Bronca

Indignação com os ingressos nas mãos dos cambistas

Decisão
A leitora Joana de Brito escreve sobre sua indignação, que é a mesma do seu filho e tio, de não poder estar presente na final do time da cidade, “porque esses administradores (ainda bem que não sei os vossos nomes) que resolveram colocar todos os ingressos na mão de cambistas, deixando o saudoso torcedor de muitos anos de fora. Meu tio de 86 anos, que sempre acompanhou o time, está triste. A população não deve comprar ingressos dos cambistas (deixem eles com o prejuízo na mão). Vamos assistir pela televisão e dar o troco e dizer que nós temos o direito de comprar o ingresso e não sermos explorados”. Ela acha que não se atacar a questão dos cambistas, a moda pode pegar em Maringá, e aí…

Moto com carreta na calçada

Moto sobre a calçada
Leitor envia a foto e comenta: “Devemos evitar a solicitação de produtos e serviços de empresas e entregadores que acham que são donos das calçadas e não respeitam o espaço público reservado aos pedestres. Esse ignorante ainda me retrucou: “tá tirando foto?…se acha que é dono da calçada que venha tirar minha moto daqui…”. Eu lhe respondi: Sou dono sim, pois a calçada é pública. Na próxima vez eu vou virar essa “lambreta” de rodas pra cima e vou chamar a Setrans para ver o que acontece… ou para ver se o vândalo vai ficar esperando…”.

Propaganda nas rotatórias

Carro no balão
Leitor que voltou a residir em Maringá há 40 dias reclama a falta de fiscalização em relação à suposta propaganda irregular. “Uma empresa de oficina mecânica (Ducatti) espalhou pela cidade em diversos pontos (rotatórias) vários veículos fora de uso, pintados com suas ofertas”, escreve, dizendo que o fato se estende por mais de um mês. “Pergunto: eles foram autorizados? eles não estão ocasionando risco de infestação da dengue? eles estão pagando algo por isso por ser uma via pública?”. Acima, um Fusca com a propaganda na praça Jacinto Ferreira Branco, na avenida Mandacaru.

Perigo na avenida

Buraco no asfalto em Maringá
Leitor envia foto de mais um “buraco do Pupin” (entenda). Fica na avenida São Paulo, defronte ao Parque do Ingá, ao lado do Colégio Regina Mundi. A profundidade não é lá essas coisas, mas o buraco representa risco considerpavel, pois já entornou muita roda de carro e de moto, já que o movimento é intenso por ali; principalmente os motociclistas sofrem. Ontem, por exemplo, o Siate atendeu três quedas de motos (três Honda Titan) em locais diferentes de Maringá.

Dar o exemplo antes de multar

Protesto - cartaz
O servidor público aposentado Reynaldo Carrara e seu mais novo protesto, sobre a situação no Jardim Tókio, onde há terreno público (cerca de 400 metros) sem calçada. O protesto, que deve chegar hoje aos vereadores, já deu resultado: o mato o pessoal já estava cortando agora à tarde.

Aviso de perigo no asfalto de Maringá

Buraco do Pupin
Leitor conta que ontem por volta das 23h30, ao descer da circular, chegando da faculdade, deparou-se com o asfalto pintado com o aviso de cuidado com o buraco. Lembra ele que, como diz a festança de dinheiro em propaganda promovida pela administração Pupin/Barros, os contribuintes que pagaram o IPTU à vista estão recebendo descaso em troca.

“Tira o Coopercard!”

coopercard
Na final do Campeonato Paranaense 2014, que acontecerá no próximo domingo, espera-se que se atenda aos gritos da torcida maringaense. No Estádio Willie Davids, uma propaganda inflável atrás do gol da avenida Prudente de Morais costuma atrapalhar os torcedores, que em coro costumam pedir: “Tira o Coopercard!”.

Desrespeito a quem quer assistir o jogo

wdLeitor reclama do que considera “falta de controle” do Maringá Futebol Clube para a venda de ingressos para a decisão do Paranaense, no Willie Davids. “A venda foi liberada na última quinta-feira, a partir das 14h, e hoje, sábado, por volta das 10h, os 19 mil ingressos colocados à venda se esgotaram. Não é um feito fantástico?”. Prossegue: “Para se fazer um comparativo, em Londrina foram colocados à disposição da torcida do Londrina 29.000 ingressos, sendo que no dia ainda estavam disponíveis pelo menos 5.000 ingressos, pois a venda foi efetivada de forma fracionada dia após dia, inclusive com as bilheterias do Estadio do Café abertas ao torcedor diariamente. Aqui as bilheterias sequer serão abertas em dia nenhum. Mas pode ter a certeza de que ingressos serão comercializados na porta de nosso estádio por 100, 150 200 – sabe-se lá por quanto. Lamentável. Quem ganha com esta venda sem controle, onde qualquer pessoa pode comprar qualquer quantidade de ingressos? Com certeza não é o torcedor!”.

Sem papel para cheque

caixa
Leitor está preocupado que o governo petista faça com a Caixa Econômica Federal o que estão fazendo com a Petrobras. E explica: há dias não é possível encontrar talão de cheques nas agências da Caixa em Maringá, inclusive nos caixas eletrônicos.  Um funcionário lhe explicou: por problemas na licitação do papel, não há talonários disponíveis em nenhuma das unidades locais. “Uma vergonha”, resumiu.

Enquanto isso…

CMEI José Claudio Pereira Neto
O dinheiro do IPTU maringaense, que serve para viagens internacionais do prefeito e de secretários municipais, para promotores de feira particular de aviação e para aquisição de carro de luxo para o Gabinete do Prefeito, faz falta quando se vê a situação de alguns próprios públicos. A se seguir a risca, a própria prefeitura deveria se multar por não cuidar de seus terrenos. É o caso do Centro Municipal de Educação Infantil José Limeira, na rua Pioneiro José Limeira, no Jardim Paris III, que, como mostram as fotos, está um mato só.
CMEI José Claudio Pereira NetoContinue lendo ›

Problemas maringaenses

Lixo
Joel Barbosa, o Bié, morador da Vila Marumbi, em Maringá, reclama da quantidade de lixo espalhado pelo bairro e das bocas de lobo entupidas. Em época de dengue, sabe como é. Foto Tabajara Marques. Mais fotos aqui.

Contorno Norte: só Deus pode iluminar

De Gilmar Asalin:
A entrada do “contorno” Norte de Maringá, para quem vem de Nova Esperança-Paranavaí, não apresenta sinalização suficiente, sem contar que no período noturno não há iluminação alguma, você dirige sobre um breu, quem é de Maringá ou já conhece a anomalia rodoviária, se desloca para a direita da pista, muitos passam direto. Acho que estão esperando a morte de alguém para fazer alguma coisa. Por ser um contorno recente deveria se fazer uma ampla divulgação, mostrando a nova proposta de “contorno” na cidade de Maringá. Divulgação que pode ser feita com panfletos nos pedágios e até mesmo nos postos da polícia rodoviária federal ou estadual, ou mesmo pelas rádios locais.

Terrenos com mato alto

Cidade Monções
Reclama leitor que existem alguns terrenos na rua Afonso Bitencurt, próxima à TV Maringá (Band), no Jardim Cidade Monções, em Maringá, que estão sendo tomados pelo mato, que serve inclusive de pastagem para cavalos. proximo a Tv Maringa no Jd. Cidade Monções que o mato esta tomando conta, inclusive servindo de pastagem para cavalos. “Com essa epidemia de dengue, a prefeitura não deve acionar o proprietário para limpar os terrenos? Em bairros mais pobres parece que a prefeitura fica em cima do povo mas em bairros mais elegantes parece que não há fiscalização”, acrescenta. As fotos são de imóveis em frente ao Condomínio Morada de Florença.
Cidade Monções

Escuridão nos pontos de ônibus

Terminal de passageiros Maringá
Gilmar Ferreira flagrou a condição do sistema de transporte coletivo, gerenciado pela administração municipal, ontem à noite, nos pontos de ônibus defronte o terminal de passageiros, na avenida Tamandaré, em Maringá. Escuridão total – e muita reclamação. No Estádio Willie Davids colocaram uma iluminação de rodeio, e no terminal nem isso.

Dificuldade para ver o jogo

Refletores WD
O torcedor Antonio Cristovão Almeida esteve ontem no Estádio Willie Davids e por ter chegado em cima da hora não conseguiu sentar. “Conclusão: mal pude ver o jogo, pois quando surgia uma fresta no meio do povo os refletores do Pupin atrapalhavam. Eia negócio mal feito. Depois do intervalo pude sentar, mas quem precisou ficar em pé não viu”, conta. A reclamação foi geral: na coberta estava difícil. Bem, é como comentei ontem no site do Agnaldo Vieira: o pessoal é novo, só chegou no poder há nove anos e ainda não sabe o que tem fazer na cidade…

As calçadas da Vila Esperança

Vila Esperança
Esta é uma das muitas fotos mostrando a situação de desmazelo, sujeira e desrespeito às regras básicas de convivência humana na Vila Esperança, em Maringá, feitas na manhã de hoje por Tabajara Marques. No bairro reside um vereador da base aliada. Veja mais fotos aqui.

Faltam honestidade, bons propósitos, vergonha na cara

maringa marO que a população de Maringá pode fazer quando vê uma administração fantoche, sem moto próprio, que em 2013 gastou R$ 30 mil por dia com propaganda, fazer de tudo para sepultar o esporte amador na cidade? Ir para as ruas, protestar nas redes sociais, talvez. Mas é preciso que de alguma forma se mostre a indignação, já que os encastelados no paço municipal e no escritório da avenida Prudente de Morais mostram-se surdos a outros interesses que não os próprios. Na Maringá dos sonhos não falta só o mar, faltam honestidade, bons propósitos, vergonha na cara.
A administração Ricardo Barros/Carlos Roberto Pupin tem dinheiro para propaganda, dinheiro para viagens internacionais (prefeito e secretários seguem agora para o Chile, vão ficar longe do barulho) e estimados R$ 6 milhões para agradar promotores de uma feira de aviação que, no estado mais rico do país, São Paulo, nunca havia recebido injeção de dinheiro público – mas dinheiro para o esporte, que promove o bem e afasta as pessoas do mau caminho, aqui não tem…

A céu aberto

Jardim Colina Verde
Leitor envia fotos de esgoto a céu aberto no Jardim Colina Verde, em Maringá, na rua Rio Solimões, esquina com a marginal do Contorno Norte. A situação é a mesma há cerca de uma semana.
Jardim Colina Verde

Cobrando limites nos postos

Avenida Paraná, Maringá
Tabajara Marques sempre cobrou limites nas entradas e saídas de postos revendedores de combustíveis em Maringá. Alguns exageram, como acontecia com o Posto Oásia, na esquina da avenida Paraná com Neo Martins, onde recentemente foi levantada uma mureta (havia duas entradas de um só lado, na avenida, mais uma na Neo, reduzindo o número de vagas para carros). Só que levantaram a mureta mas o meio-fio continua rebaixado, como se vê acima. Mais fotos aqui.

Descaso com a coleta de lixo

lixo em maringá
Leitora indignada como a coleta de lixo (ou falta de) em Maringá envia foto da avenida Cerro Azul, onde reside, e é uma das principais da cidade. “Se aqui está assim, fico imaginando a situação nos bairros, principalmente nos bairros mais distantes do centro da cidade. É uma vergonha a administração tratar esta situação com tanto desrespeito. É realmente uma pena. Onde está o Ministério Público? Onde estão nossos vereadores para fiscalizar e cobrar uma providência? Onde está indo a taxa de limpeza pública que pagamos? Sem falar na coleta seletiva que não é feita no edifício onde moro, apesar dos moradores separar o lixo orgânico do reciclável”, desabafa.

Avenida central sem lixeira pública

Avenida Horácio Racanello Filho   Google Maps
Leitora enviou pedido para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em outubro do ano passado, pedindo instalação de lixeiras públicas ao longo da avenida Horácio Raccanello, no Novo Centro de Maringá. Entre as avenidas São Paulo e Pedro Taques existem apenas uma lixeira, colocada pelas lojas Havan, e outras duas do Supermercado Angeloni, mas nenhuma colocada pela prefeitura. Naquele trecho, enfatizou, há um grande fluxo de pessoas, que produzem lixo que acabam indo para o chão. “A falta de lixeiras não justifica a falta de educação, mas quem sabe, com elas à disposição o problema seja minimizado”, observou. A leitora percebeu que outras vias da cidade, como a Paraná, também não possuem lixeiras. A propósito, desde que enviou o pedido diretamente à Sema, há cinco meses, nunca recebeu qualquer satisfação da administração.

Prefeitura proíbe som em bares e restaurantes

pupinInforma o site Manchete que o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) tomou mais uma estapafúrdia: a proibição do uso de som, ao vivo ou mecânico, em bares, lanchonetes e restaurantes. “Diversos estabelecimentos já foram incomodados com a decisão de Pupin, em acabar com a sonoridade musical, como também o pagamento excessivo para a utilização de mesas em calçadas; há o caso por exemplo de um bar localizado na avenida Itororó, na Zona 2, que já foi notificado cinco vezes em uma semana. Os comerciantes procuraram os vereadores, e uma reunião foi marcada para a próxima terça-feira às 9h30 na Câmara, para impedir mais essa imbecilidade do governante municipal. O próprio líder do prefeito na Câmara, vereador Belino Bravin, disse que vai resolver isso de qualquer maneira, gostando ou não Pupin terá que engolir. Encabeçam esse apoio aos comerciantes os vereadores Mário Verri, Ulisses Maia e Adilson Cintra”.

Emporcalhando os postes

Sujeira
Leitor envia foto registrando que estãp infestando a região central de Maringá com cartazetes, principalmente nos postes da rede de energia elétrica das avenidas Brasil, Duque de Caxias e Colombo. O leitor disse que na última segunda-feira fiz a reclamação pelo 156 mas parece que nada ainda foi feito, pois só tem aumentado a quantidade de panfletos afixados nos potes, o que é irregular de acordo com a lei municipal 7.632/2007.

Universal faz culto no estacionamento

Culto no estacionamento
A Igreja Universal do Reino de Deus, localizada na av. Getúlio Vargas, região central de Maringá, alugou, hoje, o estacionamento onde funcionava a Finivest (ao lado do HSBC) para um culto a céu aberto. Leitor reclama do uso do tradicional microfone “nas alturas”. Começou às 19h30. “O segurança abordou-me, dizendo que era proibido tirar fotos. Informou que a Universal aluga o estacionamento mensalmente para estacionar os carros, mas hoje alugou para um culto. Isso pode? Precisa de alvará? A prefeitura e o Corpo de Bombeiros não controlam/vistoriam/autorizam os eventos? O local e horário são apropriados? Os moradores ao redor precisam ouvir os gritos microfônicos depois de um árduo dia de trabalho?”, questiona.
Culto no estacionamento

Governo dá o cano em empresas e palestrantes

Olha a constrangedora situação narrada por Margot Jung, servidora da UEM, no Facebook:
logo-greenA Universidade Estadual de Maringá organiza, todos os anos, vários eventos de educação fiscal. Em tese, tratamos sobre a necessidade dos cidadãos e cidadãs paranaenses fiscalizarem a correta aplicação dos recursos públicos, pois esse dinheiro deve ser aplicado em políticas públicas. Em ações que dêem melhores condições de vida para as pessoas, ou seja, boas escolas, saúde que funcione, segurança, creches, hospitais públicos, universidades, estradas em boas condições de rodagem, essas coisas… Esses eventos são (ou deveriam ser) 100% financiados pelo Estado. Quando a UEM contrata uma empresa (hotel, restaurante, anfiteatro) ou mesmo palestrantes para prestar serviços nesses eventos, as pessoas físicas ou jurídicas devem estar em dia com todas as obrigações trabalhistas e fiscais junto ao Município, Estado e Federação. Se houver qualquer problema, por menor que seja, a empresa não pode e não será contratada. Mas, em contrapartida, o governo não tem compromisso com essas empresas ou prestadores. Vários dos palestrantes que se dispuseram a dar palestras nos eventos do ano passado em agosto, setembro, outubro e novembro ainda não receberam seus pró-labores. O governo está inadimplente com palestrantes e empresas do Paraná. Palestrantes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Brasília! Isso é uma vergonha!Continue lendo ›

Espaço aperto para o caixa rápido

Leitora reclama que foi desrespeitada, na tarde de ontem pelo gerente do Supermercado Cidade Canção, localizado no Shopping Mandacaru Boulevard, em Maringá. Ela diz que questionou a gerência sobre o espaço disponibilizado ao caixa rápido, “que está totalmente apertado”, e foi tratada com descaso, “uma vez que é discriminatório uma pessoa com mais de 100 kg não poder usar o corredor, feito para acesso ao caixa rápido; me disse que não interessa e que vai ficar daquele jeito mesmo. isto não pode estar certo, uma vez que todos têm o mesmo direito”, acrescenta.

Cartório de imóveis descumpre prazo

Registro de Imóveis
Andre Saulo Sanches reclama do descumprimento de prazo de um cartório de registro de imóveis de Maringá. “O tempo pedido para registrar escrituras ou averbações de obra é de 30 dias, de fato em determinadas situações para compromissos, já aconteceu de realizarmos um pedido junto ao 1° Registro de Imóveis de Maringá, com o objetivo de adiantar tal tempo, ver se era possível fazer o registro com 20 dias, mas nunca foi atendido tal pedido, o que é compreensivo uma vez que no documento está escrito o dia da entrega. Mas a minha indignação é que hoje, 7 de março de 2014, a partir das 13h estaria pronto documento (foto) então minha irmã Andreia Sanches foi lá realizar a retirada, e ao chegar foi informada que o documento não estava pronto, e que seria necessário ela esperar por duas horas para que ficasse pronto. Continue lendo ›

Contribuinte preocupado

Árvore em Maringá
A foto acima é de uma árvore morta. Uma, de tantas que se encontram na mesma situação na nossa cidade. Essa da foto não recebeu sequer a visita do engenheiro ambiental autorizando sua retirada. E olha que o protocolo vem lá de 2008. Pasmem, de 6 anos atras! E ai do contribuinte honesto, que pagou a vista seu IPTU com singelos 22% de aumento querer ligar na ouvidoria ou direto na arborização, ele vai ouvir o atendente dizer “ô meu filho, isso é normal aqui na cidade, “tamo” retirando as árvores que o engenheiro avaliou em 2005, tem que aguardar, ter paciência”. Paciência, será que ela vai cuidar e dar assistência quando um galho ou até mesmo a árvore inteira cair em alguém?Continue lendo ›

Terra deixa via perigosa

Leitor reclama de loteamento na rua Pioneiro Lázaro Claro da Silva, esquina com rua Thadeu Schalkoski, entre os jardins Botânico e Itália, em Maringá. Uma calçada foi construída no local, só que não fizeram a contenção da terra dos terrenos, e como resultado a terra está indo parar no meio da rua. Motociclistas são os que mais sofrem; um deles quase caiu na via, ontem. O leitor pede que a prefeitura tome providências antes que alguém sofra um acidente no local.

Rua vira rio de lama

MRV
Leitor reclama do terreno da MRV na rua Pioneiro Alfredo José da Costa nº 134, em Maringá, onde será construído mais um empreendimento da construtora. Fizeram movimentação de terra e não deixaram nenhuma barreira dentro do terreno, virou um rio de lama caindo na rua.