Bronca

Manda e desmanda

Do leitor:

luiza e pupin - 2Vergonhoso como têm sido a administração atual, a primeira dama, sra. Luíza Pupin, ocupa um gabinete na Prefeitura de Maringá, exclusivo, têm à sua disposição três ou quatro secretárias (CCs), comanda quase todos os cargos comissionados, manda contratar e exonerar, principalmente os altos cargos, que chegam a receber em torno de R$ 6 mil, como em alguns cargos da Secretaria de Saúde. Ela é a “chefe” de cargos.
Vocês conhecem outro município, onde a primeira-dama tem tanto poder? Isso nos deixa indignados e revoltados, porque me pergunto, até quando vai acontecer esse abuso com CCs que roubam empregos, beneficiando “amigos” da sra. poderosa, até mesmo influenciando e escolhendo secretários? Sr. prefeito: o sr. foi votado para administrar e não sua esposa. Que administre apenas seu lar e nos poupe! Os maringaenses repudiam!

‘Vão esperar matar e estuprar mais alguém?’

festival

Ver um monte de viaturas policiais num evento particular, como postado hoje pelo blog, revoltou um leitor em especial. “Há algum tempo ando vendo relatos de assaltos e tentativas de estupros ali na Zona 7, especificamente no Jardim Universitário. A página da UEM da Depressão no Facebook posta diariamente relatos de pessoas que estiveram ou passaram perto de estar nas mão de bandidos ali naquela região, mas parece que os administradores desta cidade não enxergam (ou não querem enxergar) esta situação terrível. Hoje mesmo mais um conhecido meu foi assaltado na av. Mário Urbinatti (na altura do restaurante Jangada) e pela segunda vez ainda. Diversas amigas já relataram as tentativas de assalto e assédio, inclusive já foram perseguidas em alguns casos (graças a Deus não aconteceu o pior) e, diante deste caos total, me deparo com a notícia hoje em sua página mesmo, relatando o uso de segurança pública em evento particular. Gostaria que você nos ajudasse a explanar esta situação, porque alguém precisa tomar alguma providência, ou vão esperar matar e estuprar mais alguém?”, desabafa.

Segurança pública em evento particular

festival

A propósito de postagem recentemente feita no blog, sobre os critérios que as forças policiais devem adotar para eventos particulares em Maringá, leitor envia as fotos acima e comenta sobre o tamanho da segurança pública na Acema, onde acontece o Festival Nipo Brasileiro, que é um evento pago, particular, em local privado, onde se paga R$ 15,00 para estacionar o carro, mais R$ 6,00 de entrada “e um absurdo os preços das barracas. Aí você vê um monte de policiais com viaturas lá dentro, jantando e rindo felizes da vida fardados durante o expediente no restaurante da Acema”. Continue lendo ›

No canteiro central

Entulho

Na avenida Euclides da Cunha, Zona 5, próximo à Meta Propaganda, que há mais de uma década cuida da imagem da conhecida família de políticos de Maringá, o canteiro central também é depósito de entulhos e lixo. Temporário, mas não deixa de ser um depósito que enfeia a cidade e passa a impressão de desleixo. A administração Barros/Pupin criou este sistema, que leva a população a fazer o mesmo.

Na base do improviso

Abrigo

Na avenida Tuiuti, próximo ao número 3.665, em Maringá, um pedaço de caibro ajuda a sustentar o banco do abrigo de passageiros do transporte coletivo urbano. Enquanto isso…

Lixeira improvisada

Ponto

Mum ponto de ônibus da avenida Mandacaru, em Maringá, uma lata vazia de óleo foi improvisada como lixeira. Para uma cidade que tem lei contra se jogar lixo no chão, lixeiras quase não existem. Mas… quem se preocupa?

Travessia confusa

Semáforo

O semáforo para pedestres na avenida Brasil, entregue esta semana, só confunde, alerta Lauro Barbosa.  “Tanto para pedestre como para motorista, principalmente motorista que vem da travessa Guilherme de Almeida. Se estiver desligado corre o risco de pegar um pedestre, porque o sinal abre para os dois. Outro problema é a ciclovia no canteiro central. Repare na imagem que as cores dos sinais de pedestre não são as mesmas. Uma é verde e outra é vermelha. A sorte dos pedestres é que a ciclovia é meio que um elefante branco. Se não, seria confusão na certa”.

Espaço público sujo

Ciclovia

Leitor observa a quantidade de lixo espalhado ao longo da ciclovia da avenida Pedro Taques, no Jardim Alvorada, maior bairro de Maringá. Boa parte dos porcos são comerciantes, que colocam seus sacos de lixo no canteiro central. Enquanto não houver repreensão à altura, a bagunça continuará, enfeiando a cidade.

Na Área de EstaR, ordem é aumentar a arrecadação

autuacao

O blog soube que a ordem da gerência da Área de EstaR Maringá de aumentar a arrecadação não é brincadeira. Antes, um orientador ficava o dia todo em um setor; agora, vai um pela manhã e outro à tarde. Ou seja, o motorista pode levar uma multa por dia pelo mesmo motivo na mesma vaga. Agora o motorista vai levar uma multa de R$ 16,00 pela manhã e outra do mesmo valor à tarde, pois os orientadores são diferentes e não existe um controle.
Acima, um veículo de São Jorge do Ivaí nesta situação: estava na mesma quadra (critério de vaga) e levou dois autos de infração nesta segunda-feira. A determinação é de pelo menos 20 avisos por dia, caso contrário pode até ocorrer demissão (caso de quem está em estágio). O setor é comandado pelo outrora combativo vereador e são-paulino José Maria Bernardelli. Espera-se que algum vereador se interesse em defender a turma, que vive em pressão psicológica constante.

UPA sem coberta nem lençol

Reclamação

O vereador Ulisses Maia (SD) recebeu a mensagem acima, da mãe de uma criança de 6 anos, especial, internada na UPA Zona Norte, onde não há coberta nem lençol para os pequenos pacientes. A prefeitura anuncia entrega de remédio em casa, lembra o vereador, que arremata: “Que bom, mas não oferece o mínimo na UPA. Cobre um santo e descobre outro. As pessoas merecem muito mais que isso!”.

O ‘sem sentido’ venceu

UEM

E não é que prevaleceu o ‘sem sentido’ na UEM? O blog contou na semana passada que alguém da administração mandou retirar quatro árvores nas proximidades do RU para fazer um jardim, algo aparentemente sem razão por causa de várias razões. Veja acima como era (no destaque) e como ficou o local, nesta segunda-feira. A ideia tosca, como se vê, teve o apoio do reitor Mauro Baesso.

Uma sugestão

Avenida Américo Belay

Ao ver que ainda tem gente jogando lixo no caneiro central das avenidas Franklin Roosevelt e Lucílio de Held, em Maringá, leitor investigou e chegou à conclusão que a população nada mais faz do que seguir o exemplo da prefeitura, que faz a varrição superficial através do popular Tatuzão e joga nas extremidades dos canteiros centrais, praças e até na rua.
“Pedimos que a prefeitura comece a recolher todo lixo e folhas imediatamente após a varrição a fim de dar bom exemplo e que coíba esse ato de alguns moradores que já está se alastrando pela cidade. Outra consequência do acúmulo de lixo é o entupimento da rede de galerias pluviais, pois esse lixo deixado nas ruas pela prefeitura tem destino certo quando chove” observa. A foto é da avenida Américo Belay.

Cadê o abrigo?

Ponto

Na avenida Mauá, defronte o Avenida Center, região central de Maringá, conta leitor que tiraram o ponto de ônibus há meses mas a prefeitura, responsável pela licitação e colocação dos abrigos, não recoloca por nada. No lugar colocaram uma estaca. A forma como a administração Pupin/Barros trata quem precisa do transporte coletivo não aparece na propaganda milionária da Secom. O abrigo custaria menos do que o prefeito gastará em sua próxima viagem internacional bancada com dinheiro público. Os usuários que ficam ao relento não sabem mais a quem pedir.

‘Não adianta só multar’

Tapume

A Prefeitura de Maringá multou o proprietário deste imóvel na rua Coronel Camisão (atrás do Hospital Psiquiátrico), na Zona 5, porque está irregular. No início de julho foi dado prazo de 10 dias para que se fizesse o devido recuo. Cerca de um mês depois, sem que o auto de infração tenha sido cumprido, outra multa foi emitida. Tudo a partir da reclamação de um senhor, idoso e doente, que foi assaltado naquela via no final de junho. Ele é obrigado a passar pelo local rotineiramente e defende que a prefeitura, nesses casos, faça mais do que multar: para preservar a integridade dos munícipes, deveria executar o serviço (fazer o recuo por conta própria). Desta forma, acredita, outras pessoas poderão escapar de serem assaltadas.

Algo sem muito sentido

UEM

Alguém da administração central da Universidade Estadual de Maringá teve a brilhante ideia de mandar remover quatro árvores que existem ao lado do Restaurante Universitário para, em seu lugar, construir um jardim. Em época de intenso calor, o que aumenta a importância das árvores, vamos considerar que é uma ideia tosca e sem sentido.

A revolta do taxista

Gilmar Ferreira mostra a situação de um ponto de táxi no centro de Maringá e a revolta do taxista, que pretende mandar o prefeito pedir votos no inferno. Carlos Roberto Pupin, pelo jeito, é o Uber da Cidade Canção…

Em tempos difíceis…

Vazamento

Tem se repetido o vazamento de água no início da avenida Américo Belay, proximidades da praça Emygdio de Britto, Jardim Imperial, em Maringá. Hoje novamente aconteceu. A água escorre pela avenida Alexandre Rasgulaeff.

Vazamento

Ambulâncias do Samu continuam paradas no pátio da Setrans

Samu

Na cidade do improviso permanente, no pátio da Secretaria de Trânsito e Segurança de Maringá – incrível, desde 17 de julho sem titular – R$ 627.500,00 são desperdiçados ao ar livre, tomando chuva e sol. É o valor que a prefeitura pagou à Konrad Paraná Comércio de Caminhões Ltda. por cinco vans furgão novinhas para o Serviço de Atendimento Móvel às Urgências (Samu). O contrato foi assinado em fevereiro do ano passado e as viaturas estão lá, sem uso, sujeitas às intempéries. As ambulâncias mais velhas estão rodando, mas vivem quebrando, obrigando o serviço a atender (Maringá, Floriano, Iguatemi e eventualmente Sarandi) com quase 50% da capacidade.
PS – A prefeitura divulgou uma nota a respeito: Continue lendo ›

Sujeira acumulada

Rampa

Maravilha legada à engenharia maringaense na administração Silvio Barros II, nesta época de chuva percebe-se o quanto a grelha das rampas metálicas não funciona. Como se vê na foto, a água estacionou na avenida por conta da falta de limpeza, provocando um acúmulo de sujeira, e assim não chega à boca-de-lobo.

Problema ainda não resolvido

Rampas

Enquanto as rampas metálicas instaladas no centro de Maringá no final da década passada foram construídas a preços bem salgados, algumas das construídas por ocasião da milionária ciclovia da avenida Mandacaru continuam com seus problemas. Como estas nas proximidades do shopping e da biblioteca municipal: há rampas nas duas calçadas, mas não no canteiro central.

Lixão na praça

Praça

A praça da Igreja São Francisco de Assis, no Jardim Alvorada, que deveria ser um ponto turístico do maior bairro de Maringá deixa de ser um recanto de lazer para ser um lixão a céu aberto, já que tem gente que joga lixo por ali. Morador reclama que não há orientação, fiscalização nem punição e, por isso, a situação só piora. Continue lendo ›

“Uma palhaçada”

Ananias Rodrigues

O radialista Ananias Rodrigues está revoltado até agora. Ontem à tarde ele conheceu o lado de Maringá que os milhões que a Secom gasta com propaganda não mostra. Ele precisou ir a um posto de saúde, no Jardim Internorte, para uma consulta, e soube que há três meses aquela UBS não tem médico. No local também estava uma senhora, que aguardava atendimento e confirmou o lastimável estado da saúde pública maringaense. Perguntou o que aconteceria se estivesse passando mal. “A gente chamaria o Samu”, ouviu de uma servidora. Garotinho disse que não imaginava que a realidade era assim, “uma negação, uma palhaçada”.

Dedetização em Cmei

Leitora escreve: “Ao deixar minha filha no Cmei Ambrozina Fernandes Sales, hoje às 7h50 percebi que na entrada, pátio e brinquedos haviam inúmeras baratas agonizando com as patas para cima (a creche abre as portas às 7h e o café da manhã estava sendo servido no refeitório, que fica a 3 metros de onde as baratas se concentravam). Questionei uma pessoa da higienização e a mesma me informou que não tinha visto aqueles insetos, porém a escola foi dedetizada ontem (terça). Te pergunto meu caro Rigon: Se as baratas estão na porta do refeitório, o que as impede de passear lá dentro? As baratas envenenadas são vistas pelos pais e não pelos responsáveis pelo Cmei? E se uma criança come um inseto envenenado, pois a idade máxima para creche é de 5 anos? Dedetizar uma creche durante a semana letiva seria responsável?”.

Lixo padrão Maringá

Lixo

A fotografia é na avenida Bento Munhoz da Rocha, em Maringá, onde contêineres de resíduos recicláveis estão indo diretamente à pedreira para serem enterrados. Vale lembrar que a administração de Maringá paga R$ 88,00 por tonelada, e que tal prática traz para o município a responsabilidade deste quanto ao passivo ambiental gerado por essa ação, haja vista que o material enterrado é composto principalmente por material reciclado. Esse é um dos fatos a serem investigados pela CPI do Lixo, ou seja, a responsabilidade do município quanto ao passivo ambiental.

Passeio público de Maringá

Calçada

Na esquina das avenida Brasils com Parigot de Souza, área central de Maringá, a calçada defronte a antiga loja de móveis que pegou fogo (hoje um estacionamento de veículos) é motivo de reclamação. Os pedestres têm dificuldade de passar por ali, pois a maior parte dela está sem pavimento.

Bocão de lobo

Boca de lobo

Uma boca de lobo na avenida Brasil, quase esquina com rua Silva Jardim, área central da cidade, tem assustado quem cruza a via. Crianças em especial têm cuidado redobrado.

O folgado

Leitor do blog conta que hoje, no ônibus da TCCC linha 414, por volta das 13h, um cidadão moreno e forte entrou e ficou em pé na porta, do Hospital Municipal até o terminal urbano. “Todas as pessoas que entravam tinham que passar se esfregando no mesmo. A motorista do coletivo era uma mulher, acho que por isso não pediu para o marmanjo sair dali”, relatou.

Um nascimento, duas certidões

arte

Uma criança nascida em Maringá em 2000 tem duas certidões de nascimento, com datas, nome do meio e nomes dos pais e avós diferentes. Com base nos dados da segunda certidão, supostamente fraudada e feita em cartório no distrito de Iguatemi, foi solicitado e emitido um passaporte para o menor, que fez viagem aos Estados Unidos. O caso está sendo denunciado esta semana a vários órgãos competentes, inclusive a Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça, e envolve um ex-radialista, ex-secretário municipal e atual assessor parlamentar. (Clique para ampliar)