Do leitor
Saúde pública x saúde privada
Da leitora Fabiana Rocha:
Muito se reclama da saúde pública, mas precisamos reconhecer que em alguns casos está superior a alguns serviços prestados pela rede privada, através dos planos de saúde. Pago quase R$ 400,00 por mês de plano saúde familiar da tão conceituada empresa Santa Rita Saúde, pois afinal é isso que se transformou em uma empresa que visa somente lucros e não o atendimento com qualidade para seus usuários. O mês passado ao levar a minha filha ao pronto atendimento do hospital, tive que esperar por mais de três horas para que atendessem, isto porque tinha somente três crianças na frente; além da demora saí de lá com dúvidas, pois todas as crianças sairam com o mesmo diagnóstico e receita, não tendo sido efetuado nenhum exame. Conclusão: no outro dia tive que levá-la novamente em outro médico e o diagnóstico foi completamente diferente.Continue lendo ›
Escolas fazem promoção para comprar merenda
O Colégio Estadual Tomaz Edison [Conjunto Borba Gato, em Maringá] realizou promoção de lazanha (10,00 cada) no último sábado para comprar merenda que está em falta há dias… é um absurdo! Deveriam denunciar isso ao Ministério Público ao invés de realizar promoção… Merenda é obrigação do Estado. No Instituto de Educação (maior colégio da cidade e recém reformado) o problema é o mesmo!
Para reflexão
Até poucos dias atrás o presidente do PMDB de Maringá, Umberto Crispim de Araújo, era o chefe do escritório regional da Secretaria de Estado do Meio Ambiente; agora ele é diretor de Relações com Investidores da Sanepar, empresa que continua operando em Maringá duas estações de tratamento de esgoto sem a devida licença de operação. O fato se repete em Mandaguau.
Atrizes são barradas no Calil Haddad
As atrizes Tânia Alves, Betina Viane e Vera Setta, atrizes reconhecidas nacionalmente por sua extensa carreira artística e apresentando em nossa cidade “Monólogos da Vagina”, espetáculo de Miguel Falabella, foram barradas no baile, diga-se, neste sábado no Teatro Calil Haddad no momento em que se dirigiam as coxias para se prepararem para o espetáculo da noite. O mesmo aconteceu com a produção que estava com todo o material da apresentação. Continue lendo ›
Mais da saúde pública de Maringá
Referente à construção da nova unidade do UPA no Hospital Municipal de Maringá, ficam duas perguntas sem resposta. Por que se está construindo um nova ala e temos uma ala desativada, que inclusive é muito maior do que a que é utilizada? Quem está ganhando com isso?
É um vergonha ver o dinheiro público sendo jogado fora. Desde que foi construído, no Hospital Municipal há uma ala sem qualquer tipo de uso. E agora vem essa construção descabida. Provavelmente veio verba para construção se não for utilizada deverá ser devolvida. Não seria mais fácil adequar a parte já existente para as necessidades, e muito mais barato! Será que o Ministério Público sabe da obra?
Saúde pública, um desabafo
Do professor Paulo Vergueiro:
Tenho 54 anos, “alguma formação” cultural. Não tenho nenhum interesse político muito menos partidário. Sei dos meus direitos e obrigações como cidadão. Ontem, por volta das 22h30, após medir minha pressão arterial e esta indicar picos de 21 por 12 me vi na obrigação de buscar um atendimento médico. Na condição de reles professor universitário, não tenho plano de saúde, mas entendo pelo que me “descontam” em folha, que tenha direito a atendimento público em algum pronto socorro. Decidi como tantos outros brasileiros de Maringá, nesta situação, ir ao Hospital Municipal. Até que fui bem atendido na recepção, a funcionária entendeu a emergência e solicitou pronto atendimento. Ao ser encaminhado à “primeira” triagem, levei uma bronca por não procurar um médico durante o dia!Continue lendo ›
De novo, os flanelinhas
Bom, o que quero expor com muita urgência é um problema que incomoda a todos os maringaenses: flanelinhas.
Quando vou ao centro, ou a algum bar à noite, sempre temos o desagrado de encontrar e forçadamente pagar aquelas pessoas que dizem “cuidar” dos carros, principalmente em relação ao centro de Maringá. Além de pagá-los, temos que pagar o cartão de estacionamento na semana em geral em horário comercial. Tudo isso se torna uma situação desagradável!Continue lendo ›
Negaram vacina

Fui ontem em dois postos de saúde em Maringá para tomar a vacina contra a gripe A. Ao chegar nestes locais fui informado que a minha data já havia passado e que somente seriam vacinados idosos acima de 60 anos. Mas existe um porém: no site da vacinação e do governo consta que gestantes, crianças de 6 meses a menores de 2 anos e jovem entre 20 e 29 anos [caso do leitor] e pessoas portadoras de doenças crônicas podem ir até o final da campanha a qualquer posto de vacinação e receber a vacina. E então como fica? Fico sem vacina, mesmo o com a ordem do governo de vacinar toda a população prorrogado a campanha pra todos…
Uma história de misericórdia
Fiquei indignada com um fato ocorrido neste sábado em um hospital que se diz de “misericórdia” em Maringá. Uma paciente do Hospital do Câncer, que reside em Jandaia do Sul, foi encaminhada até esta “casa santa” para fazer radiologia. Ela foi liberada depois de um dia inteiro de tratamento, sem comer nada. Faminta, a mulher pediu que lhe servissem um pratinho de sopa, e pasmem com a resposta das enfermeiras: “Você não é nossa paciente, por isso não podemos serví-la. Caso contrário poderemos ser demitidas. Vá até o Hospital do Câncer que eles te servirão algum alimento”. Ocorre que era noite, a mulher estava sozinha, toda riscada (em função da radiologia), sem dinheiro para se deslocar até lá. Então a mulher se dirigiu à saída, quando passou pela recepção do hospital pediu aos funcionários que lhe arrumassem o dinheiro para pagar a circular até o HC. Aí completou-se a crueldade: “vá caminhando pela rua Santos Dumont até chegar à av. Laguna, vire à direita e siga reto pela Perimetral, que depois de muito caminhar a senhora chega lá”. Então a mulher, sem solução, saiu caminhando e rezando. Quando já na av. Laguna avistou duas moças já fechando um salão de cabeleireiros, ali sim ela encontrou misericórdia. Contou o ocorrido, se alimentou, foi levada de carro até o terminal e recebeu o dinheiro para ir direto para Jandaia do Sul. Veja que a gente pode encontrar compaixão nos lugares mais inesperados, já na Santa Casa de Misericórdia…
“Crachá de ignorância”
Sobre a destruição da pista de skate, escreve um leitor:
É realmente revoltante a falta de diálogo e discernimento dos políticos de Maringá. – “Construam a Pista!! Não parem na pista!! Destruam a pista!!”. Soa meio ditatorial isso, não?!?!? Poderiam pelo menos ter feito a promessa de um novo lugar pros atletas, seria só mais uma promessa mesmo, mas pelo menos seria o princípio de um diálogo, não haveria revolta nem indignação. Pois é, “desceram a marreta na pista de skate, sem pedir licença, que lindo”!!! Os atletas de skate da cidade há muito tempo vêm “mendicando” por um espaço junto a prefeitura e, quando isso acontece, primeiro não se pode utilizar, depois fazem uma palhaçada dessa que não tem tamanho, uma verdadeira falta de respeito!!!Continue lendo ›
Mortes nas estradas do Paraná
De Mara:
Tenho visto várias notícias sobre os acidentes nas estradas, que o Paraná só perdeu pra Minas Gerais no último feriado. Sempre há um culpado sim, ou é bebida, ou imprudência, ou imperícia. Os carros estão cada vez mais modernos, mais velozes. Mas vocês estão esquecendo de citar um detalhe que agrava a situação. A condição das estradas. Explico: Onde tem pedágio, apesar de não ser nenhuma “brastemp”, os buracos diminuíram significativamente mas, basta? E as terceiras faixas? Onde estão? Quantos quilômetros estão sendo feitos? É o suficiente? E acostamento, qual a situação? Vocês têm viajado de carro? Principalmente para o interior? Continue lendo ›
Fachada nova, fila problemática
Do estudante Marcos:
– Na página principal da UEM está veiculando uma matéria sobre a mundança da fachada do Restaurante Universitário (RU). Realmente o trabalho ficou muito bom, o artista está de parabéns, quem sabe isso motive a reitoria a encontrar uma solução para o problema das filas, que a cada dia estão ainda maiores.
Evento religioso gera reclamação
Li seu post sobre a festa rave, ops, quer dizer, evento religioso que está acontecendo no Ginásio de Esportes Valdir Pinheiro. Farei um reclamação protocolar (porque não adiantará nada) na ouvidoria da Prefeitura, e procurarei o Ministério Público. A Prefeitura deve explicar como liberou uma festa rave que dura dois dias já, com som alto desde o início (sim, música sem parar, cinco da manhã com festa rolando), além do pequeno detalhe do local do evento não possuir liberação do Corpo de Bombeiros.
Adoraria marcar uma audiência com o prefeito, porém este nunca está na cidade. Se eu que moro nas proximidades na avenida Lauro Werneck estou sendo importunado, imagine quem mora na avenida Demétrio Ribeiro.
Queixa na vacinação
Terça-feira, um senhor nipo-descendente foi até a Secretaria de Saúde para vacinar sua filha de 5 anos, por recomendação do pediatra. Lá chegando, pediu informação a uma funcionária e a resposta não foi muito cortês, ele até pensou em responder à altura, mas preferiu ficar calado para não constranger a filha. A outra funcionária, que fazia triagem, estava tratando a todos também grosseiramente. As mães, os pais e um grupo de alunos ficaram abismados quando uma jovem mãe, comseu filho no colo, foi tirada da filha, sob a justificativa que os argumentos para vacinar a criança não eram válidos.
Bom, quem vai em busca de assistência, em qualquer órgão público, é direito do cidadão ser atendido com cortesia e educação, pois quem trabalha no órgão é um servidor público, que explica muito bem o porquê dele estar na administração pública. Por outro lado o funcionário foi até a secretaria voluntariamente, pois ninguém a obrigou sair de sua casa para ir até seu local de trabalho.Continue lendo ›
Salário de médico: sugestão do leitor
De Paulo Cortarelli, de Iguatemi:
– Conforme matéria de domingo O Diário, o presidente do Sindicato dos Médicos de Maringá disse que é mais vantajoso um médico vender pastel na feira que trabalhar pelo salário da prefeitura de Maringá, mas esquece esse senhor que muitos médicos estudaram em universidades públicas, bancadas não só pelos pasteleiros das feiras, mas pela maioria da população pobre (pobre é quem paga imposto, rico só recolhe). São essas mesmas pessoas que amargam espera em corredores de hospitais públicos até a hora de ser atendido por um médico ou um agente funerário muitas vezes.
Gostaria de sugerir ainda que muitos desses privilegiados, beneficiados por uma reserva de mercado em nome da qualidade, que muitas vezes não vemos em alguns profissionais da área, que se recusam um salário de R$ 9.600,00 por 40 horas semanais, que devolvam á comunidade em serviços (de qualidade) parte do que receberam de graça desse povo sofrido, que paga a conta.
Suspensão de voos comprometerá cargueiros
A propósito da negativa por parte da Anac de cinco novos voos para o Aeroporto Regional Silvio Name Junior, leitor envia a seguinte questão:
Com a interdição para novos voos, para aeronaves de porte médio, proibida por falta de equipamento e pessoal do bombeiros, poderá ocorrer à interdição de voos com DC 10 cargueiros. Os DC 10 são aeronaves de porte grande (wide body) necessitando de equipamento de apoio do sistema de combate a incêndios maior ainda dos que existem e pleiteiam mais. Os operadores das aeronaves sabem que, caso ocorra um sinistro, como estão operando em aeroporto abaixo da categoria exigida, o seguro não cobrirá os danos! Quem vai pagar o “preju”? Veja que são milhões de dólares o valor de uma aeronave Jumbo, mais os produtos que estão em seu bojo, mais a tripulação.
A solução final II
Na quinta-feira, 18, de manhã, Antonio Vilson Alves Bezerra, 51 Anos, morador do Parque Avenida, teve uma crise de depressão. Seu irmão o levou ao Hospital Municipal. Foi internado. No mesmo dia, às 20 horas, início do período de visitas, o irmão foi vê-lo. A surpresa: Antonio não estava mais no hospital. Sem a presença de parentes, recebeu alta às 19h e saiu sozinho do HM. A família entrou em pânico. Vasculhou a cidade. Foi à PM, à delegacia, ao Siate, ao IML, ao HU. Nada.
Nesta segunda, 22, de manhã, o irmão de Antonio ouviu num programa de rádio que havia um corpo sem identificação no IML.
Foi até lá e constatou o que suspeitava. Era o corpo de Antonio. Ele fora atropelado naquela mesma noite na rodovia entre Maringá e Mandaguaçu.
Revoltada a família diz que vai processar o hospital por dar alta a Antonio sem a presença de um parente.
Antonio foi velado na capela do Prever do Alvorada, ao lado do idoso Ari Pires Moraes, que nesta segunda-feira, 22, morreu no corredor da morte do HU, depois de mais de uma semana esperando por vaga em UTI.
Campanha de vacinação da gripe A
Sou morador do Jardim Capital em Paiçandu e gostaria de abrir uma discussão a respeito da campanha de vacinação da gripe A. Minha mãe possui sérios problemas de saúde, como enfisema pulmonar e bronquite crônica, no entanto ao ligar no posto de saúde de Paiçandu foi informada que só poderia tomar a vacina se tivesse um encaminhamento médico. Sei que muitas pessoas acompanham seu site e estão interessadas nos acontecimentos de Maringá e região, por isso gostaria de pedir para alguém da área da saúde que nos esclareça se essa exigência é legal ou não, pois assisti a algumas reportagens, inclusive no Jornal Nacional, que diziam que qualquer pessoa com problemas respiratórios crônicos poderia tomar a vacina, basta apenas informar ao posto de saúde, o mesmo deve ocorrer com mulheres grávidas e portadores de outros tipos de enfermidades consideradas graves.
E já que estamos falando nesse assunto, é claro que não compete ao município, mas é muito estranho que crianças maiores de 2 anos até pessoas com 19 anos não sejam imunizadas, sendo que pudemos observar muitas mortes nessa faixa etária. Será que realmente podemos confiar que essa faixa etária não corre tanto risco quanto as demais?
Trânsito maringaense


Leitora envia fotos tiradas na manhã de hoje para mostrar como é o trânsito no cruzamento da Mário Clapier Urbinati com a Alencar de Oliveira Paiva (última da Vila Esperança, em Maringá). “Todos os dias somos obrigados a esperar no mínimo de 10 a 15 minutos pra conseguir sair deste trecho. Vale a pena solicitarmos por providências, pois a Vila Esperança é o unico trecho de várias pessoas que têm que ir ate o Centro. Acredito que cabe neste cruzamento um semáforo”, reivindica.
A solução final
O mundo empregou esforços e vidas (muitas vidas) para barrar o nazismo. Mas seus dogmas continuam vivos. Bem nos nossos narizes, no sistema de saúde de Maringá. A exemplo daquilo que Hitler fazia, aqui também há um processo seletivo de quem deve morrer e quem deve continuar vivendo. Hitler o fazia em nome de uma “sociedade pura”, em Maringá o motivo é tão vil quanto o dele: o lucro com vidas humanas.
Quem está pagando por isso são os idosos.
Quarta-feira, 14, Ari Pires Moraes, de 76 anos, que tinha como hábito pedalar sua bicicleta, foi encontrado na avenida Tuiuti com a cabeça ferida. Ele voltava para casa, pouco antes do meio dia, depois de assistir culto em sua igreja. O Siate o levou ao Hospital Universitário (HU). Constatou-se que estava com traumatismo craniano e deveria ser encaminhado a uma ITI. Começou o drama da família.
No corredor da morte do HU já estavam quatro idosos à espera de UTI, entre eles uma senhora de 81 anos, que chegou ali no dia 1º de março. Na segunda-feira, 15, amigos da família entraram em contato com o HU.
Um funcionário do hospital disse que nada podia fazer porque nomes e problemas dos idosos já haviam sido passados aos hospitais que podem disponibilizar leitos de UTI.
Na terça, 16, o Ministério Público foi procurado. Curiosamente, o nome de Ari Pires Moraes não estava na relação que deve ser repassada ao MP pelo HU. Mas o MP fez levantamento do caso e pediu providências ao hospital.
Na quarta, 17, os idosos continuavam lá.
A Secretaria Municipal de Saúde foi procurada. O secretário Antonio Carlos Nardi estava em Brasília. Mas a diretora, Carmem Inocente, garantiu que até o final daquela tarde a vaga de UTI seria garantida ao idoso porque sua situação era mais grave que a dos demais. Não foi.
Na quinta, 18, o Governo do Estado foi acionado via e-mail. A Ouvidoria retornou na sexta, 19, dizendo que precisava do nome dos idosos para tomar providências. Pedido estranho, já que a 15ª Regional de Saúde deveria ter o nome de todos os doentes depositados no HU à espera de vagas.
Não restava mais nada a fazer, diante de tanto descaso.
No último domingo, 21, dos quatro idosos que estavam no corredor da morte do HU no domingo anterior, apenas Ari Pires Moraes permanecia lá. Os outros já tinham saído. Para o cemitério.
O MP só tomou conhecimento pelo obituário divulgado pelo Prever.
Nesta segunda, 22, às 9h30, chegou a vez de Ari Pires Moraes deixar o corredor da morte. Infelizmente para o mesmo lugar que seus colegas de infortúnio.
O mais aterrador nessa história, é a revelação de um funcionário do HU. Segundo ele, os hospitais exigem todas as informações dos doentes e, quando se trata de idosos em situação grave, eles se recusam a aceitá-los. O motivo seria o risco de ficarem muitos dias na UTI e causar prejuízos.
É a “purificação” da administração cidadã, comandada por um homem, que segundo aquilo que narra os Evangelhos, acabou de “nascer de novo”, pois foi batizado recentemente, com direito a espetáculo público, com transmissão via Internet e televisões.
Às famílias das vítimas só resta reclamar ao bispo.
A esperança é a última que morre
No dia 8 de março, liguei na prefeitura para obter informações em relação a coleta de lixo. Fui informado que a coleta no Jardim Sumaré acontece na terça, quinta e sábado, em todas as ruas. Na terça colocamos todo lixo na rua e, passada uma semana, nada da coleta acontecer.
No último dia 15 fiz nova ligação ao setor responsável na prefeitura para saber o que ocorreu e fui informado que naquela semana a coleta passaria sem falta. Já estamos no dia 22, 15 dias após a primeira ligação, e tenho a esperança que amanhã o caminhão de lixo passe na minha rua.
Em tempos de dengue
Sujeira no Fim da Picada
Eu e meus vizinhos estamos nos perguntando o que será que houve com o pessoal da prefeitura que cuida da limpeza da cidade, pois nós aqui da Zona 5, mais precisamente da avenida Brasil (Fim da Picada), não estamos tendo o serviço de varredura das ruas. A coisa está feia, pois tem muito lugar que o pessoal não limpa as calçadas e virou uma sujeira só. Vou falar como o Datena: me ajuda aí, meu.
A quem recorrer?
É lamentável que num contexto de precariedade do sistema de saúde, de proliferação da dengue e da gripe A, tenhamos o agravamento da crise graças à irresponsabilidade do governo estadual que nada fez para evitar o cancelamento do convênio do Hospital Santa Rita com o SAS. A burrice é tanta que nem o fato de estarmos em ano eleitoral foi capaz de evitar a letargia do governo. São centenas de pessoas indo até o pronto-atendimento daquele hospital e em outros da região, terceirizados pelo convênio e, não recebendo atendimento. Resultado: aumento das filas nos postos de saúde e Hospital Municipal. Na região noroeste são em torno de 40.000 pessoas que o Estado do Paraná deixa de atender (servidores públicos e dependentes), sendo que a grande maioria era atendida no Hospital Santa Rita.
O pior é que o governo do sr. Requião até agora não se manifestou sobre o assunto. A quem devem recorrer os servidores nesse caso? Aos deputados? Aos sindicatos? Talvez seja melhor reclamar com o bispo.
Via Fácil/Sem Parar: nada de devolução
O assunto já foi tratado aqui, é sobre a reclamação de leitor contra o Via Fácil/SemParar na hora de reaver os valores estipulados em contrato. Hoje, Dia do Consumidor, o leitor voltou a escrever:
Escrevi ao blog no terceiro protocolo que me disponibilizaram, nas vezes que reclamei a devolução dos 60% do valor que eu paguei à empresa. Dia 12 era o dia da minha ligação, conforme os atendentes solicitaram, para me informar quando creditariam em minha conta. Não é minha surpresa, hoje, quando ligo para a tal empresa, dito os três protocolos, e o atendente, depois de 20 minutos da canseira, me diz: “Conversei com meu supervisor, e ele me disse para solicitar-lhe, que retorne a ligação no dia 23!”. Pelo amor de Deus Rigon… Converse com os atendentes do quiosques do Avenida Center! Até eles já sabem que a empresa não devolve nada! No contrato, elegeram o foro de São Paulo para dirimir as duvidas, e é claro, para dificultar qualquer possibilidade de ação. A atendente de lá deu uma risada sarcástica e me perguntou, quando devolvi [o aparelho]: “Tem certeza que vai devolver?”. Não entendi no dia. Porém, hoje, entendo perfeitamente.
Alta velocidade na avenida Colombo
Sou morador da proximidade da avenida Colombo, juntamente com o apoio de varios moradores e trabalhadores venho mostrar o caos que estamos vivendo nesta avenida de Maringá, e o abandono por parte da Polícia Rodoviária Federal, é um absurdo. Hoje estamos vendo veiculos ultrapassar os 120 km/h numa avenida urbana, onde todos sabemos o limite seria de 60 km/h. Diante disso estamos vendo o número de acidentes aumentar cada vez mais nesta avenida e o pior o número de pessoas atropeladas está crescendo a cada dia. Já tentamos várias vezes ligar para PRF, e até mesmo para a ouvidoria da PRF, mas isto apenas nos traz trabalho e constrangimentos, pois nos atendem mal, não se lembram que são funcionários públicos e que podem nos dar opiniões ou até mesmo solução para os problemas que estão acontecendo em nosso cotidiano. Devido a tudo isso venho implorar que algum orgão nos ajude a fazer algo, pois estamos vivenciando uma avenida sem radares, fiscalizações, blitz etc… E o mais triste vendo pessoas maringaenses morrerem pela simples omissão da PRF e de outros orgãos que deveriam vigiar esta avenida.
Reserva dizimada


O interventor Manoel Ribas tinha uma propriedade em Munhoz de Mello, na divisa com Astorga. Era um primor a sua fazenda “Felicíssima”, muita reserva de matas virgens, lagoas represadas com água de minas e em volta delas foram plantados milhares de pés de eucalipto. Depois a “Felicíssima” foi vendida para o sr. Alfredo Nyffeler e ai surgiu o ciclo do café, que chegou a ter uma colônia com mais de 150 casas. Outras culturas foram chegando, a mata virgem foi sendo derrubada, mas nos Eeucaliptos, ninguém mexiam e eles estavam colossais e intactos. Continue lendo ›
Coleta de lixo em Mandaguaçu
O descaso da coleta de lixo em Mandaguaçu é demais! Ao lado dos supermercados o cheiro de materiais podres é insuportável. No centro da cidade, diversas esquinas com bocas de lobos estão entupidas e desbarrancando. O prefeito da cidade sumiu depois de ser eleito. A assessoria, que era para funcionar, não cumpre o seu papel, duas pessoas no setor e não fazem nada.
Um problemão para os pedestres
Leitora relata um problema surgido p´so-binário:
Sou estudante na UEM e, para chegar a universidade, tenho que atravessar a avenida Colombo na faixa de pedestres. Acontece que não programaram tempo de semáforo que permita a travessia de pedestres no local. Quando o semáforo está aberto para a avenida Colombo não tem como atravessar, da mesma forma, quando o semáforo está aberto para a avenida Duque de Caxias, em função da conversão de veículos para a esquerda ou para a direita. Pergunto: Pedestres não fazem parte do sistema binário? Será que só pensaram em veículos para acesso a universidade?