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Nos passos de Santa Rita de Cássia

A Editora Paulus anunciou a publicação e liberou a capa do mais novo livro do professor e escritor maringaense Luiz Alexandre Solano Rossi, “Nos Passos de Santa Rita de Cássia”. O livro, explica a contracapa, “coloca você diante de uma experiência espetacular. Durante 30 dias você terá a oportunidade de conhecer e viver de perto o cotidiano de uma discípula e missionária de Jesus. Nela encontramos um modelo de vida a seguir”.
O Poetinha em Maringá

Em seu blog, Luiz de Carvalho publica a foto, de Moracy Jacques, do dia em que o poeta Vinícius de Moraes esteve em Maringá, para um show no Cine Ouro Preto (que depois virou Peduti). Ele estava com Pedro Chagas Neto e conta como foi o encontro.
Causos para não dormir
De al-Gharb:
Eu ouviu, numa sexta-feira, ao final do dia, de um ex-aluno da UEM, que se formou em direito. Que o mesmo estava na antiga cantina da universidade, quando a vontade do café veio e nada mais certo que ir até o balcão e pedir, “um cafezinho… aí…”. O rapaz da lanchonete foi e serviu o café, num daqueles copinhos de vidro, nessa época não se ventilavam os descartáveis. Mas, ocorreu que o café veio frio… Azar. Porém, como bom estudante, futuro advogado, já foi reclamando, com todo o direito de dizer, em voz alta, em bom tom, em tom de quem podia… Isso aí tá frio… Não dá pra beber. Quero um café quente.
Tudo parecia correr normal, café frio, reclama e vem outro quentinho.
Até que o atendente, não se sabe se querendo ou não querendo, lhe escapou o copo e o líquido marrão foi caindo, caindo, caindo até alcançar a calça… Qual foi a surpresa, o rosto de constrangimento, os pedidos de desculpa, de nada adiantaram. Vou pular os diz que diz, os empurra, empurra, volto as palavras… O jovem, sentindo-se ofendido e magoado, deixou sair ao final uma maldição: “espera o dia, em que eu seja prefeito desta cidade.” Contam, que ele está prefeito, não sei dizer a cidade, mas… nunca se sabe.
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PS do Blog: O texto é baseado em fatos reais.
João Guido e A. A. de Assis

O texto abaixo é de João Guido, e foi publicado originalmente na revista Aqui (número 14), em fevereiro de 1980. Foi mantida a ortografia da época. A revista, publicada mensalmente, era de propriedade da Editora Gráfica Clichetec e tinha como diretores Genaro Dutra, Antonio Augusto de Assis, Nobuo Sotozono e Luiz Nora Ribeiro. João Guido, que também apareceu em textos de outras publicações – pouquíssimos sabem -, era um dos heterônimos utilizados pelo grande A. A. de Assis (ilustração) nos velhos e bons tempos de lida jornalística. Assis, por sinal, descansa em Balneáripo Camboriú até o final do mês.
A barragem
De Zé Roberto Balestra, ao som de Led Zeppelin:
Há dias que tanto faz como tanto fez
Que a coisa fique cinza ou amarela
Feito alguma estupidez
Ou qualquer abanadela
De um doce adolescer
Hoje amanheci assim
Não troco uma Zepparella
Por um bom Led Zeppelin
A vida é boa barbaridade
Melhor é ter um dente só
E andar pela cidade
Do que ficar logo banguela
Sem nenhuma bocatividade
Esperando quando a barragem romper…
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