pista para as bicicletas novinha em folha, porém a via dos pedestres continua inadequada, além de irregular, inclinada, com rachaduras e buracos. O primeiro que se machucar vai cobrar do município.

Fumaça, fedor e, agora, sirene

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De leitora:
“Venho aqui para fazer uma reclamação. Muitos não devem saber ainda, mas no Jardim Novo Horizonte existe um frigorífico: o Palmali. Está bem no Centro da cidade, ao lado da Feitep. Está aqui há dezenas de anos, soltando fumaça fedida, poluindo o meio ambiente, e, há alguns dias, começou também a tocar uma sirene estridente em plena madrugada. Hoje, tocaram uma sirene incessante e aguda, das 4 da manhã até as 7h. Durante três horas muitos de nós ficamos acordados com o barulho alto e agudo, cachorros latiram sem parar, e bebês choraram. Ligamos no frigorífico e os funcionários disseram que não haviam “escutado nada”. Como pode? Esse frigorífico está aqui por protecionismo da Prefeitura, pois ele possui inúmeras irregularidades e processos em cima, mas como possui influência e bons advogados, permanece defumando carne, poluindo a cidade com fumaça e fedor, e agora também poluindo sonoramente, com essa sirene aguda”. (Foto daqui)

Indústria da multa

Do leitor Detonauta:
Dias atrás, fui notificado por um agente da EstaR por ter cometido uma infração de trânsito (que contesto) segundo os critérios que ele considerou como aplicáveis. Avistando-o, conversei com ele e o mesmo disse que não poderia mais anular o auto de infração, que me dirigisse à sede na avenida XV de Novembro, caso quisesse contestar. Assim o fiz. A atendente informou-me que abriria um protocolo de processo de cancelamento e que seria rápida a análise, podendo demorar no máximo 10 dias. Na sequência, perguntou-me se gostaria de regularizar o auto de infração, pois se o prazo de análise demorasse mais do que o prazo previsto, poderia o mesmo converter-se em multa. Diante da “indireta” de que o prazo de análise não seria cumprido, ali mesmo regularizei.Continue lendo ›

Cenas do trânsito maringaense

Cena do trânsito
Leitor escreve que em Maringá a falta de respeito é tanta que tem carro parando em faixa de pedestre, obstruindo a guia de cadeirantes, congestionando o trânsito na rotatória e até subindo na calçada. “Esta placa de proibido parar e estacionar já foi derrubada. Educação vem de casa, não adianta pagar uma escola bacana pros filhos e não dar o devido exemplo dentro de casa. Todos os dias é possível ver esta situação, a Setrans já foi chamada “várias” vezes, e não resolveu o problema. Vamos fazer valer as leis de trânsito para todos, tem que doer no bolso do infrator para que ele respeite o direito de ir e vir dos outros”, acrescenta.

Sambô no Out: ressarcimento gera reclamações

Indaiatuba - julho/14
O cancelamento do show do grupo Sambô, que aconteceria na última sexta-feira em Maringá, resultou em muitas reclamações, principalmente quanto ao ressarcimento às pessoas que já haviam adquirido os ingressos. O Out Maringá informou o cancelamento do dia do show, “por motivo de descumprimento de ambas as partes” e que a devolução do dinheiro a quem tinha comprado os convites aconteceria a partir da última terça-feira, 16. O blog, porém, soube que ainda há gente que não foi ressarcida. “Ontem fui no Out e não tinha ninguém para fazer isso! Que absurdo, o público compra o convite, não tem o show, para ressarcir tem que ir em outro local, e quando chego lá não tem ninguém para fazer o pagamento!Continue lendo ›

Empresa reserva vagas para carros de clientes em via pública

Revest
O depósito da Revest Acabamentos, próximo ao Colégio Santa Cruz, em Maringá, onde o trânsito já um caos, reserva vagas na rua para os seus clientes, informa uma leitora. Os cones ganharam avisos: ali, em via pública, só clientes da empresa, que já foi alvo de outra reclamação na loja da avenida Colombo. Enquanto isso, os pais dos alunos precisam estacionar a quadras de distância do colégio para poder deixar seus filhos.
Revest

Para uns, churrascaria, para outros…

Almoço no meio-fio
Leitora envia foto em que mostra duas servidoras da saúde maringaense em horário de almoço. São agentes que vistoriam casas atrás de focos do mosquito da dengue, um serviço público essencial. “É indigna essa situação de almoçar com a marmita em um meio-fio. Enquanto os (des)administradores de Maringá almoçam, com recursos públicos, em requintadas churrascarias e restaurantes, o trabalhador tem de comer sentado na calçada. É um absurdo incomparável!”, comenta.

‘Pouca vergonha’

Praça da Catedral
Leitor envia as fotos de como ficou a praça da Catedral de Maringá depois de um evento realizado ontem por lá. “Revoltante” e “povo porco imundo”, resumiu.

Coleta irregular

Leitor que mora no Conjunto Habitacional Innocente Villanova Junior, o Borba Gato, reclama que o caminhão de coleta do lixo não está passando nos dias certos. “Ele geralmente passava nas terças e sabados, só que esse sábado não passou e nem hoje (terça-feira 16). Será que isso é para fazer o povo acreditar que se faz necessário uma empresa terceirizada para coletar o lixo?”, questiona.
Bem, considerando que há a possibilidade de Maringá ter um vereador da área – Luizinho Gari (PDT) -, seria interessante que ele, como servidor, comentasse publicamente o que acha de tudo isso. Antes de apoiar a família Barros a opinião dele era conhecida, em defesa dos servidores, mas agora…

Boca de lobo

Boca de lobo
Leitor envia foto que mostra a situação de uma boca de lobo na rua Pedro Gabriel dos Santos, 1.448, Jardim Copacabana, em Maringá. Destaca que a responsabilidade da limpeza é da prefeitura, mas ela não faz sua parte – e sobra para os moradores suportar o descaso da administração pública, apesar das cinco ligações para o 156. “Uma vergonha”, resume.

Lixo no canteiro central

Lixo
Leitor envia as fotos pois, conta, ficou indignado com o amontoado de folhagens que vêm sendo colocadas no canteiro central da avenida Paraná, em Maringá, principalmente nos finais de semana. “Acho que estão querendo embelezar a cidade ainda mais para os finais de semana”, diz.
Lixo

Agentes na periferia

Uma mãe reclama da Setrans de Maringá porque a Secretaria de Trânsito e Segurança tirou os agentes de trânsito das escolas da periferia e privilegiou a área central da cidade. Neste caso, o filho estuda na Escola Municipal Benedita Natália Lima, no Conjunto Santa Felicidade, onde acontecem frequentes acidentes.

De volta à normalidade

Aeroporto Regional de Maringá   Silvio Name Junior
Terminada a feira de avião particular movida a dinheiro público, a situação voltou ao normal no “internacional” Aeroporto Regional Silvio Name Junior. Inclusive o site, que continua “em manutenção” e nunca funcionou nos últimos anos. É esse pessoal que não consegue fazer um site de aeroporto que prometeu tornar a cidade um pólo aeronáutico.

A revolta com o aumento da conta de luz

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A Companhia Paranaense de Energia (Copel) estabeleceu em 24,86% o novo reajuste médio da tarifa de energia. E depois de pouco mais de um mês, os paranaenses já sentem no bolso a diferença. O aumento na conta de luz pegou de surpresa a população paranaense, mas o aumento poderia ser ainda maior. O primeiro pedido de reajuste enviado pela Copel para a Aneel, a Agência Nacional de Energia Elétrica, foi de 32%. O senador Roberto Requião, candidato ao governo do Paraná pela coligação “Paraná com Governo” (PMDB/PV/PPL), criticou veementemente esse aumento da tarifa de energia elétrica. “A Copel está metendo reajuste na tarifa de 24,5% e já projetou 40% para o ano que vem. Como podemos aceitar seriedade?”, perguntou. Ele prometeu revisar todos os contratos feitos pela Copel. “Quando assumi o governo, a Copel tinha 23 diretores, absolutamente desnecessários, subsidiárias inúteis. Reduzi para sete. Hoje já são 16 diretorias, com salários que jamais sonharia ganhar o Joaquim Barbosa”, disse. A informação está aqui, mas basta perguntar para amigos, parentes ou conhecidos. Hoje mesmo ouvi de um empresário: sua conta de energia passou a custar mais da metade da folha de pagamento. Aí não há país que cresça…

Pedindo recapeamento

Google Maps
Moradores reclamam de um trecho da avenida Guaiapó no Conjunto Requião/Oásis, em Maringá, onde há muitos anos o asfalto da praça Pioneiro Bento de Freitas da Silva encontra-se em situação precária.” A prefeitura refez uma boa parte do asfalto desta avenida, mas só fez a parte que “aparece” mais para a população, que fica próxima ao parque de exposições, deixando os bairros mais afastados. Uma parte do asfalto inclusive oferece risco aos motociclistas pois o asfalto está ‘saltado'”, reclama leitor, que pede à Semusp o recapeamento, já que o serviço de tapa buracos não está resolvendo por causa do tráfego intenso.

Enquanto isso, na UPA Zona Norte…

Upa Zona Norte
O leitor Márcio Alves foi nesta manhã acompanhar um familiar até a UPA Zona Norte, no Jardim Alvorada, em Maringá, e ficou impressionado com a situação do local. “É triste, e de certa forma revoltante, ver um local inaugurado há tão pouco tempo carente de manutenção e planejamento. Digo isso porque o local estava bem sujo, lixeiras abertas e quebradas na parte externa. Falta de planejamento, pois projetam um local com pouca ventilação interna, muito abafado, visto que é um local onde deveria ter boa circulação de ar. Uma recepção minúscula, obrigando os funcionários a colocarem cadeiras do lado externo, expondo pacientes e acompanhantes ao frio, calor, chuva, além é claro de danificar as cadeiras (patrimônio público). São para esses e alguns outros problemas que os gestores fecham os olhos. Inaugurar obra é fácil, quero ver ter competência para administrar e tornar o sistema eficiente! Estendo a reclamação aos vereadores, afinal o que estão fazendo estes 15 vereadores eleitos?”.
Upa Zona Norte

Mistério no fundo de vale

Leitor conta que há duas semanas o tráfego no fundo de vale da rua Marciano Halchuck, pouco antes da via chamar-se avenida Monteiro Lobato, na Vila Bosque, em Maringá, foi interrompido para execução de obras por uma empresa terceirizada pela prefeitura. “O asfalto havia cedido e os reparos ocuparam uma grande infraestrutura por três dias. Não foi a primeira vez que o problema surgiu e a intervenção aconteceu. Desta vez, contudo, a impressão que se tinha era de que a solução foi definitiva. Não era. Bastou uma pancada de chuva para o asfalto ceder novamente e interromper parcialmente o tráfego numa das mãos da rua. É fato para chamar a atenção: ou a obra foi mal executada ou existe um mistério a ser desvendado no local para justificar o problema”.

Reclamação sobre multas

Uma leitora relata um fato que a deixou indignada com a Prefeitura de Maringá, em relação à lei que obriga a construção de calçadas nos terrenos vazios. Ela conta que comprou os materiais para fazer a mureta obrigatória, contratou um pedreiro mas, na semana em que o contratou, choveu. Embora os materiais tivessem sido entregues pelo depósito de construção e estivessem expostos, “o fiscal da prefeitura passou e lançaram duas multas caras, uma pela falta de calçada e outra pela falta do muro. Quando a multa chegou na minha casa o serviço já estava feito, fui na prefeitura, entrei com um pedido de cancelamento e anexei as fotos do serviço já finalizado, e relatei que foi falta de coerência do fiscal que viu o material para o serviço, viu as condições do clima e mesmo assim lançou a multa”.Continue lendo ›

Árvore não quer prego

Chácara do índio
A prefeitura, que costuma multar panfletos de shows colados em postes e próprios públicos e privados, parece não se importar com pregos em placas colocados em árvores de Maringá.

Ciclovia interrompida

Ciclovia interrompida
O fato gerou até reclamação em site especializado: esta semana as árvores do canteiro central da avenida Mandacaru, em Maringá, foram podadas mas, como soi de acontecer, os galhos ficam por horas e dias jogados. Neste caso, sobre a ciclovia milionária, atrapalhando os ciclistas. A situação se repete nas podas de árvores nos bairros, quando se verifica demora na retirada do que sobra de podas e cortes.

UEM, um cemitério de obras

Salas de Aulas-8 UEM
Nos últimos anos várias foram as reportagens veiculadas na imprensa sobre o atraso de repasse de dinheiro para as empreiteiras que realizam obras para o governo do estado. Em Maringá, além da duplicação até Paiçandu e o novo prédio do IML, temos o exemplo da má gestão do governo Beto Richa dentro da UEM, onde hoje inclusive se realizam eleições. Em toda a sua história, a Universidade Estadual de Maringá nunca passou por uma fase tão ruim como esta. Contabiliza-se extraoficialmente 14 obras paradas no campus-sede, algumas há vários anos.

Serviço público, carrão descaracterizado

carro sanepar
Bons tempos aqueles em que os governantes pensavam menos na política e mais em quem precisa dos serviços públicos. Na gestão Beto Richa, além de a Sanepar aumentar a tarifa mínima de R$ 29,44 para R$ 45,25, a companhia de saneamento ainda passou a locar carrões para as chefias. Até então, os carros disponibilizados eram bem mais modestos, a maioria popular. Acima, o Honda que serve a direção em Maringá. Detalhe: o carro é descaracterizado.

No antigo Buracão

Parque Alfredo Nyffeler
Leitor envia fotos da fachada do Parque Alfredo Nyffeler, cuja revitalização foi entregue em abril passado. Foram gastos R$ 195.777,68 para trocar o piso da calçada, em paver, mas só na frente do parque e não em todo o seu entorno e mais um pequeno playground. “Agora, a sujeira continua a mesma”, observa.
Parque Alfredo Nyffeler

Transtorno e irritação na avenida

Avenida Petrônio Portela
O fato, conta leitor, está irritando a maioria dos motoristas que passaram pela avenida Gastão Vidigal, cruzamento com a Senador Petrônio Portela, no bairro Aeroporto, em Maringá. “Há mais de uma semana destruíram a rotatória que ali existia e estão tentando fazer não se sabe o quê, e que está transtornando o trânsito no local. Prova disso é que no início da manhã e no final da tarde formam-se filas enormes, pois agora, não conformados com o transtorno causado, impediram a passagem para quem precisa cruzar a Gastão Vidigal, obrigando a dar a volta quase na frente do condomínio do ex Silvio Barros (sorte dele que ainda não mora lá). Isso é caso para os vereadores e a imprensa registrarem e perguntarem ao Executivo municipal afinal de contas o que é que querem fazer nas ruas e avenidas da cidade. Infelizmente Maringá está mudando para pior nos últimos anos…”, comenta.

Folga

Estacionamento
Conta leitor que dirigia o carro acima uma distinta senhora, que insistiu em ocupar duas vagas. “Essa é uma maringaense “exemplarmente bem educada!” #vergonha Gente assim que ocupa as vagas de deficiente e idoso sem o menor escrúpulo, gente assim que transtorna a vida de muitos no trânsito. Vamos aprender a respeitar o próximo! #indignado”, escreve.