Gossip

Vale tudo

A observação é de gente que milita há anos na saúde pública maringaense: nunca o setor foi usado tanto numa campanha política como a atual.
Candidatos da área fazem de tudo, o que inclui ‘arrastões’ nos postos de saúde atrás de receitas para buscar remédios para eleitores.

Execução fiscal

cifrão

A Prefeitura de Maringá está executando um vereador da base aliada, que deve R$ 1.844,03. A execução tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública há 50 dias.
A dívida seria de IPTU. O devedor em questão, candidato à reeleição, declarou à Justiça Eleitoral não possuir bens.

Vivendo na pele

cadeia

Tem candidato a cargo eletivo que deve visitar a cadeia em Maringá, possivelmente ainda esta semana.
E não tem nada a ver com plataforma eleitoral.

Sobrando faísca

O blog soube que tem problemas à vista para a Copel de Maringá. A conversa pode envolver investigação e auditoria, com possibilidades de sobrar para integrantes da superintendência regional, inclusive funcionários de outras cidades.
A promessa é de que vai sobrar faísca para todos os lados.

Quinta do abalo?

A se confirmar informações que circulam nos bastidores de Maringá há cerca de duas semanas, a cidade vai amanhecer meio abalada economicamente nesta quinta-feira.

Programa de sexo em aula que era para ser de cidadania

NF

A propósito da postagem “Pânico na Seduc”, feita no último domingo, circula que o verdadeiro motivo do pânico foi encontrado.
No planejamento do terceiro bimestre para alunos do 5º ano da rede municipal de ensino de Maringá foi solicitado demonstrar aos alunos qual a função de uma nota fiscal e de um cupom fiscal. Seria uma aula de cidadania, porém, como modelo de nota fiscal colocaram a de um comércio Lanchonete e Restaurante Pioneiro, de Palotina, emissão de 2003, e discriminado está nada mais nada menos do que um “programa” com prostituta.

Falta a proporcional

Definida Akemi Nishimori como vice do ímprobo Silvio Barros II (PP), falta agora definir para onde vai a chapa de pré-candidatos a vereador do Partido da República.]
O compromisso teria sido assumido pessoalmente pelo ex-prefeito, que deve encaminhara o PR (leia-se Do Carmo, que tem grande influência sobre a família Barros) para uma coligação proporcional com o PHS, o PP, o PMDB-SD, o PTB ou o chapão do PSDB-PTC-PSL.

Percalço

O Contorno Oeste da Universidade Estadual de Maringá, feito com recursos do BID, parou no Tribunal de Contas do Paraná.
Dizem que vai sobrar pra a gestão Carlos Roberto Pupin (PP).

Pânico na Seduc

Verdadeiro pânico na Secretaria Municipal de Educação de Maringá.
Não se sabe ao certo o motivo, mas as coordenadoras estiveram nas escolas municipais para apagar de todos os computadores e pen drive os planejamentos de aulas de todas as turmas e recolheram todos os CDs com o programa além dos planejamentos que já tinham sido impressos e estavam com os professores.Continue lendo ›

Trem pagador

trem

Tem pré-candidato que não está preocupado com o teto de R$ 119.553,25 para se gastar na campanha para vereador, este ano, em Maringá.
O blog soube que um deles gastou R$ 4 mil só comprando números de uma rifa, dias atrás, além de estar pagando tudo para todos. Para se ter uma ideia do trem pagador, tem pré-candidatos de outros partidos pensando em desistir da campanha e pedir uma boquinha pra ele.

A novela se repete

Em 2012, Ricardo Barros (PP) garantiu que o PSDB de Maringá fizesse duas cadeiras (Flávio Vicente e Márcia Socreppa) graças a uma coligação de última hora com o PP, o que acabou sacrificando alguns fieis escudeiros.
Os dois eleitos deixaram o ninho tucano, que mudou de mãos mas não conseguiu se estruturar a ponto de ter uma chapa de pré-candidatos a vereador, tendo que se aliar a PTC e PSL.Continue lendo ›

Na encruzilhada

despacho

No PMDB (Partido Maringaense Da Boquinha), estão fazendo de tudo para que o professor Claudio Ferdinandi (que foi secretário de Said Ferreira, que, vivo, estaria muito brabo) seja o candidato a vice-prefeito na chapa de Silvio Barros II (PP).
Dizem que tem gente no partido, que um dia já foi contra os ímprobos, fazendo até macumba para que ele ocupe a vaga.

Envolvimento

Um médico de Maringá pode aparecer na história do ex-vereador de Munhoz de Mello, denunciado por se apresentar como advogado e dar golpes em idosos, aos quais promete aposentadoria.
Detalhe: o médico também é político.

Novas desistências?

Com a renovação da aquisição do PSDB, do PSL e do PTC pelo condomínio partidário de Ricardo Barros (PP), não muda apenas a expectativa em relação ao cartorário Evandro Oliveira, que anunciava irredutibilidade na pré-candidatura a prefeito.
Além dele, que estaria desistindo também por causa de pesquisas internas desfavoráveis, pré-candidatos a vereador do grupo devem desistir e se unir a pré-candidatos do PP.Continue lendo ›

Empregadinho do irmão

mulher

Numa conversa de mulheres, uma ex-primeira-dama estava reclamando que não aguentava mais a situação do marido ser um empregadinho do irmão mais novo.
Num grupo fechado de rede social confirmou a reclamação do marido, que se contenta em receber um salariozinho por mês e fazer tudo que o irmão manda.

O terceiro secretário

No pacote que o PMDB negocia com os Barros, o partido – que já tem o Meio Ambiente e o Saneamento Básico – busca aumentar sua cota num eventual quarto governo do Partido Progressista em Maringá. Mas a denúncia feita pelo Gaeco, embora com atraso de 12 anos, contra o peemedebista João Alves Correa, pode atrapalhar a terceira secretaria para o partido.
É que John seria indicado para ocupar a secretaria (o pessoal queria a de Fazenda) num eventual governo Silvio Barros II. Agora, complicou.

Vale tudo nas redes

O vale tudo nesta pré-campanha eleitoral em Maringá atinge até as redes sociais.
Pelo menos dois internautas relataram que ao clicar para curtir postagens feitas por um pré-candidato aparece a propaganda do perfil de outro pré-candidatos. O assunto deve acabar na Justiça Eleitoral.

Acredite se quiser

Um pré-candidato a prefeito de uma cidade da micro-região de Maringá briga em segunda instância para mudar uma condenação que o deixaria de fora da disputa eleitoral deste ano.
Ele está condenado por falsificação de documentos públicos, o que o inclui na lei da ficha limpa, mas tenta através de advogado mudar a condenação para estelionato – um nome feio, mas que não dá inelegibilidade.

Maquinações

A ex-vereadora e ex-secretária da Saúde Carmen Inocente (PP) recebeu informações sobre uma conspiração que existe contra ela, partindo de dentro da administração Pupin/Barros.
Ela credita a um grupo de pessoas – entre elas, uma mulher poderosa – a autoria das maquinações que levaram a esquecer de deixar a função de servidora pública municipal no prazo estabelecido pela legislação eleitoral. Carmen ainda não prometeu resposta à altura.

Mais rolo

Vem mais rolo para o guarda municipal William Gentil, pré-candidato a vereador pelo PTB.
A coisa deve engrossar para o ex-administrador de Iguatemi, queridinho de Pupin.

Presidente mágico

Mágica

Vereadores de uma cidade premiada, da base do prefeito, estão na revolta com o presidente da câmara municipal.
Um dinheiro combinado para votação de um projeto sumiu na mão do presidente.

Bombons especiais

Bombom

A propósito de servidores públicos envolvidos em corrupção, há um episódio contado por um empreiteiro maringaense que virou histórico.
O funcionário público – hoje muito bem de vida, depois de ter construído uma mansão de fazer inveja a ex-prefeito – recebia propina da empreiteira em dinheiro vivo, que vinha no fundo de caixas de bombons, que eram deixadas na secretaria em que trabalhava. Continue lendo ›

Mudança

O Consórcio Público Intermunicipal de Gestão da Amusep (Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense) está deixando a sede da rua Piratininga nesta tarde e indo para as instalações próximas ao Bosque Dois, Zona, em Maringá.
O Proamusep é presidido pelo prefeito de Astorga, Arquimedes Ziroldo (PTB), que não teria informado aos demais prefeitos sobre a mudança. O Proamusep faz a parte técnica da entidade. Estaria em andamento, ainda, mudança no estatuto, que permitiria a Bega ficar à frente da entidade mesmo não sendo prefeito.

Jeitinho brasileiro

Em ano eleitoral, como se sabe, prefeituras municipais não podem gastar com propaganda.
Para contornar a lei, um conhecido político regional viabilizará propaganda do governo federal (mais especificamente, da Caixa Econômica Federal, aquela que financia derrubada de árvores) para continuar dando mensalinho a seus parceiros da mídia para que estes possam apoiar o candidato a prefeito de seu grupo político.

É tudo lá

posto ipiranga

Dias atrás o prefeito de uma cidade da região, procurado por um de seus liderados na câmara municipal, ouviu um pedido sobre ajuda na campanha eleitoral. A resposta do prefeito, conhecido pau mandado, fez lembrar uma postagem de Akino Maringá feita em fevereiro passado:

– Passa no posto Ipiranga.

Virou éter

Um caso de fraude na área de seguros, em Maringá, denunciado no ano passado à Polícia Civil, parece não ter prosperado. A denúncia envolveria uma mulher.
Conta-se que um político proibiu que a investigação prosseguisse.

Incomodando

Um profissional liberal que participa de um grupo da Acim no WhatsApp está incomodando os colegas de aplicativo ao ficar o dia todo mandando material de pré-campanha, já que ele é pré-candidato a vereador.

Deve ser a crise

A relação de protestos do 2º Oficio de Títulos e Protestos de Maringá, que estará na edição de amanhã do Jornal do Povo, traz nomes conhecidos.
Entre eles, o de um maçom assessor de deputada estadual, de um ginecologista e de uma prefeitura da região.