Gossip
Execução fiscal
Vivendo na pele
Sobrando faísca
Quinta do abalo?
‘Sumiço’
Tem muita gente estranhando o ‘sumiço’ da mídia (e da administração, por assim dizer) do secretário do Planejamento de Maringá, Laércio Barbão.
Tem coisa, diria um opositor de antanho.
Programa de sexo em aula que era para ser de cidadania

A propósito da postagem “Pânico na Seduc”, feita no último domingo, circula que o verdadeiro motivo do pânico foi encontrado.
No planejamento do terceiro bimestre para alunos do 5º ano da rede municipal de ensino de Maringá foi solicitado demonstrar aos alunos qual a função de uma nota fiscal e de um cupom fiscal. Seria uma aula de cidadania, porém, como modelo de nota fiscal colocaram a de um comércio Lanchonete e Restaurante Pioneiro, de Palotina, emissão de 2003, e discriminado está nada mais nada menos do que um “programa” com prostituta.
Falta a proporcional
Definida Akemi Nishimori como vice do ímprobo Silvio Barros II (PP), falta agora definir para onde vai a chapa de pré-candidatos a vereador do Partido da República.]
O compromisso teria sido assumido pessoalmente pelo ex-prefeito, que deve encaminhara o PR (leia-se Do Carmo, que tem grande influência sobre a família Barros) para uma coligação proporcional com o PHS, o PP, o PMDB-SD, o PTB ou o chapão do PSDB-PTC-PSL.
A se confirmar

O martelo teria sido batido ontem à noite e Akemi Nishimori (PR) sido escolhida para vice do ímprobo Silvio Barros II (PP).
O PR realiza convenção manhã.Continue lendo ›
Percalço
Pânico na Seduc
Verdadeiro pânico na Secretaria Municipal de Educação de Maringá.
Não se sabe ao certo o motivo, mas as coordenadoras estiveram nas escolas municipais para apagar de todos os computadores e pen drive os planejamentos de aulas de todas as turmas e recolheram todos os CDs com o programa além dos planejamentos que já tinham sido impressos e estavam com os professores.Continue lendo ›
Trem pagador

Tem pré-candidato que não está preocupado com o teto de R$ 119.553,25 para se gastar na campanha para vereador, este ano, em Maringá.
O blog soube que um deles gastou R$ 4 mil só comprando números de uma rifa, dias atrás, além de estar pagando tudo para todos. Para se ter uma ideia do trem pagador, tem pré-candidatos de outros partidos pensando em desistir da campanha e pedir uma boquinha pra ele.
A novela se repete
Em 2012, Ricardo Barros (PP) garantiu que o PSDB de Maringá fizesse duas cadeiras (Flávio Vicente e Márcia Socreppa) graças a uma coligação de última hora com o PP, o que acabou sacrificando alguns fieis escudeiros.
Os dois eleitos deixaram o ninho tucano, que mudou de mãos mas não conseguiu se estruturar a ponto de ter uma chapa de pré-candidatos a vereador, tendo que se aliar a PTC e PSL.Continue lendo ›
Na encruzilhada

No PMDB (Partido Maringaense Da Boquinha), estão fazendo de tudo para que o professor Claudio Ferdinandi (que foi secretário de Said Ferreira, que, vivo, estaria muito brabo) seja o candidato a vice-prefeito na chapa de Silvio Barros II (PP).
Dizem que tem gente no partido, que um dia já foi contra os ímprobos, fazendo até macumba para que ele ocupe a vaga.
Envolvimento
Um médico de Maringá pode aparecer na história do ex-vereador de Munhoz de Mello, denunciado por se apresentar como advogado e dar golpes em idosos, aos quais promete aposentadoria.
Detalhe: o médico também é político.
Novas desistências?
Com a renovação da aquisição do PSDB, do PSL e do PTC pelo condomínio partidário de Ricardo Barros (PP), não muda apenas a expectativa em relação ao cartorário Evandro Oliveira, que anunciava irredutibilidade na pré-candidatura a prefeito.
Além dele, que estaria desistindo também por causa de pesquisas internas desfavoráveis, pré-candidatos a vereador do grupo devem desistir e se unir a pré-candidatos do PP.Continue lendo ›
Empregadinho do irmão
O terceiro secretário
No pacote que o PMDB negocia com os Barros, o partido – que já tem o Meio Ambiente e o Saneamento Básico – busca aumentar sua cota num eventual quarto governo do Partido Progressista em Maringá. Mas a denúncia feita pelo Gaeco, embora com atraso de 12 anos, contra o peemedebista João Alves Correa, pode atrapalhar a terceira secretaria para o partido.
É que John seria indicado para ocupar a secretaria (o pessoal queria a de Fazenda) num eventual governo Silvio Barros II. Agora, complicou.
Vale tudo nas redes
Acredite se quiser
Um pré-candidato a prefeito de uma cidade da micro-região de Maringá briga em segunda instância para mudar uma condenação que o deixaria de fora da disputa eleitoral deste ano.
Ele está condenado por falsificação de documentos públicos, o que o inclui na lei da ficha limpa, mas tenta através de advogado mudar a condenação para estelionato – um nome feio, mas que não dá inelegibilidade.
Maquinações
A ex-vereadora e ex-secretária da Saúde Carmen Inocente (PP) recebeu informações sobre uma conspiração que existe contra ela, partindo de dentro da administração Pupin/Barros.
Ela credita a um grupo de pessoas – entre elas, uma mulher poderosa – a autoria das maquinações que levaram a esquecer de deixar a função de servidora pública municipal no prazo estabelecido pela legislação eleitoral. Carmen ainda não prometeu resposta à altura.
Mais rolo
Presidente mágico
Bombons especiais

A propósito de servidores públicos envolvidos em corrupção, há um episódio contado por um empreiteiro maringaense que virou histórico.
O funcionário público – hoje muito bem de vida, depois de ter construído uma mansão de fazer inveja a ex-prefeito – recebia propina da empreiteira em dinheiro vivo, que vinha no fundo de caixas de bombons, que eram deixadas na secretaria em que trabalhava. Continue lendo ›
Mudança
O Consórcio Público Intermunicipal de Gestão da Amusep (Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense) está deixando a sede da rua Piratininga nesta tarde e indo para as instalações próximas ao Bosque Dois, Zona, em Maringá.
O Proamusep é presidido pelo prefeito de Astorga, Arquimedes Ziroldo (PTB), que não teria informado aos demais prefeitos sobre a mudança. O Proamusep faz a parte técnica da entidade. Estaria em andamento, ainda, mudança no estatuto, que permitiria a Bega ficar à frente da entidade mesmo não sendo prefeito.
Jeitinho brasileiro
Em ano eleitoral, como se sabe, prefeituras municipais não podem gastar com propaganda.
Para contornar a lei, um conhecido político regional viabilizará propaganda do governo federal (mais especificamente, da Caixa Econômica Federal, aquela que financia derrubada de árvores) para continuar dando mensalinho a seus parceiros da mídia para que estes possam apoiar o candidato a prefeito de seu grupo político.
É tudo lá

Dias atrás o prefeito de uma cidade da região, procurado por um de seus liderados na câmara municipal, ouviu um pedido sobre ajuda na campanha eleitoral. A resposta do prefeito, conhecido pau mandado, fez lembrar uma postagem de Akino Maringá feita em fevereiro passado:
– Passa no posto Ipiranga.
*/ ?>




